Quinta-feira, 22 de Novembro de 2018

CORRE JAMOR

Para o Frederico foi mais uma Corre Jamor. Para o Carlos Gonçalves foi uma estreia. E que estreia já que esta prova, com um misto de vários pisos, excedeu largamente as suas expectativas tendo afirmado no final que é para repetir.

 

Eram quase dez e meia da noite de Sábado quando o Frederico lança o alerta no WhatsApp das Lebres e Tartarugas: “Alguém vai amanhã à Corrida do Jamor?” Resposta imediata de um dos Tartarugas: “Ainda se podem fazer inscrições?”

 

De imediato o Carlos Gonçalves “correu” para a página oficial do evento e, verificando que as inscrições ainda se encontravam abertas, tratou logo de assegurar a companhia ao Frederico a quem se apressou a comunicar a situação.

 

E foi assim que, num domingo bastante chuvoso, os nossos dois atletas rumaram ao Estádio Nacional para a nona edição da Corre Jamor. Durante o caminho o Frederico informou ainda o seu colega de que, após terminar a corrida, seguiria directamente para a casa a correr, dando cumprimento ao Plano de Treinos que já encetou tendo como objectivo a participação na Maratona de Sevilha.

IMG_20181118_094208.jpgAntes das dez horas, e depois de um programa de aquecimento orientado por uma Monitora, é feito um minuto de silêncio, a pedido do Clube Olímpico de Oeiras, em homenagem ao Triatleta Luís Grilo recentemente desparecido. Foi arrepiante. O silêncio foi total, como nem sempre tem sido hábito neste tipo de situações.

 

Feita a homenagem dá-se início à contagem decrescente para o início da prova. Cinco, quatro, três, dois, um e PARTIDA. Os atletas cumprem a volta à magnífica Pista de Atletismo do imponente Estádio Nacional. Por mais de uma vez que temos elogiado todas as corridas com partida e chegada numa Pista de Atletismo de um qualquer Estádio de Futebol. Por momentos sentimo-nos como verdadeiros atletas do Olimpo.

 

Saídos do Estádio Nacional cumprimos uma primeira fase deambulando pelos caminhos do Complexo Desportivo do Jamor rumo à zona da Pista de Canoagem. É como que a fase de aquecimento em corrida e durante a qual experimentamos diversos tipos de Piso. Como a chuva e humidade persistiam todo o cuidado era pouco. De regresso à Praça da Maratona cumprem-se os primeiros três quilómetros. E começa a fase mais importante da Corrida Corre Jamor. Entramos em regime de trilhos que, sem ser demasiado exigente, impõe alguma atenção tendo em consideração a irregularidade do Piso. É mais corta-mato do que “trail” mas é bem melhor do que correr em alcatrão. Sem que nos apercebamos estamos a correr em direcção ao mar. Do lado direito perfila-se a Capela do Alto da Boa Viagem. E continuamos pelo interior da mata do Jamor. A lama começa a dar os primeiros sinais dificultando a progressão dos atletas. Os mais prevenidos optaram por usar sapatilhas de Todo o Terreno que vieram, mais tarde, a verificar-se muito eficazes em segmentos de descidas mais acentuadas e, sobretudo, mais enlameadas.

 

Faltam dois quilómetros para chegarmos à Meta. Damos uma volta de honra pela parte superior das bancadas do Estádio após a qual somos de novo devolvidos ao corta-mato.

 

Estamos no último quilómetro. De regresso à Pista de Atletismo temos escassos duzentos metros de pista de tartan para cumprir até à meta. Como sempre é a altura de um último “sprint” e de fazer as derradeiras ultrapassagens.

 

Tendo terminado a sua prestação o Carlos Gonçalves efectua os habituais exercícios de alongamentos enquanto vê o Frederico entrar na Pista. Já sabia de antemão que o seu colega iria imprimir um ritmo mais de treino. Ao passar pela Meta os dois Tartarugas cumprimentam-se e cada um segue o seu caminho. O Frederico irá continuar a correr até casa. O Carlos seguirá na sua viatura.

 

Valeu a pena e, como já se afirmou, excedeu largamente as expectativas do Tartaruga estreante.

 

Para o ano há mais. Mas até Fevereiro todos os Tartarugas continuarão, ou encetarão, um “rigoroso” (tanto quanto possível) plano de preparação para os quarenta e dois quilómetros, e alguns metros, que nos esperam em Sevilha já no próximo mês de Fevereiro.

[Crónica de Carlos Gonçalves]

 

Vencedor: NUNO ROCHA (Individual): 0:36:09

 Atletas que concluiram a Prova: 716

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 708) 

Classificação Geral: 550º - Classificação no Escalão:  Não considerado por estar inscrito como Jún ior M

Tempo Oficial: 1:04:05/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:03:38

Tempo médio/Km: 6m:22s  <=> Velocidade média: 9,43Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 1179) 

Classificação Geral: 512º - Classificação no Escalão V60: 19º

Tempo Oficial: 1:01:54/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:01:26

Tempo médio/Km: 6m:09s  <=> Velocidade média: 9,77Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Novembro

  • 4 - Maratona do Porto (Porto) - 42,195 Km
  • 4 - Corrida da Água (Lisboa) - 10 Km
  • 11 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km => Não participámos
  • 18- Corre Jamor (Estádio Nacional - Cruz Quebrada) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:03

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