Quinta-feira, 8 de Novembro de 2018

TRAIL DA REAL TAPADA

Um Tesouro no Oeste Português, a escassos trinta minutos da cidade de Lisboa.

 

Foi precisamente a Tapada de Mafra que o Frederico e o Carlos Gonçalves escolheram para o regresso à vertente do Trail Running de que tanto gostam e que lhes tem dado muitas alegrias.

 

À partida o Trail da Real Tapada reunia todos os ingredientes para uma manhã desportiva bem passada. Os vinte e cinco quilómetros estão dentro daquilo que os nossos atletas consideram como uma distância equilibrada e que lhes permite disfrutar ao máximo do meio envolvente com algum, muito, esforço mas também sem exagerado, o quanto baste, sacrifício. Sim, porque uma prova de trail exige sempre sacrifício do atleta, sacrifício esse que, se inexistente, retiraria todo o interesse à corrida.

 

As previsões meteorológicas eram um pouco incertas pelo que os atletas tinham neste capítulo alguma dúvida aliada ao próprio desconhecimento do traçado e da exigência do percurso.

 

O Grau de dificuldade técnica era relativamente baixo o que deixava antever uma prova tranquila e sem que tivéssemos momentos de arriscar a nossa integridade física. Ficava apenas, como maior desafio, os vinte e cinco quilómetros previstos.

 

À chegada ao Portão do Codeçal, uma das entradas para a Tapada de Mafra, os nossos atletas depararam logo com os primeiros sinais de uma organização exemplar. O estacionamento das viaturas foi muito bem coordenado pelos elementos da organização, com marcações no piso para que ninguém estacionasse a sua viatura ao acaso.

Trail da Real Tapada.jpg

A partida estava agendada para as dez da manhã. Como neste fim-de-semana estava prevista a mudança para a hora de Inverno os atletas tiveram mais uma hora de sono de “borla” o que lhes permitiu acordarem e prepararem-se sem grande ”stress”.

 

Uma primeira surpresa se apodera dos Lebre e Tartarugas. O reduzido número de atletas presentes poderia significar que teríamos de lutar muito para não ficar na cauda da classificação. Não é que essa seja uma grande preocupação dos nossos atletas mas é sempre mais agradável não ficar em último. Constatamos que não há caras nossas conhecidas. Apenas uma atleta - Célia Azenha - “companheira” de outras aventuras, se perfila como a nossa referência. 

IMG_20181028_090142.jpg

 

Um pouco antes da hora marcada é feito o “briefing” tão usual como necessário nos “Trails”. Não nos reservam grandes temores quanto à natureza do percurso apenas nos chamando à atenção para a sinalização do percurso, pontos de abastecimento e de separação dos vários atletas consoante a modalidade em que se inscreveram.

 

Às dez em ponto é dada a partida. E, quase em simultâneo, aparece a chuva a relembrar que o tempo ameno e seco há muito que pertence ao passado. Para aquecer começamos logo com uma pequena subida. O perfil altimétrico previamente divulgado antevia uma corrida em “sobe e desce”, o que não atemoriza os atletas. Para pouparem energias então o melhor seria ficarem em casa.

A Tapada de Mafra apresenta-se como um local onde nada está ao acaso. E como bem lembrava o Frederico no final da prova, apenas encontrámos o que a natureza tem para nos dar. Lixo nenhum, nem mesmo aquele que os atletas pudessem eventualmente deixar à sua passagem.

 

O frio e o vento forte marcam presença. Mas nada esmorece o espirito dos atletas.

 

De animais nem qualquer sinal. Havia alguma esperança de encontrarmos algum exemplar mas, ou assustaram-se com a presença de novos visitantes, ou propositadamente, foram afastados dos locais de passagem dos “trailistas”.

 

Um percurso todo ele bem sinalizado não dá qualquer azo a que alguém se perca. As marcas quilométricas estão bem visíveis ao longo de todo o trajecto. E como nos prometeram os dois últimos quilómetros aparecem como contagem decrescente. A marca do último quilómetro convida os atletas a um sprint final e vigoroso.

 

Prova terminada e seguramente a repetir. Foi um Trail perfeito.

[Crónica de Carlos Gonçalves]

 

Vencedor: RUI LUZ(AMCD - Arrábida Team Trail): 1:55:48

 Atletas que concluiram a Prova: 80

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 143) 

Classificação Geral: 74º - Classificação no Escalão M60: 2º

Tempo Oficial: 3:25:44/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 8m:14s  <=> Velocidade média: 7,29Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 163) 

Classificação Geral: 69º - Classificação no Escalão M50: 13º

Tempo Oficial: 3:22:57/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 8m:07s  <=> Velocidade média: 7,39Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 7 - Corrida ActivoBank/Clube MillenniumBCP (Lisboa) - 10 Km
  • 14 - Meia Maratona de Lisboa (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 14 - Maratona de Lisboa (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 42,195 Km
  • 21 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 28 - Trail da Real Tapada (Mafra) - 25 Km

Calendário para o Mês de Novembro

  • 4 - Corrida da Água (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Maratona do Porto (Porto) - 42,195 Km
  • 11 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:58

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