Sábado, 26 de Março de 2016

MEIA MARATONA DE LISBOA

Esta será, talvez, a mais estranha crónica de todas as que narram as corridas das LEBRES E TARTARUGAS. Com um dos atletas ausente de Portugal em férias Pascais, e com o outro provavelmente atafulhado em afazeres profissionais e pessoais, coube ao terceiro atleta a responsabilidade de redigir algumas palavras sobre a Meia Maratona de Lisboa e na qual não participou. Ainda aguardou pelo texto dos seus colegas mas sem sucesso. Assim, e para que nenhuma prova fique sem a respectiva “história, lançou mãos à obra e passou ao papel algumas ideias baseadas não só no que os seus dois colegas lhe relataram (pouco) mas também na sua experiência de anteriores edições.

 

Vamos a isso.

 

No passado fim de semana a equipa das LEBRES E TARTARUGAS voltou à actividade. Apenas dois dos elementos fundadores marcaram presença numa clássica do atletismo luso e que desfruta de uma notoriedade além-fronteiras sendo uma das provas na qual os atletas africanos se sentem mais à vontade. O Carlos Gonçalves interrompeu uma série de participações nesta meia maratona devido ao baptizado do seu neto Afonso marcado precisamente para o Domingo 20 de Março. Convém lembrar que foi na Meia Maratona da Ponte 25 de Abril que o Carlos Gonçalves, o Carlos Teixeira e o Frederico Sousa participaram pela primeira vez em conjunto numa prova de atletismo. Iniciaram uma nova página na sua história de desportistas após alguns anos em que os seus caminhos se cruzaram no seio de outra modalidade.

 

A Meia Maratona de Lisboa, por se iniciar na Praça da Portagem da Ponte 25 de Abril e terminar mesmo em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, obriga a uma logística algo complicada. Nos últimos anos o Carlos Gonçalves deslocava-se de manhã bem cedinho a Lisboa e recolhia os seus dois companheiros e amigos na zona da Estação Fluvial de Belém e transportava-os até à zona do Pragal para todos, em conjunto, procurarem um lugar na “Grelha de Partida”. Este ano as coisas ficaram um pouco mais complicadas. Assim os dois tartarugas da margem “norte” de Lisboa tiveram de arranjar uma solução alternativa. Com recurso aos transportes públicos disponíveis, de autocarro (ou à boleia de alguém?) apanharam (presume-se) o combóio da Fertagus até à Estação do Pragal e daí caminharam até à linha de partida. Como as condições meteorológicas se apresentavam mais adversas os dois atletas equiparam-se com sacos/manga de plástico para se protegerem da chuva bem como de golas para que as respectivas gargantas não viessem a sofrer com a baixa temperatura prevista para esta manhã de Domingo.

 

À hora prevista, penso eu, deu-se início a um evento que junta no mesmo cenário atletas de competição e caminhantes cujo principal objectivo é atravessar a pé a Ponte 25 de Abril, um feito não alcançável em condições normais do “dia-a-dia”.

 

Talvez porque tenham partido bem mais perto da frente do que é habitual, os dois atletas das LEBRES E TARTARUGAS não sentiram tanto a confusão e os atropelos comuns nas edições anteriores.

 

A fazer fé nas anteriores edições, só quando se deu em Alcântara a separação entre a Meia e a Mini Maratona é que houve tempo para cada um se encaixar no seu ritmo. Tem sido assim sempre e, o mais provável, é que assim tenha sido em 2016. O percurso, salvo algumas ligeiras alterações na zona do Cais do Sodré motivadas pelas obras que nunca mais parecem acabar, foi o mesmo dos últimos anos. Até a fatídica recta do Dafundo deve ter feito das suas, principalmente até à viragem no ponto de retorno.

 

Satisfeitos como sempre os atletas Catela e Frederico terminaram mais uma prova a juntar ao seu já longo palmarés. Os objectivos eram diferentes, mas ambos se esforçaram por honrar o nome das LEBRES E TARTARUGAS. O Carlos Teixeira conseguiu mesmo o melhor registo nesta Meia Maratona. Para os mais curiosos esclarece-se que o Frederico correu com o dorsal do ausente Carlos Gonçalves.

 

E está assim terminada uma crónica “cega” mas que não deixa sem registo a Meia Maratona de Lisboa.

 

Atletas que concluiram a prova: 10274

Vencedor: SAMMY KIROPI KITWARA (Quénia) - 0:59:44

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2515)

Classificação Geral: 2523º - Classificação no Escalão M55: 114º

Tempo Oficial: 1:46:54/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:45:36

Tempo médio/Km: 5m:00s  <=> Velocidade média: 11,99Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2625)

Classificação Geral: 8723º - Classificação no Escalão M55: Não considerado por ter corri com o dorsal de outro atleta

Tempo Oficial: 2:23:05/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:21:46

Tempo médio/Km: 6m:43s  <=> Velocidade média: 8,93Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Março

  • 6 - Trail da Barreira (Leiria) - 26 Km
  • 6 - Corrida das Lezírias (V. F. Xira) - 15,5 Km
  • 13 - Trilhos da Costa Saloia (Mucifal) - 23 Km
  • 13 - Corrida de Solariedade de Apoio à Vítima - 10 Km
  • 20 - Meia Maratona de Lisboa  - 21,0975 Km

Calendário para o Mês de Abril

  • 3 - Trilhos do Almourol (Entroncamento) - 25/42 Km
  • 3 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
  • 10 - Trilhos do Pastor (S. Mamede/Batalha) - 25 Km
  • 10 - Corrida do SLB (LIsboa) - 10 Km
  • 17 - Cork Trail Running (Coruche/Erra)  - 23 Km
  • 17 - Estafeta Cascais/Lisboa - 20 Km
  • 24 - Montejunto Trail - 38 Km
  • 25 - Corrida da Liberdade (Lisboa) - 11 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:29

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Sábado, 19 de Março de 2016

CORRIDA DE SOLIDARIEDADE DA APAV

No passado Domingo os tartarugas participaram em mais três corridas duas a nível nacional e outra a nível internacional. Por cá Frederico Sousa e Carlos Teixeira participaram da 13ª corrida da APAV, o Carlos Gonçalves esteve presente no Mucifal nos trilhos da costa saloia e o Georg Waldchuet nos EUA representou os tartarugas na DC Rock an Roll half marathon. Tratou-se assim de mais um fim de semana de intensa atividade que tem vindo a marcar a atividade dos Lebres e Tartarugas neste início de 2016.

 

No que se refere à corrida da APAV os atletas encontraram-se em casa do Frederico tendo sido conduzidos até ao local da partida pela lebre João, a manhã cheia de sol começou por se apresentar fresquinha e mal nos apeámos fomos tal como todos os participantes procurando os locais da estrada onde o sol incidia porque à sombra fazia ainda algum frio.

 

Ao chegarmos perto do local da partida ficamos surpreendidos pelo elevado número de participantes principalmente o Frederico que tinha participado na edição do ano anterior com um número significativamente inferior de atletas.

 

Antes do início da corrida e depois de apanhada a rede do GPS nos nossos Garmins foi tempo de fazer uma aquecimento nada fácil face ao aglomerado de pessoas e às características do piso empedrado e cruzado por linhas de elétrico.

 

A partida a pouco metros do Largo do Calvário (Alcântara)foi dada às 9h30m o que se saúda dado que a maioria das provas deste tipo se inicia às 10h, no entanto estávamos ambos preocupados com os primeiros metros da prova dado o aglomerado de atletas face ao espaço e o referido no parágrafo anterior desta crónica sobre número de atletas e condições do piso.

 

O percurso não apresentou dificuldades pois tratou-se de uma prova totalmente plana, o maior obstáculo acabou por ser o calor a que já não estávamos habituados e que se fez sentir logo após termos corridos os primeiros 2/3 Kms.

 

O traçado tirando a novidade da partida se ter iniciado em Alcantâra  é já muito conhecido e percorrido pelos Lebres Tartarugas em diversas corridas, os primeiros 3kms até à zona do Cais do Sodré, depois o retorno até Belém e finalmente mais uma inversão na marginal até à Praça do Império onde estava instalada a meta bem alinhada com o padrão dos descobrimentos.

 

A corrida da APAV surpreendeu-nos pelo elevado número de participantes sendo que cortaram a linha de meta.

[CRÓNICA DE CARLOS TEIXEIRA]

 

Atletas que concluiram a prova: 1565

Vencedor: HÉLDER GROSSO (GFD Running) - 0:32:25

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1541)

Classificação Geral: 1089º - Classificação no Escalão SENM: 851º

Tempo Oficial: 1:01:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:00:35

Tempo médio/Km: 6m:03s  <=> Velocidade média: 9,90Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1542)

Classificação Geral: 394º - Classificação no Escalão SENM: 366º

Tempo Oficial: 0:48:46/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:17

Tempo médio/Km: 4m:50s  <=> Velocidade média: 12,43Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Março

  • 6 - Trail da Barreira (Leiria) - 26 Km
  • 6 - Corrida das Lezírias (V. F. Xira) - 15,5 Km
  • 13 - Trilhos da Costa Saloia (Mucifal) - 23 Km
  • 13 - Corrida de Solariedade de Apoio à Vítima - 10 Km
  • 20 - Meia Maratona de Lisboa  - 21,0975 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:39

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TRILHOS DA COSTA SALOIA

Com a actual oferta de provas, sejam elas de estrada ou de “trail running”, a maior dificuldade está na escolha. E no caso das LEBRES E TARTARUGAS temo-nos desmultiplicado em diversas corridas levando o nome da nossa equipa a novas paragens.

 

Neste último fim-de-semana os nossos atletas voltaram a dividir-se e a seguir caminhos diferentes. O Carlos Gonçalves, um adepto incondicional das provas “off the road”, voltou a deixar sozinhos os seus dois amigos e rumou às imediações da Serra de Sintra a fim de participar na segunda edição dos Trilhos da Costa Saloia. Em 2015 o Frederico e o Carlos Gonçalves já não se conseguiram inscrever nesta prova tendo então optado pelo Trail da Barreira. Em 2016 o Carlos Gonçalves manteve-se mais atento e conseguiu encontrar o rasto de um trail que lhe ficou no goto. Assim enquanto que os seus dois colegas optaram por participar na Corrida de Apoio à vítima o TARTARUGA solitário rumou ao Mucifal para disputar uma nova prova. Apenas precisou de pedir ajuda ao Frederico para se certificar pelo traçado disponível na página do Trilho Perdido que não iria ter novamente pela frente as descidas perigosas que são habituais por estas paragens. Afastados os maiores temores logo tratou de regularizar a sua inscrição e partir à descoberta de uma nova aventura.

 

Farto de apanhar frio e chuva nas várias corridas em que tem participado nos últimos tempos, foi com bastante satisfação que o atleta verificou que as previsões meteorológicas prenunciavam algo de bom para este fim-de-semana. Finalmente iria ter uma corrida bem mais “quentinha” e com muito Sol, estando assim reunidas as condições para um “trail” em beleza e num cenário magnífico. E a distância de vinte e três quilómetros enquadra-se naquilo que este atleta considera como ideal para, em esforço mas sem ser em sofrimento, se entregar de alma e coração dando o máximo e sem se preocupar em poupar energias para os últimos quilómetros.

 

A hora da partida, marcada para as dez da manhã, não parecia a mais apropriada para uma corrida de trilhos e com a suspeita de virmos a ter uma temperatura alta. Mas permitiu que os atletas, Trailistas e Caminheiros, chegassem ao Complexo Desportivo do Mucifal sem grandes apertos e sobressaltos. Não foi preciso madrugar e as habituais tarefas matinais, inerentes a qualquer prova, foram cumpridas sem qualquer “stress”. E o convívio entre atletas, conhecidos ou não, cumpriu uma vez mais a sua principal tarefa de socialização de seres imbuídos do mesmo espírito. Os estreantes perguntavam aos repetentes como iria ser o percurso fazendo “crescer a água na boca” relativamente ao que iríamos ter pela frente.

 

A animação era bastante grande prenunciando uma grande participação em ambas as provas. O habitual e necessário “briefing” estabelece as regras sob as quais se irão reger ambos os eventos. Fitas Vermelhas e Brancas a sinalizar o percurso certo. Nas bifurcações existirão setas específicas com a direcção a tomar consoante se trate do Trail ou da Caminhada O importante é que não subsistam dúvidas. Às nove e quarenta e cinco minutos é dada a partida da Caminhada, não sem antes terem tido direito a um período de aquecimento proporcionado pelo Animador Desportivo da Organização. Muitas “selfies” registam a animação dos vários Caminheiros e Caminheiras e como que a prepararem o caminho para os atletas do Trail. Em cima das dez da manhã inicia-se finalmente a corrida do Trail. Os primeiros dois quilómetros são maioritariamente a subir. É bom para o aquecimento. Encontramos vários “single tracks” nos quais é difícil qualquer ultrapassagem. O Sol bem lá no alto parece não nos querer poupar. E, apesar de estarmos bem perto do Mar, não havia qualquer sinal de vento, nem mesmo sequer de uma leve brisa marítima. Os dados estavam lançados temendo-se por uma prova com um desgaste maior devido à temperatura ambiente e com tendência para aumentar. Neste aspecto o Carlos Gonçalves delirava com a possibilidade do calor marcar forte presença.

 

A primeira metade da prova foi feita em ritmo elevado, rápida de mais para um “Trail”. Em sobe e desce constante, sempre a correr, valeu o facto de atravessarmos muitas zonas com vegetação densa. As sombras eram muitas poupando os atletas para o que poderia vir lá mais para a frente. Cumpriam-se os primeiros quilómetros sem grande dificuldade. Aqui e ali encontrávamos alguns avisos de “Piso Escorregadio” ou de “Perigo de Queda”. Nestas zonas os atletas refreavam os seus ânimos. Ninguém queria ter um acidente. Todos estavam ali para levar a prova até ao fim. E, de vez em quando, surgia-nos uma ribeira para lavar os nossos sapatos da alguma lama que entretanto tínhamos acumulado. Mas ainda não tínhamos tido alguma grande dificuldade própria das corridas de Trilhos. Cumprido o quilómetro quatorze enfrentamos a primeira escalada. Com a areia e muita vegetação em redor o nosso ritmo abranda significativamente. Os repetentes afirmam que esta subida não fazia parte do programa do ano passado. Mas ninguém se lamentava. Aliás o “Trail” é mesmo isto. E, parafraseando um conhecido treinador de uma das maiores equipas de Futebol do nosso País, “se fosse fácil não era para nós” ….

 

Chegamos ao primeiro encontro com a Costa Atlântica. Descendo um passadiço até à Praia do Magoito avistamos atletas mais adiantados a escalarem a arriba. Em certos momentos é necessário aplicar a tracção total. Aquilo que tínhamos pela frente não ia só com os pés bem assentes no chão. As mãos revelar-se-iam de uma utilidade extrema ajudando-nos não só a vencer o declive da subida mas também para evitar andar de “marcha-atrás”. Algumas centenas de metros mais à frente iniciaremos um dos troços mais interessantes de toda a prova. Até às Azenhas do Mar, e passando pela Praia da Aguda, percorremos um trilho ao longo da arriba. Mesmo aqueles que se dão mal com as alturas não tiveram problemas em virtude do caminho ser suficientemente espaçoso e pouco acidentado dificilmente poderíamos cair pela Falésia. O perigo não espreitava em cada metro que percorríamos. Ainda bem, pensava o nosso atleta.

 

Cada vez faltavam menos quilómetros. As grandes dificuldades já tinham ficado todas para trás. O calor começa a fazer-se sentir. Mas devagarinho. E o TARTARUGA presente delicia-se com a corrida. Já merecia uma prova assim. Metro após metro aproxima-se vertiginosamente do fim. Que pena. Logo agora que estava nas suas “sete quintas” pouco restava até à meta.

 

Encontra alguns atletas que já tinham terminado e que o tentam animar com um “já falta pouco”. Avista-se a manga da meta. As últimas centenas de metros são a descer permitindo ganhar mais alguns lugares na classificação.

 

De assinalar que entre Homens e Mulheres terminaram 453 atletas. Um número pouco habitual para uma Corrida de “Trail. Espectacular. É, seguramente, uma prova a repetir.

Atletas que concluiram a prova: 453

Vencedor: JOÃO GINJA (Nutrimania Sports Nutrition) - 1:40:38

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 184)

WP_20160313_13_02_58_Pro.jpg

Classificação Geral: 315º - Classificação Masculina: 286ª - Classificação no Escalão M50: 45º

Tempo Oficial: 2:57:35/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:57:21

Tempo médio/Km: 7m:43s  <=> Velocidade média: 7,78Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Março

  • 6 - Trail da Barreira (Leiria) - 26 Km
  • 6 - Corrida das Lezírias (V. F. Xira) - 15,5 Km
  • 13 - Trilhos da Costa Saloia (Mucifal) - 23 Km
  • 13 - Corrida de Solariedade de Apoio à Vítima - 10 Km
  • 20 - Meia Maratona de Lisboa  - 21,0975 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 17:30

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Sexta-feira, 11 de Março de 2016

CORRIDA DAS LEZÍRIAS

Os Tartarugas não param em 2016 e no passado Domingo voltaram a estar em intensa atividade, assim enquanto o Carlos Gonçalves se atirava para mais um trail na Barreira em Leiria, o Frederico Sousa e o Carlos Teixeira participaram numa das mais carismáticas provas do calendário de atletismo a Corrida das Lezírias em Vila Franca de Xira.

 

Eram 08h23m sete minutos antes da hora combinada quando o Frederico chegou a minha casa para em conjunto fazermos a curta viagem até Vila Franca de Xira, estados de espírito um pouco diferentes fruto do resultado do Derby de Sábado lá fomos pondo a conversa em dia, com os anos de experiência curiosamente já não se fala muito da corrida que vamos ter pela frente.

 

Chegados a Vila Franca foi muito fácil surpreendentemente estacionar o carro em pleno centro  e deu tempo para de uma forma relaxada levantar os dorsais, voltar ao local onde estava o carro e depois efetuar um curto aquecimento até ao local da partida.

 

A temperatura foi fresquinha propícia para uma boa corrida, ocorreram alguns chuviscos, mas tivemos também uma agradável presença do sol.

 

O percurso foi igual à dos anos anteriores a partida e chegada junto ao complexo desportivo de Vila Franca de Xira, os primeiros 3 Kms e os últimos 3Kms no centro da Vila com passagem pela ponte até se entrar nas lezírias, aqui percorremos aproximadamente 9 kms e estranhamente apesar da chuva que caiu na véspera não encontrámos lama.

 

Ambos os tartarugas terminaram a sua prova dentro dos seus objetivos e contribuíram para o número de 1.547 atletas que completaram a prova.

 

A distância da prova foi diferente para os dois tartarugas um percorreu 15,360 Kms e outro 15,400 Kms, mas certamente não teve os 15,500 Kms previstos pela organização, não se percebe porque não acertam para 15, 16 ou mesmo os 15,5, todos anos a distância anunciada não é cumprida.

[CRÓNICA DE CARLOS TEIXEIRA]

 

Atletas que concluiram a prova: 1577

Vencedor: BRUNO LOURENÇO (Eq Holmes Place) - 0:51:53

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1376)

Classificação Geral: 535º - Classificação no Escalão M5559: 33º

Tempo Oficial: 1:15:15/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:14:40

Tempo médio/Km: 4m:49s  <=> Velocidade média: 12,46Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1377)

Classificação Geral: 1402º - Classificação no Escalão M5054: 137º

Tempo Oficial: 1:37:10/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:36:34

Tempo médio/Km: 6m:14s  <=> Velocidade média: 9,63Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Março

  • 6 - Trail da Barreira (Leiria) - 26 Km
  • 6 - Corrida das Lezírias (V. F. Xira) - 15,5 Km
  • 13 - Trilhos da Costa Saloia (Mucifal) - 23 Km
  • 13 - Corrida de Solariedade de Apoio à Vítima - 10 Km
  • 20 - Meia Maratona de Lisboa  - 21,0975 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 19:26

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Quinta-feira, 10 de Março de 2016

III TRAIL OFF-ROAD DA BARREIRA

Este foi mais um fim-de-semana no qual a equipa das LEBRES E TARTARUGAS esteve em grande actividade. Os nossos atletas representaram-nos em duas frentes bem distintas e distantes uma da outra.

 

O Frederico e o Carlos Teixeira regressaram a uma das provas emblemáticas e da qual o Frederico guarda especial recordação por ter cumprido a Corrida das Lezírias, anos atrás, com um grande lenho na cabeça. A prova de Vila Franca de Xira, objecto de outra crónica, tem um encanto muito especial por se disputar num misto de alcatrão e de terra batida e cujo traçado se desenvolve ao longo das duas margens do Rio Tejo.

 

Por sua vez o Carlos Gonçalves foi até à zona de Leiria participar no III Trail Off-Road da Barreira, prova de trilhos organizada pelo Clube de Atletismo local. Na sua terceira edição a prova deste ano incluía uma corrida de 12 quilómetros, dirigida aos menos preparados para longa distância mas com todos os ingredientes da prova principal, e tendo também como aliciante o facto de contar para o Campeonato Distrital de Trail Curto 2016. E também havia uma Caminhada na distância aproximada de dez quilómetros.

 

Depois da participação em 2015 o Trail da Barreira reunia um conjunto de situações que, em condições normais, nos afastariam de lá voltar. No meio do percurso travámos encontro com uma desagradável lixeira urbana com restos de sofás e de peças de automóveis. Por outro lado o Frederico guardava como recordação a mordidela de um cão que, aparentemente, nunca tinha mordido em alguém. A culminar o Carlos Gonçalves tinha bem gravado na memória as condições deploráveis com que em 2015 tinha feito a segunda metade da corrida com um ataque de cãibras que quase o levaram à desistência. Mas este era mesmo um novo desafio que este atleta queria superar.

 

Mas nem tudo foi desagradável. Na opinião do “trailista” Carlos Gonçalves o percurso delineado pela organização teve um encanto especial. Foi exigente, como aliás é normal em corridas de trilhos, mas sem levar os atletas ao desespero quando se formam longas filas para ultrapassar algum obstáculo que só pode ser feito por uma pessoa de cada vez. O tempo que perdemos nestas situações quebra o ritmo dos atletas. Assim, e apesar dos percalços do ano passado, este atleta ficou logo rendido a esta prova prometendo regressar em 2016. E se bem o prometeu melhor o fez.

 

Eram cinco e trinta da manhã quando o despertador acordou o atleta. Apesar de grande parte dos preparativos terem sido organizados de véspera não havia tempo a perder. De Casa até Leiria são perto de cento e cinquenta quilómetros. E ainda tinha de “acertar” com o trajecto certo até à Freguesia da Barreira.

 

No rescaldo do dérbi Lisboeta da véspera o Carlos Gonçalves decidiu homenagear o seu clube do coração correndo com a camisola da Corrida do Benfica. Depois da vitória do seu clube perante o histórico, mas digno, adversário, este atleta até confessou aos filhos que iria correr com redobrado ânimo. Correria o dobro se lhe fosse possível.

 

Eram oito da manhã. Sem qualquer sobressalto o atleta solitário das LEBRES E TARTARUGAS chegou muito a tempo de estacionar o carro e levantar o dorsal e “chip”  de controlo do tempo. Tendo algumas dúvidas relativamente ao caminho a seguir recorreu, embora contra os seus princípios, ao GPS do seu “Smartphone” para chegar o mais directamente ao local das hostilidades.

A animação começa cedo. E cedo também constacto que poucos são os que se vão abalançar à prova maior. O risco era, por conseguinte, maior. Acima de tudo pesava nos ombros deste atleta a responsabilidade de deixar uma boa imagem, e consequente prestação, da equipa das LEBRES E TARTARUGAS.

 

Quando todos se preparavam para a partida eis que que a manga insuflável decide “desfalecer”. A muito custo conseguiram injectar-lhe um pouco de ar para a manter de pé, pelo menos até à passagem de todos os atletas. Como é usual neste tipo de provas é feito um breve “Briefing” com a passagem de informações importantes, nomeadamente sobre o traçado e a identificação do percurso. Só que ou animação era tanta, ou o “speaker” falava muito baixo, o certo é que a maioria dos presentes pouco ou nada ouviu.

                                                                                                                                                                                                                                    

 

Poucos minutos passavam das nove horas da manhã quando, finalmente, é dado o “tiro de partida”. Este ano não houve uma partida simbólica seguida de uma outra já real mais à frente. Desta vez tudo começou mesmo em frente às instalações da Junta de Freguesia da Barreira. Os atletas do Trail Longo e do Trail Curto partiram em simultâneo. Os primeiros dois ou três quilómetros são diferentes do ano passado. Tudo o resto se mantem inalterável. E ainda bem.

 

Com atletas misturados das duas distâncias torna-se difícil ajuizar em que lugar nos encontramos. Alguns atletas passam-nos à frente. Olhando de soslaio verificamos que são do Trail Curto. Tudo bem. Não estamos a perder posição classificativa. Mas o nosso atleta solitário aproveita para entabular conversa com “algumas” atletas que o vão acompanhando. Algumas Lebres para fazer inveja aos seus colegas que ficaram por terras Ribatejanas ….

 

Perto dos dez quilómetros dá-se a separação dos dois grupos competitivos. Até este ponto o Trail da Barreira tinha mantido um percurso equilibrado. Sempre em “sobe e desce” e com alguns troços bem enlameados. Deste ponto para frente tudo se manteve igual à edição do ano passado. O encanto e a beleza desta corrida mantiveram-se. O Carlos Gonçalves, consciente dos problemas do ano passado, tratou de alimentar-se e de tomar as devidas providências (Gel, Barras, Energéticas, pastilhas de Magnésio e muita água) para que pudesse abordar esta fase na plenitude das suas capacidades. Quilómetro após quilómetro foi-se recordando da corrida do ano passado. Todos os troços estavam bem guardados na sua memória. Com uma boa gestão de esforço, uma prova da qual guardava boas recordações passou a ficar com lugar cativo nas suas preferências. A menos que algo de novo e mais surpreendente surja, O Trail da Barreira é, decididamente, uma prova para manter no Calendário. Ao longo do percurso não me canso de dizer para mim próprio, por vezes em voz alta, que "é disto que eu realmente gosto." É o perfeito contacto e união com a Natureza.

 

Pelo meio a tal lixeira a “céu aberto” volta a marcar encontro com os atletas. Não é agradável mas não é este pormenor que vai destruir todo o encanto do Trail da Barreira. Antes ainda travo encontro com um pequeno cão que surge, sem saber de onde, a ladrar para mim. Muno-me de um pequeno pau que entretanto encontro. Todo o cuidado é pouco. Nunca sabemos se se trata de um simpático animal doméstico que nos “aplaude à nossa passagem” ou de um cão selvagem que procura “ferrar” o dente em tudo o que mexe. Eu sei que não é por maldade. Muitas vezes são apenas inocentes animais que foram abandonados, e por vezes maltratados, pelos seus donos. Mas mais vale prevenir do que remediar.

 

À passagem por um Posto de Abastecimento de Combustível avisam-nos de que já falta pouco. De aí para a frente é só a descer. E como eu sabia que era mentira. Ainda teria pela frente mais alguns troços com pendente ascendente. A certa altura, ao atravessar uma estrada, avisam-me que falta cerca de um quilómetro. Foi aqui que em 2015 o Frederico foi mordido por um canídeo que nunca mordera ninguém.

 

Imbuído da mística que a minha camisola encerra digo para mim que é um quilómetro “à Benfica”. Lá mais abaixo avisto a estrada. Um fotógrafo de serviço aproveita para registar a passagem de mais um, um dos últimos certamente, atleta. Quando vê o emblema da minha camisola ainda comenta que não deveria tirar-me qualquer fotografia. Mas … certamente que era um “Sportinguista” com grande “ fair-play”.

 

O meu relógio marcava 25,9 quilómetros e 3 horas e 47 minutos quando termino a minha prova. Não me canso de dar elogios à prova e de que em 2017 voltarei.

 

No regresso a casa falo com os meus colegas das “Lezírias” informando-os de como tinha decorrido esta minha aventura. E aproveito, não inocentemente, para causar alguma inveja salientando a grande quantidade de lama que encontrei e tão do agrado do Frederico.

 

Atletas que concluiram a prova: 71

Vencedor: NÉLIO DOS SANTOS ALMEIDA (AC S. Mamede) - 2:07:51

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 254)

Classificação Geral: 68º - Classificação no Escalão M50: 13º

Tempo Oficial: 1:03:27/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:02:58

Tempo médio/Km: 8m:45s  <=> Velocidade média: 6,86Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário para o Mês de Março

  • 6 - Trail da Barreira (Leiria) - 26 Km
  • 6 - Corrida das Lezírias (V. F. Xira) - 15,5 Km
  • 13 - Trilhos da Costa Saloia (Mucifal) - 23 Km
  • 13 - Corrida de Solariedade de Apoio à Vítima - 10 Km
  • 20 - Meia Maratona de Lisboa  - 21,0975 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:30

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Sábado, 5 de Março de 2016

ROTA DA FONTE DA PIPA

Não foram dez, nem onze nem doze. Foram exactamente 12,3 quilómetros que os atletas, que estiveram no passado fim-de-semana em Torres Vedras, tiveram de percorrer para completar mais uma edição da Rota da Fonte da Pipa. A quarta desde 2013.

 

Esta prova, organizada pela Casa do Benfica de Torres Vedras, tem conseguido reunir os condimentos necessários para atrair algumas centenas de atletas a um concelho da chamada zona saloia de Lisboa. A escassos cinquenta quilómetros da Capital, a Rota da Fonte da Pipa reúne um conjunto de ingredientes que tornam esta prova um pouco singular no meio do vasto calendário de corridas de cariz popular. A começar o facto de a distância ser acima da habitual dezena de quilómetros de uma prova de curta distância de “fundo”. Por outro lado a Rota da Fonte da Pipa tem ainda como aliciante uma parte da corrida, cerca de dois quilómetros, percorrer um trilho de “terra batida” com alguma irregularidade e lama tão do agrado dos adeptos das corridas de trilhos.

 

A fórmula vencedora está encontrada. E como “em equipa que ganha não se mexe” a organização tem optado, e muito bem, por manter inalterável aquilo que tem funcionado bem.

A zona de Torres Vedras começa a ser muito conhecida pelos atletas do chamado “Trail Running” com a realização de algumas corridas desta vertente na zona Oeste. Mas com a Rota da Fonte da Pipa os adeptos do alcatrão continuam a ter motivos de sobra para também eles visitarem esta região, nacionalmente conhecida pelos festejos carnavalescos, outrora também conhecida pelos múltiplos Moinhos de Vento que aqui foram implantados, e que alguns ainda se mantêm, se não em actividade pelo menos em bom estado de conservação.

 

É a terceira vez que a equipa das LEBRES E TARTARUGAS marca presença na Rota da Fonte da Pipa. Em 2014 os dois Carlos partiram à descoberta de uma nova corrida que lhes faltava ao seu vasto currículo. No ano seguinte foi a vez do Frederico se juntar ao Carlos Gonçalves e, na companhia do Sportinguista Hugo Ferreira, inscreverem o seu nome na Rota da Fonte da Pipa. Em 2016 o núcleo fundador das LEBRES E TARTARUGAS abraçou novamente o desafio desta corrida. Á última hora o Frederico teve de ser substituído indo no seu lugar um atleta bem mais novo, André Gonçalves, filho de um dos tartarugas, e que aceitou o desafio de uma corrida numa distância que nunca tinha percorrido.

 

Após o encontro prévio em Odivelas a equipa das LEBRES E TARTARUGAS partiu em direcção ao Oeste, não ao “Far West” por ser actualmente bem perto de Lisboa. Chegaram bem cedo, aliás mais cedo do que previam, porque quarenta quilómetros em auto-estrada cumprem-se num ápice, e só tiveram de encontrar a Casa do Benfica de Torres Vedras. Levantados os dorsais e chips” urgia encontrar um lugar para estacionar o carro e então calmamente nos prepararmos para a prova. Núvens ameaçadoras pairavam no céu sobre as nossas cabeças. E como o frio também marcava presença os atletas prepararam-se mentalmente para o pior.

 

Com o aproximar-se das dez horas deixamos para trás o aconchego do carro e partimos para um curto período de aquecimento. O Sol começou a aparecer atirando para outras paragens a ameaça de chuva. Já não foi mau.

untitled (Copiar).png

Os primeiros dois quilómetros são sempre a subir. É bom para aquecer os músculos. Segue-se um período de sobe e desce, com algumas partes em plano. Deixámos para trás o bulício, pouco, de uma cidade e entramos no chamado Mundo Rural. À entrada do sétimo quilómetro trocamos o alcatrão por um caminho agrícola, plano e com algumas zonas mais enlameadas. Estamos na melhor fase da corrida. Um pouco mais à frente regressamos à estrada. Mas por pouco tempo. Voltamos a uma estrada de acesso a algumas zonas de exploração agrícola.

 

Já com a cidade de Torres Vedras à vista retomamos definitivamente o alcatrão entrando na Circular da Cidade. Lá mais ao fundo vislumbramos a manga pneumática que assinala a Meta da Rota da Fonte da Pipa.

 

Mais uma corrida a juntar ao nosso rol de provas. O André cumpriu, com satisfação e algumas dores nos pés, uma corrida numa distância nunca antes feita, pelo menos em competição. Satisfeito mas cansado ficamos a aguardar pela sua presença numa nova oportunidade.

untitled3 (Copiar).png

Atletas que concluiram a prova: 547

Vencedor: PEDRO MORAIS NOGUEIRA (Casa do Benfica de Torres Vedras) - 0:42:29

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 318)

Classificação Geral: 299º - Classificação no Escalão M5054: 51º

Tempo Oficial: 1:03:27/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:02:58

Tempo médio/Km: 5m:07s  <=> Velocidade média: 11,72Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 319)

Classificação Geral: 266º -  Classificação no Escalão M5559: 41º

Tempo Oficial: 1:01:13/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:00:46

Tempo médio/Km: 4m:56s  <=> Velocidade média: 12,15Km/h (*)

 

ANDRÉ GONÇALVES (Dorsal Nº 320)

Classificação Geral: 452º - Classificação no Escalão: Não considerado por ter corrido com o dorsal de outro Atleta

Tempo Oficial: 1:13:54/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:13:24

Tempo médio/Km: 5m:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

Corridas do Mês de Fevereiro

  • 7 - Trail de Bucelas (Bucelas) - 21 Km
  • 7 - 20 Kms de Cascais (Cascais) - 20 Km
  • 14 - Corrida da Árvore (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 21 - GP Algueirão/Mem Martins - 10 Km
  • 28 - Rota da Fonte da Pipa (Torres Vedras) - 12 Km

Calendário para o Mês de Março

  • 6 - Trail da Barreira (Leiria) - 26 Km
  • 6 - Corrida das Lezírias (V. F. Xira) - 15,5 Km
  • 13 - Trilhos da Costa Saloia (Mucifal) - 23 Km
  • 13 - Corrida de Solariedade de Apoio à Vítima - 10 Km
  • 20 - Meia Maratona de Lisboa  - 21,0975 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 20:44

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