Terça-feira, 17 de Abril de 2018

20 KMS DA MARGINAL

Mais uma edição da carismática prova estafeta Cascais/Lisboa realizou-se no passado Domingo segundo se diz a prova mais antiga que se realiza em Portugal. Os tartarugas ainda não se aventuraram neste tipo de prova, participando sim com alguma regularidade na prova dos 20 kms que se realiza em paralelo. Este ano contudo apenas o tartaruga Carlos Teixeira representou os Lebres e Tartarugas, numa prova que tem algum simbolismo para o nosso team porque foi na mesma que completámos 200 corridas em conjunto. A partida teve lugar junto ao Centro de Congressos do Estoril com um número de atletas abaixo de 1.000 o que para mim é surpreendente pois trata-se de uma corrida das mais bonitas que se realiza na zona de Lisboa, mas é um facto que já é uma tradição que esta prova tenha um número de atletas reduzido comparativamente a outras provas que se realizam na capital e/ou nos arredores. Após percorridos os primeiros metros começou a cair uma chuva miudinha que praticamente nos acompanhou ou longo de toda a corrida, mantendo os atletas bem hidratados. O percurso manteve-se totalmente igual às edições anteriores muito agradável sempre ao lado do mar e depois do rio Tejo, e a chegada em Belém.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 782

Vencedor: MARCO CARDOSO (CDR Ribeirinho): 1:08:57

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2653) 

Classificação Geral: 309º - Classificação no Escalão M5559: 23º

Tempo Oficial: 1:42:43/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:42:43

Tempo médio/Km: 5m:08s  <=> Velocidade média: 11,68Km/h (*)

Calendário do Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida do 25 de Abril (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:38

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Domingo, 15 de Abril de 2018

CORRIDA DO SLB

Apesar  de ser o único sportinguista Carlos Teixeira numa clara demonstração  de fairplay foi o único tartaruga a estar presente na 13ª edição da corrida do Benfica, ainda para mais num dos fins de semana mais tristes da história do Sporting. Sem os meus amigos tartarugas encontrei-me com alguns colegas do trabalho no centro comercial colombo, onde após alguns momentos de convívio nos deslocámos para o local da partida. Só após ter chegado à zona da partida constatei que a prova só se iniciava às 10h30m e não às 10 e que ao contrário do que pensava não ia partir na vaga dos sub-50 mas sim nos mais de 60. Parti assim na 3ª vaga apenas às 10h40m atrás de um mar vermelho empolgado pela vitória da véspera e pela perspetiva de mais um título de campeão nacional de futebol.  Após a partida foi um circuito difícil  aquele que tive que fazer nos primeiros dois kms para ultrapassar tanta gente que partiu à minha frente, mas aos pouco e poucos lá me fui libertando da multidão. Percurso foi totalmente igual à dos anos anteriores sem qualquer chuva ao contrário do que se previa. Esta corrida tem como ponto alto a passagem pelo interior do estádio da luz e como ponto mais baixo o preço das inscrições 16,5€, nesta fase com quase 300 provas já não se liga às T-Shirts muito menos para mim neste caso, mas dito por vários adeptos da casa a qualidade das T-Shirts era extremamente inferior à dos anos anteriores. Para a minha história de atleta fica mais uma prova de 10 Km e mais uma participação na corrida do Benfica que apesar dos aspetos atrás referidos me pareceu mais bem organizada no que se refere às zonas de partida e chegada.

[Crónica de Carlos Teixeira]

Participou ainda uma outra Lebre, ou Talvez Tartaruga, Pedro Antunes mas com o dorsal de uma colega. Não temos indicação do tempo e classificação mas fica registada a sua presença na corrida do clube do seu coração  com a "promessa" Afonso que fez questão de assistir à passagem do Pai pelo Estádio e de posar com para o "fotógrafo" após a conclusão da corrida.

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Atletas que concluiram a Prova: ND

Vencedor: RUI PINTO (Sport Lisboa e Benfica ELITE): 0:30:28

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 15608) 

Classificação Geral: 2680º - Classificação no Escalão Vet.4M: ND

Tempo Oficial: 0:58:11/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:34

Tempo médio/Km: 5m:03s  <=> Velocidade média: 11,87Km/h (*)

Calendário do Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - Trilhos do Almourol (Entroncamento) - 25 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida do 25 de Abril (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 14:54

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Sábado, 7 de Abril de 2018

CORRIDA DOS SINOS

Depois de nos últimos anos ter sido o único tartaruga a participar na corrida dos sinos este ano tive a companhia do Frederico Sousa. Pena foi que o nosso muito prestigiado atleta Carlos Gonçalves não se tenha juntado mas, por razões físicas, infelizmente foi impossível.

As condições atmosféricas não foram as melhores com algum frio e, sobretudo, pelo vento mas, por outro lado, a chuva não caiu apesar das nuvens ameaçadoras que se observavam.

O percurso manteve-se inalterável num trajeto que começou como sempre junto ao complexo desportivo de Mafra com passagem pelo centro da vila e o seu majestoso convento. De seguida seguimos em direção a Paz, moinhos do sobreiro sempre animados com música pimba, e, a meio da prova, a passagem pela achada onde se retorna a Mafra com uma subida mais difícil entre os Kms 9,5 e 11. Por fim a chegada olímpica dentro do Estádio.

De referir que esta prova, tal como acontece com a das Lezírias, 1º de Maio e Fogueiras, são corridas carismáticas da distância de 15 km e que se têm mantido ao longo dos anos com a participação de um significativo número de atletas. De salientar igualmente que são provas geralmente bem organizadas e com preços abaixo dos dez euros, ao contrário do que se está a verificar noutras provas mais mal organizadas e com preços que já ultrapassam com alguma expressão os 10 euros.

Como sempre no final todos os atletas que cortaram a linha de meta tiveram direito ao habitual sino principal símbolo da prova e, no meu caso, muito feliz por juntar o décimo sino à minha coleção.

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Em termos desportivos de salientar a performance do Frederico que em linha com as últimas provas tem-se apresentado significativamente melhor físicamente, motivado por forças exteriores muito estimulantes!!!!! 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 1649

Vencedor: JOSÉ GASPAR (Odimarq Atletismo): 0:48:56

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1890) 

Classificação Geral: 802º - Classificação no Escalão M55: 45º

Tempo Oficial: 1:18:39/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:15s  <=> Velocidade média: 11,44Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1891) 

Classificação Geral: 1163º - Classificação no Escalão M50: 120º

Tempo Oficial: 1:26:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:46s  <=> Velocidade média: 10,41Km/h (*)

  

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km

Calendário para o Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - Trilhos do Almourol (Entroncamento) - 25 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida do 25 de Abril (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 17:08

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Sábado, 24 de Março de 2018

CORRIDA DA ÁRVORE

Prenúncio da Primavera que se aproxima a passos largos e elogio de um dos nossos mais importantes bens que são as árvores que, a par das plantas, são responsáveis pela produção do oxigénio que respiramos.

 

A corrida da Árvore é das poucas provas de atletismo que se desenrola integralmente dentro de um espaço verde, a Serra de Monsanto, e que tem conseguido escapar incólume à destruição massiva através da construção de edifícios sem qualquer ordem ou contenção.

 

Fiel às suas origens, esta prova tem-se mantido inalterável, pelo menos nos últimos anos, em termos do percurso a cumprir pelos inúmeros atletas. E, uma vez mais, a equipa das LEBRES E TARTARUGAS fez-se representar pela sua ala “veterana”, composta pelo Frederico, o João Valério e os dois Carlos, Teixeira e Gonçalves. Este último viu-se forçado a desistir à última hora vítima de um súbito ataque de dores na região lombar e reflexo de uma lesão que o apoquentou há alguns anos. Como tinha na sua posse os dorsais da equipa não deixou de estar presente antes do início da corrida e nos momentos de concentração máxima dos seus companheiros. IMG_20180318_094432.jpg

Restou desejar-lhes boa sorte para uma corrida pela qual, apesar de ser em estrada, nutre algum carinho. E como não correu decidiu desde logo assumir as despesas da equipa em termos da produção da crónica da corrida.

 

Apesar da Corrida da Árvore já ir na 23ª edição continua a atrair largas centenas de atletas, perto de 700, homens e senhoras, novos e “menos novos, o que atesta bem o interesse que continua a desfrutar no meio do atletismo popular.

 

Com um início bastante fácil, predominantemente a descer até passarmos pelo Parque da Serafina, esta fase inicial é mais de aquecimento, excepto para as velozes lebres que aspiram a um lugar de destaque, se possível no pódio final. Lá mais para a frente, e já depois de termos passado pelas imediações do campo de Futebol do Casa Pia Atlético Clube, começam as dificuldades. Ou melhor A dificuldade com o já tradicional penúltimo quilómetro sempre a subir até à rotunda do Restaurante dos Montes Claros. De aí até à meta temos algumas centenas de metros de descontracção ou, para alguns, de “sprint final em busca de uma boa classificação e de um melhor tempo.

 

Conhecedores do trajecto os dignos representantes das LEBRES E TARTARUGAS fazem a corrida quase de olhos de fechados. Já não têm surpresas. Só o nosso estradista Carlos Teixeira quebrou um pouco na parte final tendo mesmo pensado em parar. As constantes e desgastantes viagens semanais entre Lisboa e Barcelona deixam as suas marcas e condicionam a manutenção de uma boa forma. Decerto que irá recuperar pois segue-se a Corrida dos Sinos tão do seu agrado e na qual tem participado, nos últimos anos, sem a companhia dos seus colegas de equipa. Desta vez não irá a Mafra sózinho.

 

Atletas que concluiram a Prova: 679

Vencedor: MARCO CARDOSO (CDR Ribeirinho): 0:34:09

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 773) 

Classificação Geral: 222º - Classificação no Escalão M5559: 16º

Tempo Oficial: 0:53:01/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:52:23

Tempo médio/Km: 5m:14s  <=> Velocidade média: 11,45Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 774) 

Classificação Geral: 389º - Classificação no Escalão M5054: 47º

Tempo Oficial: 0:59:14/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:58:36

Tempo médio/Km: 5m:52s  <=> Velocidade média: 10,24Km/h (*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 775) 

Classificação Geral: 379º - Classificação no Escalão M6064: 16º

Tempo Oficial: 0:58:53/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:58:13

Tempo médio/Km: 5m:49s  <=> Velocidade média: 10,31Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 17:54

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Terça-feira, 20 de Março de 2018

TRAIL DA COSTA SALOIA

Um Trail não é uma Corrida. É, sobretudo, uma prova de transposição de obstáculos e de um sem número de dificuldades donde se destacam as descidas de cortar a respiração e as escaladas em “tracção total”. E, pelo meio, até se correm algumas centenas de metros, ou mesmo uns quantos quilómetros, aqui e ali intervalados por um ou outro acidente de maior ou menor grau de exigência. É isto que esperam os Trailistas quando se candidatam a uma prova desta categoria.

 

Há trails para todos os gostos. Desde os de quinze quilómetros para os iniciados nestas lides, passando pelos de distância intermédia entre 20 e 30 quilómetros, até aos “Ultras” que podem facilmente chegar à centena de milhares de metros. Mas para estes é imprescindível uma preparação física e psicológica mais avançada. Podemos então considerar que os trails mais equilibrados são justamente aqueles que oferecem um desafio de vinte e tal quilómetros. São difíceis quanto baste mas que nos permitem terminar vivos e satisfeitos e não num registo de sobrevivência.

 

E tanta conversa para quê? Esta introdução serve para explicar porque razão o Carlos Gonçalves convenceu o Frederico a inscrever-se no Trail da Costa Saloia prova que já tinha feito há dois anos e que repetiu em 2017 e da qual tem guardado belas recordações.

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Vinte e três quilómetros de pura diversão são o que nos oferece o Trail da Costa Saloia que vai já na quarta edição. Um início bastante simples, já com alguma lama à mistura, e que serve essencialmente para aquecimento e adaptação ao novo meio ambiente. Aliás atendendo ao que choveu nas últimas semanas o piso até estava bastante bom. Com atenção constante para evitar alguma queda de consequências mais imprevisíveis, após passarmos pela habitual queda de água entramos num novo cenário. Deixamos para trás o piso mais escorregadio e abeiramo-nos da primeira escalada que, após atingirmos o ponto mais alto, descemos até à Praia do Magoito. Apesar dos alertas iniciais o passadiço em madeira até não se apresentou perigoso e escorregadio.

 

Segue-se um conjunto de escaladas, algumas “às quatro patas”, e de correspondentes descidas até que, após passarmos um marco geodésico, aproximamo-nos da Costa. O cenário é, como sempre, deslumbrante. O Mar, em máxima fúria, atemoriza até o mais destemido. E o vento marca forte presença tentando derrubar-nos sem qualquer pudor. 

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À passagem por um dos abastecimentos informam-nos que, em relação ao ano passado, tinha sido introduzida uma nova escalada porque alguns dos atletas tinham referido na altura que o trail estava muito fácil. Tomem lá com uma subida, longa, íngreme e sem grande aderência, para se sentirem mais “confortáveis”.

 

Ao longo das falésias vamos até às Azenhas do Mar. Momento para deliciar a vista com a piscina natural de água salgada a estar completamente submersa pelas ondas bastante agitadas. Ainda se comenta entre os atletas “onde estão os surfistas”. Será que com tanta onda não há ali qualquer “material” que pudessem utilizar? Provavelmente que não.

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Atém ao fim não há praticamente novidades. A única alteração é a de que, fruto da tal subida introduzida este ano, não andamos tanto às voltas dentro do Pinhal que nos levará até ao Campo de Futebol da União Desportiva Mucifalense.

Quando o Carlos Gonçalves dá a volta final no relvado sintéctico já o Frederico descansava nas bancadas. Tinha concluído a sua prova uns cinco minutos mais cedo.

 

“Gostaste”, pergunta-lhe o Carlos Gonçalves? “Prova a repetir”, responde-lhe o outro Tartaruga.

 

E com esta troca de comentários cada um segue o seu caminho.

 

Atletas que concluiram a Prova: 191

Vencedor: CARLOS PACHECO (Monsanto Running TEam): 1:49:23

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 235) 

Classificação Geral: 175º - Classificação no Escalão M60: 6º

Tempo Oficial: 3:25:19/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 8m:56s  <=> Velocidade média: 6,72Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 236) 

Classificação Geral: 166º - Classificação no Escalão M50: 18º

Tempo Oficial: 3:18:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 8m:38s  <=> Velocidade média: 6,95Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:40

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CORK TRAIL

Vila Nova da Erra. Alguém sabe onde fica? Algures no Distrito de Santarém e numa zona onde a cultura do arroz e a exploração da cortiça são os principais sectores de actividade económica.

 

E Coruche? Aí provavelmente que a maioria das pessoas já ouviu falar. Até porque além do Arroz (o arroz Cigala é produzido e embalado aqui) e da cortiça esta Vila é também bem conhecida pelas Touradas que reúne aqui bastantes aficionados. E para terminar esta introdução resta ainda acrescentar que José Peseiro, conhecido treinador de Futebol que já orientou equipas tão diversas como o Sporting Clube de Portugal, o Futebol Clube do Porto, o Sporting de Braga e agora o Vitória de Guimarães, é natural de Coruche.

 

Mas estamos aqui para falar de Corridas, mais propriamente de Trail.

 

Pelo quinto ano consecutivo o Trilho Perdido organizou uma corrida designada por Trilho da Cortiça ou Cork Trail. A maioria das pessoas decerto que se intriga onde iremos encontrar uma orografia própria desta natureza de provas já que associamos Coruche à várzea do Rio Sorraia e na qual impera a cultura de regadio. Mas de onde menos se espera por vezes surgem as maiores surpresas.

 

Estando a equipa das LEBRES E TARTARUGAS uma vez mais presente neste trail, o Carlos Gonçalves já constatou por três vezes que estamos em presença de um desafio tudo menos fácil. E a edição deste ano contou ainda com um aliado terrível que foi a chuva que se sentir bastante na semana anterior. Muita água, e ainda mais lama, foi algo que acrescentou desta vez maiores dificuldades aos bravos heróis que, muitos deles, partiram à descoberta de uma nova paisagem e que sentiram bem nas pernas a exigência de cada corrida, fosse ela a de quinze ou a vinte e cinco quilómetros.

 

À chegada a Vila Nova da Erra fomos recebidos com algum nevoeiro. Apesar de se tratar de uma aldeia simpática e pacata, logo desde cedo que esta pacatez foi quebrada com o rebuliço dos inúmeros atletas que aqui se deslocaram.

 

Houve tempo para fazer tudo com calma desde a procura de um lugar para estacionar o carro até ao levantamento dos dorsais.

 

O único representante das LEBRES E TARTARUGAS pousou junto à manga de partida e aproveitou para tirar uma selfie (ficando com má cara como é habitual) e enviar via WhatsApp aos amigos anunciando que estava pronto para disputar o Cork Trail, ou talvez o Fog Trail devido ao nevoeiro que se fazia sentir um pouco.

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Com um começo igual ao dos anos anteriores a organizou montou de novo um percurso cheio de muitas novidades e de dificuldades pelo que foram poucos os sítios por onde passámos e que se repetiam de outras edições. Nevoeiro quanto baste. Frio era algum, água e Lama em grandes doses. Enquanto progredia no caminho o nosso atleta tentava reconhecer aqui e acolá troços de outras edições. Mas não foram muitos. E pensava para si que este Trail estava a ter de tudo um pouco só faltando mesmo a chuva. Talvez fôssemos poupados a ela.

 

Mas a lama foi mesmo o nosso principal adversário. Não sabemos mesmo se eram mais difíceis as descidas, algumas bastante íngremes, se as subidas. Nas primeiras todo o cuidado era pouco para evitar alguma queda mais aparatosa e a deslizar encosta abaixo. Nas segundas, apesar dos socalcos postos de propósito ou abertos pelos atletas mais adiantados darem alguma ajuda, a falta de tracção era enorme. De tal modo que a certa altura, quando se preparava para vencer um desnível mais acentuado o Carlos Gonçalves, de pés e mãos enterrados na lama, foi surpreendido pelocomentário de uma atleta que vinha mesmo atrás de si: “Perdeu alguma coisa?” “Sim”, respondi-lhe. “Perdi a tracção. E ela lá seguiu alegremente à minha frente com uma ligeireza própria de quem levava uns muito úteis bastões.

 

E pensei para mim porque é que eu tenho de sempre de me armar em herói e deixar invariavelmente os bastões em casa. E que esta prova tenha servido de emenda. Ao longo da evolução no caminho o atleta tratou logo que pôde de arranjar uns bastões improvisados feitos de ramos ou pequenos troncos de pinheiro. Não mais os larguei. E como me foram úteis para vencer os últimos doze quilómetros.

 

Aqui e acolá apareciam-nos avisos de “CUIDADO” o que deixava logo antever que grandes dificuldades nos esperavam ao virar da esquina. A certa altura lá nos reencontramos com a habitual falésia, na qual temos de descer por uma reentrância e principalmente à custa da força dos braços. Para quem, como eu, já conhecia este acidente não havia nada a temer. Os estreantes perdiam ali algum tempo interrogando-se como melhor ultrapassar aquela zona.

 

E finalmente apareceu a chuva. Muita e a complicar ainda mais os últimos quilómetros ao longo dos quais a lama ditou a sua lei. Esta fase final foi igual pelo menos ao ano passado. Só que desta vez todo o piso era feito de uma lama profunda e extremamente escorregadia. A passagem por alguns precipícios tirava a respiração até ao mais ousado.

 

Placa do quilómetro vinte e quatro. Será que não iríamos ter mais lama? Sim. A partir deste ponto era só alcatrão até entrarmos de novo em Vila Nova da Erra. E como continuava a chover copiosamente as bermas estavam preenchidas por pequenos cursos de água e nos quais o Carlos Gonçalves procurava retirar alguma lama dos seus sapatos. Havia que terminar com boa apresentação, nada de pés cobertos e envoltos em lama.

 

Terminaram os 25 quilómetros da versão mais longa do Cork Trail. Ainda tentei tirar uma selfie com o meu ar bastante apresentável e na companhia dos meus “queridos bastões”. Só que a bateria do telemóvel “foi-se”. E nem sequer conseguia telefonar para casa ou deixar uma mensagem no WhatsApp.

 

Comi uma Bifana acompanhada de uma divinal cerveja, não uma mini que saberia a pouco. E enquanto degluto esta pequena refeição os vários elementos da organização perguntam-me com estou e se gostei. “Adorei e para o ano voltarei de certeza absoluta". E se calhar até acompanhado por mais algum Tartaruga.

 

A primeira preocupação agora era tomar um bom e retemperador banho. E como a esmagadora maioria dos atletas já tinha há muito terminado a prova fiquei com o balneário praticamente só para mim, longe das confusões normais.

 

Fiquei como novo. De regresso ao carro ainda passo pela zona da chegada e peço uma nova bifana pois já não chegaria a casa a tempo de almoçar com a família. Deste modo o estômago ficava “aconchegado” por algumas horas. Já sentado dentro do meu carro dou alguma carga ao telemóvel.

 

“Terminei. Foi durinho, não foi duro, aliás foi MUITO DURO. Ao nível de Almourol com muita lama e piso demasiado escorregadio. Tive de improvisar uns bastões recorrendo ao que a natureza nos dá: troncos de Pinheiro. Ah, e não fui o último.”

 

Com esta mensagem no WhatsApp pretendo tranquilizar os meus seguidores transmitindo-lhes que estava bem e como tinha sido difícil este Trail. Mas ao mesmo tempo muito belo e entusiasmante. As cinco horas e cinco minutos que gastei, e o desnível acumulado de 673 metros, atestam bem a dureza da corrida.

 

Para o ano há mais. Mas no próximo fim-de-semana volto a desafiar o Trilho da Costa Saloia onde também fui muito feliz em 2016 e 2017. Desta vez vou com a companhia do Frederico ao mesmo tempo que o Carlos Teixeira vai repetir a meia-maratona da Ponte 25 de Abril. Aliás a corrida onde tudo começou, ou seja a rampa de lançamento das LEBRES E TARTARUGAS.

 

Atletas que concluiram a Prova: 102

Vencedor: LUÍS FERNANDES (C.P.A./MARINHA): 2:09:10

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 176) 

Classificação Geral: 99º - Classificação no Escalão M60: 4º

Tempo Oficial: 5:05:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 12m:13s  <=> Velocidade média: 4,91Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:39

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Sábado, 10 de Março de 2018

TREINO/CORRIDA DOS SALESIANOS

Depois de várias semanas seguidas com participação em provas um pouco mais longas decidi não me inscrever em nenhuma prova neste ultimo fim de semana também para não me ausentar muito tempo de casa.

Chegado ao Domingo o organismo, habituado à rotina, pediu-me um treino matinal.

Sem pensar muito no assunto decidi-me por um treino com cerca de 8 a 10 kms na zona ribeirinha até para admirar o estado revoltoso do mar.

Mas o destino prega-nos partidas.

Quando desço para Algés encontro a marginal fechada. Dirijo-me ao policia colocado junto a uns pinos e este informa-me que aí irá decorre dentro de minutos a corrida dos Salesianos, uma prova de 10 kms em que já tinha participado uns anos anteriores.

Decidi pois percorrer a marginal deserta em direcção à partida.

Quando estava a chegar a Belém cruzo-me então com os primeiros atletas a correr na direcção contrária.

Continuo na minha direcção até encontrar a cauda do pelotão e aí inverto o sentido e junto-me à prova.

Verifico pelo meu relógio que, face à distancia que já tinha percorrido e o ponto em que peguei a prova, acabaria o trajecto com um pouco mais de 11k.

O percurso era o esperado - Belém - Algés - retorno até à 24 Julho junto à Infante Santo e novo retorno em direcção a Belém.

Foi um treino interessante com boa companhia, direito a abastecimentos, a rolar nos 5.40" por km.

O crime compensa!

[Crónica de Frederico Sousa]

publicado por Carlos M Gonçalves às 02:25

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Quarta-feira, 7 de Março de 2018

CORRIDA DAS LEZÍRIAS

Neste fim de semana os três tartarugas seguiram cada um para seu lado depois de duas provas consecutivas onde se juntaram na Costa da

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Caparica para realizar o Trail de Almada e o Grande Prémio do Atlântico. Assim o Carlos Gonçalves atascou-se de lama no Cork Trail, o Frederico Sousa aproveitou para treinar à porta de casa percorrendo alguns Kms da corrida dos salesianos e Carlos Teixeira participou pelo décimo ano consecutivo na Corrida das Lezírias, uma das provas mais antigas do calendário de  atletismo.

 

As perspetivas para a corrida das lezírias não eram as melhores face à intempérie que atravessou o País durante o dia de sábado, quase de certeza que a corrida se ia desenrolar debaixo de chuva e na zona da lezíria entre o Km 9,5 e o Km11 previa-se que estivesse muita lama.

Foi com alguma dificuldade que de manhã cedo me levantei da cama para me deslocar para Vila Franca de Xira, a vontade de enfrentar a meteorologia por um lado e o facto de ir sozinho não me estava a motivar muito, mas nunca me passou pela cabeça não ir disputar a prova.

O S. Pedro contudo contrariou as previsões e durante toda a prova não caiu uma gota de chuva, a organização por sua vez face à situação de inundação em que se encontrava a lezíria decidiu alterar o percurso, cortando a parte da lama.

 

Como sempre os 15,5 Kms anunciados não foram percorridos a corrida teve aproximadamente 15,1Km e nos anos anteriores em média teve 15,3Km, este ano foi mais compreensível face á alteração de última hora do percurso.

O percurso foi igual ao dos anos anteriores com exceção da parte arenosa em torno da lezíria que foi mais longa face à alteração que foi necessária introduzir, de resto mantiveram-se as partes da prova de entrada e saída do centro de Vila Franca de Xira e as travessias nos dois sentidos da ponte da Vila.

 

Aproximadamente 1.200 atletas completaram a prova este ano fiquei com a ideia que o número de participantes foi mais reduzido, várias devem ter sido as razões, o mau tempo, a crescente transferência de atletas para o trail e o facto de apesar de ser bem organizada a prova necessitar de ser revitalizada com novos pontos de interesse.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 1191

Vencedor: HUGO RODRIGUES (UA  Povoense): 0:51:46

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 983) 

Classificação Geral: 435º - Classificação no Escalão M5054: 25º

Tempo Oficial: 1:15:17/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:15:12

Tempo médio/Km: 4m:51s  <=> Velocidade média: 12,37Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:53

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GRANDE PRÉMIO DO ATLÂNTICO

Regressámos a um local onde já fomos felizes.

 

Uma semana depois do Almada Trail encontrámo-nos de novo na Costa da Caparica mas, desta vez, para cumprir os dez quilómetros em estrada do Grande Prémio do Atlântico, prova organizada pelo núcleo local do Sporting Clube de Portugal e que já vai na décima nona edição. 

GP Atlântico 1.jpg

Sem grandes dificuldades, com um percurso praticamente todo ele plano, é uma corrida bastante simpática e que pode ser encarada como uma boa alternativa a um normal treino de manutenção da nossa forma física e que, com a companhia de muitos outros amantes da corrida, conseguimos imprimir um ritmo que não é habitual quando treinamos sozinhos.

 

A manhã apresentava-se-nos bastante ensolarada e já a querer dar ares de uma Primavera que todos desejamos mas que parece nunca mais chegar. Portanto foi com alguma normalidade que encontrámos muita gente a passear, a correr, a andar de bicicleta ou mesmo a surfar as magníficas ondas da Costa da Caparica.

 

Desta vez não houve direito a “aquecimento orientado” pelo que os atletas tiveram como alternativa dar umas corridinhas para prepararem convenientemente os seus músculos e articulações antes de se perfilarem junto à manga da partida.

 

Às dez da manhã , mais minuto menos minuto, é dada a ordem de partida. Com um traçado um pouco diferente do habitual, o Grande Prémio do Atlântico manteve, mesmo assim, a essência dos anos anteriores percorrendo-se algumas das artérias já nossas bem conhecidas e tendo como ponto alto a passagem pelo paredão junto à Praia. São provavelmente os melhores quilómetros, cerca de dois, de toda a corrida ao longo dos quais nos cruzamos com bastantes pessoas e crianças que também aproveitaram este magnífico início de dia para saírem de suas casas. Olhando de soslaio para o lado direito vemos muitos surfistas a desafiarem as ondas. À esquerda encontramos os restaurantes e bares bem conhecidos da zona, entre eles os do conhecido “Barbas”, figura emblemática dos adeptos benfiquistas.

 

A temperatura, apesar de um pouco fria para quem simplesmente só passeava, era a ideal para a corrida. E a ligeira brisa marítima surgia como um suplemento refrescante aos atletas em pleno esforço.

 

Desta vez todos os Tartarugas cumpriram a distância oficial sem que algum tivesse direito a desconto na distância. Os dez quilómetros foram para todos sem excepção.

GP Atlântico 2.jpg

Segue-se um período de “separação” devido a diferentes escolhas de corridas. Uns regressam aos Trails e outro à estrada.

 

Atletas que concluiram a Prova: 1460

Vencedor: MARCO TEIXEIRA (UFCI Atletismo): 0:32:13

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 894) 

Classificação Geral: 398º- Classificação no Escalão M5559: 33º

Tempo Oficial: 0:48:52/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:33

Tempo médio/Km: 4m:51s  <=> Velocidade média: 12,36Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 896) 

Classificação Geral: 829º - Classificação no Escalão M6099: 70º

Tempo Oficial: 0:55:33/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:14

Tempo médio/Km: 5m:31s  <=> Velocidade média: 10,86Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 952) 

Classificação Geral: 867º - Classificação no Escalão M5054: 115º

Tempo Oficial: 0:56:15/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:56

Tempo médio/Km: 5m:36s  <=> Velocidade média: 10,73Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  Terra & Mar - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km

Calendário para o Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:19

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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018

ALMADA TRAIL TERRA & MAR

Finalmente conseguimos atrair o nosso especialista em provas de estrada a regressar ao ambiente do “Trail”. Desde OuAlmada Trail 1.jpgtubro de 2014, na malfadada Corrida do Monge na qual muitos atletas, incluindo os das LEBRES E TARTARUGAS, não terminaram a prova devido a um erro de sinalização, que o nosso colega Catela não participava numa prova de Trail. Sim porque apesar de se desenrolar em ambiente de montanha a Lisbon Eco Marathon não pode ser considerada uma corrida de Trail. É preciso pôr as mãos na massa, vulgo subir desníveis consideráveis à custa de rastejar e de se agarrar a tudo o que possa servir de auxiliar a uma boa progressão no caminho, e arriscar descidas mais desafiantes, para estarem reunidas as condições essenciais a uma prova de Trilhos. E o Almada Trail teve todos estes ingredientes.

 

 

Pelas indicações e conhecimento da zona tudo fazia antever que iríamos ter pela frente uma prova calma, sem grandes problemas e sem grandes dificuldades. Como bem notava o Frederico os 308 metros de desnível positivo acumulado anteviam uma corrida fácil. Mas por vezes os números revelam-nos grandes surpresas.

 

Num dia pleno de Sol e convidativo a actividades ao ar livre os três Tartarugas encontraram-se perto da zona de partida, algures nas traseiras do Quartel dos Bombeiros Voluntários da Costa da Caparica.

 

O movimento de atletas era grande dado que iríamos ter três tipos de provas: 

  • Trail Longo K20+ com uma distância total aproximada de 22 Km
  • Trail Curto K10+ com uma distância total aproximada de 12,5 Km
  • Caminhada com uma distância total aproximada de 9,5 Km

 

Com a hora de marcada para a partida às dez da manhã os atletas foram convidados a realizarem um curto período de aquecimento orientado por monitor do Fitness Hut. A hora era mais de contemplarem a praia e demais “vistas”. Só o nosso colega Carlos Teixeira é que se entregou aos exercícios de aquecimento sendo contemplado embevecidamente pelos seus dois colegas. 

               Almada Trail 4.jpgAlmada Trail 5.jpg

Almada Trail 6.jpg

 Este trail antevia-se fácil tendo em atenção que a organização indicava um desnível total positivo de cerca de 300 metros para uma distância total a rondar os 22 quilómetros. Percorremos os primeiros metros, desde a Praia até à Arriba Fóssil da Costa da Caparica, em ambiente de puro aquecimento. Depois de termos atravessado a estrada que vai para a Fonte da Telha entramos numa zona de pequenas hortas até que se dá o primeiro engarrafamento. De uma vez só vamos vencer um desnível de mais de 100 metros. A corrida começa verdadeiramente aqui. Rastejando ao longo da encosta em tracção total, ora com as mãos no chão ora agarrando os ramos e troncos que vamos encontrando, vencemos o primeiro e, quiçá, o mais difícil obstáculo. Após uma curta subida em estrada alcatroada chegamos ao Mirador junto ao Convento dos Capuchos. Mas não há tempo para observar a paisagem pois a corrida continua e ainda só vai no princípio. 8fc613ea1d30335f42eeab0ab0ca0bd8.jpg

Entramos na Mata dos Medos onde encontramos um pouco de tudo: desde caminhantes a pessoas que passeiam os seus cães, até cavaleiros que se apeiam à passagem dos atletas. Só faltaram mesmo os BBTistas comuns por estas paragens. Em sobe e desce constante constatamos que de fácil não tem nada estre Trail. Single Treks e descidas mais ousadas não dão descanso aos atletas. 7868a2507296bc5951e7cf0b27e03d61.jpg

Depois da separação dos dois grupos – Trail longo para a esquerda e Trail Curto para a direita – avançamos em direcção à Fonte da Telha. O Mar avista-se de vez em quando. Umas vezes mais perto e outras mais longe. b3fa5b48c27ee6487f0c1ffffc1ee40c.jpg

Passando pelas instalações de vigilância da Guarda Nacional Republicana encetamos a derradeira descida rumo às praias. Encontramos um casario um pouco desordenado a chamar-nos a atenção que afinal a “clandestinidade” da Fonte da Telha ainda perdura.

 

Numa primeira fase temos de percorrer alguns quilómetros num estradão em sobe e desce. A certa altura avisam-nos que temos de cortar à esquerda e percorrer um curto, mas sombrio, trilho que nos conduzirá até à estrada de acesso a uma das várias Praias que habitualmente fazem as delícias dos Lisboetas, e não só.

 

Atravessamos a linha do combóio e seguimos pelo passadiço até ao imenso areal. Muitos surfistas colonizam as praias. Mas também muitos outros que, aproveitando o tempo quase primaveril que se fazia sentir, aproveitaram para uma ida à praia para matar saudades de um Verão que ainda vem longe.

 

Temos ainda pela frente perto de quatro quilómetros. Ao longe começamos finalmente a avistar a Meta. Tão perto mas ainda tão longe. Mais que do que resistência física aqui é necessária uma grande força psicológica para não desistir. Que o diga quem já participou na Ultra Maratona Melides Tróia, por certo uma das mais exigentes no calendário das provas de longa distância.

 

A reunião do grupo faz-se com os comentários ao Trail de Almada. O estradista Carlos Teixeira mostrou-se satisfeito não só pela novidade mas também pelo facto de “não ter caído nem se ter perdido”. Parece que gostou. O Carlos Gonçalves adorou e garantiu que no próximo voltará. Tinha uma expectativa de um Trail bem mais fácil do que foi na realidade e por isso mesmo quer repetir esta experiência. O Frederico mostrou-se um pouco mais desanimado porque, devido a uma deficiente sinalização em determinado ponto, acabou por, ele e mais uns quantos atletas, fazer um atalho tendo terminado a prova com pouco mais de dezanove (19,369) quilómetros. Mas, mesmo assim, acabou por integrar a classificação oficial.

Se voltará no próximo ano não sabemos. Foi a quarta corrida seguida com uma distância acima dos vinte quilómetros.

 

Feitas as despedidas cada um partiu à fruição do que ainda restava deste belo fim de semana já a cheirar a Primavera.

 

Atletas que concluiram a Prova: 369

Vencedor: LUÍS Fernando (Clubde de Praças da Armada): 1:32:31

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 378) 

Classificação Geral: 237º- Classificação no Escalão M5059: 24º

Tempo Oficial: 2:37:57/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:37:28

Tempo médio/Km: 7m:30s  <=> Velocidade média: 8,00Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 377) 

Classificação Geral: 257º - Classificação no Escalão M5059: 26º

Tempo Oficial: 2:41:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:40:36

Tempo médio/Km: 7m:39s  <=> Velocidade média: 7,85Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 376) 

Classificação Geral: 340º - Classificação no Escalão M6099: 7º

Tempo Oficial: 3:06:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:06:05

Tempo médio/Km: 8m:52s  <=> Velocidade média: 6,77Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  Terra & Mar - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:29

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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018

MEIA MARATONA DE CASCAIS

No passado Domingo realizou-se a segunda edição da meia maratona de Cascais, prova que substituiu os 20 Km de Cascais em que participámos por diversas vezes.

 

Tal como já é tradição a prova teve lugar em Domingo de carnaval, com alguns atletas mascarados que assim participaram em duas provas a meia maratona e o concurso de máscaras.

 

Os tartarugas foram representados por Carlos Teixeira e Frederico Sousa ambos muito ligados e grandes apreciadores da Vila de Cascais.

 

Já de si mascarados com as suas carapaças os tartarugas não precisaram de utilizar outro tipo de máscaras.

 

De manhã cedo caiu alguma cacimba e a temperatura estava bastante amena no momento da partida e manteve-se muito agradável ao longo da corrida, aqui e ali até algum calor derivado dos raios solares que a medo foram despontando e de alguma humidade. O vento que é sempre um fator temível em qualquer prova que passe pela praia do guincho também se manteve fraco.

 

O percurso foi igual ao do ano passado, com partida e chegada na Baía mais bonita do Mundo de acordo com as palavras do Presidente da Câmara de Cascais.

 

Os primeiros 4 km são provavelmente os mais desinteressantes nomeadamente a parte em que se corre em direção à Torre, passados aqueles km é uma prova muito bonita junto ao mar e é daquelas corridas que por muitas vezes que se participe nunca se torna aborrecida.

 

Ambos os tartarugas apesar de se apresentarem preguiçosos à partida, acabaram por realizar bons tempos de acordo com as suas atuais capacidades, beneficiando das excelentes condições climatéricas.

 

E até para o ano Cascais.

 [Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 2102

Vencedor: JOSÉ GASPAR (Individual): 1:08:52

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 439) 

Classificação Geral: 746º - Classificação no Chip: 784º - Classificação no Escalão V55: 30º

Tempo Oficial: 1:45:48/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:45:34

Tempo médio/Km: 5m:00s  <=> Velocidade média: 11,99Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 440) 

Classificação Geral: 1630º -  Classificação no Chip: 1613º- Classificação no Escalão V50: 185º

Tempo Oficial: 2:06:21/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:04:27

Tempo médio/Km: 5m:54s  <=> Velocidade média: 10,17Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 18:31

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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018

PENINHA SkyRace

Depois de uma participação na mítica prova do Fim da Europa decidi voltar, uma semana mais tarde, à Serra de Sintra para um prova nova de Trail.

Vários sinais de preocupação surgiram no momento da inscrição:

  • Organização pela TurresTrail que não costuma ser própriamente meiga com   os traçados
  • Desnivel positivo acumludado para cada distância  - 1.600 m para os 27k e 900 m para apenas 16k
  • Tempos limites de 6 e 5 horas respectivamente

 

A apreensão agudizou-se quando na véspera do evento a organização decidiu alargar os requisitos de equipamento (Manta térmica) mesmo para o Trail Curto.

Este rigor esteve ainda presente no controlo 0 em que foi efectivamente vistoriado o equipamento obrigatório e introduzidas severas penalizações de tempo (30 minutos) na classificação final por cada elemento em falta.

No dia da prova desloquei-me cedo para o secretariado da prova na Malveira da Serra onde deixei o carro. Perguntei se a prova acabava no local da partida mas a resposta não foi clara.

Depois de uma pequena volta na vila desloquei-me para o controlo 0 a cerca de 700 m de distância mesmo em frente à nossa conhecida subida de alcatrão percorrida diversas vezes na prova Entre Serra e Mar.

20180204_085515.jpg

A prova contou com uma bela moldura humana com várias centenas de atletas para ambas as provas.

Depois de um briefing inaudivel deu-se a partida às 09:00 numa manhã fria mas com sol. Por sorte na véspera tinha chovido pelo que o elemento de lama estava garantida.

 

A partida decorreu num chamado "passo de vaca" dada a absurda inclinação logo do primeiro quilometro.

Seguiu-se depois uma parte de estradões e trilhos similares aos percorridos na prova Entre Serra e Mar. Entroncamos depois em trilhos e estradas percorridos noutras provas sintrenses como corrida do Monge, Monte da Lua e Fim da Europa.

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No final fiquei sem saber se em alguma parte pisei solo virgem (de participações anteriores).

Mas não se entenda isto como queixa mas apenas constatação de uma realidade - estamos a ficar batidos nisto.

 

 

 

Alguns incidentes de percurso - frio, calor, escorreganço na lama, saraivada quando corrida de manga curta, vento, etc..

E ainda um incidente final que foi o facto de a meta se encontrar no Mosteiro da Peninha a quase 3 kms de distancia de onde tinha estacionado.

20180204_125126.jpg

Resultado, ainda fiz um pequeno jogging de volta como recuperação activa do esforço.

Já em casa constatei aquilo que me tinha parecido durante a prova - no Trail curto ultrapassei o km vertical com um registo de 1.060 m de desnivel positivo acumulado.

Prova francamente a repetir.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram o Trail Curto: 193

Vencedor: FÁBIO SANTOS FONTOURA (GO! Runners Outpro): 1:38:03

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 491) 

Classificação Geral: 128º - Classificação no Escalão M50: 10º

Tempo Oficial: 3:17:40/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:16:28

Tempo médio/Km: 5,19Km/h  <=> Velocidade média: 11m:33s  (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 16:07

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Domingo, 4 de Fevereiro de 2018

CORRIDA DO FIM DA EUROPA

Esta é uma crónica que vai ser necessariamente curta.

 

Já vamos em nove participações na Corrida do Fim da Europa, incluindo nesta contagem o então denominado Treino do Fim da Europa num ano em que esteve em risco a continuidade de uma das mais emblemáticas provas de atletismo popular.

 

Pouco há a acrescentar ao que já foi dito em crónicas anteriores. A Corrida do Fim da Europa é muito mais do que uma "Corrida". É uma verdadeira Paixão. E por ser uma Paixão pode assumir momentos de alguma irracionalidade. E uma pergunta impõe-se: "Porquê participarmos, ano após ano, numa corrida em que nada muda?"

E a resposta é: "Porque sim", fórmula normalmente utilizada sempre que não se consegue encontrar uma justificação plausível para determinado comportamento.

 

Desde o percurso que se tem mantido inalterável desde o início, às mesmas caras e animação de sempre, na realidade continuamos todos os anos a aguardar ansiosamente por dois momentos: em primeiro lugar a abertura das inscrições que se costumam esgotar. O segundo momento, e porventura o mais aguardado por todos, é o tão desejado dia da Corrida.

 

E por tudo que foi dito acima é que os "Veteranos" das LEBRES E TARTARUGAS voltaram a juntar-se numa habitualmente fria manhã de Janeiro na simpática e encantadora Vila de Sintra.

 

Ainda não eram dez horas e já nos perfilávamos perto da linha de partida, na denominada "Volta do Banho", e aguardando com alguma impaciência pelo momento do início da prova.Devido ao elevado número de participantes, nos últimos anos a organização tem previsto dois blocos de partida para, de algum modo, diminuir o congestionamento do tráfego de atletas durante os primeiros dois quilómetros ao longo dos quais a via é um pouco estreita para tanta gente.

IMG_1972.JPG

A dificuldade do percurso é sobejamente conhecida, pelo menos para a maioria dos "habitués", e está bem gravada na nossa memória. Desde os primeiros três quilómetros sempre a subir e com uma pendente capaz de desanimar o mais arrojado atleta, passando pelo terrível "obstáculo" entre os dez e os onze quilómetros onde muitos desistem momentaneamente de correr, até à perigosa, e por vezes descontrolada, descida vertiginosa durante cerca de sete quilómetros, tudo isto faz parte do encanto da Corrida do Fim da Europa. E este ano só faltou mesmo aquele nevoeiro normal na Serra de Sintra e que traz ainda mais encanto à paisagem. E a tudo isto os atletas souberam resistir e dar uma reposta à altura.

 

Após cortarem a meta a felicidade dos participantes é enorme e já começamos a fazer a contagem decrescente para a edição de 2019. Sim, porque voltaremos de aqui a um ano. 

IMG_1973.JPG

Afinal a crónica acabou por ser um pouco mais extensa do que afirmámos inicialmente. É a Paixão pela Corrida do Fim da Europa. Um amor pode terminar e acabar por desaparecer. Uma Paixão NUNCA.

 

Vemo-nos em 2019.

 

Atletas que concluiram a prova : 2263

Vencedor: ADELINO OLIVEIRA (ACRSD): 0:59:39,8

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 1509) 

Classificação Geral: 1899º - Classificação no Escalão M60: 44º

Tempo Oficial: 1:52:50,6/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 6m:40s  <=> Velocidade média: 9,01Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1510) 

Classificação Geral: 664º - Classificação no Escalão M55: 23º

Tempo Oficial: 0:58:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:16s  <=> Velocidade média: 11,39Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1511) 

Classificação Geral: 1690º - Classificação no Escalão M50: 145º

Tempo Oficial: 1:47:04,2/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 6m:19s  <=> Velocidade média: 9,50Km/h (*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 1512) 

Classificação Geral: 1311º - Classificação no Escalão M60: 30º

Tempo Oficial: 1:39:39,0/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:52s  <=> Velocidade média: 10,22Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:43

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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018

GP DE ATLETISMO DO CAMARNAL

Grande Prova e, porque não, Grande Prémio? Fica a pergunta para quem quiser, ou souber, responder.

 

É, acima de tudo, uma corrida que já vai na 35ª edição e que mantém intactas todas as características que já conhecemos desde a nossa primeira participação.

 

Camarnal é uma simpática localidade às portas da Grande Lisboa. Não é vila, nem sequer é uma freguesia, e para lá chegarmos temos de rumar até Alenquer e depois ou descobrir a placa identificativa da direcção a tomar ou então, como fizémos na nossa estreia, abeirarmo-nos de algum cidadão local e perguntar "onde fica o Camarnal".

 

Chegados ao nosso destino começamos logo a constatar que nada de substancial mudou de facto. A animação própria de um domingo de manhã, apenas perturbada por algo não habitual que irá acontecer. Deambulando pelas ruas vemos os vários atletas à procura do local onde funciona o secretariado para levantarem os respectivos dorsais. Individuais para um lado e Equipas para o outro. Temos de levantar o kit de atleta, composto pelos habituais dorsais e, uma vez mais, por um pequeno cartão que nos irá acompanhar pendurado por um fio ao pescoço e que teremos de entregar no final da corrida. Chip electrónico talvez só para o ano que vem. Por agora teremos direito a um cartão que no final terá de ser "lido" para comprovar que terminámos a prova e que servirá de base à ordenação dos atletas.

 

Munidos do habitual "saco de pão" em papel os dois tartarugas presentes retomam ao carro para se protegerem do frio e colocarem os respectivos dorsais. Já na linha da partida pedem a alguém para lhes tirar a fotografia do costume e a divulgarem via WhatsApp a todos os seguidores da equipa das LEBRES E TARTARUGAS.

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Olhando em redor ficamos com a sensação de que o número de atletas presentes é menor do que em anteriores edições. Pânico, pois facilmente seremos atirados para os últimos lugares.

 

Às dez em ponto, e depois do habitual discurso de boas vindas, este ano bem mais curto do que era costume, é dada a ordem de partida. Constatamos que o percurso não mudou, fiéis ao lema de que em fórmula vencedora não se mexe. Iremos ter pela nossa frente um percurso em duas voltas e que começa logo com uma exigente subida. Mais à frente enfrentamos a subida da Bemposta, feita duas vezes, contrariando aquela ideia de que se trata de uma corrida plana. Com este conceito o Frederico "enganou" há alguns anos atrás outros dois nossos colegas conseguindo desta forma trazê-los para uma corrida que já tinha feito antes com os dois outros fundadores da equipa das LEBRES E TARTARUGAS.

 

Terminada a corrida dá-se o reencontro dos LEBRES E TARTARUGAS. Dão por terminada mais uma aventura, com a vontade de voltar a estas paragens em 2019.

 

Mais tarde procuramos pelas classificações. Página oficial do evento na Internet não há. Foi necessário enviar um "mail" à organizaçãoe receber em troca um conjunto de ficheiros só com as classificações por equipa ou por escalões. Classificação Geral não existe. Ou pelo menos não foi divulgada. Enfim, mantém-se o amadorismo logo presente no momento das inscrições não havendo qualquer formulário bastando enviar por Correio Electrónico os nomes, datas de nascimento e tamanho pretendido para a T-shirt de cada atleta.

 

Atletas que concluiram a prova : 133

Vencedor: JOSÉ GASPAR (AUTO JACINTO): 0:32:39

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 56) 

Classificação Geral: ND - Classificação no Escalão Veteranos V Masculino: 11º

Tempo Oficial: 0:49:12/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:55s  <=> Velocidade média: 12,20Km/h (*)

 

CARLOSAGONÇALVES (Dorsal Nº 57) 

Classificação Geral: ND- Classificação no Escalão Veteranos VI Masculino: 22º

Tempo Oficial: 0:58:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:52s  <=> Velocidade média: 10,24Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:02

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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

CORRIDA COM OS CAMPEÕES

Num fim de semana em que escasseavam alternativas, por forma a não perder a embalagem do ano anterior e para absorver os excessos da passagem de Ano o Carlos Teixeira e o Frederico Sousa decidiram participar pela primeira vez nesta prova.

 

É certo que os Lebres e Tartarugas já participaram noutros anos em provas do Campeonato Nacional de Estrada mas esta foi a primeira participação com esta configuração.

 

Com partida e chegada no Estádio Nacional do Jamor a prova desenvolvia-se ainda pela estrada marginal num percurso que provou ser bem mais exigente do que muitas outras provas em que participamos.

 

A partida ocorreu às 15:10 (hora inédita) de um Sábado, ou seja 10 minutos depois da partida da prova do Campeonato Nacional de Estrada.

 

A prova popular, patrocinada pela Allianz (ou seja o Carlos Teixeira corria em casa ou pela casa), registou uma participação moderada com os atletas a serem divididos em diversos escalões.

 

Depois da partida descemos em direcção à Marginal tendo virado para a direira e enfrentado por duas vezes a subida do Alto da Boa Viagem.

 

Seguindo depois em frente entravamos pela recta do Dafundo onde se deu o retorno em direcção do Jamor e mais precisamente do Estádio Nacional onde se encontrava a meta.

 

Foi uma prova dura e exigente reflectida nos tempos registados pelos atletas.

 

No entanto foi uma tarde bem passada numa prova a repetir.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova ALLIANZ: 520

Vencedor: JOSÉ GASPAR (CCCAMP): 0:32:10

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2097) 

Classificação Geral: 354º - Classificação no Escalão Masculino: 321º

Tempo Oficial: 0:56:50/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:41s  <=> Velocidade média: 10,56Km/h (*)

 

CARLOSATEIXEIRA (Dorsal Nº 2101) 

Classificação Geral: 200º - Classificação no Escalão Masculino: 190º

Tempo Oficial: 0:49:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:58s  <=> Velocidade média: 12,09Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:52

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Sábado, 6 de Janeiro de 2018

SÃO SILVESTRE DE LISBOA

Manteve-se a tradição da participação de uma equipa das LEBRES E TARTARUGAS na Corrida São Silvestre de Lisboa sendo de assinalar o facto de Carlos Teixeira e Frederico Sousa serem totalistas numa prova que celebrou este ano a décima edição.

 

Regista-se também que estivemos presentes com a nossa maior representação de sempre com, nada mais nada menos, oito atletas:

 

  • João Valério
  • Carlos Gonçalves
  • José Pedro Jordão
  • Carlos Teixeira
  • Frederico Sousa
  • Pedro Antunes
  • André Gonçalves
  • Gonçalo Gonçalves

A foto da equipa contou ainda com a presença da nossa Caminheira Etelvina Teixeira, Bina para os amigos. Só faltou mesmo a nossa Treinadora e Caminheira Ana Luísa. E muitos outros que, aqui ou ali, têm contribuído para escrever a história das LEBRES E TARTARUGAS.

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 Ainda se associou à nossa equipa um nono elemento – Ana Gomes – que se estreou absolutamente em corridas e que será potencialmente uma nova Tartaruga. Assim ela o queira.

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Sem alterações em termos de percurso face às recentes edições, saudamos o terem reposto a hora de partida para o final da tarde. Voltámos a ter os atletas a correr pelas ruas da baixa pombalina, e pela mais emblemática avenida da cidade de Lisboa, numa hora em que a sua beleza e encanto mais resplandecem, com as decorações de Natal a darem um contributo muito especial.

 

Com o aproximar das cinco e meia da tarde os atletas encaixam-se nos blocos respectivos.

 

Os dois Carlos vão para a zona dos Sub50. O Frederico e o João Valério entram na secção dos Sub60. E, por fim, os restantes Tartarugas – Gonçalo, André, Pedro e José Pedro, na companhia de Ana, - acomodam-se no muito concorrido e mais complicado sector dos Mais de 60.

IMG_1855.JPG

À hora marcada abrem-se as hostilidades precedidas com o Hino Nacional a ser cantado em uníssono pelos mais de oito mil atletas presentes na Avenida da Liberdade.

 

Seguindo a tradição retomou-se a “Guerra dos Sexos” com as mulheres a partirem em primeiro lugar. Cerca de 3 minutos mais tarde saem os homens em sua perseguição. Até hoje as atletas femininas têm dominado com mais vitórias na classificação geral.

 

Todos iniciam, à vez, a Corrida São Silvestre de Lisboa. A confusão do costume avoluma-se à medida que partem os últimos blocos. Com mais ou menos atropelos, mais ou menos pisões, os atletas começam a percorrer os primeiros quilómetros. Só já na 24 de Julho diminui um pouco o congestionamento e consegue-se correr mais em condições. Mas, como já é habitual, nunca temos grande espaço de manobra.

 

À saída da Praça dos Restauradores abordamos os três derradeiros quilómetros. Metade é terrivelmente sempre a subir até se cumprir meia volta ao Marquês de Pombal. Finalmente começa a tão desejada descida até à meta. Mas não pensem que é fácil. Temos uma competição dentro da própria corrida: o “Último quilómetro”. Os que ainda têm algumas energias aceleram “prego a fundo” até à meta. Os outros vão-se “arrastando” como podem…

 

Os atletas aglomeram-se logo após terminarem a prova. Elementos da Organização esforçam-se por dispersarem os corredores evitando um indesejável “entupimento” que perturbe quem ainda tenta cortar a meta.

 

Enrolados numa espécie de manta térmica todos procuram encontrar os familiares e outros colegas de corrida. É o reagrupamento da equipa das LEBRES E TARTARUGAS. Com as despedidas e desejos de um Excelente Ano de 2018 cada um ruma aos seus carros já a pensar no “Reveillon” da passagem de ano.

 

Fechou-se o primeiro ciclo da nossa época competitiva. Até à primeira corrida, em Janeiro, vamos ter algumas semanas de descanso mas também de preparação.

 

Atletas que concluiram a prova: 8275

Vencedor: SAMUEL BARATA (SLB): 0:29:57 - Tempo no Último Km => 0:02:44 (2º classificado) 

São Silvestre.jpg

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 17 - Onyria Challenge (Cascais)
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km

 

 

 

 

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:36

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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017

ONYRIA CHALLENGE

Aproximando-se o Natal a oferta de provas de estrada diminui bem assim como a disponibilidade dos elementos deste grupo em participar em provas desta natureza.

 

Como resistente ultimo e para não perder a embalagem para os embates gastronómicos que se avizinham optei por continuar em participar em provas simples e por esse motivo escolhi estrear-me nesta prova simpática em Cascais.

 

O percurso era simples e aliciante – do Farol da Guia quase até ao Guincho e voltar.

 

O dia apresentou-se com óptimas condições (se bem que um pouco de chuva não teria feito mal nenhum) – sol, céu azul, frio com uma ligeira brisa.

 

Desloquei-me calmamente para o local da partida com um pequeno período de aquecimento (dadas baixa temperatura sentida na altura).

 

Marcaram presença pouco menos de 300 atletas para a corrida o que me deixou logo preocupado por poder vir rapidamente a ocupar a cauda do pelotão.

 

Não obstante serem poucos os atletas a organização preparou entradas separadas para as várias categorias de corredores mas sem qualquer tipo de controlo. Até os corredores pacers (4 min /km, 5 min/km e 6 min/km) tiveram o cuidado de entrar nas portas adequadas.

 

Assim o que aconteceu na realidade foi um pelotão todo baralhado à partida, o que no entanto não causou danos dada a fraca afluência na prova.

 

Partida pontual e descongestionada com apenas 7 segundos para passar a linha de partida.

 

A prova correu bem com uma velocidade até acelerada para as características deste atleta.

 

Resultado – 6º melhor tempo na distância, já efectuada por mais de 100 vezes.

 

Nada mau.

 

Venha a próxima  que será a participação totalista (10 participações em 10 edições) da S. Silvestre de Lisboa para fechar o ano com chave de ouro.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 288

Vencedor: JOSÉ GASPAR (GD Odimarq): 0:32:20

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 231) 

Classificação Geral: 167º - Classificação no Escalão M50: 18º

Tempo Oficial: 0:55:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:21

Tempo médio/Km: 5:32s  <=> Velocidade média: 10,84Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 17 - Onyria Challenge (Cascais)
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 14:24

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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

GRANDE PRÉMIO DO NATAL

Nunca é demais recordar como esta corrida foi, em tempos, considerada como “maldita” pela equipa das LEBRES E TARTARUGAS após uma primeira participação em 2009 e que nos deixou terrivelmente desapontados com a falta de desorganização revelada. Mas, o que outrora foi um pesadelo, transformou-se por completo passando a ser uma corrida emblemática e na qual fazemos questão de estar presentes.

 

A edição deste ano do Grande Prémio de Natal registou também o regresso às “pistas” asfaltadas do nosso atleta Carlos Gonçalves que anda, desde meados de 2017, a lutar contra uma arreliadora lesão no menisco direito e que já o impediu de participar em alguns “Trails” da sua preferência.

 

Mas será que veio mesmo para ficar? Aguardamos pelos próximos desenvolvimentos.

 

É preciso recuar sete meses para encontrarmos os três LEBRES E TARTARUGAS Fundadores juntos numa mesma corrida, mais precisamente na também igualmente emblemática Corrida do 1º de Maio.

 

Este “lesionado” atleta definiu à partida três objectivos neste seu regresso à competição:

 

  • Terminar a prova
  • Se possível sem dores
  • E, hipótese mais difícil, abaixo de uma hora

 

Para conseguir cumprir os dois primeiros objectivos o Carlos Gonçalves arrancou num ritmo bastante moderado e nada condizente com o grupo de Sub 50 no qual partiu. Não se importando nada com as constantes ultrapassagens que lhe faziam por um e por outro lado, vendo mesmo alguns atletas já conhecidos e cujo ritmo é normalmente muito inferior ao seu passarem-lhe à frente, lá foi percorrendo calmamente os vários quilómetros até chegar à Meta em boas condições e praticamente sem dores. Só que, nesta altura, as descidas são muito mais problemáticas do que as subidas pelo que os derradeiros dois quilómetros não foram de todo aproveitados tendo, como consequência, cortado a meta com cerca de uma hora e seis minutos. Mas, e mais importante do que tudo, terminou a prova praticamente como se não estivesse lesionado. Abrem-se assim boas perspectivas para a São Silvestre de Lisboa e, muito importante, para a Corrida do Fim da Europa que se realiza no final do próximo mês de Janeiro.

 

Assim parece que “veio mesmo para ficar”. Mas com muita calma, como os seus companheiros de equipa bem o avisam…

 

A equipa das LEBRES E TARTARUGAS esteve bem representada e pelos seus mais regulares elementos:

 

  • Pedro Antunes
  • Frederico Sousa
  • Carlos Teixeira
  • Carlos Gonçalves
  • João Valério

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Para uma Corrida sem novidades face à edição do ano passado, cada um partiu com as suas próprias expectativas. O facto de conhecerem o percurso acaba por ser uma vantagem. E é uma prova boa para estabelecer recordes pessoais.

 

A parte inicial é talvez a mais dura. A primeira subida até ao Largo da Luz é um pouco demolidora vendo-se desde logo alguns atletas a encostarem-se à berma e a andarem a passo. Uma incursão por uma das principais artérias do Bairro de Telheiras e os atletas recuperam o fôlego e enchem-se de coragem para atacar os próximos quilómetros.

 

A passagem pela zona desportiva do Sporting Clube de Portugal enche de ânimo os inúmeros “leões” ou “lagartos” sendo, para eles, um dos pontos altos do percurso. Mas também não deixa indiferentes os simpatizantes de outras cores clubistas.

 

Aproximamo-nos do Campo Grande e, como dizia um outro atleta, “agora já só faltam duas rectas”, e com o rebuçado final de mais de dois quilómetros sempre a descer.

 

A animação na Avenida da Liberdade é bastante grande. O espírito do Natal está bem no ar. E como não choveu as ruas e passeios estão cheias de passeantes, alguns a apoiarem os atletas e outros, completamente alheados desta “confusão”, dão mais atenção à beleza da “Sala de Visitas” da cidade de Lisboa.

 

Terminada a corrida cada um parte à sua vida para gozar os últimos “cartuchos” de um fim-de-semana prolongado.

 

Até ao Natal os TARTARUGAS não se voltarão a reencontrar, estando marcada para o dia 30 de Dezembro a despedida em beleza, desportivamente falando, na tradicional e muito concorrida São Silvestre de Lisboa.

 

Atletas que concluiram a prova: 4358

Vencedor: HÉLDER SANTOS (Sporting CP): 0:29:01

 

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1237) 

Classificação Geral: 1237º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 204º

Tempo Oficial: 0:47:12/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:43s  <=> Velocidade média: 12,71Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 3392) 

Classificação Geral: 3781º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 734º

Tempo Oficial: 1:06:21/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 6:38s  <=> Velocidade média: 9,04Km/h (*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 3557) 

Classificação Geral: 2293º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 440º

Tempo Oficial: 0:53:26/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:21s  <=> Velocidade média: 11,23Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 3761) 

Classificação Geral: 2781º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 541º

Tempo Oficial: 0:56:35/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

PEDRO ANTUNES (Dorsal Nº 3868) 

Classificação Geral: 3767º - Classificação no Escalão SEM Masculinos: 607º

Tempo Oficial: 1:06:13/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:38

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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

MEIA MARATONA DOS DESCOBRIMENTOS

Uma corrida sempre fresquinha

 

Esta é mais uma prova em que os Lebres e Tartarugas estiveram sempre representados desde a sua 1ª edição em 2013.

 

Nesta 5ª edição a equipa esteve representada por Frederico Sousa e Carlos Teixeira.

 

Os atletas encontraram-se em casa do Frederico e refugiaram-se do frio dentro do carro do Carlos Teixeira até aproximadamente 20 minutos antes do início da prova.

 

Quando saíram do carro os atletas constataram que apesar de estar frio não era tanto como inicialmente supunham, no entanto foi necessário ir a correr até ao local da partida para o enfrentar melhor.

 

Pela altura do ano em que se realiza e por se tratar de um percurso plano esta é uma das melhores meias maratonas para atingir bons tempos e/ou bater records.

 

As alterações do percurso em relação a edições anteriores tornaram mesmo esta prova quase 100% plana. Aquelas consistiram na eliminação dos primeiros kms na zona do Restelo onde havia algum sobe e desce antes de se atingir a Avenida Marginal.

 

A partida teve lugar mais uma vez na Praça do Império algo confusa seguindo os atletas em pelotão compacto até Algés onde retornaram, depois seguiram sempre em frente até aproximadamente o Km 12 junto à estação de Santa Apolónia, neste local deu-se o retorno com a novidade de se passar pelo Terreiro de Paço, Baixa e Rossio, depois foi o regresso com passagem pelo Cais do Sodré ao Km 15, a meta tal como nos anos anteriores situou-se ao pé do Museu da Marinha.

 

Os dois atletas Carlos Teixeira e Frederico de Sousa tiveram bons desempenhos percorrendo a distância abaixo dos 5 e 6 minutos por km respetivamente, de realçar principalmente a melhoria de forma do Frederico, porque será ? Pois é tudo uma questão de Lebre !!!!!!!

 [Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 2422

Vencedor: ANDRÉ L. F. COSTA (A minha Corrida My PROTEIN): 1:10:08

 

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1584) 

Classificação Geral: 1029º - Classificação no Escalão M5559: 59º

Tempo Oficial: 1:46:22/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:44:16

Tempo médio/Km: 4:57s  <=> Velocidade média: 12,14Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1585) 

Classificação Geral: 2069º - Classificação no Escalão M5054: 210º

Tempo Oficial: 2:08:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:05:55

Tempo médio/Km: 5:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:28

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GRANDE PRÉMIO DE ATLETISMO DA MENDIGA

Regresso ao Passado e as 3 Lebres

 

Passados 5 anos regressei ao Grande Prémio da Mendiga desta vez não com os meus colegas Tartarugas (Carlos Gonçalves e Frederico Sousa) mas acompanhado de três lebres, duas Joana Fernandes e Joana Teixeira acompanharam-me na corrida principal e a outra lebre Etelvina Teixeira participou na caminhada rural de 7 Kms.

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Percorrida a distância entre Odivelas e a Mendiga em aproximadamente 1h15m chegámos ao destino, deparando logo com as mangas de partida e chegada tal como há 5 anos junto à sede da Associação Recreativa da Mendiga e ao Pavilhão Municipal.

 

Antes da partida fomos levantar os dorsais, para regozijo das lebres mais novas muito orgulhosas de irem correr pela nossa equipa estava um papel com o nome dos  Lebres e Tartarugas sobre os mesmos e das habituais  T-Shirts.

 

A temperatura estava agradável mas fresquinha e com algum vento, mas mesmo assim não houve lugar a grandes aquecimentos.

 

Assinalando o 30º ano de realização da prova o percurso utilizado foi o antigo algo diferente daquele que tinhamos realizado há cinco anos, a principal diferença foi que o que fizemos há 5 anos era mais plano e o antigo tem mais subidas e descidas não muito acentuadas mas longas. O início da prova foi algo dificultada pelo vento lateral que se fazia sentir mas de certa forma o seu efeito foi-se diluindo ao longo da prova.

 

Quando me aproximava dos 10Km cruzei-me com as duas lebres que estavam entre os 6 e 7 Kms, uma delas já em crescentes dificuldades com uma arreliadora dor numa virilha.

 

Aos 14 Kms perguntei a um polícia se a prova terminava aos 15km, após a resposta afirmativa aumentei a velocidade de forma a concluir a prova em aproximadamente 1h13m, mas afinal a prova só acabou aos 16,3 Km, pelo que o 1,3 Km final foi mais difícil.

 

A questão da distância foi a única questão que correu menos bem alguma contradição entre o folheto e o site da prova e o que é engraçado é que a mesma nem teve os 15km nem os 16,6 Km, mas sim os 16.3 Km.

 

Enquanto esperava pelas lebres desloquei-me ao pavilhão para tomar um retemperador duche, mas lamentavelmente a água acabou…..

 

Não havendo banho fui para a meta à espera das duas jovens lebres que lá chegaram em clima de festa fechando um pelotão de apenas 177 atletas.

 

É pena que algumas provas estejam a perder muitos particiapntes a Mendiga tinha normalmente perto de 500 participantes, desta vez as inscrições rondaram as 200, mas o que é um facto é que cada vez há mais provas de atletismo em Portugal e para todos os gostos.

 

Antes de sairmos da Mendiga ainda tivemos oportunidade de confraternizar e alimentar  três bonitos burros….

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Foi engraçado regressar à Mendiga na viagem tive ocasião de passar no snack-bar onde há 5 anos eu e os outros dois tartarugas tinhamos bebido um café, já não me lembrava era que os últimos 30 km tinham tantas curvas.

 

No regresso retemperamos as forças num restaurante em Alcanede aproximadamente 12 kms depois de termos saído da mendiga, uma hora após concluído o almoço já estavamos novemente em Odivelas.

 

Deixo os meus parabéns às lebres pela participação nas respetivas provas e os meus agradecimentos pela companhia agradável e divertida que me proporcionaram.

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[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 177

Vencedor: DANIEL GREGÓRIO (Centro de ATletismo de Seia) 0:51:48

 

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº109) 

Classificação Geral: 719º - Classificação no Escalão: ND

Tempo Oficial: 1:18:24/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:18:24

Tempo médio/Km: 4:49s  <=> Velocidade média: 12,47Km/h (*)

 

JOANA TEIXEIRA (Dorsal Nº 110) 

Classificação Geral: 177º - Classificação no Escalão: ND

Tempo Oficial: 1:53:32/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:53:32

Tempo médio/Km: 6:58s  <=> Velocidade média: 8,61Km/h (*)

 

JOANA FERNANDES (Dorsal Nº 111) 

Classificação Geral: 176º - Classificação no Escalão: ND

Tempo Oficial: 1:49:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:49:04

Tempo médio/Km: 6:41s  <=> Velocidade média: 8,97Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
  • 12 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km
  • 19 - Corre Jamor
  • 26 - GP de Atletismo da Mendiga
publicado por Carlos M Gonçalves às 18:52

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Sábado, 25 de Novembro de 2017

CORRE JAMOR - Uma corrida fantástica

Disputou-se no passado Domingo a 8ª Edição da prova Corre Jamor, com a participação dos Lebres e Tartarugas a ser assegurada por Carlos Teixeira e Frederico de Sousa.

 

Dificilmente se  fosse possível escolher teríamos uma manhã tão bonita e tão agradável para se correr num Parque também todo ele muito bonito, o Jamor.

 

Esta corrida tem vários atrativos o primeiro passa por corrermos em três pisos diferentes, Pista, Estrada e Trail, o segundo a atmosfera do Parque rodeada de vegetação, o terceiro as paisagens paradisíacas que é possível observar, nomeadamente  as vistas sobre o rio Tejo, o quarto a chegada em pista que a maior parte dos atletas muito aprecia, o quinto o facto de serem atribuídos diversos prémios a atletas classificados no fim de cada centena e o sexto o historial do Jamor que traz recordações como espetador  ou praticante de eventos desportivos passados.

 

O percurso foi igual ao da edição anterior, início na pista do Jamor com grande aglomerado de atletas seguindo-se à saída do estádio para estrada a descer em pelotão muito compacto, depois atravessámos já com piso térreo o rio do Jamor e aos 2,5 Km

 

entrámos na parte de trail com muito sobe e desce, terminando a prova como já referido na pista do Estádio do Jamor.

 

No final esta prova é disputada aproximadamente em 600 metros (pista), 2.400m (estrada) e 7 Km (trail), apesar de ser mais uma corrida em trail penso contudo que a mesma é do agrado do diverso tipo de corredores por ser uma prova diferente e que mistura diferentes tipos de pisos.

 

Provavelmente será uma prova que se vai manter no calendário dos Lebres e Tartarugas nos próximos anos.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 1183

Vencedor: AFONSO FEIJÃO (Individual) 0:35:07

 

 FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 940) 

Classificação Geral: 770º - Classificação no Escalão V50: 95º

Tempo Oficial: 1:02:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:01:16

Tempo médio/Km: 6:08s  <=> Velocidade média: 9,79Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 941) 

Classificação Geral: 265º - Classificação no Escalão V55: 10º

Tempo Oficial: 0:51:53/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:51:05

Tempo médio/Km: 5:07s  <=> Velocidade média: 11,75Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
  • 12 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km
  • 19 - Corre Jamor
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:43

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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2017

CORRIDA DAS CASTANHAS

Como transformar uma corrida de 10 kms numa prova de 14 kms

 

É simples – basta não levantar o dorsal de véspera como se devia e deixar o carro a 1 km da partida.

 

Por estar muito ocupado de véspera (sabe-se lá a fazer o quê) não fui levantar o dorsal no Sábado às instalações da Xistarca. Pensei portanto ir no próprio dia mais cedo para ter tempo de levantar calmamente o dorsal.

 

Assim no dia da prova chego cerca de meia hora antes da hora e estaciono num local habitual em Monsanto para ir buscar o dorsal, voltar ao carro para deixar a t-shirt e o resto do material e voltar à meta.

 

Quando começo a andar para a partida vejo o sinal do km 9. Bonito serviço a 1 km da meta!!!

 

Vou calmamente a andar até à meta – 10 minutos – volto para o carro - + 10 minutos – coloco o dorsal e então corro para a meta (7 minutos a correr).

 

Quando chego já organização pede pelos microfones para os atletas que ainda estão a fazer o aquecimento (basicamente eu…) se dirigirem para a zona de partida e deixarem a recta de partida desimpedida.

 

Lá chego ao local de partida já com 3 kms nas pernas, bem quentinho, descanso um minuto e partimos.

 

Tempo fresco de inicio mas quente ao sol.

 

A prova desenrola-se sempre por um trajecto muito bonito de Monsanto mas lá plano é que não é.

 

Uma primeira volta no alto de Monsanto e deslocação até ao Estádio Pina Manique onde se dá o retorno.

 

Ao km 8 enfrentamos a subida já conhecida de Montes Claros.

 

Na prova tinha três objectivos – completar a prova:

 

  1. Sempre a correr - Falhanço
  2. Em menos de uma hora – Falhanço
  3. Em menos do tempo do dobro do tempo do vencedor – Vá lá, consegui…

 

Ainda assim é uma prova muito agradável. A repetir.

 

Depois da prova mais um km até ao carro.

 

Toma lá que é para aprenderes…

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 645

Vencedor: GONÇALO CASIMIRO(Juventude Vidigalense) 0:32:52

 

 FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 638) 

Classificação Geral: 509º - Classificação no Escalão M5054: 46º

Tempo Oficial: 1:00:51/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:00:06

Tempo médio/Km: 6:01s  <=> Velocidade média: 9,98Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
  • 12 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 22:40

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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017

MARATONA DO PORTO

Maratona do Porto – A Minha 12ª Maratona

 

Três semanas após a maratona de Lisboa lancei-me em nova aventura na distância desta vez na cidade do Porto.

 

Muitas pessoas desaconselham a realização de duas maratonas em tão curto espaço de tempo mas constatei que não fui o único, muito atletas com quem falei também fizeram o mesmo.

 

É de facto uma  pena que as duas maratonas que se realizam em Portugal tenham datas tão próximas uma da outra.

 

Apesar da beleza incontestável de ambos os percursos para mim a Maratona do Porto é sempre especial porque foi a primeira que fiz e pelo ambiente proporcionado pelos populares que se distribuem ao longo da corrida, principalmente em Matosinhos, Ponte D. Luis, Gaia, Freixo e nos últimos Km onde gritam os nossos nomes de forma a incentivar-nos a chegar ao fim.

 

Durante o período que separaram as maratonas a minha grande preocupação foi tentar recuperar fisicamente e ao mesmo tempo não perder a forma, por esta última razão pelo meio participei nas corridas do Montepio e de Almeirim.

 

O arranque da maratona do Porto começa com a passagem pela Alfândega onde se realiza durante dois dias a Expo Maratona num espaço muito bonito e muito bem organizado, aí tirei algumas fotas já habituais simbolizando a minha participação pela sexta vez na maratona do Porto, analisei o percurso que foi exatamente igual ao do ano anterior e até servi de lebre aos quenianos.

IMG_2803.jpgIMG_2807.jpg

Face ao ocorrido em Lisboa na Alfândega tive ocasião de comprar uma bolsa onde pudesse levar o telemóvel de forma a poder avisar a minha companheira em caso de insucesso, por outro lado e ao contrário do habitual comprei igualmente alguns produtos que aparentemente tiveram influência na minha performance durante a prova.

 

As 7h30m através de um transfer desloquei-me para o local da partida, ao sair do autocarro foi necessário superar o frio que se fazia sentir aproximadamente 9 graus e depois andar à vontade uns 15 minutos até à minha manga de partida onde já se encontrava uma grande mancha de atletas, de inúmeras nacionalidades.

 

Como já referido nos dois anos anteriores as alterações introduzidas no percurso a partir de 2015 não foram na minha opinião muito felizes e exemplo disso são os primeiros 5 km verdadeiramente desinteressantes e muito difíceis face ao reduzido espaço que cada atleta tem para correr.

 

Os primeiros 10 km percorri-os com muito cuidado de forma a avaliar a minha condição física e ao mesmo tempo para poupar energias, e foram sempre percorridos com um grande congestionamento de atletas o que obriga a uma grande concentração de forma a evitar quedas, o quilómetro 10 foi atingido em plena Matosinhos com a marca de 55m91s.

 

Mantendo um ritmo idêntico entre os 10k e os 20 Km distância que separou Matosinhos da zona da ribeira, demorei 56m12s, nesta parte o pelotão já se começou a alongar e perto da Alfândega tive oportunidade de me cruzar com o atleta queniano que viria a triunfar nesta edição.

 

Apesar do excelente pequeno almoço e da barra energética que comi minutos antes da partida ao quilómetro 22 comecei a sentir fome, foi quando bebi um iogurte líquido, entre os 20 e 30 a prova é quase toda passada em Gaia atingindo-se o km 30 na zona do Freixo, nestes 10 Km o ritmo já foi mais fraco cerca de 58M30s.

 

A partir dos 30 km tudo é mais difícil nas maratonas e as minhas maiores dificuldades começaram a partir do km 34, aí recorri ao meu Gel líquido e diminui acentuadamente o meu ritmo demorando 1h06m21s a percorrer estes dez quilómetros.

 

Sendo difíceis o último especialmente os dois  kms finais no Porto são corridos com já referido atrás com um enorme apoio dos populares, a 300 metros do fim a minha companheira imbuída no espírito apoiava-me fortemente e foi assim que sentindo-me praticamente rebocado por ela e pelas outras pessoas que completei a minha 12ª Maratona.

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Duas notas finais uma para organização que foi excelente e que desta vez teve a preocupação de melhorar o escoamento dos atletas após cortarem a meta, outra para o apoio e compreensão da minha companheira, sem ela não sei se tinha tido condições físicas e psicológicas para participar nesta maratona.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 4584

Vencedor: JACKSON LIMO (QUE) 2:11:34

 

IMG_2802.jpg

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 6173) 

Classificação Geral: 2833º - Classificação no Escalão M55: 155º

Tempo Oficial: 4:11:48/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 4:09:33

Tempo médio/Km: 5:55s  <=> Velocidade média: 10,15Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:55

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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

20 KMS DE ALMEIRIM

PROVA A REPETIR

 

Pelo 2º ano consecutivo participei nesta prova que já vai na 31ª Edição.

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Trata-se de uma prova com grande tradição no calendário de provas de atletismo que se organizam em Portugal.

 

A uma semana da Maratona do Porto esta prova sendo mais ou menos metade da distância constitui um excelente treino de preparação para o próximo fim de semana.

 

Em menos de 1 hora cheguei a Almeirim a tempo de levantar os dorsais e de fazer o aquecimento necessário para umas pernas algo desgastadas neste momento da época.

 

O percurso sofreu alterações em relação ao ano anterior em vez da ligação Almeirim/Alpiarça fomos na direção de Santarém. Na minha opinião o percurso anterior era mais bonito, o deste ano teve o atrativo de atravessarmos a ponte que liga Almeirim a Santarém com um cumprimento de 1,3 Km.

 

No que se refere a dificuldades os dois percursos são similares no caso de ontem a principal dificuldade foi o calor que se fez sentir completamente fora de época.

 

A organização da prova foi excelente, muita animação no centro de Almeirim no antes, no durante e no pós-corrida, um local bonito e carismático.

 

Fiz uma corrida certinha sem grandes oscilações 50m30s nos primeiros 10KM e 51m14s nos segundos 10 KM acautelando o físico para o Porto, apesar disso fiz menos 9 segundos que em 2016.

 

Espero que esta prova se mantenha por muitos anos com a qualidade que constatei nestes 2 anos em que participei e enquanto tiver pernas não vou falhar a minha presença.

 

O prémio de participação é original face à habitual medalha das restantes corridas.

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Sendo uma zona gastronómica de excelência a seguir à corrida ainda houve tempo para saborear a famosa sopa da pedra!!!

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 794

Vencedor: ANDRÉ COSTA (AVG) 1:05:24

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 509) 

Classificação Geral: 418º - Classificação no Escalão M55: 21º

Tempo Oficial: 1:42:09/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:41:44

Tempo médio/Km: 5:05s  <=> Velocidade média: 11,80Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 15 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 22 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 29 - 20 Kms de Almeirim
publicado por Carlos M Gonçalves às 21:47

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Sábado, 28 de Outubro de 2017

CORRIDA DO MONTEPIO

Correr por uma Causa

 

Realizou-se no passado fim de semana a 5ª edição da Corrida do Montepio Geral como sempre a mesma teve por finalidade juntar o prazer de correr com o apoio a uma causa.

 

Este ano o valor das inscrições 43.000 € reverteu a favor da Associação dos Deficientes das Forças Armadas.

 

Esta é mais uma prova em que os Lebres e Tartarugas são totalistas desta vez a representação este a cargo de : Frederico Sousa, Carlos Teixeira e o seu filho André Catela.

 

Os três tartarugas encontraram-se na estação do Rossio e de seguida cada um deslocou-se para os respetivos locais de partida, sub-50 (Carlos), Sub-60 (Fred) e mais de 60 (André).

 

A partida teve lugar no Rossio completamente inundada de T-Shirts laranja como já é hábito nesta corrida e foi dada por vagas com intervalos de 5 minutos.

 

O percurso foi igual ao dos anos anteriores, partida no Rossio, Rua do Ouro, Cais Sodré, Avenida da India, Avenida 24 de Julho, retorno junto ao Centro de Congressos de Lisboa, e chegada à Praça do Comércio.

 

Repetiu-se a bonita chegada ao Terreiro do Paço já utilizada noutras provas com a passagem prévia pelo arco da Rua Augusta.

 

Os três atletas chegaram em boas condições físicas e dentro dos objetivos previstos para esta prova.

 

Terminaram esta edição da Corrida do Montepio Geral 4.205 atletas.

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Nesta prova participou ainda um quarto tartaruga sem que os outros três elementos da nossa equipa ou soubessem.

 

O Pedro Antunes manteve uma tradição de há alguns anos tendo-se inscrito, juntamente com outros amigos, nesta Corrida Solidária.Trocaram o sossego do lar por um pouco de exercício físico ao ar livre aproveitando ao máximo uma bela manhã de Outubro, solarenga e com uma temperatura amena, a lembrar um Verão que teima e tarda em não nos largar. Não é que estejamos contra essa bela Estação do Ano mas os incêndios e a seca quase extrema já nos fazem suspirar por temperaturas mais baixas e, acima de tudo, pela chuva que parece que nos voltou as costas. A continuarmos assim qualquer dia metade do nosso território transforma-se num deserto com impacto bastante negativo na economia e, sobretudo, na qualidade de vida dos habitantes destas zonas mais afectadas.

 

Embora sem estar inscrito oficialmente pela nossa equipa o Pedro vestiu "orgulhosamente" a camisola das LEBRES E TARTARUGAS contribuindo para divulgação das nossas cores nas corridas em que participa.

 

Terminou a prova dentro das suas aspirações Mais do que conseguir uma boa marca, interessava-lhe manter uma boa forma física. E essa aposta foi uma vez mais ganha, a avaliar pelo seu semblante quando faltavam poucas centenas de metros para terminar a sua prova.

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 [Texto adicional de Carlos Gonçalves]

 

Atletas que concluiram a prova: 4205

Vencedor: HUGO GANCHAS (Individual) 0:31:32

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2156) 

Classificação Geral: 1100º - Classificação no Escalão V55: 57º

Tempo Oficial: 0:48:35/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:47:50

Tempo médio/Km: 4:47s  <=> Velocidade média: 12,54Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2157) 

Classificação Geral: 3041º - Classificação no Escalão V50: 281º

Tempo Oficial: 1:00:41/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:59:57

Tempo médio/Km: 6:00s  <=> Velocidade média: 10,01Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 2158) 

Classificação Geral: 2003º - Classificação no Escalão SEN: 354º

Tempo Oficial: 0:54:03/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:53:35

Tempo médio/Km: 5:22s  <=> Velocidade média: 11,20Km/h (*)

 

PEDRO ANTUNES (Dorsal Nº 2309) 

Classificação Geral: 3738º - Classificação no Escalão SEN: 555º

Tempo Oficial: 1:09:06/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:08:26

Tempo médio/Km: 6:51s  <=> Velocidade média: 8,77Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 15 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 22 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 29 - 20 Kms de Almeirim
publicado por Carlos M Gonçalves às 20:27

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Domingo, 22 de Outubro de 2017

MARATONA DE LISBOA

Após 57 sessões de treino as expetativas eram grandes no sentido de realizar uma maratona tranquila e sem problemas, o novo percurso era também um grande atrativo, apenas o calor que se previa constituía um obstáculo duro a ultrapassar.

 

É curioso que das 11 maratonas que completei 50% das mesmas tenham sido percorridas em dias de calor por vezes até algo anormal para a época do ano como foi o calor que se fez sentir na Maratona do Porto em 2015 em pleno Novembro.

 

Com as alterações climáticas não era de começar a repensar as datas das maratonas de Lisboa e Porto, para Dezembro, Janeiro ou Fevereiro?

 

No metro quando regressava a casa um colega de corridas que fez a meia maratona contou-me que às 10h30m hora da partida daquela prova já suava abundantemente em cima da Ponte Vasco da Gama, não será de rever?, mais que um negócio em que se está a tornar as provas de atletismo devem  ser organizadas tendo em conta a saúde dos seus participantes. É claro que as organizações não podem prever as condições meteorológicas nem têm culpa das mesmas, mas no caso das meias-maratonas da Ponte Vasco da Gama e maratonas Rock n Roll, o calor tem sido um fator sempre presente na maioria destas corridas.

 

Voltando à prova, antes da partida o speaker referiu um novo record mais de 6.000 participantes, com um número elevadíssimo de atletas estrangeiros, no primeiro Km mal se podia correr face à densidade de corredores, para mim logo nos primeiros metros um grande momento em plena subida olhei para o lado direito e na varanda de sua casa lá estava a minha mãe a ver a partida, como sempre fazendo questão em participar em todos os momentos importantes da família.

 

Não podia também deixar de referir a ausência do meu companheiro habitual das Maratonas o Carlos Gonçalves a tentar ultrapassar a sua arreliadora lesão no joelho, como foi diferente para mim os momentos que antecederam a partida, era minha intenção dedicar-lhe a minha performance nesta maratona mas ela foi tão má que até podia parecer mal, face ao valor do nosso Carlos.

 

Os primeiros 10km foram passados muito bem apesar do tempo algo abafado, atenuado aqui e ali com algum vento, ao passar na marca daquela distância verifiquei que tinham passado 54 minutos, o que estava dentro daquilo que eu tinha traçado para a prova. Nos 10 para os 20 Km mantive um andamento regular e completei-os também sensivelmente dentro do tempo em que fiz os primeiros 10, mas tive os primeiros sinais de que a segunda parte da maratona não ia correr bem, na subida para  São João do Estoril senti que o tendão do meu pé esquerdo não estava bem e as pernas pareciam já estar desgastadas como se eu já tivesse percorrido 35 Km. Tal como a minha Mãe também o meu cunhado Quim como sempre acontece nas corridas que se disputam na Vila de Cascais estava no Km 15 já muito perto do Monte Estoril.

 

Entre os Kms 20 e 30 a crise das minhas pernas agravou-se muito e tive que reduzir substancialmente a velocidade, também foi no final destes kms que o calor apareceu em grande força, principalmente a partir do pontão de Caxias á Cruz Quebrada, cujo piso acabou com o que restava das minhas pernas.

 

Chegada ao Km 30 o objetivo era não parar até Algés no Km 32 onde estaria o tartaruga Fred à minha espera, mas afinal ele já estava no Km 31 apercebendo-se que algo me tinha acontecido, daí até aos 42km lá fomos a andar, a correr alguns metros!!!! e a conversar.

 

Ficou assim completa a minha 11ª Maratona a pior de todas, frustrante porque pensei que com aquilo que trabalhei seria tranquila, mas dos fracos não reza a história e caso esteja bem lá estarei daqui a 3 semanas no Porto para fazer esquecer esta participação menos conseguida, não pelo resultado, mas pelo facto de não ter corrido sempre ao longo dos 42km, sentindo-me bem esse era o grande objetivo.

 

Agradeço a minha Mãe, ao meu cunhado Quim, ao tartaruga Fred e à minha companheira todo o apoio que me deram e que tornou possível pelo menos chegar ao fim da Maratona.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 4672

Vencedor: ISSHIMAEL CHEMTAN (Qúenia) :2:10:49

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 3057) 

Classificação Geral: 3436º - Classificação no Escalão M55: 210º

Tempo Oficial: 4:48:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 4:46:47

Tempo médio/Km: 6:48s  <=> Velocidade média: 8,83Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 15 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 15:53

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CORRIDA SAMS QUADROS

De forma a dar continuidade à sua recuperação decidi marcar presença nesta corrida de 10 kms na zona ribeirinha de Lisboa. O Carlos Gonçalves continua no estaleiro em reparações e o Carlos Teixeira optou por prosseguir a sua preparação para a Maratona de Lisboa.

 

A manhã apresentou-se solarenga mas com uma temperatura amena.

 

Com partida pontual às 17:30 (boa opção dadas as condições meteorológicas dos últimos tempos) apresentaram-se à partida cerca de meio milhar de atletas a que acresceram cerca de mil participantes na caminhada.

 

O percurso não trouxe nada de novo face a muitas outras corridas na zona – partida em Belém em direção a Algés, com retorno até Alcantara e novo retorno até Belém.

 

A prova cumpriu os objectivos de retomar as corridas e a prestação foi a esperada.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 512

Vencedor: DIOGO L RAMALHEIRA (DR_RUNS) :0:32:10

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 254) 

Classificação Geral: 444º - Classificação no Escalão M5054: 63º

Tempo Oficial: 1:04:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:03:37

Tempo médio/Km: 6:22s  <=> Velocidade média: 9,43Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
  • 30 - Corrida SAMS Quadros - (Lisboa) - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 15:42

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Domingo, 1 de Outubro de 2017

CORRIDA DO TEJO

Foi há dez anos atrás que tudo começou quando eu e o Frederico participámos em 2008 na edição desse ano da corrida do Tejo cinco meses mais tarde em conjunto com o Carlos Gonçalves formaríamos os Lebres e Tartarugas.

 

Na véspera procurei no meu armário na zona das relíquias a T-Shirt com que corria há dez anos atrás e foi com ela vestida que no dia da prova me apresentei em casa do tartaruga Frederico.

 

Antes de caminhamos para a partida ainda houve tempo para confraternizar com o amigo Pedro Jordão que recentemente se iniciou na aventura do running.

 

A hora de início da prova a temperatura já era elevada mas apesar de tudo foi durante a mesma atenuada por uma suave brisa que se fazia sentir.

 

A partida estava dividida em blocos pelo que logo aí eu o Frederico e o Pedro Jordão nos separámos cada um para o respetivo local de arranque.

 

A grande novidade da corrida e que se saúda foi a partida por vagas, ao fim de tantos anos finalmente a organização fez esta alteração claramente necessária na corrida que em Portugal reúne o maior número de participantes.

 

O percurso foi o mesmo dos últimos dez anos, inundando a marginal de atletas a grande maioria com as T-Shirts amarelas da prova, por sinal muito bonitas.

 

Concluída a prova os dois Lebres e Tartarugas fizeram o caminho inverso de regresso o Carlos Teixeira a correr e o Frederico a andar e assim percorreram no total aproximadamente 20km.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 7628

Vencedor: JESUS ESPAÑA :0:30:38

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 3180) 

Classificação Geral: 1376º - Classificação no Escalão V55: 65º

Tempo Oficial: 0:49:14/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:56

Tempo médio/Km: 4:54s  <=> Velocidade média: 12,26Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 3181) 

Classificação Geral: 5105º - Classificação no Escalão V50: 461º

Tempo Oficial: 1:06:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:05:08

Tempo médio/Km: 6:31s  <=> Velocidade média: 9,21Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
  • 30 - Corrida SAMS Quadros (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:13

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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

CORRIDA DA LINHA

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Tal como no ano passado os Lebres e Tartarugas estiveram representados na corrida da linha por três tartarugas : Carlos Teixeira, Frederico Sousa e André Catela

 

O despertar foi muito cedo ainda para mais num Domingo, mas depois da corrida já ninguém se lembra porque nos sentimos muito bem.

 

As 8 horas reunimos em casa do Frederico e partimos em caminhada para a estação de Algés onde apanhámos o comboio que nos levou a Cascais.

 

Chegamos a Cascais faltavam 12 minutos para o início da prova, mas ainda houve tempo para a visita habitual ao McDonalds para satisfazer algumas necessidades fisiológicas que surgem habitualmente antes das corridas.

 

Depois e apesar dos habituais protestos do Frederico lá fomos a correr até ao local da partida em frente à Baía de Cascais.

 

A exemplo do ano passado e ao contrário das anteriores edições a partida foi em Cascais e terminou em Carcavelos.

 

O percurso eminentemente plano com exceção de duas ou três subidas, foi percorrido com uma temperatura agradável e sem quaisquer alterações em relação a 2016

 

Mais uma vez todos os tartarugas presentes cortaram a meta felizmente sem qualquer tipo de problema.

 

O aspeto mais importante a salientar foi a estreia das novas t-shirts dos Lebres e Tartarugas, numa iniciativa do nosso grande tartaruga Carlos Gonçalves.

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 1246 

Vencedor: ANDRELINO FURTADO :0:33:07

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1229) 

Classificação Geral: 307º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:49:23/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:45

Tempo médio/Km: 4:52s  <=> Velocidade média: 12,31Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 1243) 

Classificação Geral: 607º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:55:32/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:54:54

Tempo médio/Km: 5:29s  <=> Velocidade média: 10,93Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1240) 

Classificação Geral: 1061º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 1:08:30/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:07:51

Tempo médio/Km: 6:47s  <=> Velocidade média: 8,84Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:41

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

MEIA MARATONA DE S. JOÃO DAS LAMPAS

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Após três anos de ausência os lebres e tartarugas voltaram a estar representados numa das mais antigas provas do calendário nacional a meia maratona de São João das Lampas a que muitos atletas também apelidam de "São João das Rampas" numa clara alusão às diversas subidas que esta meia maratona tem. A representação esteve a cargo do tartaruga Carlos Teixeira.

 

Após o interregno de dois meses de competição esta prova não era propriamente a ideal dado que é provavelmente uma das mais difíceis nesta distância, no entanto era para este tartaruga um teste após diversos treinos realizados no período das férias focados na futura participação nas maratonas de Lisboa e Porto.

 

O ambiente em São João das Lampas era de festa, carroceis para as crianças, carrinhos de choque e diversas barracas de doçaria da região, por outro lado comemorava-se o quadragésimo aniversário da meia maratona, a primeira à 40 anos teve apenas a participação de 20 atletas, para a que se realizou ontem houve 508 inscrições, dos quais 444 cortaram a linha de meta, sendo quatro desclassificados.

 

Antes do início da prova tive oportunidade de conviver com dois atletas internacionais um americano e outro brasileiro e também com a conhecida jornalista Isabel Silva que veio a ser a vencedora da prova feminina.

  

A temperatura foi agradável intervalada com períodos de maior calor e outros mais frescos quando as nuvens tapavam o sol, mais desagradável foi o vento lateral que se fez sentir.

  

A primeira e única contrariedade surgiu no final do período de aquecimento quando liguei o meu Garmin e ele não funcionou, assim pela primeira vez corri uma meia maratona sem indicação do tempo, o que gera alguma desorientação, mas só no início depois tudo se acaba por gerir. 

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O percurso não sofreu alterações em relação ao passado com as tais rampas difíceis principalmente aos KMS 3,5,10,13, 15 e finalmente aos 17, mas também com as correspondentes descidas muito agradáveis. Ao chegar à meta fiquei feliz pela marca atingida, acima das expectativas face à dificuldade da prova, ao cansaço acumulado com os treinos para as maratonas e ao facto de ter corrido sem relógio.

 

 Parabéns à organização que foi excelente a todos os níveis.

 

 [Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 440 

Vencedor: ANTÓNIO SOUSA (GFD Running):1:15:58

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 485) 

Classificação Geral: 246º - Classificação no Escalão M55: 13º

Tempo Oficial: 1:51:06/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:51:00 

Tempo médio/Km: 5:16s  <=> Velocidade média: 11,40Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:56

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