Terça-feira, 28 de Junho de 2016

CORRIDA DAS FOGUEIRAS AO RITMO DE PORTUGAL NO EURO 2016

As duas tartarugas Frederico de Sousa e Carlos Teixeira não deram por mal empregue a deslocação a Peniche para mais uma participação na corrida das Fogueiras a maior corrida noturna que se realiza em Portugal. A concentração deu-se em casa da tartaruga Teixeira às 18h45m de forma a chegarmos a Peniche antes de se iniciar o Portugal – Croácia, objetivo cumprido deslocámo-nos para a pastelaria Nau onde habitualmente costumamos lanchar sempre que participamos nesta corrida. Na pastelaria Nau já tínhamos lugar reservado pelo nosso velho amigo José Pedro e quando entrámos estavam-se a dar os primeiros pontapés na bola. Aos 50 minutos do jogo abandonámos a pastelaria com pena de não ficarmos a beber uns copos porque o jogo em si patriotismo à parte estava a roçar a mediocridade.

A partida a exemplo do ano anterior teve lugar perto dos bombeiros, aí chegados os tartarugas separaram-se e cada um foi para o respetivo corredor de acordo com a cor da fita individualmente atribuída em função do tempo.

A temperatura estava fresca e com algum vento não muito forte que convidava a correr de pressa, antes da partida o jogo de Portugal continuava empatado a zero faltava um quarto de hora para o final adivinhava-se mais um empate para a seleção das quinas.

As 21h30m iniciou-se a corrida de forma rápida nos primeiros 2 km com pouco espaço dada a concentração de atletas e o espaço disponível, aos 4 km a primeira subida mais significativa e onde ficamos a saber que o tempo regulamentar do jogo de Portugal tinha terminado com um empate a zero. Entre os 4 e os 5 Kms deu-se a primeira passagem pela marginal repleto de pessoas de um lado e de outro sensacional face importância do evento que decorria em simultâneo com a corrida e logo de seguida no km 6 a passagem pela pastelaria Nau com toda a gente na rua inclusive a nossa claque improvisada. Aos 7 km correu-se a distância em direção à Praia e às fogueiras e onde os populares nos iam informando que o resultado no prolongamento se mantinha num imutável nulo, aos 9 km deu-se a subida mais difícil da prova e depois entre os 10 e os 11km em plena descida o grande momento da noite, numa onda de braços da frente para trás começou-se a gritar golo de Portugal, uns diziam que tinha sido o Quaresma outros o cigano, numa alegria contagiante populares e atletas gritavam Portugal !Portugal! Portugal!.

Até ao fim parece que os kms não custaram a correr o clima de festa quando o jogo terminou a alegria transbordou atletas e populares eufóricos e grande apoteose desde a pastelaria nau até à subida da marginal ao ritmo de Portugal.

Depois de eu e o Frederico cortamos a meta e da merecida recuperação fomos jantar com o nosso amigo Zé Pedro família e amigos, a refeição foi muito animada principalmente na parte final, no inicio do mesmo o inevitável telefonema para o tartaruga Carlos Gonçalves que ficou desta vez a descansar.

O regresso já na madrugada do dia 26 decorreu calmamente os tartarugas vinham felizes foi de facto uma noite fantástica onde tudo correu bem.

Uma palavra para a organização da prova que tem feito um esforço para melhorar de ano para ano, a mudança do local da partida em relação ao passado e as informações regulares entre a data da inscrição e a data da realização da prova são exemplos disso.

 

Viva os Tartarugas! Viva Portugal! Viva a Corrida das Fogueiras!

 

Até Junho de 2017

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 2787

Vencedor: NUNO CARRAÇA (URCA) - 0:48:55

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1534)

Classificação Geral: 1014º - Classificação no Escalão M5559: 44º

Tempo Oficial: 1:14:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:13:53

Tempo médio/Km: 4m:56s  <=> Velocidade média: 12,18 Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1535)

Classificação Geral: 2412º - Classificação no Escalão M5054: 207º

Tempo Oficial: 1:34:59/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:33:41

Tempo médio/Km: 6m:15s  <=> Velocidade média: 9,61 Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Junho

  • 5 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 10 - Extreme Trail Cucos (Torres Vedras) - 30 Km
  • 11 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 18 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa/Serra de Monsanto) - 4 2Km
  • 25 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km

Calendário para o Mês de Julho

  • 2 - Corrida Sporting 2016 (Lisboa) - 10 Km
  • 3 - Trail dos Moinhos Saloios (Venda do Pinheiro/Santo Estêvão das Galés) - 25 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:37

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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016

LISBON ECO MARATHON

As LEBRES E TARTARUGAS são totalistas na Lisbon Eco Marathon. O Frederico, o Carlos Catela e o Carlos Gonçalves juntaram-se, pelo quarto ano consecutivo, para participarem numa maratona singular. E, tal como em 2015, o Tartaruga Bartolomeu juntou-se ao grupo desafiando, pela segunda vez, uma distância que não está ao alcance de todos. Mesmo assumindo que não tem treinado este nosso atleta enfrentou este desafio de frente garantindo que não iria cometer o mesmo erro do ano passado quando se dispôs a realizar a maratona sempre a correr. Foi um erro cometido e que pagou bem caro no final da prova. E em 2016,como veremos mais à frente, o resultado final foi bastante diferente.

 

Apesar de se realizar na Serra de Monsanto, a Lisbon Eco Marathon não pode ser considerada uma corrida de montanha e, muito menos, de “Trail”. Mas também não se enquadra numa “vulgar” maratona de estrada tendo em consideração o desnível altimétrico da prova. É um misto de tudo isto. Mas, e acima de tudo, é uma bela corrida que se desenvolve maioritariamente num ambiente fantástico no denominado “pulmão da cidade de Lisboa”. E o facto de começar ao final da tarde, e com a perspectiva de se prolongar pela noite dentro, aumenta o interesse por esta corrida. É o “Sunset Monsanto” para os muitos adeptos do “running”.

 

No final de uma semana um pouco atípica em termos meteorológicos, as previsões perspectivavam uma melhoria do tempo para o fim de semana, em particular no que à temperatura dizia respeito, e para grande preocupação dos nossos atletas, com excepção do Carlos Gonçalves que secretamente ansiava por um fim de tarde bem “quentinho”,

 

A concentração da equipa fez-se em casa do Frederico. Embora mais tentados a trocarem a corrida por uns mergulhos na piscina, os atletas rumaram ao Parque do Calhau a tempo de ouvirem o “briefing” que antecede o início da prova. E, como também já é hábito, a fotografia da equipa serve para recordar, para a “memória futura”, a participação da equipa das LEBRES E TARTARUGAS em mais uma edição da Lisbon Eco Marathon.

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Relativamente ao ano passado apresentámo-nos desfalcados do Tartaruga Georg Waldschütz que nos deixou há cerca de um ano. Para ele o nosso abraço e confiança nas várias corridas, de estrada ou de montanha, que tem abraçado.

 

Menos caras conhecidas e uma sensação de menor participação por comparação com os anos anteriores. Com o aproximar das dezoito horas a movimentação dos elementos da organização não indiciava que a prova começaria à hora marcada. Alguns dias antes na página da prova deixava-se no ar que, caso a temperatura prevista para a hora da partida fosse igual ou superior a 27 graus, a mesma poderia ser atrasada em sessenta minutos. O Carlos Gonçalves chegou mesmo a interpelar um dos elementos da organização se seria respeitada a hora prevista para o início da prova. Aparentemente, e sem grande convicção, lá nos foi dizendo que “sim, que a partida seria dada às dezoito horas”. Não foi às dezoito mas sim quatro ou cinco minutos mais tarde.

 

Mal foi dada a ordem de começo da prova a nossa equipa desmembrou-se de imediato.

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Cada um dos nossos atletas tinha propósitos diferentes em consonância com o seu momento de forma actual. Todos almejavam completar os quarenta e dois quilómetros mas em condições físicas que não se aproximassem do deplorável. Mas, acima de tudo, todos desejavam disfrutar ao máximo esta experiência. E, no balanço final, todos ganharam. O Bartolomeu cotou-se como o nosso atleta mais rápido. A lição de 2015 foi bem aprendida. O Carlos Catela estabeleceu um novo melhor tempo individual com uma redonda marca de cinco horas exactas. O Carlos Gonçalves, sem grandes preocupações de tempo, aproveitou ao máximo os encantos de prova, e não só… O Frederico cumpriu um pouco mais de trinta quilómetros e, após cumprir o percurso entre o antigo Aquaparque no alto do Restelo e a CRIL, decidiu rumar até casa dando por concluída a sua participação na Lisbon Eco Marathon.

 

Em comparação com as edições dos anos anteriores o percurso não nos trouxe alterações. Isto pode ser bom e mau ao mesmo tempo. Se, por um lado, deixa de haver qualquer factor de novidade por outro prepara os atletas para as diferentes dificuldades podendo cada um gerir melhor o seu esforço.

 

Mas a Lisbon Eco Marathon, como qualquer corrida de longa duração, é muito mais do que uma prova de atletismo. É, ou deve ser, um momento de convívio e de interacção com todos os elementos intervenientes, seja entre atletas, destes com os elementos da organização espalhados ao longo do percurso e até mesmo com o público que se diverte, e também a nós, à nossa passagem. Mas é o convívio entre atletas que normalmente fica mais gravado na nossa memória e que recordamos através de episódios mais ou menos singulares.

 

Numa prova longa é comum formarem-se grupos espontâneos que, por terem um ritmo semelhante, partilham a corrida praticamente desde o início até ao fim. E também há aquelas situações em que tanto ultrapassamos como somos ultrapassados, em função da inclinação e do grau de exigência dos diferentes troços da corrida que vamos cumprindo.

 

E aqui entra o Carlos Gonçalves.

 

Desde o princípio da prova, logo na tremenda subida em alcatrão até ao Estabelecimento Prisional de Monsanto, fixou uma atleta bem mais nova e jeitosa do que ele que ora ficava para trás ora passava para a frente quando entrávamos em zonas planas ou em descidas. E assim foi ao longo dos vários quilómetros. Após a longa e desgastante subida, já em ambiente florestal e ao longo da auto-estrada Lisboa/Cascais, a atleta passou, parecia que definitiva e irremediavelmente, para a frente. A certa altura este humilde tartaruga viu-se novamente ultrapassado pela simpática atleta. Mas como foi possível pois não se lembrava de ter passado por ela? Estaria já com o espírito toldado pelo cansaço, ainda que precocemente? Não. Afinal ela tinha parado para fazer um “chichi”, segundo as suas palavras, num recanto mais escondido. Estava encontrada a resposta para a pergunta.

 

Após o "cair da noite" o Frederico entretanto já tinha dado por terminada a sua prova e envia uma SMS aos seus companheiros. Como há tempo e disponibilidade para tudo o Carlos Gonçalves responde à mensagem.

 

Os últimos cinco quilómetros são demolidores apesar de se realizarem em plena ciclovia.

 

Na Meta instalada no Alto do Parque Eduardo VII reencontram-se os dois Tartarugas Carlos juntamente com as suas claques de apoio. O Carlos Catela, apesar de enregelado pelo vento frio que se manifestava nas redondezas, aguentou-se estoicamente, “firme e hirto”, fazendo questão de aplaudir o companheiro a cruzar a meta. Ainda tentámos brindar às nossas vitórias com uma bela imperial. Mas já só havia espuma pelo que o brinde foi feito com uma garrafinha de água. E assim terminou mais uma participação das LEBRES E TARTARUGAS na Lisbon Eco Marathon. Para o próximo ano certamente que haverá mais.

 

Atletas que concluiram a prova: 184

Vencedor: JOÃO HORA FAUSTINO (Individual) - 3:05:20

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 102)

Classificação Geral: NT - Classificação no Escalão M50: NT

Tempo Oficial: -----/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): -----

Tempo médio/Km: -----  <=> Velocidade média: ----- Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 103)

Classificação Geral: 122º - Classificação no Escalão M55: 7º

Tempo Oficial: 5:00:39/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): Não divulgado

Tempo médio/Km: 7m:09s  <=> Velocidade média: 8,38 Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 104)

Classificação Geral: 177º - Classificação no Escalão M60: 4º

Tempo Oficial: 5:43:22/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): Não divulgado

Tempo médio/Km: 8m:11s  <=> Velocidade média: 7,34 Km/h (*)

 

BARTOLOMEU SANTOS (Dorsal Nº 105)

Classificação Geral: 110º - Classificação no Escalão Sen-M: 37º

Tempo Oficial: 4:57:20/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): Não divulgado

Tempo médio/Km: 7m:05s  <=> Velocidade média: 8,48 Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Junho

  • 5 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 10 - Extreme Trail Cucos (Torres Vedras) - 30 Km
  • 11 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 18 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa/Serra de Monsanto) - 4 2Km
  • 25 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 01:04

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Quarta-feira, 15 de Junho de 2016

MARGINAL À NOITE

As Lebres e Tartarugas foram criadas em 2008 por um grupo de antigos jogadores de Badminton que optaram desde essa data por participarem com alguma regularidade em provas de corrida de estrada ou montanha.

 

Este grupo foi-se gradualmente alargando a outros atletas sem que forçosamente tivessem praticado anteriormente Badminton.

 

É no entanto com especial carinho que uma comitiva de actuais jogadores de Badminton – Francisco Sousa e Marta Sousa – acompanharam um dos atletas fundadores e seu pai – também antigo jogador dessa modalidade – em mais um prova.

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Em questão estava pois a participação na Marginal à Noite, terceira prova dos jovens atletas e primeira à noite.

 

O dia apresentou-se de feição com boa temperatura e sem vento. À hora da prova apareceram algumas nuvens mas que não afectaram a presença e a prestação dos atletas.

 

As inscrições, como de costume, rapidamente esgotaram estando pois presentes cerca de 7.500 atletas. A organização entende, e bem, não aumentar os números já que dada a dimensão das vias já é algo difícil ter uma progressão constante.

 

Com partida pontual às 09:30 iniciou-se o percurso em direcção a Caxias onde ser processaria o retorno.

 

Para grande espanto e satisfação do pai, os jovens atletas progrediram muito bem tendo corrido cerca de 7 kms dos 8 que compunham a prova.

 

Deu tempo para conversar com outros atletas sendo alguns deles bem famosos.

 

Os atletas concluíram pois a prova com cerca de 1:12:00 tendo optado por participar sem chip.

 

Ficou no entanto  a vontade de voltar para o ano.

 

[Crónica de Frederico Sousa]

publicado por Carlos M Gonçalves às 00:32

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EXTREME TRAIL CUCOS

10 de Junho. Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, e antigamente também designado por “Dia da Raça”.

 

Sendo este dia Feriado Nacional todos os Portugueses festejam, à sua maneira, o dia do seu País. Seja acompanhando em directo ou pela Televisão as comemorações oficiais, seja participando em qualquer tipo de evento alusivo ao 10 de Junho, ou seja simplesmente a descansar, cada um decide o que fazer para celebrar condignamente o dia de PORTUGAL.

 

E o “Trail Runner Solitário” das LEBRES E TARTARUGAS decidiu, à semelhança dos dois anos anteriores, evocar o dia de Portugal fazendo aquilo de que mais gosta, em termos desportivos falando. Pelo terceiro ano consecutivo foi até à zona de Torres Vedras para participar no Extreme Trail Cucos. Sendo totalista nesta prova, e depois de uma primeira participação na versão mais curta, nessa altura em companhia do Frederico, o Carlos Gonçalves voltou a desafiar o Trail longo com uma distância maior e um grau de dificuldade acrescido.

 

No primeiro dia de um fim-de-semana XL para a maioria dos Portugueses, e XXL em particular para os Lisboetas, o atleta teve de madrugar para se preparar em condições para o grande dia que iria ter pela frente. Eram seis da manhã quando o despertador tocou. Num ápice o atleta abandona o aconchego do leito e lança-se às tarefas prioritárias: organização da mochila com todo o equipamento necessário e ingestão de um pequeno almoço que deveria ser naturalmente mais frugal. E, como acontece no dia de uma qualquer corrida, há necessidades fisiológicas que têm de ser satisfeitas para não vir a ter qualquer contratempo em plena actuação do “artista”.

 

Às sete e um quarto o atleta senta-se ao volante do seu automóvel e parte em direcção a Torres Vedras. Por ser bastante cedo, e principalmente por ser fim-de-semana, a viagem não deveria levar mais do que quarenta e cinco minutos. Há muito que o Sol já brilhava. Atravessando o rio Tejo pela bela Ponte 25 de Abril disfrutamos de imagens de rara beleza da nossa magnífica cidade de Lisboa. Nada melhor para começar bem um dia que se previa fantástico e cheio de emoções.

 

Chego às antigas Termas dos Cucos e a animação já é grande.

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Nas provas de “Trail Running” os atletas optam por chegar mais cedo. Além do levantamento dos dorsais há que ultimar os preparativos para que nada falte. O espírito é diferente, menos competitivo e mais de interacção entre os atletas. Mais do que competirem a grande maioria dos “trailistas” está ali essencialmente para se divertir.

 

Tiram-se as habituais fotografias de circunstância. E como o atleta das LEBRES E TARTARUGAS está sozinho tem de pedir a alguém para lhe tirar uma foto com o antigo edifício das Termas como pano de fundo. Ainda tentou encontrar alguma “lebre” disponível para esta tarefa. Mas como todas pareciam estar ocupadas teve de pedir ajuda a um atleta masculino.

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 Comunica por “WhatsApp” com os seus familiares: “Pronto para mais um Trail Run”. Começam a chover as perguntas de quem já está acordado e perto do telemóvel: “Foste sozinho? Boa Prova”.

 

Faltava um quarto para as nove e começa o “briefing”. São-nos transmitidas informações úteis para a corrida. Desde do tipo de traçado, às fitas e setas sinalizadoras do percurso, e aos alertas para algumas zonas mais complicadas, todos tomam, se é que não tinham já tomado, consciência daquilo que os espera. Os primeiros quinze quilómetros (que mais tarde verifiquei serem apenas pouco mais do que treze) são os mais acessíveis. À passagem pelas Termas dos Cucos os atletas do Trail longo deverão seguir o seu caminho tendo pela frente um percurso com cerca de noventa por cento de trilhos mais técnicos e necessariamente mais exigentes. “É a melhor parte da prova”, como refere o “speaker” da organização.

 

Segue-se um curto aquecimento coordenado por um animador do Kalorias, ginásio de Torres Vedras.

 

Quando é dado o sinal de partida partem em simultâneo tanto os trailistas como os caminheiros. Parte do traçado é o mesmo do ano passado. Mas a organização encarregou-se de introduzir algumas alterações cirúrgicas para não só trazer novidades relativamente a 2015 mas também para aumentar um pouco o grau de dificuldade do “trail curto”. Devido a uma maior concentração de atletas os congestionamentos são maiores sempre que há algum estrangulamento no percurso. Muita conversa e muita fotografia conferem uma animação só visível em corridas de trilhos. Os que querem ganhar algum prémio há muito que despareceram. Para trás ficam os que se querem divertir, ou seja a maioria.

 

No regresso às Termas dos Cucos os atletas do Trail Curto dão por terminada a sua prestação. Os mais ousados e mais corajosos lançam-se à segunda parte da corrida conscientes do que os espera. Só para começar temos logo uma subida íngreme, com degraus pelo meio, e como que a meter-nos em “sentido”. Apesar das dificuldades, e que foram muitas, os quilómetros até parecem não custar a passar. Num constante “sobe e desce” vamos ultrapassando os vários obstáculos. E se as escaladas pedem para darmos tudo aquilo que temos, e o que não temos, há algumas descidas em que controlar cada passo é deveras complicado se não quisermos estatelarmo-nos ao comprido e com grandes mazelas. Dei comigo a pensar que por vezez é preferível uma subida, mesmo das mais exigentes, às descidas que quase tive de fazer de gatas pois os meus já gastos ténis apresentavam uma tracção idêntica à de umas sapatilhas de estrada.

 

No último Posto de Abastecimento chego à conclusão, tal como no ano passado, que afinal o trail longo não chegaria aos trinta quilómetros. Ainda bem. “Mais vale a menos do que a mais”, como digo a um atleta que já só pensa em desistir. Há muito que as forças tinham desaparecido e a vontade de terminar era pouca. Tento animá-lo e convencê-lo a levar a prova até ao fim. Pela minha experiência de há um ano, e sem saber se a partir daquele ponto o percurso seria o mesmo, convenço o colega de que o mais difícil já tinha ficado para trás. “Vemo-nos na meta". Mas sinceramente não fiquei muito convencido de aquele companheiro levaria em conta as minhas palavras.

 

Com o andar da prova chego à conclusão que a parte final do percurso se mantém inalterável relativamente a 2015.

 

Reencontro o troço de uma ribeira seca e cheia de pedregulhos. E um pouco mais à frente reencontro o atleta que tinha ameaçado desistir no Posto de Abastecimento. Ainda bem e ele agradeceu-me por lhe ter incutido o ânimo necessário para levar de vencida a etapa final.

 

Uma última subida, ligeira e curta em comparação com o que já tínhamos feito, leva-nos à ribeira que antecede a chegada à zona Termal dos Cucos. Este ano o caudal de água é maior dificultando substancialmente as últimas centenas de metros. Forma-se um pequeno grupo de três atletas em que cada um tenta animar os outros o melhor que pode e que consegue. A palavra de ordem é tentarmos terminar a corrida abaixo das seis horas.

 

Prova superada. E afinal, pelo menos no meu Garmin, constato que os trinta quilómetros do Trail Longo se ficaram por apenas vinte e seis.

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 “Terminei. Foi muito mas MUITO BOM”. Comunico aos meus familiares a conclusão da prova.

“Estás bem?” perguntam-me. “Estou bem. Apenas um pouco cansado. Já comi uma sopa, vou mudar de camisola e partir para casa”.

 

Tinha terminado mais uma aventura, daquelas de que gosto mais. Mas também fico com a certeza de que voltarei em 2017 para a quarta edição do Extreme Trail Cucos, se possível com a companhia de mais algum TARTARUGA.

 

Atletas que concluiram a prova: 90

Vencedor: FÁBIO FONTOURA (Turres Trail Clube) - 2:55:22,4

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 46)

Classificação Geral: 81º - Classificação no Escalão M60: 4º

Tempo Oficial: 5:51:39/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): Não divulgado

Tempo médio/Km: 11m:43s  <=> Velocidade média: 5,12 Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Junho

  • 5 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 10 - Extreme Trail Cucos (Torres Vedras) - 30 Km
  • 11 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 18 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa/Serra de Monsanto) - 43 Km
  • 25 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:19

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Terça-feira, 7 de Junho de 2016

CORRIDA DO ORIENTE

No rescaldo de um final de semana triste para a nossa equipa as LEBRES E TARTARUGAS marcaram presença em mais uma edição da Corrida do Oriente.

 

No nosso vasto currículo de provas esta é uma das poucas a que o nosso nome está ininterruptamente associado desde 2009.

 

A Corrida do Oriente já não tem o fulgor e procura de outros tempos. O seu ponto mais alto, e apenas durante o período em que participámos, foi em 2011 com 1769 atletas a terminarem a prova principal de dez quilómetros. De então para cá, muito provavelmente pela vasta oferta de corridas de cariz popular, tem decaído o número de atletas que acorrem à zona oriental de Lisboa para disputarem a Corrida do Oriente. No ano passado apenas 1062 atletas terminaram a corrida principal. Este ano por pouco que não se ficou abaixo do milhar de atletas que levaram até ao fim a sua corrida. Terminaram exactamente 1002 corredores, entre mulheres e homens.

 

Mas a concorrência de outras corridas não justifica por si só o aparente virar de costas dos atletas a uma prova que anteriormente atraía tanta gente. A Corrida do Oriente não tem inovado nos últimos anos. Poucas alterações se têm registado no percurso da prova. E quando tal tem acontecido não tem sido para melhor. Aliás cada vez mais se verifica que a Corrida do Oriente é puramente de “ida e volta”. Na zona da antiga Expo 98 não será muito difícil criar um percurso mais interessante, quiçá com a passagem pelas instalações emblemáticas da Exposição Universal como sejam o Pavilhão de Portugal, Oceanário e passeio ribeirinho ao longo do Rio Tejo.

 

Fica a sugestão para o caso de alguém ligado à organização da Corrida do Oriente ler esta nossa crónica.

 

Com o Frederico ainda a recuperar das suas mazelas e das emoções fortes dos últimos tempos, a nossa equipa apresentou-se no Parque das Nações com um conjunto de atletas todos eles já repetentes:

 

  • André Catela
  • Gonçalo Gonçalves
  • Pedro Antunes
  • Carlos Teixeira
  • Carlos Gonçalves

 

A constituição da nossa equipa este ano reflecte o desejo dos Fundadores em assegurarem a renovação e a longevidade das LEBRES E TARTARUGAS. O bichinho está lançado. E lançamos desde já o desafio interno para que na edição de 2017, se a mesma ainda se vier a realizar, possamos apresentarmo-nos com uma comitiva ainda mais alargada. E, como veremos mais à frente, já foi lançado mais um atleta …

 

E, uma vez mais, contámos com a nossa claque de apoio constituída pela Ana Luísa (Treinadora) Catarina e Afonso. Três gerações.

 

Em 2014 a organização decidiu que a Partida e a Chegada se realizassem no mesmo local, junto à Igreja dos Navegantes no Passeio dos Heróis do Mar. Tratou-se de uma decisão acertada dado que facilita a logística dos atletas na procura de um lugar para os seus carros.

 

Tendo recolhido antecipadamente os dorsais os TARTARUGAS combinaram o encontro por volta das nove e um quarto junto à Igreja dos Navegantes. Teríamos tempo para tudo desde a colocação dos dorsais e chips até uma ida de última hora à casa de banho. E, mais importante que tudo, a fotografia de grupo com os atletas a perfilarem-se cheios de ambição consoante os seus objectivos.

WP_20160605_09_35_33_Pro.jpgUns certamente que queriam melhorar as suas marcas nesta corrida. Outros, senão mesmo todos, procuravam disfrutar ao máximo do convívio com outros atletas e transformarem a prova num treino dominical mais animado.

 

Desde logo comentávamos que parecia haver uma menor adesão de atletas. Mesmo com o “speaker” a anunciar cerca de mil e quatrocentas inscrições na realidade viam-se muito menos atletas junto à linha de partida.

 

Notou-se também a ausência da animação habitual dos outros anos nomeadamente dos elementos dos “Toca a Rufar” que normalmente têm marcado presença junto à Partida. Foi uma corrida mais pobre.

 

Quanto é dado o toque de partida começa a confusão habitual. Mas até nesta fase notámos que havia muito menos atropelos do que em anos anteriores.

 

A corrida em si não teve grande história. O percurso é aparentemente fácil. Tirando a passagem pelos túneis ou rotundas, com algumas ligeiras subidas e descidas, basicamente é tudo em plano. Parece fácil mas não é. A nossa experiência diz-nos que em trajectos de “sobe e desce” conseguimos recuperar algumas energias nas fases de pendente negativa. Nas partes planas é “sempre a puxar” e sem lugar a períodos de descanso.

 

Após o ponto de inversão do percurso os quilómetros parece que custam menos a passar. Aliás nem todos têm a mesma duração. Uns são mais curtos e outros mais longos. Por sinal o último quilómetro, que até talvez não tenha tido mil metros, parece sempre o mais comprido.

 

Pelo meio encontramos algumas caras conhecidas que saudamos à sua passagem. Tenta-se estabelecer alguma conversa. Mas tem de ser necessariamente muito curta para não adormecermos e prejudicar a nossa prestação.

 

Com a meta à vista tenta-se recuperar o tempo perdido para trás. E tentam-se mais algumas ultrapassagens de última hora.

 

Como é nossa regra cada TARTARUGA que chega aguarda pelo próximo. Primeiro chegam os Pais Carlos – Catela e Gonçalves. Só depois vêm os filhos. O respeitinho é muito bonito. E apesar de já sermos “cotas”, ou perto disso, temos de fazer valer a nossa experiência. Adoptando o lema da tropa “a antiguidade, ainda, é um posto”…

 

A pouco e pouco chegam os filhos. Gonçalo e André. E por último, supresa das surpresas, chega um par curioso. Pai e Filho, ou seja Pedro e Afonso, cortam a meta ao mesmo tempo.

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É o lançamento de um novo atleta. Não será nos próximos anos que veremos o “Afonsinho” a aventurar-se por estas experiências. Mas já começa a sentir o que é o magnífico aroma do desporto. E do Suor, também ...

 

Já em repouso tiram-se as habituais fotos de grupo. Como no antigo “slogan” publicitário da Kodak “para mais tarde recordar”…

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E cada um segue satisfeito para o merecido repouso. Todos demos o nosso máximo. Se não conseguimos melhor foi porque não pudemos.

 

Atletas que concluiram a prova: 668

Vencedor: SAMUEL FREIRE (Sporting Clube de Portugal) - 0:31:25

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 558)

Classificação Geral: 433º - Classificação no Escalão M6064: 26º

Tempo Oficial: 0:50:42/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:18

Tempo médio/Km: 5m:02s  <=> Velocidade média: 11,93Km/h (*)

 

GONÇALO GONÇALVES (Dorsal Nº 559)

Classificação Geral: 452º - Classificação no Escalão M0039: 72º

Tempo Oficial: 0:51:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:40

Tempo médio/Km: 5m:04s  <=> Velocidade média: 11,84Km/h (*)

 

PEDRO ANTUNES (Dorsal Nº 560)

Classificação Geral: 949º - Classificação no Escalão M0039: 126º

Tempo Oficial: 1:09:57/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:09:33

Tempo médio/Km: 6m:57s  <=> Velocidade média: 8,63Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 561)

Classificação Geral: 348º - Classificação no Escalão M5559: 31º

Tempo Oficial: 0:48:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:06

Tempo médio/Km: 4m:49s  <=> Velocidade média: 12,47Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 562)

Classificação Geral: 707º - Classificação no Escalão M0039: 106º

Tempo Oficial: 0:57:50/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:57:28

Tempo médio/Km: 5m:45s  <=> Velocidade média: 10,44Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Junho

  • 5 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 10 - Extreme Trail Cucos (Torres Vedras) - 30 Km
  • 18 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa/Serra de Monsanto) - 43 Km
  • 25 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:33

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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016

ADEUS MARIA JOÃO

Maria João.png

Hoje as LEBRES E TARTARUGAS ficaram mais pobres. Aliás muito mais pobres. Direi mesmo extrema e infinitamente mais pobres.

 

A vida de um Atleta é feita de constantes desafios. E ao longo da nossa carreira, seja de atletas ou de "simples pessoas", temos vários obstáculos e diferentes metas que nos propomos ultrapassar. Desde a fundação, se é que lhe podemos chamar deste modo, das LEBRES E TARTARUGAS fomos, ao longo destes últimos sete anos, absorvendo todos aqueles que incarnavam o nosso espírito. Nem só de corredores vivia a nossa equipa. E a Maria João desde logo foi um exemplo para nós.

 

Os três atletas fundadores cedo começaram a traçar como desafio a disputa de uma Maratona. Mas esta nossa atleta há muito que vinha a disputar várias Maratonas. Ou talvez fosse uma Maratona composta por várias etapas. Um após outro foi vencendo todos os obstáculos que lhe apareciam pela frente. E com a meta à vista parecia finalmente poder correr para a vitória e para a consagração final. Mas, como vamos aprendendo ao longo da nossa vida, nem sempre as histórias têm um final feliz.

 

Esta é a Maratona que a Maria João tem de completar. As nossas, ao pé desta, não passam de corridas de “meninos”.

 

Foi com esta frase que tentei motivar a nossa atleta num momento em que as coisas pareciam querer descambar, perdoem-me a linguagem mais grosseira, para um sentido irreversível. Mas todos nós sempre acreditámos que era possível vencer mais uma batalha.

 

A Maria João, membro integrante da equipa das LEBRES E TARTARUGAS, acompanhou-nos em várias provas que nos propusémos desafiar. Na sua vertente de "Caminheira" deu o seu contributo para ficar na história da nossa equipa. E ficou mesmo.

 

Ontém perdeu a batalha final. Mas serve de exemplo para todos nós. Por mais difícil que a vida se nos apresente, e à Maria João apresentou-se-lhe várias vezes muito difícil, foi sempre com aquele doce sorriso que ousou desafiar o destino. E parecia estar quase a dar-lhe a estocada final.

 

"A Maria João estava em Paz consigo própria".

 

Estas palavras, proferidas durante a Missa de celebração da sua pessoa na Igreja dos Jerónimos, retratam na perfeição a memória de que todos guardamos desta nossa AMIGA.

 

A Maria João ficou para sempre nos nossos corações. Cabe-nos a todos nós, que com ela privámos, perpetuar a sua memória. E que sirva de inspiradora para os nossos momentos mais difíceis.

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:00

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CORRIDA DE BELÉM

No último fim de semana deste irregular mês de Maio em termos meteorológicos os lebres e tartarugas participaram em mais uma edição da corrida de Belém.

 

A representação da nossa equipa esteve a cargo de Frederico de Sousa e Carlos Teixeira.

 

A concentração dos atletas deu-se na casa do Frederico bem perto do Estádio do Restelo local simultâneo de partida e chegada.

 

A dupla arrastou-se de seguida vagarosamente para o Estádio de “Os Belenenses” e antes da partida foi realizado um curtissimo periodo de aquecimento.

 

Após um sábado outonal no dia da prova fomos contemplados com algum calor muito do desagrado dos dois tartarugas.

 

A corrida desenrolou-se num local tranquilo e bonito mas o percuso não foi nada fácil com algumas súbidas dificeis.

 

Como atrás referido a partida foi dada na pista do Estádio do Restelo onde ao longo da pista foram corridos os primeiros 300 metros, seguimos de seguida para a Rua Alcolena e depois viramos à direita

 

para a Avenida das Descobertas a subir e que constituiu no segundo km uma das maiores dificuldades da prova, seguiu-se a passagem por diversas ruas e avenidas carismáticas da zona de Belém, nomeadamente a Rua Antão Gonçalves, a Av. Ilha da Madeira, a  Av. do Restelo, Av. Torre de Belém, e a Av. da Índia.

 

No retorno junto ao Museu da Eletricidade perto do Km 7 fomos ainda surpreendidos por um vento contra com alguma intensidade e de certa forma inesperado pois não se dava por ele no sentido contrário, antes do final a subida da Av. Restelo para o signatário desta crónica o ponto mais difícil da prova, de certa forma compensado depois pela chegada olímpica na pista do Estádio do Restelo e a deslumbrante vista para o Rio Tejo.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 668

Vencedor: SAMUEL FREIRE (Sporting Clube de Portugal) - 0:31:25

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 632)

Classificação Geral: 210º - Classificação no Escalão V55: 18º

Tempo Oficial: 0:50:26/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:20

Tempo médio/Km: 5m:02s  <=> Velocidade média: 11,92Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 633)

Classificação Geral: 537º - Classificação no Escalão V50: 44º

Tempo Oficial: 1:06:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:06:23

Tempo médio/Km: 6m:38s  <=> Velocidade média: 9,04Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 8 - Trail Castelo de Abrantes - 15/35 Km
  • 8 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 14 - UTSM (Portalegre) - 100 Km
  • 29 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km

 

Calendário para o Mês de Junho

  • 5 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 10 - Extreme Trail Cucos (Torres Vedras) - 30 Km
  • 18 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa/Serra de Monsanto) - 43 Km
  • 25 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:43

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