Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

CORRIDA DA LINHA

Mais uma vez os Lebres e Tartarugas marcaram presença na Corrida da Linha prova de 10Km com início em Cascais junto à baía e chegada à praia da torre em Carcavelos.

Os Lebres e Tartarugas tiveram representados por Carlos Teixeira e o seu filho André Catela.

Após uma deslocação calma entre Loures e Cascais os dois atletas cumpriram as suas necessidades fisiológicas e depois deslocaram-se para a linha de partida onde 5 minutos depois se iniciou a prova com uma temperatura de 22 graus.

O traçado da prova não trouxe qualquer novidade sendo a principal dificuldade o calor que vai subindo à medida que os kms vão passando.

Após terem cortado a meta os atletas iniciaram uma caminhada até à estação de comboios de Carcavelos de aproximadamente dois kms retornando a Cascais onde tinham deixado o carro.

De salientar que o último Km teve mais 200m metros conforme comprovamos com alguns outros atletas, não sendo importante é difícil de entender que as medições não sejam efetuadas corretamente, o inflacionamento permanente das inscrições assim o exige.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 1139

Vencedor: LUÍS MACAU: 0:32:57

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 529) 

Classificação Geral: 347º - Classificação no Escalão M5559: 29º

Tempo Oficial: 0:51:17/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:26

Tempo médio/Km: 5m:03s  <=> Velocidade média: 11,90Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 530) 

Classificação Geral: 535º - Classificação no Escalão M2034: 84º

Tempo Oficial: 0:55:33/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:54:42

Tempo médio/Km: 5m:28s  <=> Velocidade média: 10,97Km/h (*)

 

  (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Setembro

  • 8 - Meia Maratona de S. João das Lampas  - 21,0975 Km
  • 16 - Corrida da Linha (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 23 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km

 

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 22:42

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Terça-feira, 11 de Setembro de 2018

São João das Lampas ou das Rampas !!!!! A RENTRÉE

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Após três meses de interregno retomei no passado Sábado as corridas depois de umas aventuras no desporto que uniu este trio o Badminton.

 

Não escolhi propriamente a melhor corrida para recomeçar mas estava confiante que com as férias e alguns treinos que efetuei durante as mesmas a corrida corresse bem, o que não se viria a verificar.

 

Apesar de durante a manhã a temperatura ter estado agradável até com alguma chuva, à partida o termómetro da farmácia local mesmo junto à linha de partida indicava 24 graus.

 

A prova é difícil após 3 k m enganadores vem a primeira subida e depois dos 5 aos 7 é sempre a trepar com alguma inclinação acentuada, não são igualmente de desprezar as subidas aos 10 Km, entre os 12 e os 13km, aos 15km e finalmente entre os 17 e os 18Kms.

 

Ao longo de toda a prova senti as pernas fracas a que não será alheio o facto de devido a problemas intestinais ter efetuado dieta nos três dias que precederam a prova e cheguei à meta como não gosto muito cansado.

 

A experiência adquirida ao longo destes 10 anos ajudou-me a concluir a prova apesar de quando passei na meta aos 13 km tenha pensado em desistir o que seria a primeira vez.

 

Esta corrida era também um teste de forma a decidir a minha participação ou não na maratona de Lisboa, mas devido aos problemas que me afetaram antes da prova o resultado considero que  foi inconclusivo.

 

Em relação ao ano passado o percurso manteve-se mas houve melhorias ao nível da incorporação do chip no dorsal, pela primeira vez desde que participo na prova foram também entregues medalhas e por fim há a salientar a criação de  uma prova adicional de 13 Km.

 

A organização como sempre foi excelente sendo de saudar as melhorias introduzidas em relação às edições anteriores, a que me refiro no parágrafo anterior.

Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 407

Vencedor: JOÃO FERNANDES (Casa do benfica FARO): 1:45:57,1

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 343) 

Classificação Geral: 231º - Classificação no Escalão M55: 16º

Tempo Oficial: 1:57:50,6/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:57:30,1

Tempo médio/Km: 5m:34s  <=> Velocidade média: 10,77Km/h (*)

 

  (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Setembro

  • 8 - Meia Maratona de S. João das Lampas  - 21,0975 Km
  • 16 - Corrida da Linha (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 23 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:24

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Segunda-feira, 2 de Julho de 2018

PALMELA RUN

Não foi de noite nem de dia. Não foi em alcatrão nem em terra. O Palmela Run foi um pouco de tudo isto e de mais alguma coisa.

 

Já vai na terceira edição e continua a atrair algumas centenas de entusiastas, seja para a Caminhada seja para a prova competitiva com classificações e controlo de tempos.

 

Palmela é mais conhecida, desportivamente falando, por ser um dos locais de culto dos praticantes da Bicicleta de Todo o Terreno que escolhem a zona protegida da Serra da Arrábida para a prática do seu desporto de eleição.

 

Sempre à procura de novas aventuras descobrimos esta prova que tinha a grande particularidade de começar ao final de uma tarde de Verão e terminar já pela noite dentro, pelo menos para os mais lentos e menos preocupados em obter uma boa classificação.

 

Em 2015 foi dado o pontapé de saída para um evento que se queria diferente. E foi. No ano seguinte a prova não se realizou tendo sido retomada, felizmente, no ano passado. Em 2018 voltámos a ter a Palmela Run e, esperemos, que para durar.

 

A equipa das LEBRES E TARTARUGAS é totalista. Nas duas primeiras edições com a participação do clã Gonçalves, Pai e Filho Gonçalo. Este ano tínhamos previsto vir a Palmela com uma equipa mais alargada. Mas, por motivos diversos, a representação das LEBRES E TARTARUGAS acabou por pesar unicamente nos ombros do Carlos Gonçalves. Gonçalo e Frederico desistiram mesmo em cima da realização das inscrições. O Pedro, aliás o primeiro a inscrever-se, teve de, à última hora, trocar a sua inscrição na Corrida pela participação na Caminhada.

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Palmela fica num ponto alto vislumbrando-se, com o seu Castelo imponente, a vários quilómetros de distância. O cenário em redor é deslumbrante. Olhando para um lado podemos apreciar a foz do rio Sado com a península de Tróia como pano de fundo. Na direcção oposta desfrutamos de uma vista privilegiada da cidade de Lisboa como se de um Postal Ilustrado se tratasse.

 

Às vinte horas estava marcado o início da prova de corrida. Estamos mesmo no início do Verão pelo que temos dia até mais tarde. E como o céu se apresentava limpo pudemos apreciar ao máximo o encanto do pôr-do-sol .

 

Começamos em alcatrão com uma pequena incursão pelas ruas de Palmela. Cumprido cerca de um quilómetro viramos costas ao alcatrão e entramos em regime de “trail” percorrendo caminhos na Serra do Louro, em direcção aos Moinhos.

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 No “briefing” que antecede a prova somos informados de que os primeiros sete quilómetros e meio são bastante fáceis. Só lá mais para frente encontraremos maiores dificuldades. Nada que seja novidade para quem já é repetente. Praticamente não há novidades. Só que este ano fomos poupados a uma escadaria em madeira que, devido ao seu estado adiantado de degradação, exigia o máximo de atenção aos atletas. Este troço foi parcialmente suprimido, provavelmente por não apresentar condições mínimas de segurança, pelo menos para os da prova de Corrida. Os Caminheiros continuaram a passar por esta zona.

 

Chegados ao Vale dos Barris retomamos o alcatrão. Algumas centenas de metros mais à frente entramos num trilho do tipo “single trek” tão ao jeito dos BTTistas. É, seguramente, uma das mais belas partes de todo o percurso. Desparecemos no meio da vegetação. Mas, apesar da luz ser menor, ainda não temos necessidade de ligar os nossos “frontais”. A visibilidade continuava a ser boa.

 

Regressamos a um estradão que só terminará no ponto de abastecimento. Finalmente vão começar as dificuldades a sério. Correr começa a ser difícil. Temos uma longa subida para abordar. A inclinação é significativa e surgem os habituais engarrafamentos. Quando há algum espaço disponível quem pode acelera um pouco para ultrapassar os mais atrasados. Pelo meio ainda temos uns troços mais pedregosos tipo estrada romana.

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Como não há marcações quilométricas não sabemos a quantas andamos. Atingimos o ponto mais alto ao sermos obrigados a fazer uma pequena incursão pelo interior do Castelo de Palmela. A noite começa a cair e, finalmente, temos de ligar a nossa luz frontal. No interior de um intenso arvoredo podemos recuperar um pouco do fôlego. Mas as dificuldades não acabaram. A certa altura entramos na parte final da “subida da Cobra”. Quando as forças já não abundam temos esta derradeira subida a testar as nossas últimas capacidades. Reentrando em Palmela verificamos que as dificuldades não terminaram. Uma escadaria põe à prova a nossa resistência, mais psicológica do que física.

 

Finalmente encetamos a derradeira descida que nos levará até à meta. Antes da última curva recebo a companhia inesperada do meu neto. Junto cortamos a meta. Mais uma edição do Palmela Run superada.

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Mas falta o Pai Pedro. Mais de meia-hora depois eis que aparece o nosso “Caminheiro”. E uma vez mais o Afonsinho, desta vez na qualidade de filho, repete as últimas dezenas de metros desta vez de mão-dada com o Pai. Foram duas vitórias na mesma noite.

 

Ficaram duas certezas. No próximo ano regressaremos a um local onde temos sido felizes. A segunda certeza é a de que o Pedro também quer fazer a prova de Corrida.

 

No próximo fim-de-semana as Lebres e Tartarugas regressam à Corrida das Fogueiras, em Peniche. As férias estão ao virar da esquina e, provavelmente, tão depressa não iremos certamente ver o nosso nome inscrito em qualquer prova de atletismo. Pelo meio ficará a participação do Tartaruga Catela nos Jogos Olímpicos da Allianz.

 

Atletas que concluiram a Prova: 289

Vencedor: TIAGO CANTANTE (Salomon Suunto): 0:51:27,656

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 297) 

Classificação Geral: 210º - Classificação no Escalão M60: 4º

Tempo Oficial: 1:35:20,606/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 7:38s  <=> Velocidade média: 7,87Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

.Calendário do Mês de Junho

 

  • 3 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 16 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 23 - Palmela Run (Palmela) - 12,5 Km
  • 30 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:54

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018

MARGINAL À NOITE

Enquanto o Tartaruga Carlos Teixeira se preparava para a participação em mais uma edição da Corrida do Oriente, o Trio Maravilha aquecia os seus ténis para derreter o alcatrão da marginal.

 

Não, não estamos a falar do Super-Homem, do Batman e da Mulher Maravilha mas quase.

 

Ao final do dia 16 o Frederico, acompanhado pelos seus filhos Francisco e Marta deslocaram-se pois a Oeiras para aí repetirem a sua participação nesta simpática prova que é a Marginal à Noite.

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É um misto de prova de atletismo, festa popular e discoteca ao ar livre o que cria uma atmosfera muito especial que leva a que os atletas se excedam.

 

E foi precisamente isso que aconteceu.

 

O tempo estava algo fresco com um vento forte o que tornou a espera inicial algo penosa.

 

Mas às 21:30 lá foi dada a partida na Marginal junto à Praia de Oeiras.

 

Desde a partida até conseguirmos finalmente cruzar a meta demoramos quase 4 minutos tal era a multidão compacta que se encontrava presente.

 

Ao cruzar a meta o Trio Maravilha arrancou finalmente com um passo de corrida a tentar progredir pelo meio de uma multidão de caminhantes.

 

Só depois de 1 km é que se conseguiu finalmente agarrar um ritmo consistente.

 

E foi aqui que se notou a franca progressão dos jovens atletas Francisco e Marta.

 

A Marta conseguiu aguentar um ritmo consistente e, acompanhada pelo seu babado pai, fez TODA A PROVA sempre a correr.

 

PARABÉNS À MARTA.

 

O Francisco, pelo seu lado, começou a prova junto aos outros dois Tartarugas mas ao fim de uns 2 kms disparou em direcção à meta onde chegou 6 minutos adiantado relativamente aos outros dois participantes.

 

PARABÉNS AO FRANCISCO!

 

Temos pois atletas para novas participações.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a Prova: 3618

Vencedor: DAVID VARELA (NucleOeiras-ADNO): 0:34:56

 

CLASSIFICAÇÕES

Como os nossos atletas não correram com o chip oficial da prova não constam nas classificações oficiais.

 

Calendário do Mês de Junho

 

  • 3 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 16 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 23 - Palmela Run (Palmela) - 12,5 Km
  • 30 - Trail Nocturno dos Palácios (Mafra) - 10 Km
  • 30 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:43

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018

CORRIDA DO ORIENTE

Corrida do Oriente – E do que foi salva-se a Caneca e a TShirt !!!!

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Disputou-se mais uma edição a décima sétima da corrida do oriente com a participação solitária do tartaruga Carlos Teixeira.

 

Com a alteração do percurso desde o ano passado esta corrida perdeu todo o interesse que tinha.

 

Do passado manteve-se a tradição da entrega da caneca a quem completa a prova (no meu caso já contabilizo 10) e a bonita Tshirt da prova.

 

O percurso atual consta de duas voltas de 5.000 metros no parque da expo o que é pouco motivante, de positivo apenas a beleza do local.

 

A corrida iniciou-se com uma temperatura fresca, pelo meio o sol começou a aparecer e também o vento soprava com alguma força na parte do trajeto junto ao rio.

 

Como já referido o ano passado o trajeto torna-se perigoso para competição devido às lombas existentes no piso e às raízes das árvores durante 20% do percurso.

 

Notou-se a exemplo do ano passado a redução do número de atletas e a continuar assim penso que esta corrida irá desaparecer do calendário.

 

Os valores das inscrições reverteram a favor da Igreja da Nossa Senhora dos Navegantes tornando-se esta uma corrida de beneficência o que é sempre de saudar.

 

Esta corrida tinha algum simbolismo porque para além dos três tartarugas fundadores participavam outros tartarugas alguns deles familiares, mas também isso não se verificou nas duas últimas edições.

 

Por tudo o referido nesta crónica e face à oferta que existe hoje em dia no que se refere a corridas de estrada ou trail  é prova a não participar.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 430

Vencedor: JOSÉ GASPAR (Odimarq): 0:32:28,96

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 257) 

Classificação Geral: 130º - Classificação no Escalão M: 122º

Tempo Oficial: 0:48:26/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:19,60

Tempo médio/Km: 4m:50s  <=> Velocidade média: 12,42Km/h (*)

 

  (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Junho

  • 3 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 16 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 23 - Palmela Run (Palmela) - 12,5 Km
  • 30 - Trail Nocturno dos Palácios (Mafra) - 10 Km
  • 30 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:22

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Sábado, 2 de Junho de 2018

CORRIDA DE BELÉM

Enquanto os outros tartarugas participavam no trail de Monsanto Carlos Teixeira participou na 6ª edição da difícil corrida de Belém. A partida e chegada teve lugar no mítico e bonito Estádio do Restelo. De acordo com o speaker alinharam à partida cerca de 1.000 atletas divididos pela corrida de 10km e a caminhada de 4km. Após uma semana com 3 treinos de Badminton o tartaruga apresentou-se muito limitado nas suas condições físicas e também algo desmotivado talvez devido à ausência dos outros tartarugas e à falta de treinos.

 

A corrida de Belém é certamente um das mais difíceis provas que se disputa em Lisboa e arredores na distância de 10 km talvez apenas suplantada pela corrida de Mem Martins, principalmente os 500/600 metros a subir a Avenida das descobertas e os 800 metros com alguma inclinação significativa que vão desde o museu da marinha até às imediações do estádio do restelo. Acabou por ser uma manhã bem passada por tratar-se de uma corrida disputada num local bonito e com uma chegada em pista que é particularmente do meu agrado.

Terminaram a prova mais de 600 atletas tendo Carlos Teixeira terminado a prova em 198º com o tempo de 51m24s.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 640

Vencedor: ELÍDEO FREIRE (J.O.M.A. Juventude Operária do Monte Abraão): 0:32:39

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 420) 

Classificação Geral: 198º - Classificação no Escalão V55: 18º 

Tempo Oficial: 0:51:51/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:51:24

Tempo médio/Km: 5m:08s  <=> Velocidade média: 11,67Km/h (*)

 

  (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Vendas Novas - 10 Km
  • 27 - LX Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km

Calendário para o Mês de Junho

  • 2 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 3 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 10 - Extreme Trail Cucos (Torres Vedras) - 15 Km
  • 16 - Marginal à Noite (Oeiras) - 8 Km
  • 23 - Palmela Run (Palmela) - 12,5 Km
  • 30 - Trail Nocturno dos Palácios (Mafra) - 10 Km
  • 30 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:50

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DIA DESPORTO ALLIANZ

Pelo terceiro ano consecutivo a Allianz Portugal organizou o dia do desporto para os seus colaboradores e familiares.

 

O dia desporto engloba várias modalidades desportivas entre as quais atletismo.

 

As competições tiveram lugar no Estádio 1º de Maio em Lisboa.

 

O Lebre e Tartaruga Carlos Teixeira participou na prova dos 5.000 metros em pista. Esta corrida teve a participação de 10 atletas tendo o atleta tartaruga terminado na quinta posição com o tempo de 23m46s.

[Crónica de Carlos Teixeira]

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:35

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LX TRAIL MONSANTO

A Serra de Monsanto é um Tesouro escondido às portas da cidade de Lisboa.

 

Esquecida durante vários anos foi inicialmente descoberta pelos amantes da arte equestre que aqui encontraram o cenário ideal para os seus longos passeios a Cavalo, em caminhos especificamente contruídos para esse fim, e sem terem de se deslocar para outras zonas bem mais distantes da cidade onde habitavam.

 

Mais tarde, e já na passagem para o novo milénio, foi a vez dos praticantes de BTT descobrirem um novo paraíso alternativo às muito procuradas Serras de Sintra e da Arrábida. E como os passeios a cavalo caíram em desuso os anteriores caminhos foram ocupados pelas bicicletas de montanha. E, através deles, partiram à descoberta de novos trilhos. Aos fins-de-semana grandes hordes de BTTistas conferiam uma nova animação á Serra de Monsanto.

 

Entretanto a Corrida começou a estar na moda. Com a proliferação de provas também este local de culto não passou incólume à "nova Ordem”. Começam a surgir provas de corrida em estrada que se desenvolvem dentro deste admirável mundo novo. Mas todas elas desenrolavam-se essencialmente em alcatrão ao longo da grande rede rodoviária existente.

 

O Trail Running começa a “roubar” atletas às provas de estrada. Mas Monsanto ainda não fazia parte do calendário de provas desta nova tendência.

 

Só com a organização da Lisbon Eco Marathon é que nos são apresentados caminhos alternativos aos principais eixos viários existentes.

 

Mas, tirando a existência de alguns troços com um declive mais desgastante, ainda não encontrávamos nesta prova a dureza e a tecnicidade próprias de uma Corrida de Trail.

 

A organização do Lx Trail Monsanto veio preencher uma lacuna há muito identificada. E foi com esta ideia que o Frederico e o Carlos Gonçalves decidiram inscrever-se nesta nova prova à qual tinham passado completamente à margem desde que a mesma se começou a realizar. A procura constante de novos cenários faz parte da política de participações que este duo muito preza.

 

Inscreveram-se na prova do Trail Longo. Os 23 quilómetros e o perfil altimétrico pareciam ser adequados às actuais capacidades destes atletas. Um desnível positivo de 525 metros para uma distância de perto de vinte e três quilómetros tornavam esta prova, pelo menos no papel, bastante acessível. Trilhos demasiado técnicos certamente que não iriam aparecer em grande escala, pelo menos era esse o sentimento que estes dois atletas tinham pelo pouco que conheciam seja da Lisbon Eco Marathon ou fosse de alguns passeios de BTT do Carlos Gonçalves.

 

Tendo previamente levantado os respectivos “kits” de participantes os dois Tartarugas não tinham necessidade de madrugar e aproximarem-se do local de partida muito cedo. Assim combinaram encontrar-se por volta das nove e um quarto, nove e vinte em casa do Frederico. Um pouco mais tarde do que o previsto partiram de imediato até à zona onde se iniciariam as provas. E como os locais da partida e da chegada não coincidiam optaram por tentar parquear a viatura e meio caminho entre ambos, de preferência o mais perto possível da Meta. Com o cansaço acumulado quanto menos tivessem de percorrer até ao carro tanto melhor. No meio da nova Cidade Universitária da Ajuda certamente que seria fácil arranjar um bom estacionamento. Até ao local da partida ainda tínhamos de percorrer algumas centenas de metros. O que valia é que era sempre descer. Tanto pior dado que após a partida teríamos de imediato que vencer um grande desnível até atingirmos um dos pontos mais altos do percurso.

 

Como tem sido habitual a animação era grande. E fazendo uns cálculos de cabeça o Frederico estimou que, contando Trail Longo, Trail Curto e Caminhada, não andaríamos muito longe se estivessem ali mais de 1000 pessoas. Este número acabou por confirmar-se mais tarde com a publicação das classificações das duas provas. No Trail Longo terminaram 349 atletas enquanto que no Trail Curto chegaram ao fim 641 atletas. Tudo somado deu um número redondo de novecentos e noventa participantes. Se somarmos ainda os muitos caminheiros facilmente se conclui que o número avançado pelo Frederico foi bastante pulverizado.

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Um pouco depois das dez da manhã, como já é habitual verificar-se um atraso no horário, partiram os que desafiavam a distância maior. Dez minutos mais tarde partiriam os atletas do Trail Curto e logo seguidos pelos participantes na Caminhada.

 

Sempre a subir não houve ninguém que não chegasse ao fim do primeiro quilómetro sobejamente aquecido. Atravessamos a Estrada do Penedo e começamos a mergulhar nas profundezas da Serra do Monsanto, não sem antes passarmos por dentro das instalações do Restaurante dos Montes Claros.

 

Começamos por tomar um dos muitos trilhos de bicicleta ladeados por vedações em madeira. Subitamente viramos à direita para enfrentarmos a primeira subida mais radical. A partir deste ponto tudo começou a ser possível. E à medida que íamos avançando nos quilómetros descobríamos um mundo novo para explorar e desfrutar ao máximo. Perdemos a noção de onde nos encontrávamos. Aqui e acolá reconhecíamos alguns trechos da Lisbon Eco Marathon. Mas logo mais à frente entrávamos em novos “single treks”. A densa vegetação e a grande irregularidade do terreno não nos permitiam grandes distracções. Por volta dos cinco ou seis quilómetros, pensamos nós, encontramos o primeiro abastecimento, muito desejado pelo Carlos Gonçalves que se tinha esquecido do seu kit de sobrevivência em casa. Sem água e sem as habituais barras energéticas tinha de dosear ao máximo o esforço.

 

Mas voltando ao percurso marcas quilométricas foram coisa que não existiu. E como ninguém tinha por perto um relógio com medição da distância andámos um pouco às cegas. Mas nem por isso este Trail foi menos interessante. Estávamos assim completamente desligados do “stress” do tempo. Foi exactamente como muitas das pessoas que tiram o relógio do pulso ao fim de semana.

 

Andamos pelas imediações do Parque da Serafina. Será que iríamos enfrentar aquela terrível subida mesmo ao lado da A5 em direcção ao Estádio Nacional? Este era o troço quiçá mais difícil da Lisbon Eco Marathon. Ou seríamos poupados a este desafio? Talvez.

 

Após alguns “sobe e desce” visualizamos uma pequena placa informativa. “Aqui começa o Prémio da Montanha”. Ali estava aquela subida na qual tínhamos pensado e a que julgáramos ter escapado. No final temos o controlo de passagem dos atletas. Estavam cumpridos quinze quilómetros. Chegados à Estrada da Bela Vista temos de entrar em novo trilho. Mas, talvez pelo cansaço ou por estar distraído, o Carlos Gonçalves decidiu seguir pelo alcatrão até encontrar um grupo de Escoteiros. Estranho. Não só não via qualquer fita sinalizadora do percurso como também não enxergava mais atletas. Algumas centenas de metros mais à frente vê o seu colega Frederico a chegar à estrada proveniente de um trilho à direita. Pois é, tinha-se perdido.

 

Ultrapassada a fase mais desgastante ainda nos esperam cerca de quatro a cinco quilómetros até à Meta. Voltamos a encontrar mais um troço da Lisbon Eco Marathon ao corrermos ao lado de um muro limite da Faculdade de Agronomia. A Alameda Keil do Amaral é o nosso próximo destino. O desgaste acumulado começa a apresentar a factura. As primeira cãibras avisam que temos de abrandar um pouco. Finalmente entramos por num último trilho que só termina perto da Meta instalada na avenida da Universidade Técnica.

 

Cansados. “Afinal foi bem mais dura do que esperava”, comenta o Frederico. Mais tarde verificaremos que o desnível positivo acumulado foi, afinal, de 719 metros. Bem acima dos 525 adiantados na página oficial da prova. E o Sol também fez das suas. Mas estão bastante felizes com esta sua nova aventura. Uma certeza paira nas nossas cabeças. No próximo ano voltaremos. Para o Carlos Gonçalves o Lx Trail Monsanto entrou na galeria das Corridas Obrigatórias. Provavelmente que o mesmo se passará com o Frederico.

 

Terminou mais uma etapa importante das nossas vidas desportivas. E, como dizia o anúncio dos filmes Kodak, “para mais tarde recordar”.

 

Até para o ano Lx Trail Monsanto.

 

Atletas que concluiram a Prova do Trail Longo: 349

Vencedor: HÉLDER GROSSO (U.F.Comércio e Indústria Atletismo): 1:36:53

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 468) 

Classificação Geral: 323º - Classificação no Escalão M6099: 10º 

Tempo Oficial: 3:14:00/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:13:19

Tempo médio/Km: 8m:24s  <=> Velocidade média: 7,14Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 469) 

Classificação Geral: 315º - Classificação no Escalão M5059: 49º

Tempo Oficial: 3:11:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:10:47

Tempo médio/Km: 8m:18s  <=> Velocidade média: 7,23Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

  

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Vendas Novas - 10 Km
  • 27 - LX Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 01:19

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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018

CORRIDA CIDADE DE VENDAS NOVAS

Foi o regresso das LEBRES E TARTARUGAS à cidade de Vendas Novas. Num tempo em que a oferta era bastante mais reduzida, esta foi uma das corridas que fazia parte do nosso calendário incondicional. Logo no ano da nossa estreia, no já longínquo 2009, cumprimos um mês de Maio diabólico em que estivemos envolvidos todos os fins-de-semana em provas de atletismo:

  • 1 de Maio - Corrida do 1º de Maio (Lisboa)
  • 9 de Maio - Meia Maratona de Setúbal
  • 16 de Maio - Corrida Cidade de Vendas Novas
  • 23 de Maio - Meia Maratona dos Palácios (Sintra/Queluz)
  • 30 de Maio - 13 KM do Guincho - "Entre Serra e Mar"

 

Foi um tempo em que a nossa Paixão pelas Corridas começava a tomar conta das nossas vidas. Quantas mais melhor, sem olhar a qualquer preocupação em termos de desgaste físico.

 

Em 2010 regressámos a Vendas Novas para uma corrida que ficou marcada pelo som das “Vuvuzelas” usadas pelos apoiantes dos atletas, fenómeno marcado pela proximidade da realização do Campeonato do Mundo de Futebol na África do Sul. E houve ainda um outro episódio que não deixámos de recordar agora com alguma nostalgia e que envolveu um dos nossos atletas. Duas semanas antes, na Corrida do 1º de Maio, o Frederico tinha contraído uma lesão muscular que o obrigou a fazer parte do percurso dentro de uma ambulância. Ainda em fase de recuperação dessa maleita, no final da Corrida de Vendas Novas ressentiu-se do esforço apresentando algumas dores ao nível muscular. Os seus dois companheiros “obrigaram" o colega a entregar-se às mãos “milagrosas” de uma massagista disponibilizada pela organização.

 

A história das LEBRES E TARTARUGAS tem vindo a ser construída e enriquecida por episódios como este.

 

Regressámos em 2011 para a nossa última participação. Estávamos no início da crise económica que assolou o nosso País e que levou a cortes naquilo que fora considerado não essencial. E no meio desses cortes, por falta de apoios vitais para manter de pé este tipo de organizações, assistimos à suspensão de algumas provas mais emblemáticas, das quais destacamos a Corrida de Vendas Novas, .

 

Mas também começaram a aparecer como cogumelos novas corridas, um pouco por todo o lado, e que também quisemos experimentar. E assim aconteceu o nosso abandono a Vendas Novas.

 

Este ano o Frederico, numa fase de maior actividade desportiva, recuperou esta prova antiga e lançou o desafio aos seus dois “compagnons de route”. Além de repetirmos uma participação numa prova lendária descobrimos que mantinha o encanto de antes, muito particularmente no preço das inscrições. Numa fase em que a existência de alguma “liberalização” em termos de oferta de organizações de provas não conduziu a um natural decréscimo, ou pelo menos manutenção, dos preços reencontramos uma prova a cinco Euros que representa de cerca de metade, ou mesmo um terço, dos valores normais “de mercado”. Estranho, não é? Talvez o segredo resida na associação da EDP a este evento.

 

A uma hora pouco natural, dez e vinte da manhã, tinha início a corrida principal de dez quilómetros. Por isso foi com alguma calma que os dois atletas se encontraram no Centro Sul, em Almada, e encetaram a viagem até Vendas Novas. Sem pressas encontrámos facilmente lugar para o nosso carro e procedemos ao levantamento dos nossos dorsais, “chips” e restante “kit” do atleta.

IMG_20180520_094524.jpg

Apesar do céu se encontrar pintado com algumas núvens, o Frederico começava a ficar muito preocupado com o calor que poderia aparecer. E olhando em redor percebemos que os atletas para a corrida dos dez quilómetros não deveriam ultrapassar as três centenas. Na realidade foram perto de 400 mas, mesmo assim, longe dos 502 de 2010 e dos 581 de 2011.

 

À medida que nos aproximávamos da hora aumenta o movimento de atletas a realizarem os recomendados exercícios de aquecimento. Os dois Tartarugas resolveram, à sua maneira, fazer a preparação dos músculos e articulações. Preparámo-nos para a corrida sentados, ou deitados, na primeira sombra que encontrámos.

 

Estava feito o nosso “aquecimento” …

 

Há um terrível hábito dos Portugueses. As horas marcadas não são para se cumprirem. E, sem razão aparente, é às dez e vinte da manhã que se fazem os discursos de agradecimento aos participantes e a todos aqueles que ajudaram a colocar de pé esta prova. E com esta conversa partimos logo com três minutos de atraso. Sem comentários …

 

Vendas Novas é uma cidade plana, típica da orografia do Alentejo. Daí não se esperarem grandes dificuldades no percurso. Em vez de andarmos aos “ziguezagues”, e sem o recurso a um percurso em duas voltas como anteriormente, encontramos longas rectas que são essencialmente desgastantes ao nível psicológico. Assim cumprimos o primeiro quilómetro.

 

Entretanto descobre-se o Sol para gáudio de uns e desgraça de outros. Não se dando bem com o calor o Frederico teve uma quebra por volta do quarto quilómetro realizando, a partir desse ponto, uma corrida com algum esforço. O outro Tartaruga encontrou o seu “habitat” natural e, apesar de um início que parecia mais complicado, reencontrou um ritmo a que não tem estado habituado e conseguiu terminar em boas condições. Das lesões que o têm assolado praticamente não teve notícias. Mesmo assim os dois dignos representantes da LEBRES E TARTARUGAS conseguiram terminar a corrida abaixo de uma hora, o que é bom atendendo às suas actuais condições físicas.

 

Desde a Corrida do 1º de Maio que os nossos três fundadores não correm juntos. Quando se dará o reagrupamento das LEBRES E TARTARUGAS não o sabemos. O certo é que todos eles vão continuar em intensa actividade.

 

Atletas que concluiram a Prova: 380

Vencedor: HERMANO FERREIRA (SL Benfica): 0:31:05

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 342) 

Classificação Geral: 345º - Classificação no Escalão M5054: 41º

Tempo Oficial: 0:59:54/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:59:43

Tempo médio/Km: 5m:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 343) 

Classificação Geral: 318º - Classificação no Escalão M6064: ND 

Tempo Oficial: 0:56:53/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:56:41

Tempo médio/Km: 5m:40s  <=> Velocidade média: 10,59Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Vendas Novas - 10 Km
  • 27 - LX Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:39

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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018

TRILHO DAS LAMPAS

“Paixão, paixão não vais fugir de mim

Serás paixão até ao fim”

 

Este refrão de uma das mais famosas canções dos Heróis do Mar não tem qualquer alvo ou destinatário específico que não seja a Paixão que o Frederico e o Carlos Gonçalves nutrem pelas provas de “Trail”.

 

Depois de uma primeira participação em 2013, por um motivo ou por outro as LEBRES E TARTARUGAS não voltaram a uma localidade também sobejamente conhecida pela Meia Maratona de S. João das Lampas, prova de estrada e também apelidada de S. João das Rampas. Embora também já tenhamos participado na modalidade de alcatrão na realidade é nas provas fora da estrada que estes dois atletas se sentem mais à-vontade.

 

O Trilho das Lampas oferece duas modalidades de participação: uma prova competitiva com cerca de vinte quilómetros e uma Caminhada, para os menos ousados, e com metade da distância. Mas o encanto próprio de uma Corrida/Caminhada que se inicia ao final da tarde e termina já pela noite dentro faz as delícias de qualquer um que tenha dentro de si um espírito de aventura e de procura por diferentes emoções.

 

E foi com este espírito que as LEBRES E TRATARUGAS marcaram “o ponto” com uma equipa mista: os dois fundadores da equipa e três convidados. Melhor, um casal de convidados e uma “Convidada” muito especial …

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 À chegada a S. João das Lampas presenciamos um anormal movimento de pessoas. Algo nos indicava que estavam ali muito mais atletas do que em 2013. E na realidade assim foi. Contabilizando só aqueles que concluíram a prova principal este ano tivémos quase o dobro dos atletas da primeira edição: 585 em 2018 contra 295 em 2013.

 

A nossa anterior participação coincidiu com a realização da primeira edição do Trilho das Lampas. Então com cerca de dezoito quilómetros era uma prova com uma “dureza” relativa cujo ponto mais alto era precisamente a descida para a praia da Samarra. Com a noite já a entrar todo o cuidado era pouco, igualmente para a escalada igualmente difícil que se seguiria até atingirmos um patamar que, sendo maioritariamente plano, e em grande parte em alcatrão, nos levaria de volta a S. João das Lampas.

 

Para 2018, e não sabemos como foi nos anos que se seguiram a 2013, a organização presenteou-nos com uma prova bem mais exigente mas também mais interessante.

 

Após a partida, em simultâneo para a Caminhada e para a prova de Corrida, temos uma fase inicial para aquecimento dos atletas e durante a qual os mais rápidos voam rumo à zona de trilhos. A maioria do traçado inicial foi diferente do da nossa anterior participação mas ficámos com a sensação que andámos pelas mesmas zonas. Alguns troços foram mesmo feitos em sentido contrário. Passámos por muitos locais já nossos conhecidos e ainda por uma zona (pocilga?) de porcos onde os seus grunhidos, e principalmente o cheiro, perturbou o ambiente "Zen" em que tinham mergulhado os atletas que, pacata e divertidamente, iam avançando na prova.

 

A noite aproxima-se. Um pequeno cartaz informa-nos que nos aguarda o "Pôr do Sol". Sabemos, por isso, que estamos perto da Praia da Samarra e da sua descida um pouco arriscada. Não tanto como a do "Monte da Lua", perto do Cabo da Roca, mas, mesmo assim, a exigir o máximo de atenção e destreza dos atletas. Segue-se a já esperada escalada igualmente exigente. Refira-se que esta parte do percurso foi também "oferecida" aos Caminheiros.

 

Vencido este grande obstáculo vamos ter de desafiar, lá mais para a frente, algumas descidas e escaladas e novos trilhos com o aliciante de serem feitos em plena escuridão só quebrada pela luz dos “frontais” que eram peça fundamental e "obrigatória" do equipamento exigido a cada atleta. Mais difícil, e quiçá mais perigoso, mas mais interessante para quem procurava por emoções fortes. Foi a novidade constada por nós este ano.

 

 E para não dizer que tudo são dificuldades somos presenteados com um cenário maravilhoso. Ao longe avista-se a Ericeira iluminada como se estivesse preparada para uma noite de festa. Só que a festa éramos nós, vagabundos da noite que, no meio da imensa escuridão, mais nos assemelhávamos a pirilampos errantes. Aliás esses insectos que, precisamente em 2013, e devido à temperatura amena que então se fazia sentir, fizeram questão de aparecer aos milhares como que a guiarem-nos de volta até S. João das Lampas. Neste ano nem um apareceu para amostra.

 

E quando pensávamos que teríamos os últimos quilómetros "planinhos" aguarda-nos uma última descida, boa para recuperar algum fôlego e descansar um pouco os nossos membros inferiores. Mas a nossa experiência em"trails" avisa-nos que a seguir a uma grande descida invariavelmente segue-se uma subida mais ou menos devastadora. E assim foi. Só o último quilómetro é que repetiu a parte inicial da corrida.

 

Cerca de três horas volvidas damos por cumprida a nossa participação. Com uma grande vontade de voltar em 2019.

 

Atletas que concluiram a Prova: 585

Vencedor: HÉLDER GROSSO (UF Comércio e Indústria Atletismo): 1:15:06

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 558) 

Classificação Geral: 483º - Classificação no Escalão M55: 27º

Tempo Oficial: 2:52:08/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:51:09

Tempo médio/Km: 8m:33s  <=> Velocidade média: 7,01Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 559) 

Classificação Geral: 552º - Classificação no Escalão M60: 15º

Tempo Oficial: 3:08:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:07:42

Tempo médio/Km: 9m:23s  <=> Velocidade média: 6,39Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Belém (Lisboa) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Vendas Novas - 10 Km
  • 27 - LX Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:16

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MEIA MARATONA DE SETÚBAL

Dia 6 de Maio disputou-se mais uma edição da meia maratona de Setúbal agora denominada de Alegro.

 

A participação dos Lebres e Tartarugas foi assegurada por Carlos Teixeira.

 

Quando cheguei a Setubal uma hora antes da prova já o termometro do carro marcava 19 graus o que antevia uma corrida com muito calor e de facto assim foi à chegada a temperatura era de 26 graus.

 

Enquanto fazia o aquecimento tive oportunidade de confratenizar uns minutos com o nosso amigo Favinha antigo colega do desporto que uniu os Lebres e Tartarugas o badminton.

 

A partida deu-se as dez em ponto depois de umas palavras da madrinha da prova a bem conhecida Isabel Silva vencedora feminina da edição de 2017.

 

Apesar das meias maratonas e maratonas serem normalmente provas planas não é o caso da meia maratona de Setúbal, assim logo nos dois primeiros Kms começamos a subir, seguidos de uma confortante descida que nos levou ao ancoradouro dos barcos e depois ao centro da Cidade de Setúbal. Aos 6kms passamos pelo histórico estádio do Bonfim ao que se seguiu nova subida que nos levou até ao km 8, regressamos ao centro da Cidade e depois o ponto forte da prova entre o Km 11 e o Km18 em plena Serra da Arrábida com subidas e descidas debaixo de um calor intenso. Os últimos 3 kms foram corridos já em pleno centro e grande parte na interminável Avenida Tody onde estava instalada a meta.

 

Na minha opinião a meia maratona de Setúbal é capaz de ser atualmente a meia maratona mais difícil juntamente com a de Santa de Maria das Lampas, daquelas que se disputam em Lisboa ou perto da capital.

 

Em relação ao passado o atual percurso desta meia maratona é muito mais bonito e motivador que o antigo, apesar de ser muito mais difícil.

 

De salientar a excelente organização desta prova e com preços de inscrição acessíveis.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 685

Vencedor: CARLOS SILVA (Grupo Desportivo e Recreativo da Reboleira): 1:09:48

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 666) 

Classificação Geral: 348º - Classificação no Escalão V55: 20º

Tempo Oficial: 1:57:22/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:56:47

Tempo médio/Km: 5m:32s  <=> Velocidade média: 10,84Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Belém (Lisboa) - 20 Km
  • 20 - Corrida de Vendas Novas - 10 Km
  • 27 - LX Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:08

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Sábado, 5 de Maio de 2018

CORRIDA DO 1º DE MAIO

Eram uma vez três amigos que habitualmente se juntam para a prática da sua modalidade de eleição e que voltaram a marcar presença na Corrida do 1º de Maio em Lisboa: o Lesionado, o Emigrado e o Apaixonado.

 

Estranho estes cognomes, não é? Surgiram na cabeça deste cronista para lançar um pouco de mistério à história da Corrida e atendendo à actual situação de cada um deles. Mas qual a origem destes “apelidos”?

 

O Lesionado, por sinal o mais velho do trio, foi assim denominado devido à onda de lesões que o tem assolado nos últimos anos. Por enquanto ainda vai mantendo alguma actividade continuando a participar em corridas embora sem a regularidade de antigamente. Provavelmente está agora a pagar a factura das várias loucuras que foi cometendo e que vão deixando as suas marcas. Embora não o queira a realidade é que já não vai para novo…

 

O Emigrado, o nosso atleta em melhor forma e que tem “fugido” daquelas provas “off the road” que desafiam em maior grau a integridade física, é como que um emigrante especial que o obriga a passar muito tempo fora do seu País. Por motivos de um novo desafio profissional passa grandes períodos em Barcelona. Mas nem tudo são espinhos. Apesar de estar longe da família, a estadia na capital Catalã já lhe permitiu cumprir um sonho de muitos amantes do Futebol: assistir em pleno “Camp Nou” a uma eliminatória da Liga dos Campeões com o “dream team” do Barcelona e com o Mágico Messi à cabeça.

 

Por fim temos o Apaixonado. O elemento mais novo deste trio entrou recentemente numa nova fase da sua vida e como que renasceu apresentando uma nova disponibilidade para o desporto participando quase todas as semanas em provas e treinando mais afincadamente para a aquisição de uma forma física da qual se tinha afastado. O resultado deste novo ciclo da sua vida está bem à vista nas cada vez melhores prestações nas provas em que participa. O amor move montanhas e consegue os impossíveis. “Love is in the air”…

 

Feitas as apresentações encontrámos os três fundadores das LEBRES E TARTARUGAS, Carlos Gonçalves, Carlos Teixeira e Frederico Sousa, de volta a uma das mais “obrigatórias” provas e festejando à sua maneira o Dia do Trabalhador.

 

Por mais estranho que pareça, e que já temos referido por diversas vezes, a Corrida do 1º de Maio é uma prova em que nada muda, a começar pelo percurso, e que tem mantido uma organização impecável, sem erros ou falhas dignas de serem assinaladas. Aqui há, certamente, mão do Partido Comunista, sobejamente conhecido por, entre coisas, não deixar nada ao acaso. Evcontinua a atrair um número anormalmente alto de atletas.acimo do milhar.  E, muito importante, oferece quinze quilómetros de grande prazer e com um preço quase que diríamos irreal. Numa época em que há cada vez maior escolha e se assiste a uma lenta mas inexorável escalada nos preços de inscrição, por seis Euros apenas percorremos os principais eixos viários da cidade de Lisboa, com direito a abastecimentos de água e controlo das forças policiais para que nada aconteça aos atletas.

 

Às nove e meia dá-se o encontro da equipa. Apesar do Sol brilhar em todo o seu fulgor ainda não foi desta vez que a temperatura assumiu que estamos na Primavera. Um dos pontos altos da Corrida do 1º de Maio é a partida na Pista de atletismo do Estádio com o mesmo nome.

 

Após o primeiro quilómetro de aquecimento, e jà perto da entrada no Campo Grande, os atletas entram em velocidade de cruzeiro e preparam-se para percorrer um troço bem conhecido daqueles que se inscrevem nas principais corridas da cidade de Lisboa. Estamos a falar do principal eixo da Capital com a passagem pelos túneis da Avenida da República sempre a subir até ao Saldanha. A partir desse ponto alto é sempre a acelerar até ao Terreiro do Paço. E, por fim, a outrora “tenebrosa” subida da Almirante Reis rumo à Praça do Areeiro.

 

Já dentro do quilómetro quatorze encontramos a única novidade do percurso. Na avenida Rio de Janeiro não viramos logo à esquerda na entrada para o Estádio 1º de Maio. Como a manga da partida foi colocada este ano cerca de duzentos metros mais à frente, temos de compensar esta “borla” com mais alguns passos fora do Estádio.

 

Cumprimos.

 

A Corrida do 1º de Maio fica à nossa espera até de aqui a um ano. E tão depressa os três fundadores das LEBRES E TARTARUGAS não se voltarão a encontrar em simultâneo.

 

Atletas que concluiram a Prova: 1161

Vencedor: BRUNO PAIXÃO (Beja AC): 0:48:10

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 792) 

Classificação Geral: 309º - Classificação no Escalão M5559: 23º

Tempo Oficial: 1:42:43/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:42:43

Tempo médio/Km: 5m:08s  <=> Velocidade média: 11,68Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 791) 

Classificação Geral: 845º - Classificação no Escalão M5054: 120º

Tempo Oficial: 1:26:38/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:25:54

Tempo médio/Km: 5m:44s  <=> Velocidade média: 10,48Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 793) 

Classificação Geral: 953º - Classificação no Escalão M6064: 59º

Tempo Oficial: 1:30:16/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:29:32

Tempo médio/Km: 5m:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 27 - LX Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 19:23

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Terça-feira, 1 de Maio de 2018

CORRIDA DA LIBERDADE

Depois de duas negas (Trail de Fontanelas e de Almourol) lá voltei à prática da modalidade com a participação na Corrida da Liberdade em Lisboa.

Foi com satisfação que constatei vários aspectos - o facto de esta corrida ser gratuita, o crescente numero de participantes (que devem ter excedido o milhar) e a forma simples como decorreu tanto o processo de inscrição como de levantamento do dorsal.

Outro aspecto positivo - a t-shirt distribuída no final ser de algodão e não técnica. É que técnicas são aos pontapés.

E por que não distribuirem por exemplo meias (como fazia a corrida do Metro...?).

O percurso escolhido correspondeu a 11km desde o quartel da Pontinha até aos Restauradores.

Iniciou-se a corrida pontualmente com uma largada de pombos e lá fomos nós calmamente zigzagueando pela Pontinha, Carnide, Telheiras, Alvalade, Campo Grande e avenidas abaixo até aos Restauradores.

Dadas as minhas ausências recentes adoptei uma postura não agressiva de esforço reduzido mas foi curioso verificar que o tempo final não terá sido mau.

Outra caracteristica recente é a circunstância de ter corrido as últimas provas despido de gadgets técnicos - sem relógio ou mp3.

O tempo final estimado para a prova foi de 1:00:30 o que para 11km coloca-me abaixo dos 6 min por km o que foi bem bom dado o facto de ter estado um dia moderadamente quente.

Acabei ombro a ombro com o bigodes - atleta carismático nosso conhecido de muitas outras provas.

O único ponto negativo desta simpática prova foi a saída no final em que existia apenas um corredor causando um demorado congestionamento de atletas ao sol desesperados por água e espaço.

Algo a melhorar.

 

O último ponto

[Crónica de Frederico Sousa]

Atletas que concluiram a Prova:Não divulgado

Vencedor: Não divulgado

 

Corridas do Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida da Liberdade (Lisboa) - 11 Km

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 6 - Meia Maratona de Setúbal - 21,0975 Km
  • 12 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 27 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km
  • 27 - Lx Trail Monsanto (Lisboa) - 23 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 18:02

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Terça-feira, 17 de Abril de 2018

20 KMS DA MARGINAL

Mais uma edição da carismática prova estafeta Cascais/Lisboa realizou-se no passado Domingo segundo se diz a prova mais antiga que se realiza em Portugal. Os tartarugas ainda não se aventuraram neste tipo de prova, participando sim com alguma regularidade na prova dos 20 kms que se realiza em paralelo. Este ano contudo apenas o tartaruga Carlos Teixeira representou os Lebres e Tartarugas, numa prova que tem algum simbolismo para o nosso team porque foi na mesma que completámos 200 corridas em conjunto. A partida teve lugar junto ao Centro de Congressos do Estoril com um número de atletas abaixo de 1.000 o que para mim é surpreendente pois trata-se de uma corrida das mais bonitas que se realiza na zona de Lisboa, mas é um facto que já é uma tradição que esta prova tenha um número de atletas reduzido comparativamente a outras provas que se realizam na capital e/ou nos arredores. Após percorridos os primeiros metros começou a cair uma chuva miudinha que praticamente nos acompanhou ou longo de toda a corrida, mantendo os atletas bem hidratados. O percurso manteve-se totalmente igual às edições anteriores muito agradável sempre ao lado do mar e depois do rio Tejo, e a chegada em Belém.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 782

Vencedor: MARCO CARDOSO (CDR Ribeirinho): 1:08:57

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2653) 

Classificação Geral: 309º - Classificação no Escalão M5559: 23º

Tempo Oficial: 1:42:43/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:42:43

Tempo médio/Km: 5m:08s  <=> Velocidade média: 11,68Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida do 25 de Abril (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:38

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Domingo, 15 de Abril de 2018

CORRIDA DO SLB

Apesar  de ser o único sportinguista Carlos Teixeira numa clara demonstração  de fairplay foi o único tartaruga a estar presente na 13ª edição da corrida do Benfica, ainda para mais num dos fins de semana mais tristes da história do Sporting. Sem os meus amigos tartarugas encontrei-me com alguns colegas do trabalho no centro comercial colombo, onde após alguns momentos de convívio nos deslocámos para o local da partida. Só após ter chegado à zona da partida constatei que a prova só se iniciava às 10h30m e não às 10 e que ao contrário do que pensava não ia partir na vaga dos sub-50 mas sim nos mais de 60. Parti assim na 3ª vaga apenas às 10h40m atrás de um mar vermelho empolgado pela vitória da véspera e pela perspetiva de mais um título de campeão nacional de futebol.  Após a partida foi um circuito difícil  aquele que tive que fazer nos primeiros dois kms para ultrapassar tanta gente que partiu à minha frente, mas aos pouco e poucos lá me fui libertando da multidão. Percurso foi totalmente igual à dos anos anteriores sem qualquer chuva ao contrário do que se previa. Esta corrida tem como ponto alto a passagem pelo interior do estádio da luz e como ponto mais baixo o preço das inscrições 16,5€, nesta fase com quase 300 provas já não se liga às T-Shirts muito menos para mim neste caso, mas dito por vários adeptos da casa a qualidade das T-Shirts era extremamente inferior à dos anos anteriores. Para a minha história de atleta fica mais uma prova de 10 Km e mais uma participação na corrida do Benfica que apesar dos aspetos atrás referidos me pareceu mais bem organizada no que se refere às zonas de partida e chegada.

[Crónica de Carlos Teixeira]

Participou ainda uma outra Lebre, ou Talvez Tartaruga, Pedro Antunes mas com o dorsal de uma colega. Não temos indicação do tempo e classificação mas fica registada a sua presença na corrida do clube do seu coração  com a "promessa" Afonso que fez questão de assistir à passagem do Pai pelo Estádio e de posar com para o "fotógrafo" após a conclusão da corrida.

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Atletas que concluiram a Prova: ND

Vencedor: RUI PINTO (Sport Lisboa e Benfica ELITE): 0:30:28

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 15608) 

Classificação Geral: 2680º - Classificação no Escalão Vet.4M: ND

Tempo Oficial: 0:58:11/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:34

Tempo médio/Km: 5m:03s  <=> Velocidade média: 11,87Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - Trilhos do Almourol (Entroncamento) - 25 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida do 25 de Abril (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 14:54

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Sábado, 7 de Abril de 2018

CORRIDA DOS SINOS

Depois de nos últimos anos ter sido o único tartaruga a participar na corrida dos sinos este ano tive a companhia do Frederico Sousa. Pena foi que o nosso muito prestigiado atleta Carlos Gonçalves não se tenha juntado mas, por razões físicas, infelizmente foi impossível.

As condições atmosféricas não foram as melhores com algum frio e, sobretudo, pelo vento mas, por outro lado, a chuva não caiu apesar das nuvens ameaçadoras que se observavam.

O percurso manteve-se inalterável num trajeto que começou como sempre junto ao complexo desportivo de Mafra com passagem pelo centro da vila e o seu majestoso convento. De seguida seguimos em direção a Paz, moinhos do sobreiro sempre animados com música pimba, e, a meio da prova, a passagem pela achada onde se retorna a Mafra com uma subida mais difícil entre os Kms 9,5 e 11. Por fim a chegada olímpica dentro do Estádio.

De referir que esta prova, tal como acontece com a das Lezírias, 1º de Maio e Fogueiras, são corridas carismáticas da distância de 15 km e que se têm mantido ao longo dos anos com a participação de um significativo número de atletas. De salientar igualmente que são provas geralmente bem organizadas e com preços abaixo dos dez euros, ao contrário do que se está a verificar noutras provas mais mal organizadas e com preços que já ultrapassam com alguma expressão os 10 euros.

Como sempre no final todos os atletas que cortaram a linha de meta tiveram direito ao habitual sino principal símbolo da prova e, no meu caso, muito feliz por juntar o décimo sino à minha coleção.

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Em termos desportivos de salientar a performance do Frederico que em linha com as últimas provas tem-se apresentado significativamente melhor físicamente, motivado por forças exteriores muito estimulantes!!!!! 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 1649

Vencedor: JOSÉ GASPAR (Odimarq Atletismo): 0:48:56

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1890) 

Classificação Geral: 802º - Classificação no Escalão M55: 45º

Tempo Oficial: 1:18:39/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:15s  <=> Velocidade média: 11,44Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1891) 

Classificação Geral: 1163º - Classificação no Escalão M50: 120º

Tempo Oficial: 1:26:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:46s  <=> Velocidade média: 10,41Km/h (*)

  

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km

Calendário para o Mês de Abril

  • 7 - Corrida do SLB António Leitão - 10 Km
  • 15 - Trilhos do Almourol (Entroncamento) - 25 Km
  • 15 - 20 KMS da Marginal (Cascais/Oeiras/Lisboa) - 20 Km
  • 25 - Corrida do 25 de Abril (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 17:08

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Sábado, 24 de Março de 2018

CORRIDA DA ÁRVORE

Prenúncio da Primavera que se aproxima a passos largos e elogio de um dos nossos mais importantes bens que são as árvores que, a par das plantas, são responsáveis pela produção do oxigénio que respiramos.

 

A corrida da Árvore é das poucas provas de atletismo que se desenrola integralmente dentro de um espaço verde, a Serra de Monsanto, e que tem conseguido escapar incólume à destruição massiva através da construção de edifícios sem qualquer ordem ou contenção.

 

Fiel às suas origens, esta prova tem-se mantido inalterável, pelo menos nos últimos anos, em termos do percurso a cumprir pelos inúmeros atletas. E, uma vez mais, a equipa das LEBRES E TARTARUGAS fez-se representar pela sua ala “veterana”, composta pelo Frederico, o João Valério e os dois Carlos, Teixeira e Gonçalves. Este último viu-se forçado a desistir à última hora vítima de um súbito ataque de dores na região lombar e reflexo de uma lesão que o apoquentou há alguns anos. Como tinha na sua posse os dorsais da equipa não deixou de estar presente antes do início da corrida e nos momentos de concentração máxima dos seus companheiros. IMG_20180318_094432.jpg

Restou desejar-lhes boa sorte para uma corrida pela qual, apesar de ser em estrada, nutre algum carinho. E como não correu decidiu desde logo assumir as despesas da equipa em termos da produção da crónica da corrida.

 

Apesar da Corrida da Árvore já ir na 23ª edição continua a atrair largas centenas de atletas, perto de 700, homens e senhoras, novos e “menos novos, o que atesta bem o interesse que continua a desfrutar no meio do atletismo popular.

 

Com um início bastante fácil, predominantemente a descer até passarmos pelo Parque da Serafina, esta fase inicial é mais de aquecimento, excepto para as velozes lebres que aspiram a um lugar de destaque, se possível no pódio final. Lá mais para a frente, e já depois de termos passado pelas imediações do campo de Futebol do Casa Pia Atlético Clube, começam as dificuldades. Ou melhor A dificuldade com o já tradicional penúltimo quilómetro sempre a subir até à rotunda do Restaurante dos Montes Claros. De aí até à meta temos algumas centenas de metros de descontracção ou, para alguns, de “sprint final em busca de uma boa classificação e de um melhor tempo.

 

Conhecedores do trajecto os dignos representantes das LEBRES E TARTARUGAS fazem a corrida quase de olhos de fechados. Já não têm surpresas. Só o nosso estradista Carlos Teixeira quebrou um pouco na parte final tendo mesmo pensado em parar. As constantes e desgastantes viagens semanais entre Lisboa e Barcelona deixam as suas marcas e condicionam a manutenção de uma boa forma. Decerto que irá recuperar pois segue-se a Corrida dos Sinos tão do seu agrado e na qual tem participado, nos últimos anos, sem a companhia dos seus colegas de equipa. Desta vez não irá a Mafra sózinho.

 

Atletas que concluiram a Prova: 679

Vencedor: MARCO CARDOSO (CDR Ribeirinho): 0:34:09

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 773) 

Classificação Geral: 222º - Classificação no Escalão M5559: 16º

Tempo Oficial: 0:53:01/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:52:23

Tempo médio/Km: 5m:14s  <=> Velocidade média: 11,45Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 774) 

Classificação Geral: 389º - Classificação no Escalão M5054: 47º

Tempo Oficial: 0:59:14/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:58:36

Tempo médio/Km: 5m:52s  <=> Velocidade média: 10,24Km/h (*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 775) 

Classificação Geral: 379º - Classificação no Escalão M6064: 16º

Tempo Oficial: 0:58:53/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:58:13

Tempo médio/Km: 5m:49s  <=> Velocidade média: 10,31Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 17:54

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Terça-feira, 20 de Março de 2018

TRAIL DA COSTA SALOIA

Um Trail não é uma Corrida. É, sobretudo, uma prova de transposição de obstáculos e de um sem número de dificuldades donde se destacam as descidas de cortar a respiração e as escaladas em “tracção total”. E, pelo meio, até se correm algumas centenas de metros, ou mesmo uns quantos quilómetros, aqui e ali intervalados por um ou outro acidente de maior ou menor grau de exigência. É isto que esperam os Trailistas quando se candidatam a uma prova desta categoria.

 

Há trails para todos os gostos. Desde os de quinze quilómetros para os iniciados nestas lides, passando pelos de distância intermédia entre 20 e 30 quilómetros, até aos “Ultras” que podem facilmente chegar à centena de milhares de metros. Mas para estes é imprescindível uma preparação física e psicológica mais avançada. Podemos então considerar que os trails mais equilibrados são justamente aqueles que oferecem um desafio de vinte e tal quilómetros. São difíceis quanto baste mas que nos permitem terminar vivos e satisfeitos e não num registo de sobrevivência.

 

E tanta conversa para quê? Esta introdução serve para explicar porque razão o Carlos Gonçalves convenceu o Frederico a inscrever-se no Trail da Costa Saloia prova que já tinha feito há dois anos e que repetiu em 2017 e da qual tem guardado belas recordações.

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Vinte e três quilómetros de pura diversão são o que nos oferece o Trail da Costa Saloia que vai já na quarta edição. Um início bastante simples, já com alguma lama à mistura, e que serve essencialmente para aquecimento e adaptação ao novo meio ambiente. Aliás atendendo ao que choveu nas últimas semanas o piso até estava bastante bom. Com atenção constante para evitar alguma queda de consequências mais imprevisíveis, após passarmos pela habitual queda de água entramos num novo cenário. Deixamos para trás o piso mais escorregadio e abeiramo-nos da primeira escalada que, após atingirmos o ponto mais alto, descemos até à Praia do Magoito. Apesar dos alertas iniciais o passadiço em madeira até não se apresentou perigoso e escorregadio.

 

Segue-se um conjunto de escaladas, algumas “às quatro patas”, e de correspondentes descidas até que, após passarmos um marco geodésico, aproximamo-nos da Costa. O cenário é, como sempre, deslumbrante. O Mar, em máxima fúria, atemoriza até o mais destemido. E o vento marca forte presença tentando derrubar-nos sem qualquer pudor. 

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À passagem por um dos abastecimentos informam-nos que, em relação ao ano passado, tinha sido introduzida uma nova escalada porque alguns dos atletas tinham referido na altura que o trail estava muito fácil. Tomem lá com uma subida, longa, íngreme e sem grande aderência, para se sentirem mais “confortáveis”.

 

Ao longo das falésias vamos até às Azenhas do Mar. Momento para deliciar a vista com a piscina natural de água salgada a estar completamente submersa pelas ondas bastante agitadas. Ainda se comenta entre os atletas “onde estão os surfistas”. Será que com tanta onda não há ali qualquer “material” que pudessem utilizar? Provavelmente que não.

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Atém ao fim não há praticamente novidades. A única alteração é a de que, fruto da tal subida introduzida este ano, não andamos tanto às voltas dentro do Pinhal que nos levará até ao Campo de Futebol da União Desportiva Mucifalense.

Quando o Carlos Gonçalves dá a volta final no relvado sintéctico já o Frederico descansava nas bancadas. Tinha concluído a sua prova uns cinco minutos mais cedo.

 

“Gostaste”, pergunta-lhe o Carlos Gonçalves? “Prova a repetir”, responde-lhe o outro Tartaruga.

 

E com esta troca de comentários cada um segue o seu caminho.

 

Atletas que concluiram a Prova: 191

Vencedor: CARLOS PACHECO (Monsanto Running TEam): 1:49:23

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 235) 

Classificação Geral: 175º - Classificação no Escalão M60: 6º

Tempo Oficial: 3:25:19/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 8m:56s  <=> Velocidade média: 6,72Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 236) 

Classificação Geral: 166º - Classificação no Escalão M50: 18º

Tempo Oficial: 3:18:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 8m:38s  <=> Velocidade média: 6,95Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:40

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CORK TRAIL

Vila Nova da Erra. Alguém sabe onde fica? Algures no Distrito de Santarém e numa zona onde a cultura do arroz e a exploração da cortiça são os principais sectores de actividade económica.

 

E Coruche? Aí provavelmente que a maioria das pessoas já ouviu falar. Até porque além do Arroz (o arroz Cigala é produzido e embalado aqui) e da cortiça esta Vila é também bem conhecida pelas Touradas que reúne aqui bastantes aficionados. E para terminar esta introdução resta ainda acrescentar que José Peseiro, conhecido treinador de Futebol que já orientou equipas tão diversas como o Sporting Clube de Portugal, o Futebol Clube do Porto, o Sporting de Braga e agora o Vitória de Guimarães, é natural de Coruche.

 

Mas estamos aqui para falar de Corridas, mais propriamente de Trail.

 

Pelo quinto ano consecutivo o Trilho Perdido organizou uma corrida designada por Trilho da Cortiça ou Cork Trail. A maioria das pessoas decerto que se intriga onde iremos encontrar uma orografia própria desta natureza de provas já que associamos Coruche à várzea do Rio Sorraia e na qual impera a cultura de regadio. Mas de onde menos se espera por vezes surgem as maiores surpresas.

 

Estando a equipa das LEBRES E TARTARUGAS uma vez mais presente neste trail, o Carlos Gonçalves já constatou por três vezes que estamos em presença de um desafio tudo menos fácil. E a edição deste ano contou ainda com um aliado terrível que foi a chuva que se sentir bastante na semana anterior. Muita água, e ainda mais lama, foi algo que acrescentou desta vez maiores dificuldades aos bravos heróis que, muitos deles, partiram à descoberta de uma nova paisagem e que sentiram bem nas pernas a exigência de cada corrida, fosse ela a de quinze ou a vinte e cinco quilómetros.

 

À chegada a Vila Nova da Erra fomos recebidos com algum nevoeiro. Apesar de se tratar de uma aldeia simpática e pacata, logo desde cedo que esta pacatez foi quebrada com o rebuliço dos inúmeros atletas que aqui se deslocaram.

 

Houve tempo para fazer tudo com calma desde a procura de um lugar para estacionar o carro até ao levantamento dos dorsais.

 

O único representante das LEBRES E TARTARUGAS pousou junto à manga de partida e aproveitou para tirar uma selfie (ficando com má cara como é habitual) e enviar via WhatsApp aos amigos anunciando que estava pronto para disputar o Cork Trail, ou talvez o Fog Trail devido ao nevoeiro que se fazia sentir um pouco.

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Com um começo igual ao dos anos anteriores a organizou montou de novo um percurso cheio de muitas novidades e de dificuldades pelo que foram poucos os sítios por onde passámos e que se repetiam de outras edições. Nevoeiro quanto baste. Frio era algum, água e Lama em grandes doses. Enquanto progredia no caminho o nosso atleta tentava reconhecer aqui e acolá troços de outras edições. Mas não foram muitos. E pensava para si que este Trail estava a ter de tudo um pouco só faltando mesmo a chuva. Talvez fôssemos poupados a ela.

 

Mas a lama foi mesmo o nosso principal adversário. Não sabemos mesmo se eram mais difíceis as descidas, algumas bastante íngremes, se as subidas. Nas primeiras todo o cuidado era pouco para evitar alguma queda mais aparatosa e a deslizar encosta abaixo. Nas segundas, apesar dos socalcos postos de propósito ou abertos pelos atletas mais adiantados darem alguma ajuda, a falta de tracção era enorme. De tal modo que a certa altura, quando se preparava para vencer um desnível mais acentuado o Carlos Gonçalves, de pés e mãos enterrados na lama, foi surpreendido pelocomentário de uma atleta que vinha mesmo atrás de si: “Perdeu alguma coisa?” “Sim”, respondi-lhe. “Perdi a tracção. E ela lá seguiu alegremente à minha frente com uma ligeireza própria de quem levava uns muito úteis bastões.

 

E pensei para mim porque é que eu tenho de sempre de me armar em herói e deixar invariavelmente os bastões em casa. E que esta prova tenha servido de emenda. Ao longo da evolução no caminho o atleta tratou logo que pôde de arranjar uns bastões improvisados feitos de ramos ou pequenos troncos de pinheiro. Não mais os larguei. E como me foram úteis para vencer os últimos doze quilómetros.

 

Aqui e acolá apareciam-nos avisos de “CUIDADO” o que deixava logo antever que grandes dificuldades nos esperavam ao virar da esquina. A certa altura lá nos reencontramos com a habitual falésia, na qual temos de descer por uma reentrância e principalmente à custa da força dos braços. Para quem, como eu, já conhecia este acidente não havia nada a temer. Os estreantes perdiam ali algum tempo interrogando-se como melhor ultrapassar aquela zona.

 

E finalmente apareceu a chuva. Muita e a complicar ainda mais os últimos quilómetros ao longo dos quais a lama ditou a sua lei. Esta fase final foi igual pelo menos ao ano passado. Só que desta vez todo o piso era feito de uma lama profunda e extremamente escorregadia. A passagem por alguns precipícios tirava a respiração até ao mais ousado.

 

Placa do quilómetro vinte e quatro. Será que não iríamos ter mais lama? Sim. A partir deste ponto era só alcatrão até entrarmos de novo em Vila Nova da Erra. E como continuava a chover copiosamente as bermas estavam preenchidas por pequenos cursos de água e nos quais o Carlos Gonçalves procurava retirar alguma lama dos seus sapatos. Havia que terminar com boa apresentação, nada de pés cobertos e envoltos em lama.

 

Terminaram os 25 quilómetros da versão mais longa do Cork Trail. Ainda tentei tirar uma selfie com o meu ar bastante apresentável e na companhia dos meus “queridos bastões”. Só que a bateria do telemóvel “foi-se”. E nem sequer conseguia telefonar para casa ou deixar uma mensagem no WhatsApp.

 

Comi uma Bifana acompanhada de uma divinal cerveja, não uma mini que saberia a pouco. E enquanto degluto esta pequena refeição os vários elementos da organização perguntam-me com estou e se gostei. “Adorei e para o ano voltarei de certeza absoluta". E se calhar até acompanhado por mais algum Tartaruga.

 

A primeira preocupação agora era tomar um bom e retemperador banho. E como a esmagadora maioria dos atletas já tinha há muito terminado a prova fiquei com o balneário praticamente só para mim, longe das confusões normais.

 

Fiquei como novo. De regresso ao carro ainda passo pela zona da chegada e peço uma nova bifana pois já não chegaria a casa a tempo de almoçar com a família. Deste modo o estômago ficava “aconchegado” por algumas horas. Já sentado dentro do meu carro dou alguma carga ao telemóvel.

 

“Terminei. Foi durinho, não foi duro, aliás foi MUITO DURO. Ao nível de Almourol com muita lama e piso demasiado escorregadio. Tive de improvisar uns bastões recorrendo ao que a natureza nos dá: troncos de Pinheiro. Ah, e não fui o último.”

 

Com esta mensagem no WhatsApp pretendo tranquilizar os meus seguidores transmitindo-lhes que estava bem e como tinha sido difícil este Trail. Mas ao mesmo tempo muito belo e entusiasmante. As cinco horas e cinco minutos que gastei, e o desnível acumulado de 673 metros, atestam bem a dureza da corrida.

 

Para o ano há mais. Mas no próximo fim-de-semana volto a desafiar o Trilho da Costa Saloia onde também fui muito feliz em 2016 e 2017. Desta vez vou com a companhia do Frederico ao mesmo tempo que o Carlos Teixeira vai repetir a meia-maratona da Ponte 25 de Abril. Aliás a corrida onde tudo começou, ou seja a rampa de lançamento das LEBRES E TARTARUGAS.

 

Atletas que concluiram a Prova: 102

Vencedor: LUÍS FERNANDES (C.P.A./MARINHA): 2:09:10

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 176) 

Classificação Geral: 99º - Classificação no Escalão M60: 4º

Tempo Oficial: 5:05:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 12m:13s  <=> Velocidade média: 4,91Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:39

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Sábado, 10 de Março de 2018

TREINO/CORRIDA DOS SALESIANOS

Depois de várias semanas seguidas com participação em provas um pouco mais longas decidi não me inscrever em nenhuma prova neste ultimo fim de semana também para não me ausentar muito tempo de casa.

Chegado ao Domingo o organismo, habituado à rotina, pediu-me um treino matinal.

Sem pensar muito no assunto decidi-me por um treino com cerca de 8 a 10 kms na zona ribeirinha até para admirar o estado revoltoso do mar.

Mas o destino prega-nos partidas.

Quando desço para Algés encontro a marginal fechada. Dirijo-me ao policia colocado junto a uns pinos e este informa-me que aí irá decorre dentro de minutos a corrida dos Salesianos, uma prova de 10 kms em que já tinha participado uns anos anteriores.

Decidi pois percorrer a marginal deserta em direcção à partida.

Quando estava a chegar a Belém cruzo-me então com os primeiros atletas a correr na direcção contrária.

Continuo na minha direcção até encontrar a cauda do pelotão e aí inverto o sentido e junto-me à prova.

Verifico pelo meu relógio que, face à distancia que já tinha percorrido e o ponto em que peguei a prova, acabaria o trajecto com um pouco mais de 11k.

O percurso era o esperado - Belém - Algés - retorno até à 24 Julho junto à Infante Santo e novo retorno em direcção a Belém.

Foi um treino interessante com boa companhia, direito a abastecimentos, a rolar nos 5.40" por km.

O crime compensa!

[Crónica de Frederico Sousa]

publicado por Carlos M Gonçalves às 02:25

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Quarta-feira, 7 de Março de 2018

CORRIDA DAS LEZÍRIAS

Neste fim de semana os três tartarugas seguiram cada um para seu lado depois de duas provas consecutivas onde se juntaram na Costa da

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Caparica para realizar o Trail de Almada e o Grande Prémio do Atlântico. Assim o Carlos Gonçalves atascou-se de lama no Cork Trail, o Frederico Sousa aproveitou para treinar à porta de casa percorrendo alguns Kms da corrida dos salesianos e Carlos Teixeira participou pelo décimo ano consecutivo na Corrida das Lezírias, uma das provas mais antigas do calendário de  atletismo.

 

As perspetivas para a corrida das lezírias não eram as melhores face à intempérie que atravessou o País durante o dia de sábado, quase de certeza que a corrida se ia desenrolar debaixo de chuva e na zona da lezíria entre o Km 9,5 e o Km11 previa-se que estivesse muita lama.

Foi com alguma dificuldade que de manhã cedo me levantei da cama para me deslocar para Vila Franca de Xira, a vontade de enfrentar a meteorologia por um lado e o facto de ir sozinho não me estava a motivar muito, mas nunca me passou pela cabeça não ir disputar a prova.

O S. Pedro contudo contrariou as previsões e durante toda a prova não caiu uma gota de chuva, a organização por sua vez face à situação de inundação em que se encontrava a lezíria decidiu alterar o percurso, cortando a parte da lama.

 

Como sempre os 15,5 Kms anunciados não foram percorridos a corrida teve aproximadamente 15,1Km e nos anos anteriores em média teve 15,3Km, este ano foi mais compreensível face á alteração de última hora do percurso.

O percurso foi igual ao dos anos anteriores com exceção da parte arenosa em torno da lezíria que foi mais longa face à alteração que foi necessária introduzir, de resto mantiveram-se as partes da prova de entrada e saída do centro de Vila Franca de Xira e as travessias nos dois sentidos da ponte da Vila.

 

Aproximadamente 1.200 atletas completaram a prova este ano fiquei com a ideia que o número de participantes foi mais reduzido, várias devem ter sido as razões, o mau tempo, a crescente transferência de atletas para o trail e o facto de apesar de ser bem organizada a prova necessitar de ser revitalizada com novos pontos de interesse.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 1191

Vencedor: HUGO RODRIGUES (UA  Povoense): 0:51:46

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 983) 

Classificação Geral: 435º - Classificação no Escalão M5054: 25º

Tempo Oficial: 1:15:17/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:15:12

Tempo médio/Km: 4m:51s  <=> Velocidade média: 12,37Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:53

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GRANDE PRÉMIO DO ATLÂNTICO

Regressámos a um local onde já fomos felizes.

 

Uma semana depois do Almada Trail encontrámo-nos de novo na Costa da Caparica mas, desta vez, para cumprir os dez quilómetros em estrada do Grande Prémio do Atlântico, prova organizada pelo núcleo local do Sporting Clube de Portugal e que já vai na décima nona edição. 

GP Atlântico 1.jpg

Sem grandes dificuldades, com um percurso praticamente todo ele plano, é uma corrida bastante simpática e que pode ser encarada como uma boa alternativa a um normal treino de manutenção da nossa forma física e que, com a companhia de muitos outros amantes da corrida, conseguimos imprimir um ritmo que não é habitual quando treinamos sozinhos.

 

A manhã apresentava-se-nos bastante ensolarada e já a querer dar ares de uma Primavera que todos desejamos mas que parece nunca mais chegar. Portanto foi com alguma normalidade que encontrámos muita gente a passear, a correr, a andar de bicicleta ou mesmo a surfar as magníficas ondas da Costa da Caparica.

 

Desta vez não houve direito a “aquecimento orientado” pelo que os atletas tiveram como alternativa dar umas corridinhas para prepararem convenientemente os seus músculos e articulações antes de se perfilarem junto à manga da partida.

 

Às dez da manhã , mais minuto menos minuto, é dada a ordem de partida. Com um traçado um pouco diferente do habitual, o Grande Prémio do Atlântico manteve, mesmo assim, a essência dos anos anteriores percorrendo-se algumas das artérias já nossas bem conhecidas e tendo como ponto alto a passagem pelo paredão junto à Praia. São provavelmente os melhores quilómetros, cerca de dois, de toda a corrida ao longo dos quais nos cruzamos com bastantes pessoas e crianças que também aproveitaram este magnífico início de dia para saírem de suas casas. Olhando de soslaio para o lado direito vemos muitos surfistas a desafiarem as ondas. À esquerda encontramos os restaurantes e bares bem conhecidos da zona, entre eles os do conhecido “Barbas”, figura emblemática dos adeptos benfiquistas.

 

A temperatura, apesar de um pouco fria para quem simplesmente só passeava, era a ideal para a corrida. E a ligeira brisa marítima surgia como um suplemento refrescante aos atletas em pleno esforço.

 

Desta vez todos os Tartarugas cumpriram a distância oficial sem que algum tivesse direito a desconto na distância. Os dez quilómetros foram para todos sem excepção.

GP Atlântico 2.jpg

Segue-se um período de “separação” devido a diferentes escolhas de corridas. Uns regressam aos Trails e outro à estrada.

 

Atletas que concluiram a Prova: 1460

Vencedor: MARCO TEIXEIRA (UFCI Atletismo): 0:32:13

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 894) 

Classificação Geral: 398º- Classificação no Escalão M5559: 33º

Tempo Oficial: 0:48:52/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:33

Tempo médio/Km: 4m:51s  <=> Velocidade média: 12,36Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 896) 

Classificação Geral: 829º - Classificação no Escalão M6099: 70º

Tempo Oficial: 0:55:33/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:14

Tempo médio/Km: 5m:31s  <=> Velocidade média: 10,86Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 952) 

Classificação Geral: 867º - Classificação no Escalão M5054: 115º

Tempo Oficial: 0:56:15/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:56

Tempo médio/Km: 5m:36s  <=> Velocidade média: 10,73Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  Terra & Mar - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km

Calendário para o Mês de Março

  • 4 - Corrida das Lezírias (V. F. de Xira) - 15,5 Km
  • 4 - Cork Trail (Coruche) - 25 Km
  • 11 - Trail da Costa Saloia (Mucifal/Colares) - 23 Km
  • 11 - Meia Maratona de Lisboa - 21,0975 Km
  • 18 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 25 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:19

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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018

ALMADA TRAIL TERRA & MAR

Finalmente conseguimos atrair o nosso especialista em provas de estrada a regressar ao ambiente do “Trail”. Desde OuAlmada Trail 1.jpgtubro de 2014, na malfadada Corrida do Monge na qual muitos atletas, incluindo os das LEBRES E TARTARUGAS, não terminaram a prova devido a um erro de sinalização, que o nosso colega Catela não participava numa prova de Trail. Sim porque apesar de se desenrolar em ambiente de montanha a Lisbon Eco Marathon não pode ser considerada uma corrida de Trail. É preciso pôr as mãos na massa, vulgo subir desníveis consideráveis à custa de rastejar e de se agarrar a tudo o que possa servir de auxiliar a uma boa progressão no caminho, e arriscar descidas mais desafiantes, para estarem reunidas as condições essenciais a uma prova de Trilhos. E o Almada Trail teve todos estes ingredientes.

 

 

Pelas indicações e conhecimento da zona tudo fazia antever que iríamos ter pela frente uma prova calma, sem grandes problemas e sem grandes dificuldades. Como bem notava o Frederico os 308 metros de desnível positivo acumulado anteviam uma corrida fácil. Mas por vezes os números revelam-nos grandes surpresas.

 

Num dia pleno de Sol e convidativo a actividades ao ar livre os três Tartarugas encontraram-se perto da zona de partida, algures nas traseiras do Quartel dos Bombeiros Voluntários da Costa da Caparica.

 

O movimento de atletas era grande dado que iríamos ter três tipos de provas: 

  • Trail Longo K20+ com uma distância total aproximada de 22 Km
  • Trail Curto K10+ com uma distância total aproximada de 12,5 Km
  • Caminhada com uma distância total aproximada de 9,5 Km

 

Com a hora de marcada para a partida às dez da manhã os atletas foram convidados a realizarem um curto período de aquecimento orientado por monitor do Fitness Hut. A hora era mais de contemplarem a praia e demais “vistas”. Só o nosso colega Carlos Teixeira é que se entregou aos exercícios de aquecimento sendo contemplado embevecidamente pelos seus dois colegas. 

               Almada Trail 4.jpgAlmada Trail 5.jpg

Almada Trail 6.jpg

 Este trail antevia-se fácil tendo em atenção que a organização indicava um desnível total positivo de cerca de 300 metros para uma distância total a rondar os 22 quilómetros. Percorremos os primeiros metros, desde a Praia até à Arriba Fóssil da Costa da Caparica, em ambiente de puro aquecimento. Depois de termos atravessado a estrada que vai para a Fonte da Telha entramos numa zona de pequenas hortas até que se dá o primeiro engarrafamento. De uma vez só vamos vencer um desnível de mais de 100 metros. A corrida começa verdadeiramente aqui. Rastejando ao longo da encosta em tracção total, ora com as mãos no chão ora agarrando os ramos e troncos que vamos encontrando, vencemos o primeiro e, quiçá, o mais difícil obstáculo. Após uma curta subida em estrada alcatroada chegamos ao Mirador junto ao Convento dos Capuchos. Mas não há tempo para observar a paisagem pois a corrida continua e ainda só vai no princípio. 8fc613ea1d30335f42eeab0ab0ca0bd8.jpg

Entramos na Mata dos Medos onde encontramos um pouco de tudo: desde caminhantes a pessoas que passeiam os seus cães, até cavaleiros que se apeiam à passagem dos atletas. Só faltaram mesmo os BBTistas comuns por estas paragens. Em sobe e desce constante constatamos que de fácil não tem nada estre Trail. Single Treks e descidas mais ousadas não dão descanso aos atletas. 7868a2507296bc5951e7cf0b27e03d61.jpg

Depois da separação dos dois grupos – Trail longo para a esquerda e Trail Curto para a direita – avançamos em direcção à Fonte da Telha. O Mar avista-se de vez em quando. Umas vezes mais perto e outras mais longe. b3fa5b48c27ee6487f0c1ffffc1ee40c.jpg

Passando pelas instalações de vigilância da Guarda Nacional Republicana encetamos a derradeira descida rumo às praias. Encontramos um casario um pouco desordenado a chamar-nos a atenção que afinal a “clandestinidade” da Fonte da Telha ainda perdura.

 

Numa primeira fase temos de percorrer alguns quilómetros num estradão em sobe e desce. A certa altura avisam-nos que temos de cortar à esquerda e percorrer um curto, mas sombrio, trilho que nos conduzirá até à estrada de acesso a uma das várias Praias que habitualmente fazem as delícias dos Lisboetas, e não só.

 

Atravessamos a linha do combóio e seguimos pelo passadiço até ao imenso areal. Muitos surfistas colonizam as praias. Mas também muitos outros que, aproveitando o tempo quase primaveril que se fazia sentir, aproveitaram para uma ida à praia para matar saudades de um Verão que ainda vem longe.

 

Temos ainda pela frente perto de quatro quilómetros. Ao longe começamos finalmente a avistar a Meta. Tão perto mas ainda tão longe. Mais que do que resistência física aqui é necessária uma grande força psicológica para não desistir. Que o diga quem já participou na Ultra Maratona Melides Tróia, por certo uma das mais exigentes no calendário das provas de longa distância.

 

A reunião do grupo faz-se com os comentários ao Trail de Almada. O estradista Carlos Teixeira mostrou-se satisfeito não só pela novidade mas também pelo facto de “não ter caído nem se ter perdido”. Parece que gostou. O Carlos Gonçalves adorou e garantiu que no próximo voltará. Tinha uma expectativa de um Trail bem mais fácil do que foi na realidade e por isso mesmo quer repetir esta experiência. O Frederico mostrou-se um pouco mais desanimado porque, devido a uma deficiente sinalização em determinado ponto, acabou por, ele e mais uns quantos atletas, fazer um atalho tendo terminado a prova com pouco mais de dezanove (19,369) quilómetros. Mas, mesmo assim, acabou por integrar a classificação oficial.

Se voltará no próximo ano não sabemos. Foi a quarta corrida seguida com uma distância acima dos vinte quilómetros.

 

Feitas as despedidas cada um partiu à fruição do que ainda restava deste belo fim de semana já a cheirar a Primavera.

 

Atletas que concluiram a Prova: 369

Vencedor: LUÍS Fernando (Clubde de Praças da Armada): 1:32:31

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 378) 

Classificação Geral: 237º- Classificação no Escalão M5059: 24º

Tempo Oficial: 2:37:57/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:37:28

Tempo médio/Km: 7m:30s  <=> Velocidade média: 8,00Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 377) 

Classificação Geral: 257º - Classificação no Escalão M5059: 26º

Tempo Oficial: 2:41:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:40:36

Tempo médio/Km: 7m:39s  <=> Velocidade média: 7,85Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 376) 

Classificação Geral: 340º - Classificação no Escalão M6099: 7º

Tempo Oficial: 3:06:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:06:05

Tempo médio/Km: 8m:52s  <=> Velocidade média: 6,77Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  Terra & Mar - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:29

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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018

MEIA MARATONA DE CASCAIS

No passado Domingo realizou-se a segunda edição da meia maratona de Cascais, prova que substituiu os 20 Km de Cascais em que participámos por diversas vezes.

 

Tal como já é tradição a prova teve lugar em Domingo de carnaval, com alguns atletas mascarados que assim participaram em duas provas a meia maratona e o concurso de máscaras.

 

Os tartarugas foram representados por Carlos Teixeira e Frederico Sousa ambos muito ligados e grandes apreciadores da Vila de Cascais.

 

Já de si mascarados com as suas carapaças os tartarugas não precisaram de utilizar outro tipo de máscaras.

 

De manhã cedo caiu alguma cacimba e a temperatura estava bastante amena no momento da partida e manteve-se muito agradável ao longo da corrida, aqui e ali até algum calor derivado dos raios solares que a medo foram despontando e de alguma humidade. O vento que é sempre um fator temível em qualquer prova que passe pela praia do guincho também se manteve fraco.

 

O percurso foi igual ao do ano passado, com partida e chegada na Baía mais bonita do Mundo de acordo com as palavras do Presidente da Câmara de Cascais.

 

Os primeiros 4 km são provavelmente os mais desinteressantes nomeadamente a parte em que se corre em direção à Torre, passados aqueles km é uma prova muito bonita junto ao mar e é daquelas corridas que por muitas vezes que se participe nunca se torna aborrecida.

 

Ambos os tartarugas apesar de se apresentarem preguiçosos à partida, acabaram por realizar bons tempos de acordo com as suas atuais capacidades, beneficiando das excelentes condições climatéricas.

 

E até para o ano Cascais.

 [Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a Prova: 2102

Vencedor: JOSÉ GASPAR (Individual): 1:08:52

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 439) 

Classificação Geral: 746º - Classificação no Chip: 784º - Classificação no Escalão V55: 30º

Tempo Oficial: 1:45:48/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:45:34

Tempo médio/Km: 5m:00s  <=> Velocidade média: 11,99Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 440) 

Classificação Geral: 1630º -  Classificação no Chip: 1613º- Classificação no Escalão V50: 185º

Tempo Oficial: 2:06:21/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:04:27

Tempo médio/Km: 5m:54s  <=> Velocidade média: 10,17Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 18:31

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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018

PENINHA SkyRace

Depois de uma participação na mítica prova do Fim da Europa decidi voltar, uma semana mais tarde, à Serra de Sintra para um prova nova de Trail.

Vários sinais de preocupação surgiram no momento da inscrição:

  • Organização pela TurresTrail que não costuma ser própriamente meiga com   os traçados
  • Desnivel positivo acumludado para cada distância  - 1.600 m para os 27k e 900 m para apenas 16k
  • Tempos limites de 6 e 5 horas respectivamente

 

A apreensão agudizou-se quando na véspera do evento a organização decidiu alargar os requisitos de equipamento (Manta térmica) mesmo para o Trail Curto.

Este rigor esteve ainda presente no controlo 0 em que foi efectivamente vistoriado o equipamento obrigatório e introduzidas severas penalizações de tempo (30 minutos) na classificação final por cada elemento em falta.

No dia da prova desloquei-me cedo para o secretariado da prova na Malveira da Serra onde deixei o carro. Perguntei se a prova acabava no local da partida mas a resposta não foi clara.

Depois de uma pequena volta na vila desloquei-me para o controlo 0 a cerca de 700 m de distância mesmo em frente à nossa conhecida subida de alcatrão percorrida diversas vezes na prova Entre Serra e Mar.

20180204_085515.jpg

A prova contou com uma bela moldura humana com várias centenas de atletas para ambas as provas.

Depois de um briefing inaudivel deu-se a partida às 09:00 numa manhã fria mas com sol. Por sorte na véspera tinha chovido pelo que o elemento de lama estava garantida.

 

A partida decorreu num chamado "passo de vaca" dada a absurda inclinação logo do primeiro quilometro.

Seguiu-se depois uma parte de estradões e trilhos similares aos percorridos na prova Entre Serra e Mar. Entroncamos depois em trilhos e estradas percorridos noutras provas sintrenses como corrida do Monge, Monte da Lua e Fim da Europa.

20180204_104105.jpg

No final fiquei sem saber se em alguma parte pisei solo virgem (de participações anteriores).

Mas não se entenda isto como queixa mas apenas constatação de uma realidade - estamos a ficar batidos nisto.

 

 

 

Alguns incidentes de percurso - frio, calor, escorreganço na lama, saraivada quando corrida de manga curta, vento, etc..

E ainda um incidente final que foi o facto de a meta se encontrar no Mosteiro da Peninha a quase 3 kms de distancia de onde tinha estacionado.

20180204_125126.jpg

Resultado, ainda fiz um pequeno jogging de volta como recuperação activa do esforço.

Já em casa constatei aquilo que me tinha parecido durante a prova - no Trail curto ultrapassei o km vertical com um registo de 1.060 m de desnivel positivo acumulado.

Prova francamente a repetir.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram o Trail Curto: 193

Vencedor: FÁBIO SANTOS FONTOURA (GO! Runners Outpro): 1:38:03

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 491) 

Classificação Geral: 128º - Classificação no Escalão M50: 10º

Tempo Oficial: 3:17:40/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 3:16:28

Tempo médio/Km: 5,19Km/h  <=> Velocidade média: 11m:33s  (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 4 - Peninha SkyRace (Sintra) - 16 Km
  • 11 - Meia Maratona de Cascais - 21,0975 Km
  • 18 - Almada Trail  - 22 Km
  • 25 - GP do Atlântico (Costa da Caparica) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 16:07

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Domingo, 4 de Fevereiro de 2018

CORRIDA DO FIM DA EUROPA

Esta é uma crónica que vai ser necessariamente curta.

 

Já vamos em nove participações na Corrida do Fim da Europa, incluindo nesta contagem o então denominado Treino do Fim da Europa num ano em que esteve em risco a continuidade de uma das mais emblemáticas provas de atletismo popular.

 

Pouco há a acrescentar ao que já foi dito em crónicas anteriores. A Corrida do Fim da Europa é muito mais do que uma "Corrida". É uma verdadeira Paixão. E por ser uma Paixão pode assumir momentos de alguma irracionalidade. E uma pergunta impõe-se: "Porquê participarmos, ano após ano, numa corrida em que nada muda?"

E a resposta é: "Porque sim", fórmula normalmente utilizada sempre que não se consegue encontrar uma justificação plausível para determinado comportamento.

 

Desde o percurso que se tem mantido inalterável desde o início, às mesmas caras e animação de sempre, na realidade continuamos todos os anos a aguardar ansiosamente por dois momentos: em primeiro lugar a abertura das inscrições que se costumam esgotar. O segundo momento, e porventura o mais aguardado por todos, é o tão desejado dia da Corrida.

 

E por tudo que foi dito acima é que os "Veteranos" das LEBRES E TARTARUGAS voltaram a juntar-se numa habitualmente fria manhã de Janeiro na simpática e encantadora Vila de Sintra.

 

Ainda não eram dez horas e já nos perfilávamos perto da linha de partida, na denominada "Volta do Banho", e aguardando com alguma impaciência pelo momento do início da prova.Devido ao elevado número de participantes, nos últimos anos a organização tem previsto dois blocos de partida para, de algum modo, diminuir o congestionamento do tráfego de atletas durante os primeiros dois quilómetros ao longo dos quais a via é um pouco estreita para tanta gente.

IMG_1972.JPG

A dificuldade do percurso é sobejamente conhecida, pelo menos para a maioria dos "habitués", e está bem gravada na nossa memória. Desde os primeiros três quilómetros sempre a subir e com uma pendente capaz de desanimar o mais arrojado atleta, passando pelo terrível "obstáculo" entre os dez e os onze quilómetros onde muitos desistem momentaneamente de correr, até à perigosa, e por vezes descontrolada, descida vertiginosa durante cerca de sete quilómetros, tudo isto faz parte do encanto da Corrida do Fim da Europa. E este ano só faltou mesmo aquele nevoeiro normal na Serra de Sintra e que traz ainda mais encanto à paisagem. E a tudo isto os atletas souberam resistir e dar uma reposta à altura.

 

Após cortarem a meta a felicidade dos participantes é enorme e já começamos a fazer a contagem decrescente para a edição de 2019. Sim, porque voltaremos de aqui a um ano. 

IMG_1973.JPG

Afinal a crónica acabou por ser um pouco mais extensa do que afirmámos inicialmente. É a Paixão pela Corrida do Fim da Europa. Um amor pode terminar e acabar por desaparecer. Uma Paixão NUNCA.

 

Vemo-nos em 2019.

 

Atletas que concluiram a prova : 2263

Vencedor: ADELINO OLIVEIRA (ACRSD): 0:59:39,8

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 1509) 

Classificação Geral: 1899º - Classificação no Escalão M60: 44º

Tempo Oficial: 1:52:50,6/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 6m:40s  <=> Velocidade média: 9,01Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1510) 

Classificação Geral: 664º - Classificação no Escalão M55: 23º

Tempo Oficial: 0:58:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:16s  <=> Velocidade média: 11,39Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1511) 

Classificação Geral: 1690º - Classificação no Escalão M50: 145º

Tempo Oficial: 1:47:04,2/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 6m:19s  <=> Velocidade média: 9,50Km/h (*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 1512) 

Classificação Geral: 1311º - Classificação no Escalão M60: 30º

Tempo Oficial: 1:39:39,0/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5m:52s  <=> Velocidade média: 10,22Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:43

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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018

GP DE ATLETISMO DO CAMARNAL

Grande Prova e, porque não, Grande Prémio? Fica a pergunta para quem quiser, ou souber, responder.

 

É, acima de tudo, uma corrida que já vai na 35ª edição e que mantém intactas todas as características que já conhecemos desde a nossa primeira participação.

 

Camarnal é uma simpática localidade às portas da Grande Lisboa. Não é vila, nem sequer é uma freguesia, e para lá chegarmos temos de rumar até Alenquer e depois ou descobrir a placa identificativa da direcção a tomar ou então, como fizémos na nossa estreia, abeirarmo-nos de algum cidadão local e perguntar "onde fica o Camarnal".

 

Chegados ao nosso destino começamos logo a constatar que nada de substancial mudou de facto. A animação própria de um domingo de manhã, apenas perturbada por algo não habitual que irá acontecer. Deambulando pelas ruas vemos os vários atletas à procura do local onde funciona o secretariado para levantarem os respectivos dorsais. Individuais para um lado e Equipas para o outro. Temos de levantar o kit de atleta, composto pelos habituais dorsais e, uma vez mais, por um pequeno cartão que nos irá acompanhar pendurado por um fio ao pescoço e que teremos de entregar no final da corrida. Chip electrónico talvez só para o ano que vem. Por agora teremos direito a um cartão que no final terá de ser "lido" para comprovar que terminámos a prova e que servirá de base à ordenação dos atletas.

 

Munidos do habitual "saco de pão" em papel os dois tartarugas presentes retomam ao carro para se protegerem do frio e colocarem os respectivos dorsais. Já na linha da partida pedem a alguém para lhes tirar a fotografia do costume e a divulgarem via WhatsApp a todos os seguidores da equipa das LEBRES E TARTARUGAS.

IMG_1952.JPG

Olhando em redor ficamos com a sensação de que o número de atletas presentes é menor do que em anteriores edições. Pânico, pois facilmente seremos atirados para os últimos lugares.

 

Às dez em ponto, e depois do habitual discurso de boas vindas, este ano bem mais curto do que era costume, é dada a ordem de partida. Constatamos que o percurso não mudou, fiéis ao lema de que em fórmula vencedora não se mexe. Iremos ter pela nossa frente um percurso em duas voltas e que começa logo com uma exigente subida. Mais à frente enfrentamos a subida da Bemposta, feita duas vezes, contrariando aquela ideia de que se trata de uma corrida plana. Com este conceito o Frederico "enganou" há alguns anos atrás outros dois nossos colegas conseguindo desta forma trazê-los para uma corrida que já tinha feito antes com os dois outros fundadores da equipa das LEBRES E TARTARUGAS.

 

Terminada a corrida dá-se o reencontro dos LEBRES E TARTARUGAS. Dão por terminada mais uma aventura, com a vontade de voltar a estas paragens em 2019.

 

Mais tarde procuramos pelas classificações. Página oficial do evento na Internet não há. Foi necessário enviar um "mail" à organizaçãoe receber em troca um conjunto de ficheiros só com as classificações por equipa ou por escalões. Classificação Geral não existe. Ou pelo menos não foi divulgada. Enfim, mantém-se o amadorismo logo presente no momento das inscrições não havendo qualquer formulário bastando enviar por Correio Electrónico os nomes, datas de nascimento e tamanho pretendido para a T-shirt de cada atleta.

 

Atletas que concluiram a prova : 133

Vencedor: JOSÉ GASPAR (AUTO JACINTO): 0:32:39

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 56) 

Classificação Geral: ND - Classificação no Escalão Veteranos V Masculino: 11º

Tempo Oficial: 0:49:12/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:55s  <=> Velocidade média: 12,20Km/h (*)

 

CARLOSAGONÇALVES (Dorsal Nº 57) 

Classificação Geral: ND- Classificação no Escalão Veteranos VI Masculino: 22º

Tempo Oficial: 0:58:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:52s  <=> Velocidade média: 10,24Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:02

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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

CORRIDA COM OS CAMPEÕES

Num fim de semana em que escasseavam alternativas, por forma a não perder a embalagem do ano anterior e para absorver os excessos da passagem de Ano o Carlos Teixeira e o Frederico Sousa decidiram participar pela primeira vez nesta prova.

 

É certo que os Lebres e Tartarugas já participaram noutros anos em provas do Campeonato Nacional de Estrada mas esta foi a primeira participação com esta configuração.

 

Com partida e chegada no Estádio Nacional do Jamor a prova desenvolvia-se ainda pela estrada marginal num percurso que provou ser bem mais exigente do que muitas outras provas em que participamos.

 

A partida ocorreu às 15:10 (hora inédita) de um Sábado, ou seja 10 minutos depois da partida da prova do Campeonato Nacional de Estrada.

 

A prova popular, patrocinada pela Allianz (ou seja o Carlos Teixeira corria em casa ou pela casa), registou uma participação moderada com os atletas a serem divididos em diversos escalões.

 

Depois da partida descemos em direcção à Marginal tendo virado para a direira e enfrentado por duas vezes a subida do Alto da Boa Viagem.

 

Seguindo depois em frente entravamos pela recta do Dafundo onde se deu o retorno em direcção do Jamor e mais precisamente do Estádio Nacional onde se encontrava a meta.

 

Foi uma prova dura e exigente reflectida nos tempos registados pelos atletas.

 

No entanto foi uma tarde bem passada numa prova a repetir.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova ALLIANZ: 520

Vencedor: JOSÉ GASPAR (CCCAMP): 0:32:10

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2097) 

Classificação Geral: 354º - Classificação no Escalão Masculino: 321º

Tempo Oficial: 0:56:50/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:41s  <=> Velocidade média: 10,56Km/h (*)

 

CARLOSATEIXEIRA (Dorsal Nº 2101) 

Classificação Geral: 200º - Classificação no Escalão Masculino: 190º

Tempo Oficial: 0:49:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:58s  <=> Velocidade média: 12,09Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:52

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Sábado, 6 de Janeiro de 2018

SÃO SILVESTRE DE LISBOA

Manteve-se a tradição da participação de uma equipa das LEBRES E TARTARUGAS na Corrida São Silvestre de Lisboa sendo de assinalar o facto de Carlos Teixeira e Frederico Sousa serem totalistas numa prova que celebrou este ano a décima edição.

 

Regista-se também que estivemos presentes com a nossa maior representação de sempre com, nada mais nada menos, oito atletas:

 

  • João Valério
  • Carlos Gonçalves
  • José Pedro Jordão
  • Carlos Teixeira
  • Frederico Sousa
  • Pedro Antunes
  • André Gonçalves
  • Gonçalo Gonçalves

A foto da equipa contou ainda com a presença da nossa Caminheira Etelvina Teixeira, Bina para os amigos. Só faltou mesmo a nossa Treinadora e Caminheira Ana Luísa. E muitos outros que, aqui ou ali, têm contribuído para escrever a história das LEBRES E TARTARUGAS.

 IMG_1859.JPG

 Ainda se associou à nossa equipa um nono elemento – Ana Gomes – que se estreou absolutamente em corridas e que será potencialmente uma nova Tartaruga. Assim ela o queira.

IMG_1860.JPG

Sem alterações em termos de percurso face às recentes edições, saudamos o terem reposto a hora de partida para o final da tarde. Voltámos a ter os atletas a correr pelas ruas da baixa pombalina, e pela mais emblemática avenida da cidade de Lisboa, numa hora em que a sua beleza e encanto mais resplandecem, com as decorações de Natal a darem um contributo muito especial.

 

Com o aproximar das cinco e meia da tarde os atletas encaixam-se nos blocos respectivos.

 

Os dois Carlos vão para a zona dos Sub50. O Frederico e o João Valério entram na secção dos Sub60. E, por fim, os restantes Tartarugas – Gonçalo, André, Pedro e José Pedro, na companhia de Ana, - acomodam-se no muito concorrido e mais complicado sector dos Mais de 60.

IMG_1855.JPG

À hora marcada abrem-se as hostilidades precedidas com o Hino Nacional a ser cantado em uníssono pelos mais de oito mil atletas presentes na Avenida da Liberdade.

 

Seguindo a tradição retomou-se a “Guerra dos Sexos” com as mulheres a partirem em primeiro lugar. Cerca de 3 minutos mais tarde saem os homens em sua perseguição. Até hoje as atletas femininas têm dominado com mais vitórias na classificação geral.

 

Todos iniciam, à vez, a Corrida São Silvestre de Lisboa. A confusão do costume avoluma-se à medida que partem os últimos blocos. Com mais ou menos atropelos, mais ou menos pisões, os atletas começam a percorrer os primeiros quilómetros. Só já na 24 de Julho diminui um pouco o congestionamento e consegue-se correr mais em condições. Mas, como já é habitual, nunca temos grande espaço de manobra.

 

À saída da Praça dos Restauradores abordamos os três derradeiros quilómetros. Metade é terrivelmente sempre a subir até se cumprir meia volta ao Marquês de Pombal. Finalmente começa a tão desejada descida até à meta. Mas não pensem que é fácil. Temos uma competição dentro da própria corrida: o “Último quilómetro”. Os que ainda têm algumas energias aceleram “prego a fundo” até à meta. Os outros vão-se “arrastando” como podem…

 

Os atletas aglomeram-se logo após terminarem a prova. Elementos da Organização esforçam-se por dispersarem os corredores evitando um indesejável “entupimento” que perturbe quem ainda tenta cortar a meta.

 

Enrolados numa espécie de manta térmica todos procuram encontrar os familiares e outros colegas de corrida. É o reagrupamento da equipa das LEBRES E TARTARUGAS. Com as despedidas e desejos de um Excelente Ano de 2018 cada um ruma aos seus carros já a pensar no “Reveillon” da passagem de ano.

 

Fechou-se o primeiro ciclo da nossa época competitiva. Até à primeira corrida, em Janeiro, vamos ter algumas semanas de descanso mas também de preparação.

 

Atletas que concluiram a prova: 8275

Vencedor: SAMUEL BARATA (SLB): 0:29:57 - Tempo no Último Km => 0:02:44 (2º classificado) 

São Silvestre.jpg

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 17 - Onyria Challenge (Cascais)
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km

 

 

 

 

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:36

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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017

ONYRIA CHALLENGE

Aproximando-se o Natal a oferta de provas de estrada diminui bem assim como a disponibilidade dos elementos deste grupo em participar em provas desta natureza.

 

Como resistente ultimo e para não perder a embalagem para os embates gastronómicos que se avizinham optei por continuar em participar em provas simples e por esse motivo escolhi estrear-me nesta prova simpática em Cascais.

 

O percurso era simples e aliciante – do Farol da Guia quase até ao Guincho e voltar.

 

O dia apresentou-se com óptimas condições (se bem que um pouco de chuva não teria feito mal nenhum) – sol, céu azul, frio com uma ligeira brisa.

 

Desloquei-me calmamente para o local da partida com um pequeno período de aquecimento (dadas baixa temperatura sentida na altura).

 

Marcaram presença pouco menos de 300 atletas para a corrida o que me deixou logo preocupado por poder vir rapidamente a ocupar a cauda do pelotão.

 

Não obstante serem poucos os atletas a organização preparou entradas separadas para as várias categorias de corredores mas sem qualquer tipo de controlo. Até os corredores pacers (4 min /km, 5 min/km e 6 min/km) tiveram o cuidado de entrar nas portas adequadas.

 

Assim o que aconteceu na realidade foi um pelotão todo baralhado à partida, o que no entanto não causou danos dada a fraca afluência na prova.

 

Partida pontual e descongestionada com apenas 7 segundos para passar a linha de partida.

 

A prova correu bem com uma velocidade até acelerada para as características deste atleta.

 

Resultado – 6º melhor tempo na distância, já efectuada por mais de 100 vezes.

 

Nada mau.

 

Venha a próxima  que será a participação totalista (10 participações em 10 edições) da S. Silvestre de Lisboa para fechar o ano com chave de ouro.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 288

Vencedor: JOSÉ GASPAR (GD Odimarq): 0:32:20

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 231) 

Classificação Geral: 167º - Classificação no Escalão M50: 18º

Tempo Oficial: 0:55:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:21

Tempo médio/Km: 5:32s  <=> Velocidade média: 10,84Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 17 - Onyria Challenge (Cascais)
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 14:24

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