Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015

Rock'n'Roll LISBOA Meia Maratona

100 Corridas.png

Enquanto os corajosos Tartarugas Carlos Teixeira e Carlos Gonçalves se abalançaram pela 4ª vez consecutiva à Maratona de Lisboa, o Frederico Sousa e o João Valério optaram por participar na prova da Meia Maratona.

 

Depois de ter sido empurrado pelo João Valério para participar na Meia Maratona, o Frederico Sousa encontrava-se particularmente motivado para a prova face às condições meteorológicas que se adivinhavam – chuva e vento.

 

Mas o S. Pedro tinha outros planos. Depois de um Sábado ameaçador reservou-nos uma manhã de Domingo fresca, com nuvens e sol mas sem pinga de chuva. E o vento que parecia ser forte também amainou.

 

Estas foram pois as condições que se diriam ser do agrado dos demais Tartarugas mas que deixaram o Frederico frustrado por não ter levado uma monumental molha.

 

Quanto ao evento em si começou cedo com uma deslocação ao Parque das Nações onde chegamos por volta das 08:30, exactamente a hora em que se dava a partida da Maratona em Cascais.

 

Não obstante as longas filas a organização correspondeu bem uma vez mais à logística desta prova transportando os milhares de atletas em autocarros para a ponte Vasco da Gama onde se iria iniciar a prova.

 

Este ano a prova foi facilitada ao termos a partida exactamente no ponto mais alto da ponte, poupando pois os atletas a uma subida logo de inicio.

 

Chegamos cerca de uma hora antes da partida mas o tempo ajudou com um agradável sol que nos manteve devidamente aquecidos. Aproveitamos esse momentos para satisfazer as necessidades fisiológicas e convivermos com outros atletas já conhecidos de outras provas.

 

A partida ocorreu rigorosamente às 10:30 e contrariamente às outras provas de forte adesão popular a progressão não foi assim tão difícil.

 

O João Valério rapidamente se adiantou prosseguindo para a sua prova que decorreu sem grandes sobressaltos, terminando em cima da marca das 2:00 horas. Temos atleta!

 

Já o Frederico foi fiel aos seus princípios, baseados na sua filosofia de treino 0, tendo ainda assim logrado fazer toda a prova sem paragens e terminando com o tempo de 2:15. Nada mal!

 

Com o desfasamento das partidas entre as duas provas, acabaram ambas por terminar sensivelmente juntas o que por um lado é curioso.

 

Fica já o desafio para o próximo ano de participarmos na distância mais longa.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 6197

Vencedor: NGUSE AMLOSO (Eritreia) - 1:02:36

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº9668)

Classificação Geral: 4360º - Classificação no Escalão M50: 331º

Tempo Oficial: 2:18:27/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:14:52

Tempo médio/Km: 6m:24s <=> Velocidade média: 9,39 Km/h(*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº9414)

Classificação Geral: 2770º - Classificação no Escalão M60: 71º

Tempo Oficial: 2:03:38/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:00:04

Tempo médio/Km: 5m:41s <=> Velocidade média: 10,54 Km/h(*)

  

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 3 - Corrida da Água (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 11 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
  • 18 - Rock'n'Roll Lisboa Maratona (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 18 - Rock'n'Roll Lisboa Meia Maratona  (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 25 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 31 - Trail Nocturno de Bucelas - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:16

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Terça-feira, 20 de Outubro de 2015

Rock'n'Roll LISBOA Maratona

100 Corridas.png

São seis e um quarto da manhã . O despertador toca cruelmente para quem se deitou há escassas cinco horas. Que não foram todas de sono profundo e retemperador. No momento em que sou acordado pelo irritante mas abençoado alarme do meu rádio despertador não penso sequer “só mais cinco minutos” como tantas vezes acontece, e salto da cama, rápida mas suavemente para não acordar a minha companhia de leito. Tinha de equipar-me, tomar o pequeno almoço e preparar todo o meu equipamento para a Maratona de Lisboa. E às sete e um quarto tinha encontro marcado em Odivelas com o outro Tartaruga de serviço para rumarmos a Cascais. Faltam cinco minutos para as sete da manhã e preparo-me para sair de casa. A chuva começa a cair abundantemente sem qualquer aparência de poder parar. Ainda vou a tempo de ir buscar um plástico que me deram na Corrida de São Silvestre de Lisboa e que poderia ser um precioso auxiliar para me proteger da chuva e do frio que me aguardariam em Cascais durante aqueles longos minutos que antecedem a partida. E como a manta plástica era suficientemente grande talvez desse para nós os dois nos protegermos. Mas não muito agarradinhos … entenda-se. Vou também à procura da bolsa de braço do meu telemóvel. Depois de procura incessante, mas sem qualquer resultado, decido fazer-me à estrada ao encontro do outro atleta TARTARUGA. Já são sete e cinco e com a carga de água que se abate, juntamente com os pequenos lagos de água que vou encontrando pelo caminho, é certo e sabido que não vou chegar a horas. Mas como tínhamos alguma margem de manobra, e não havendo necessidade de nos preocuparmos com o estacionamento da viatura, era preferível ir mais devagar mas em segurança. Sete e vinte estou em plena Radial de Benfica e recebo a chamada do meu companheiro de luta: “Então desististe com a chuva? (risos sádicos e provocatórios ouvem-se bem lá no fundo). “Estou a entrar na CRIL. São só mais cinco minutos”.

 

Finalmente chego a Odivelas onde o meu parceiro de corrida me aguarda já dentro do seu carro. É só encontrar um lugar para estacionar e seguir viagem. O único lugar disponível é bastante apertado mas lá consigo enfiar o meu NISSAN. Só quando regressei mais tarde é que verifiquei que parecia que o carro tinha sido lá posto com o auxílio de uma grua tão diminuto que era o espaço disponível.

 

Finalmente chega o tão aguardado domingo deste primeiro inteiro mês de Outono. Mais uma Maratona se perfila para estes atletas. Ainda que já não sejam estreantes nesta mítica distância há sempre algum nervoso por trás de mais uma grande aventura. Carlos Teixeira e Carlos Gonçalves são os maratonistas de serviço para inscrever o nome das LEBRES E TARTARUGAS em mais uma maratona com que tantos sonham mas a que poucos se abalançam. O outro TARTARTUGA maratonista optou desta vez pela Meia Maratona na companhia de outro membro efectivo da nossa equipa. Frederico e João Valério levaram a bandeira das LEBRES E TARTARUGAS para a Ponte Vasco da Gama, local de partida da Meia Maratona. Estávamos assim representados, e bem, em duas frentes.

 

As previsões meteorológicas não reservam nada de bom aguardando-se uma pequena tempestade para esta manhã de domingo na zona da Grande Lisboa. Já nos tínhamos mentalizado para uma prova dura de roer, não só pela distância mas também pela envolvente meteorológica. Pelo caminho na A5 vislumbramos algumas “abertas” que nos queriam fazer acreditar que o S. Pedro nos daria algumas tréguas. Mas previsões são previsões e normalmente não falham, principalmente quando não são as mais animadoras.

 

Chegados a Cascais, e antes que a chuva começasse a desabar sobre as nossas cabeças, temos tempo para a fotografia da ordem.

WP_20151018_08_01_57_Pro.jpg

A nossa motorista de serviço regressa a casa para mais tarde nos recolher já no Parque das Nações. Chegámos com cerca de vinte minutos de avanço relativamente à hora da partida. Os atletas são encaminhados para o compartimento condizente com o tempo que têm no dorsal. O dorsal do Carlos Gonçalves indicava -4,30h devendo entrar numa zona sensivelmente a meio. O Carlos Teixeira, como não tinha indicado qualquer tempo no seun dorsal, foi encaminhado para o fim da fila. Mas como viemos juntos então juntos partiríamos. E lá fomos até à última entrada. Antes tivemos ainda a presença de um aguaceiro que se abateu forte e com forte ventania. Mal imaginávamos nós que seria a sua última presença.

 

O colorido e a animação são os habituais neste tipo de provas. Alguns até trajavam a rigor com roupas e bandeiras das cores nacionais de Portugal. E, pasme-se, um destes atletas disfarçados calçava uma “croques” verdes envoltas em bandeiras portuguesas. Será que conseguiria fazer toda a maratona com aquele calçado que não parecia ser o mais apropriado para uma corrida qualquer quanto mais para uma distância de mais de quarenta e dois quilómetros? Não o sabemos pois nunca mais vimos aquele par de atletas.

 

Mas também habitual foi o de, uma vez mais, as organizações lusas terem uma predilecção, e por que não dizer um “fetiche”, em não respeitarem a hora marcada para a partida. Sem qualquer causa aparente mais uma vez a prova começou atrasada. Será um pretenso motivo de atracção principalmente para os muitos atletas estrangeiros que habitualmente correm a nossa Maratona? Não sabemos e provavelmente nunca o saberemos.

 

Uma Maratona são longos quarenta e dois quilómetros e cento e noventa e cinco metros. Como já li algures o nosso organismo não está fisiologicamente preparado para correr uma distância tão grande. Por isso é necessária uma preparação mais cuidada tanto a nível físico como psicológico. E com um percurso maioritariamente plano é sempre a puxar.

 

Sem novidades face à edição de 2014 regista-se a grande quantidade de abastecimentos ao longo de todo o percurso. Sensivelmente de três em três quilómetros tínhamos água em abundância à nossa disposição. E por falar em água não me estou a referir àquela que muito provavelmente deveria cair do céu. Sim porque desta vez as previsões meteorológicas falharam. E até foi em nosso benefício. Da chuva nem sinal. O Sol manteve-se por trás das núvens dando algum descanso aos que sofrem com o calor. E o vento, que esperaríamos ao longo da marginal, quando apareceu até soprou pelas nossas costas dando-nos uma “mãozinha amiga”. Tivemos o tempo ideal. Só o Frederico é que discordou dizendo-nos que achou que estava um pouco calor.

 

Já na 24 de Julho encontro o Fernando Favinha, um nosso "velho" amigo e colega praticante de Badminton. Para ele a prova até estava a correr dentro da normalidade. O ritmo já não era o mesmo do início. E, como bem referiu, até conseguiríamos passar a marca dos trinta quilómetros abaixo das três horas. Mantendo a mesma cadência chegaríamos aos quarenta quilómetros antes das quatro horas. O pior eram aqueles malfadados dois quilómetros, sem contar com os cento e noventa e cinco metros, que nos iriam trair na nossa ambição de baixar o objectivo simbólico das quatro horas. Entre os quilómetros trinta e cinco e trinta e sete dá-se alguma quebra nos nossos atletas. Seria o fantasma do denominado “Muro da Maratona”? A passagem pelo Rossio e o encontro mais à frente com os atletas da Meia Maratona provoca um abrandamento no nosso ritmo de corrida. É nesta fase que as pernas parecem querer andar para trás. Mas é neste preciso momento que se revela a alma dos Maratonistas. Até podemos colocar de lado os nossos objectivos em termos de tempo de prova que tínhamos estabelecido como a meta a alcançar. Agora desistir NUNCA.

 

Faltam dois quilómetros quando entramos no Parque das Nações. São necessariamente dois longos e penosos quilómetros. Mas vamos buscar forças e ânimo onde parecia já não existirem. Lá bem no fundo ainda temos algumas reservas. À entrada na Alameda dos Oceanos vislumbramos a meta. O Piso em empedrado não ajuda. Mas queremos lá saber disso. Bem ali mesmo à nossa frente está o fim da nossa sétima maratona. Acima de tudo foi a nossa, mais uma, grande vitória.

 

Feita a recuperação possível os dois Tartarugas reencontram o seu amigo Favinha. Aliás o Fernando Favinha já é também uma presença habitual com quem confraternizamos e partilhamos as nossas alegrias e as nossas mazelas de natureza desportiva. Como dizia um antigo colega, e já na altura a estudar Medicina, quando chegarmos a velhos teremos um Coração Forte mas com as articulações tremendamente frágeis. A ver vamos.

 

E como prova das LEBRES E TARTARUGAS sem qualquer peripécia não tem tanto interesse estava guardado para o final o momento mais “nonsense” da nossa Maratona. Dentro do Parque de Estacionamento quando o Carlos Gonçalves trocava de camisola e arrumava a sua mochila a Condutora de Serviço decidiu arrancar deixando para trás este atleta e com a bagageira e uma porta traseira abertas. Também só andou poucos metros pois um grito de alarme do especado atleta surtiu efeito e o carro parou um pouco mais à frente. Ultrapassado este primeiro acto o Carlos Gonçalves entra dentro da viatura, acomoda-se como pode (as cãibras davam sinais de o quererem importunar), e dá o sinal de partida. Mais meia dúzia de metros é altura de outros atletas nos darem um berro dado que estávamos com a tampa da bagageira aberta. Finalmente e com tudo em ordem regressamos a Odivelas sem mais algum incidente.

 

Durante o caminho ainda nos liga o Frederico. Tínhamos combinado um reencontro no final das duas provas. Porém a confusão era tal que que o almejado encontro não foi possível. E cada grupo seguiu à sua vida.

 

Contrariando todas as indicações estes dois atletas voltarão a entrar em cena dentro de três semanas participando mais uma Maratona desta vez na Cidade do Porto. Esta prova estará para sempre guardada nossas memórias e nos nossos Corações pois foi aqui que cada um se estreou e concluiu logo à primeira vez uma Maratona. Só é pena que num País como o nosso apenas existam actualmente duas Maratonas e num curto período de um mês.

 

Atletas que concluiram a prova: 3817

Vencedor: ASBEL KIPSANG(Quénia) - 2:09:25

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº3725)

Classificação Geral: 1810º - Classificação no Escalão M55: 94º

Tempo Oficial: 4:07:31/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 4:02:38

Tempo médio/Km: 5m:45s <=> Velocidade média: 10,43 Km/h(*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº2252)

Classificação Geral: 2050º - Classificação no Escalão M55: 115º

Tempo Oficial: 4:13:36/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 4:08:43

Tempo médio/Km: 5m:54s <=> Velocidade média: 10,18 Km/h(*)

  

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 3 - Corrida da Água (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 11 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
  • 18 - Rock'n'Roll Lisboa Maratona (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 18 - Rock'n'Roll Lisboa Meia Maratona  (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 25 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 31 - Trail Nocturno de Bucelas - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:55

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015

CORRIDA DO SPORTING

100 Corridas.png

No dia 11 de Outubro realizou-se a 5ª edição da corrida do Sporting ligada a uma das figuras incontornáveis do desporto Português “Carlos Lopes”.

 

Indiferentes às suas cores clubísticas os tartarugas estiveram representados em todas as edições desta competição e também em algumas edições do rival da segunda circular cuja corrida já é organizada há  mais anos.

 

Pelos Lebres e Tartarugas estiveram presentes, Frederico Sousa e seu filho Gonçalo Sousa, Carlos Teixeira e seu filho André Catela e pela primeira vez Iorgos Konstantinidis.

 

A corrida disputou-se debaixo de alguns agradáveis aguaceiros, mas ao mesmo tempo sentia-se um ambiente  de trovoada muito normal na estação do ano que atravessamos.

 

Em relação às outras edições o percurso não sofreu quaisquer alterações sendo a maior parte do mesmo percorrido no Campo Grande e Avenida da República, as maiores dificuldades centram-se na subida da Avenida Fontes Pereira de Melo, e se quisermos nas subidas dos diversos tuneis embora estas sejam compensadas pelas descidas que os precedem.

 

Aspetos mais negativos desta prova são o pouco espaço disponível na zona de partida e nos primeiros 500 metros seguintes e o congestionamento após a linha de meta até às escadas de acesso à bancada do estádio.

 

Alguns participantes queixavam-se igualmente no final do abastecimento das águas e do facto de os relógios registarem distâncias superiores aos 10Kms que variavam entre os 200 e os 400m, situações que quem participa com regularidade em provas organizadas pela Xistarca, já não constituem novidade.

 

Para aqueles que são do Sporting como o signatário desta crónica o momento chave é o da entrada do estádio, é pena que estes novos estádios já não tenham pista de atletismo o que daria  à chegada uma maior envolvente. Penso que para quem participa em provas de atletismo uma chegada numa pista de atletismo percorrendo-a na sua totalidade ou parcialmente, tem um gosto diferente de uma chegada em estrada, pelo menos assim o sinto na Corrida dos Sinos em Mafra e nos 15kms da corrida do 1º de Maio provas em que habitualmente participo.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 3917

Vencedor: HERMANO FERREIRA (Sporting Atletismo) - 0:30:31

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº1080)

Classificação Geral: 799º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:48:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:47:18

Tempo médio/Km: 4m:44s <=> Velocidade média: 12,68 Km/h(*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº1081)

Classificação Geral: 1307º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:51:39/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:27

Tempo médio/Km: 5m:03s <=> Velocidade média: 11,89 Km/h(*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº4100)

Classificação Geral: 2790º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 1:02:35/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:59:08

Tempo médio/Km: 5m:55s <=> Velocidade média: 10,15 Km/h(*)

 

GONÇALO SOUSA (Dorsal Nº4101)

Classificação Geral: 3444º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 1:10:00/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:06:28

Tempo médio/Km: 6m:39s <=> Velocidade média: 9,03 Km/h(*)

 

IORGOS KONSTANTINIDIS (Dorsal Nº4102)

Classificação Geral: 1868º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:55:45/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:52:12

Tempo médio/Km: 5m:13s <=> Velocidade média: 11,49 Km/h(*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 3 - Corrida da Água (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 11 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
  • 18 - Rock'n'Roll Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 18 - Rock'n'Roll Meia Maratona de Lisboa  (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 25 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 31 - Trail Nocturno de Bucelas - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:52

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Domingo, 4 de Outubro de 2015

CORRIDA DA ÁGUA

100 Corridas.png

Desde o passado mês de Julho que os três atletas Fundadores das LEBRES E TARTARUGAS não se encontravam juntos numa mesma prova. Foi no Memorial Francisco Lázaro que o Frederico e os dois Carlos se despediram da época 2014/2015 dando lugar ao período de férias no que a corridas diz respeito. Mas mais do que a entrada no "defeso" aquela corrida teve como propósito principal a nossa despedida oficial e competitiva do nosso atleta alemão GEORG WALDSCHÜTZ que deixou o nosso País para completar uma etapa importante do seu percurso profissional e académico. E que prometeu voltar a Portugal para participar connosco numa Maratona de Estrada. Cá estamos à espera desse dia.

 

Com a companhia do João Valério, que assume actualmente o papel de quarto elemento destes três "Mosqueteiros", a nossa equipa voltou às lides em formato completo participando uma vez mais numa prova que tem como principal aliciante a chegada à meta após uma agradável e entusiasmante travessia do Aqueduto das Águas Livres. Esta é uma corrida maioritariamente plana cuja principal dificuldade reside na subida para Campolide até à entrada naquele monumento "ex-libris" da cidade de Lisboa e que em tempos idos tinha como missão transportar água até à capital deste cantinho lusitano. Mas, infelizmente e como alguns relatos históricos nos trazem à memória, este local serviu também para alguns homicídios/suicídios de má memória.

 

A Corrida da Água marca também o início da colaboração do João Valério com a nossa equipa. Foi há sensivelmente um ano, mais precisamente no dia 19 de Outubro de 2014, que o João se juntou aos LEBRES E TARTARUGAS e iniciou uma participação regular em corridas, fossem elas de estrada ou de montanha. No seu curto currículo como nosso acompanhante já provou um pouco de tudo tendo-se mesmo abalançado a uma primeira participação no Trilho de Almourol na modalidade de 25 quilómetros e de boa memória. E já se comprometeu connosco em provas emblemáticas como a Meia Maratona de Portugal e a Corrida do Fim da Europa.

 

A Corrida da Água manteve os mesmos atributos das últimas edições. Início junto ao Parque da Serafina com uma primeira subida longa quanto baste só para aquecer os músculos e as articulações. Em aproximação à zona de Pina Manique temos a única descida digna desse nome até entrarmos na já nossa conhecida ciclovia que se desenvolve ao longo da Radial de Benfica. Finalmente desafiamos o mais desgastante e exigente troço de toda a corrida com a longa e interminável escalada até ao alto de Campolide que antecede a entrada nos Jardins de acesso ao Aqueduto das Águas Livres. Com uma extensão à volta de um quilómetro é chegado o momento de disfrutarmos de uma paisagem e de uma envolvente que não nos está normal, e gratuitamente, acessível. Nem sempre está aberto o acesso ao Aqueduto e se o quisermos atravessar temos de pagar. Como em quase tudo na vida e que nos dá algum prazer ...

 

Deixamos para trás o Aqueduto e temos pela frente os últimos quinhentos metros todos eles a desenvolverem-se em terra batida até à meta instalada no Parque do Calhau. Uma vez mais andamos, ou melhor corremos, mais de oito quilómetros em alcatrão, ou em piso semelhante, quando se poderia facilmente organizar um percurso bem mais agradável todo ele em caminhos florestais dos muito existentes na Serra de Monsanto. É certo, e como já referimos nossa crónica/história da edição de 2014, que a "obrigação" da passagem pelo Aqueduto condiciona um pouco o percurso. Há que fazer jus ao nome da Corrida da Água. Mas podia-se tentar arranjar uma alternativa.

 

Agora, e relembrando a alusão à Água como tema principal da corrida, não se compreende como o único abastecimento desse precioso líquido durante a prova é tão complicado. Nas edições anteriores era feito por volta dos sete quilómetros numa curva estrangulada junto aos Pupilos do Exército. Este ano mudaram o abastecimento de sítio, por sinal numa curva bem apertada e sujeita a maior confusão. E a piorar a situação no final apenas tivémos direito a uma minúscula garrafinha de água. Repetiram-se os mesmos erros das edições anteriores. Será que ninguém viu isto? Por sorte o tempo ajudou com umas condições ideais em termos de temperatura e sem que o Sol castigasse a maioria dos atletas, principalmente aqueles que não se dão bem com o Calor.

 

Façamos figas para que em 2016 nos tragam algumas novidades.

 

Atletas que concluiram a prova: 708

Vencedor: TIAGO LOUSA (A Minha Corrida/Kalenji) - 0:22:52

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº240)

Classificação Geral: 534º - Classificação no Escalão M5054: 49º

Tempo Oficial: 1:01:06/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:00:54

Tempo médio/Km: 6m:05s <=> Velocidade média: 9,85 Km/h(*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº239)

Classificação Geral: 151º - Classificação no Escalão M5559: 8º

Tempo Oficial: 0:47:26/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:47:14

Tempo médio/Km: 4m:43s <=> Velocidade média: 12,70 Km/h(*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº238)

Classificação Geral: 181º - Classificação no Escalão M5559: 10º

Tempo Oficial: 0:48:54/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:42

Tempo médio/Km: 4m:52s <=> Velocidade média: 12,32 Km/h(*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº241)

Classificação Geral: 316º - Classificação no Escalão M6099: 20º

Tempo Oficial: 0:53:51/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:53:39

Tempo médio/Km: 5m:22s <=> Velocidade média: 11,18 Km/h(*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 3 - Corrida da Água (Lisboa/Monsanto) - 10 Km
  • 11 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
  • 18 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 25 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 31 - Trail Nocturno de Bucelas - 15 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 10:57

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