Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

CORRIDA COM OS CAMPEÕES

Num fim de semana em que escasseavam alternativas, por forma a não perder a embalagem do ano anterior e para absorver os excessos da passagem de Ano o Carlos Teixeira e o Frederico Sousa decidiram participar pela primeira vez nesta prova.

 

É certo que os Lebres e Tartarugas já participaram noutros anos em provas do Campeonato Nacional de Estrada mas esta foi a primeira participação com esta configuração.

 

Com partida e chegada no Estádio Nacional do Jamor a prova desenvolvia-se ainda pela estrada marginal num percurso que provou ser bem mais exigente do que muitas outras provas em que participamos.

 

A partida ocorreu às 15:10 (hora inédita) de um Sábado, ou seja 10 minutos depois da partida da prova do Campeonato Nacional de Estrada.

 

A prova popular, patrocinada pela Allianz (ou seja o Carlos Teixeira corria em casa ou pela casa), registou uma participação moderada com os atletas a serem divididos em diversos escalões.

 

Depois da partida descemos em direcção à Marginal tendo virado para a direira e enfrentado por duas vezes a subida do Alto da Boa Viagem.

 

Seguindo depois em frente entravamos pela recta do Dafundo onde se deu o retorno em direcção do Jamor e mais precisamente do Estádio Nacional onde se encontrava a meta.

 

Foi uma prova dura e exigente reflectida nos tempos registados pelos atletas.

 

No entanto foi uma tarde bem passada numa prova a repetir.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova ALLIANZ: 520

Vencedor: JOSÉ GASPAR (CCCAMP): 0:32:10

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2097) 

Classificação Geral: 354º - Classificação no Escalão Masculino: 321º

Tempo Oficial: 0:56:50/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:41s  <=> Velocidade média: 10,56Km/h (*)

 

CARLOSATEIXEIRA (Dorsal Nº 2101) 

Classificação Geral: 200º - Classificação no Escalão Masculino: 190º

Tempo Oficial: 0:49:37/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:58s  <=> Velocidade média: 12,09Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Janeiro

  • 13 - Corrida com os Campeões (Lisboa) - 10 Km
  • 21 - Grande Prova de Atletismo do Camarnal (Camarnal) - 10 Km
  • 28 - Corrida do Fim da Europa (Sintra/Cabo da Roca) - 17 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:52

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 6 de Janeiro de 2018

SÃO SILVESTRE DE LISBOA

Manteve-se a tradição da participação de uma equipa das LEBRES E TARTARUGAS na Corrida São Silvestre de Lisboa sendo de assinalar o facto de Carlos Teixeira e Frederico Sousa serem totalistas numa prova que celebrou este ano a décima edição.

 

Regista-se também que estivemos presentes com a nossa maior representação de sempre com, nada mais nada menos, oito atletas:

 

  • João Valério
  • Carlos Gonçalves
  • José Pedro Jordão
  • Carlos Teixeira
  • Frederico Sousa
  • Pedro Antunes
  • André Gonçalves
  • Gonçalo Gonçalves

A foto da equipa contou ainda com a presença da nossa Caminheira Etelvina Teixeira, Bina para os amigos. Só faltou mesmo a nossa Treinadora e Caminheira Ana Luísa. E muitos outros que, aqui ou ali, têm contribuído para escrever a história das LEBRES E TARTARUGAS.

 IMG_1859.JPG

 Ainda se associou à nossa equipa um nono elemento – Ana Gomes – que se estreou absolutamente em corridas e que será potencialmente uma nova Tartaruga. Assim ela o queira.

IMG_1860.JPG

Sem alterações em termos de percurso face às recentes edições, saudamos o terem reposto a hora de partida para o final da tarde. Voltámos a ter os atletas a correr pelas ruas da baixa pombalina, e pela mais emblemática avenida da cidade de Lisboa, numa hora em que a sua beleza e encanto mais resplandecem, com as decorações de Natal a darem um contributo muito especial.

 

Com o aproximar das cinco e meia da tarde os atletas encaixam-se nos blocos respectivos.

 

Os dois Carlos vão para a zona dos Sub50. O Frederico e o João Valério entram na secção dos Sub60. E, por fim, os restantes Tartarugas – Gonçalo, André, Pedro e José Pedro, na companhia de Ana, - acomodam-se no muito concorrido e mais complicado sector dos Mais de 60.

IMG_1855.JPG

À hora marcada abrem-se as hostilidades precedidas com o Hino Nacional a ser cantado em uníssono pelos mais de oito mil atletas presentes na Avenida da Liberdade.

 

Seguindo a tradição retomou-se a “Guerra dos Sexos” com as mulheres a partirem em primeiro lugar. Cerca de 3 minutos mais tarde saem os homens em sua perseguição. Até hoje as atletas femininas têm dominado com mais vitórias na classificação geral.

 

Todos iniciam, à vez, a Corrida São Silvestre de Lisboa. A confusão do costume avoluma-se à medida que partem os últimos blocos. Com mais ou menos atropelos, mais ou menos pisões, os atletas começam a percorrer os primeiros quilómetros. Só já na 24 de Julho diminui um pouco o congestionamento e consegue-se correr mais em condições. Mas, como já é habitual, nunca temos grande espaço de manobra.

 

À saída da Praça dos Restauradores abordamos os três derradeiros quilómetros. Metade é terrivelmente sempre a subir até se cumprir meia volta ao Marquês de Pombal. Finalmente começa a tão desejada descida até à meta. Mas não pensem que é fácil. Temos uma competição dentro da própria corrida: o “Último quilómetro”. Os que ainda têm algumas energias aceleram “prego a fundo” até à meta. Os outros vão-se “arrastando” como podem…

 

Os atletas aglomeram-se logo após terminarem a prova. Elementos da Organização esforçam-se por dispersarem os corredores evitando um indesejável “entupimento” que perturbe quem ainda tenta cortar a meta.

 

Enrolados numa espécie de manta térmica todos procuram encontrar os familiares e outros colegas de corrida. É o reagrupamento da equipa das LEBRES E TARTARUGAS. Com as despedidas e desejos de um Excelente Ano de 2018 cada um ruma aos seus carros já a pensar no “Reveillon” da passagem de ano.

 

Fechou-se o primeiro ciclo da nossa época competitiva. Até à primeira corrida, em Janeiro, vamos ter algumas semanas de descanso mas também de preparação.

 

Atletas que concluiram a prova: 8275

Vencedor: SAMUEL BARATA (SLB): 0:29:57 - Tempo no Último Km => 0:02:44 (2º classificado) 

São Silvestre.jpg

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 17 - Onyria Challenge (Cascais)
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km

 

 

 

 

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:36

link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017

ONYRIA CHALLENGE

Aproximando-se o Natal a oferta de provas de estrada diminui bem assim como a disponibilidade dos elementos deste grupo em participar em provas desta natureza.

 

Como resistente ultimo e para não perder a embalagem para os embates gastronómicos que se avizinham optei por continuar em participar em provas simples e por esse motivo escolhi estrear-me nesta prova simpática em Cascais.

 

O percurso era simples e aliciante – do Farol da Guia quase até ao Guincho e voltar.

 

O dia apresentou-se com óptimas condições (se bem que um pouco de chuva não teria feito mal nenhum) – sol, céu azul, frio com uma ligeira brisa.

 

Desloquei-me calmamente para o local da partida com um pequeno período de aquecimento (dadas baixa temperatura sentida na altura).

 

Marcaram presença pouco menos de 300 atletas para a corrida o que me deixou logo preocupado por poder vir rapidamente a ocupar a cauda do pelotão.

 

Não obstante serem poucos os atletas a organização preparou entradas separadas para as várias categorias de corredores mas sem qualquer tipo de controlo. Até os corredores pacers (4 min /km, 5 min/km e 6 min/km) tiveram o cuidado de entrar nas portas adequadas.

 

Assim o que aconteceu na realidade foi um pelotão todo baralhado à partida, o que no entanto não causou danos dada a fraca afluência na prova.

 

Partida pontual e descongestionada com apenas 7 segundos para passar a linha de partida.

 

A prova correu bem com uma velocidade até acelerada para as características deste atleta.

 

Resultado – 6º melhor tempo na distância, já efectuada por mais de 100 vezes.

 

Nada mau.

 

Venha a próxima  que será a participação totalista (10 participações em 10 edições) da S. Silvestre de Lisboa para fechar o ano com chave de ouro.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 288

Vencedor: JOSÉ GASPAR (GD Odimarq): 0:32:20

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 231) 

Classificação Geral: 167º - Classificação no Escalão M50: 18º

Tempo Oficial: 0:55:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:55:21

Tempo médio/Km: 5:32s  <=> Velocidade média: 10,84Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 17 - Onyria Challenge (Cascais)
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 14:24

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

GRANDE PRÉMIO DO NATAL

Nunca é demais recordar como esta corrida foi, em tempos, considerada como “maldita” pela equipa das LEBRES E TARTARUGAS após uma primeira participação em 2009 e que nos deixou terrivelmente desapontados com a falta de desorganização revelada. Mas, o que outrora foi um pesadelo, transformou-se por completo passando a ser uma corrida emblemática e na qual fazemos questão de estar presentes.

 

A edição deste ano do Grande Prémio de Natal registou também o regresso às “pistas” asfaltadas do nosso atleta Carlos Gonçalves que anda, desde meados de 2017, a lutar contra uma arreliadora lesão no menisco direito e que já o impediu de participar em alguns “Trails” da sua preferência.

 

Mas será que veio mesmo para ficar? Aguardamos pelos próximos desenvolvimentos.

 

É preciso recuar sete meses para encontrarmos os três LEBRES E TARTARUGAS Fundadores juntos numa mesma corrida, mais precisamente na também igualmente emblemática Corrida do 1º de Maio.

 

Este “lesionado” atleta definiu à partida três objectivos neste seu regresso à competição:

 

  • Terminar a prova
  • Se possível sem dores
  • E, hipótese mais difícil, abaixo de uma hora

 

Para conseguir cumprir os dois primeiros objectivos o Carlos Gonçalves arrancou num ritmo bastante moderado e nada condizente com o grupo de Sub 50 no qual partiu. Não se importando nada com as constantes ultrapassagens que lhe faziam por um e por outro lado, vendo mesmo alguns atletas já conhecidos e cujo ritmo é normalmente muito inferior ao seu passarem-lhe à frente, lá foi percorrendo calmamente os vários quilómetros até chegar à Meta em boas condições e praticamente sem dores. Só que, nesta altura, as descidas são muito mais problemáticas do que as subidas pelo que os derradeiros dois quilómetros não foram de todo aproveitados tendo, como consequência, cortado a meta com cerca de uma hora e seis minutos. Mas, e mais importante do que tudo, terminou a prova praticamente como se não estivesse lesionado. Abrem-se assim boas perspectivas para a São Silvestre de Lisboa e, muito importante, para a Corrida do Fim da Europa que se realiza no final do próximo mês de Janeiro.

 

Assim parece que “veio mesmo para ficar”. Mas com muita calma, como os seus companheiros de equipa bem o avisam…

 

A equipa das LEBRES E TARTARUGAS esteve bem representada e pelos seus mais regulares elementos:

 

  • Pedro Antunes
  • Frederico Sousa
  • Carlos Teixeira
  • Carlos Gonçalves
  • João Valério

 Equipa.jpg

Para uma Corrida sem novidades face à edição do ano passado, cada um partiu com as suas próprias expectativas. O facto de conhecerem o percurso acaba por ser uma vantagem. E é uma prova boa para estabelecer recordes pessoais.

 

A parte inicial é talvez a mais dura. A primeira subida até ao Largo da Luz é um pouco demolidora vendo-se desde logo alguns atletas a encostarem-se à berma e a andarem a passo. Uma incursão por uma das principais artérias do Bairro de Telheiras e os atletas recuperam o fôlego e enchem-se de coragem para atacar os próximos quilómetros.

 

A passagem pela zona desportiva do Sporting Clube de Portugal enche de ânimo os inúmeros “leões” ou “lagartos” sendo, para eles, um dos pontos altos do percurso. Mas também não deixa indiferentes os simpatizantes de outras cores clubistas.

 

Aproximamo-nos do Campo Grande e, como dizia um outro atleta, “agora já só faltam duas rectas”, e com o rebuçado final de mais de dois quilómetros sempre a descer.

 

A animação na Avenida da Liberdade é bastante grande. O espírito do Natal está bem no ar. E como não choveu as ruas e passeios estão cheias de passeantes, alguns a apoiarem os atletas e outros, completamente alheados desta “confusão”, dão mais atenção à beleza da “Sala de Visitas” da cidade de Lisboa.

 

Terminada a corrida cada um parte à sua vida para gozar os últimos “cartuchos” de um fim-de-semana prolongado.

 

Até ao Natal os TARTARUGAS não se voltarão a reencontrar, estando marcada para o dia 30 de Dezembro a despedida em beleza, desportivamente falando, na tradicional e muito concorrida São Silvestre de Lisboa.

 

Atletas que concluiram a prova: 4358

Vencedor: HÉLDER SANTOS (Sporting CP): 0:29:01

 

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1237) 

Classificação Geral: 1237º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 204º

Tempo Oficial: 0:47:12/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 4:43s  <=> Velocidade média: 12,71Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 3392) 

Classificação Geral: 3781º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 734º

Tempo Oficial: 1:06:21/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 6:38s  <=> Velocidade média: 9,04Km/h (*)

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 3557) 

Classificação Geral: 2293º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 440º

Tempo Oficial: 0:53:26/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:21s  <=> Velocidade média: 11,23Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 3761) 

Classificação Geral: 2781º - Classificação no Escalão M50/M55/M60: 541º

Tempo Oficial: 0:56:35/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

PEDRO ANTUNES (Dorsal Nº 3868) 

Classificação Geral: 3767º - Classificação no Escalão SEM Masculinos: 607º

Tempo Oficial: 1:06:13/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 5:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:38

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

MEIA MARATONA DOS DESCOBRIMENTOS

Uma corrida sempre fresquinha

 

Esta é mais uma prova em que os Lebres e Tartarugas estiveram sempre representados desde a sua 1ª edição em 2013.

 

Nesta 5ª edição a equipa esteve representada por Frederico Sousa e Carlos Teixeira.

 

Os atletas encontraram-se em casa do Frederico e refugiaram-se do frio dentro do carro do Carlos Teixeira até aproximadamente 20 minutos antes do início da prova.

 

Quando saíram do carro os atletas constataram que apesar de estar frio não era tanto como inicialmente supunham, no entanto foi necessário ir a correr até ao local da partida para o enfrentar melhor.

 

Pela altura do ano em que se realiza e por se tratar de um percurso plano esta é uma das melhores meias maratonas para atingir bons tempos e/ou bater records.

 

As alterações do percurso em relação a edições anteriores tornaram mesmo esta prova quase 100% plana. Aquelas consistiram na eliminação dos primeiros kms na zona do Restelo onde havia algum sobe e desce antes de se atingir a Avenida Marginal.

 

A partida teve lugar mais uma vez na Praça do Império algo confusa seguindo os atletas em pelotão compacto até Algés onde retornaram, depois seguiram sempre em frente até aproximadamente o Km 12 junto à estação de Santa Apolónia, neste local deu-se o retorno com a novidade de se passar pelo Terreiro de Paço, Baixa e Rossio, depois foi o regresso com passagem pelo Cais do Sodré ao Km 15, a meta tal como nos anos anteriores situou-se ao pé do Museu da Marinha.

 

Os dois atletas Carlos Teixeira e Frederico de Sousa tiveram bons desempenhos percorrendo a distância abaixo dos 5 e 6 minutos por km respetivamente, de realçar principalmente a melhoria de forma do Frederico, porque será ? Pois é tudo uma questão de Lebre !!!!!!!

 [Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 2422

Vencedor: ANDRÉ L. F. COSTA (A minha Corrida My PROTEIN): 1:10:08

 

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1584) 

Classificação Geral: 1029º - Classificação no Escalão M5559: 59º

Tempo Oficial: 1:46:22/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:44:16

Tempo médio/Km: 4:57s  <=> Velocidade média: 12,14Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1585) 

Classificação Geral: 2069º - Classificação no Escalão M5054: 210º

Tempo Oficial: 2:08:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 2:05:55

Tempo médio/Km: 5:58s  <=> Velocidade média: 10,05Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Dezembro

  • 3 - Meia Maratona dos Descobrimentos (Lisboa) - 21,0975 Km
  • 10 - Grande Prémio do Natal (Lisboa) - 10 Km
  • 30 - Corrida São Silvestre de Lisboa - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:28

link do post | comentar | favorito
|

GRANDE PRÉMIO DE ATLETISMO DA MENDIGA

Regresso ao Passado e as 3 Lebres

 

Passados 5 anos regressei ao Grande Prémio da Mendiga desta vez não com os meus colegas Tartarugas (Carlos Gonçalves e Frederico Sousa) mas acompanhado de três lebres, duas Joana Fernandes e Joana Teixeira acompanharam-me na corrida principal e a outra lebre Etelvina Teixeira participou na caminhada rural de 7 Kms.

IMG_2846.jpg

Percorrida a distância entre Odivelas e a Mendiga em aproximadamente 1h15m chegámos ao destino, deparando logo com as mangas de partida e chegada tal como há 5 anos junto à sede da Associação Recreativa da Mendiga e ao Pavilhão Municipal.

 

Antes da partida fomos levantar os dorsais, para regozijo das lebres mais novas muito orgulhosas de irem correr pela nossa equipa estava um papel com o nome dos  Lebres e Tartarugas sobre os mesmos e das habituais  T-Shirts.

 

A temperatura estava agradável mas fresquinha e com algum vento, mas mesmo assim não houve lugar a grandes aquecimentos.

 

Assinalando o 30º ano de realização da prova o percurso utilizado foi o antigo algo diferente daquele que tinhamos realizado há cinco anos, a principal diferença foi que o que fizemos há 5 anos era mais plano e o antigo tem mais subidas e descidas não muito acentuadas mas longas. O início da prova foi algo dificultada pelo vento lateral que se fazia sentir mas de certa forma o seu efeito foi-se diluindo ao longo da prova.

 

Quando me aproximava dos 10Km cruzei-me com as duas lebres que estavam entre os 6 e 7 Kms, uma delas já em crescentes dificuldades com uma arreliadora dor numa virilha.

 

Aos 14 Kms perguntei a um polícia se a prova terminava aos 15km, após a resposta afirmativa aumentei a velocidade de forma a concluir a prova em aproximadamente 1h13m, mas afinal a prova só acabou aos 16,3 Km, pelo que o 1,3 Km final foi mais difícil.

 

A questão da distância foi a única questão que correu menos bem alguma contradição entre o folheto e o site da prova e o que é engraçado é que a mesma nem teve os 15km nem os 16,6 Km, mas sim os 16.3 Km.

 

Enquanto esperava pelas lebres desloquei-me ao pavilhão para tomar um retemperador duche, mas lamentavelmente a água acabou…..

 

Não havendo banho fui para a meta à espera das duas jovens lebres que lá chegaram em clima de festa fechando um pelotão de apenas 177 atletas.

 

É pena que algumas provas estejam a perder muitos particiapntes a Mendiga tinha normalmente perto de 500 participantes, desta vez as inscrições rondaram as 200, mas o que é um facto é que cada vez há mais provas de atletismo em Portugal e para todos os gostos.

 

Antes de sairmos da Mendiga ainda tivemos oportunidade de confraternizar e alimentar  três bonitos burros….

IMG_2854.jpg

Foi engraçado regressar à Mendiga na viagem tive ocasião de passar no snack-bar onde há 5 anos eu e os outros dois tartarugas tinhamos bebido um café, já não me lembrava era que os últimos 30 km tinham tantas curvas.

 

No regresso retemperamos as forças num restaurante em Alcanede aproximadamente 12 kms depois de termos saído da mendiga, uma hora após concluído o almoço já estavamos novemente em Odivelas.

 

Deixo os meus parabéns às lebres pela participação nas respetivas provas e os meus agradecimentos pela companhia agradável e divertida que me proporcionaram.

IMG_2849.jpgIMG_2847.jpg

IMG_2851.jpg

 

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 177

Vencedor: DANIEL GREGÓRIO (Centro de ATletismo de Seia) 0:51:48

 

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº109) 

Classificação Geral: 719º - Classificação no Escalão: ND

Tempo Oficial: 1:18:24/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:18:24

Tempo médio/Km: 4:49s  <=> Velocidade média: 12,47Km/h (*)

 

JOANA TEIXEIRA (Dorsal Nº 110) 

Classificação Geral: 177º - Classificação no Escalão: ND

Tempo Oficial: 1:53:32/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:53:32

Tempo médio/Km: 6:58s  <=> Velocidade média: 8,61Km/h (*)

 

JOANA FERNANDES (Dorsal Nº 111) 

Classificação Geral: 176º - Classificação no Escalão: ND

Tempo Oficial: 1:49:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:49:04

Tempo médio/Km: 6:41s  <=> Velocidade média: 8,97Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
  • 12 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km
  • 19 - Corre Jamor
  • 26 - GP de Atletismo da Mendiga
publicado por Carlos M Gonçalves às 18:52

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 25 de Novembro de 2017

CORRE JAMOR - Uma corrida fantástica

Disputou-se no passado Domingo a 8ª Edição da prova Corre Jamor, com a participação dos Lebres e Tartarugas a ser assegurada por Carlos Teixeira e Frederico de Sousa.

 

Dificilmente se  fosse possível escolher teríamos uma manhã tão bonita e tão agradável para se correr num Parque também todo ele muito bonito, o Jamor.

 

Esta corrida tem vários atrativos o primeiro passa por corrermos em três pisos diferentes, Pista, Estrada e Trail, o segundo a atmosfera do Parque rodeada de vegetação, o terceiro as paisagens paradisíacas que é possível observar, nomeadamente  as vistas sobre o rio Tejo, o quarto a chegada em pista que a maior parte dos atletas muito aprecia, o quinto o facto de serem atribuídos diversos prémios a atletas classificados no fim de cada centena e o sexto o historial do Jamor que traz recordações como espetador  ou praticante de eventos desportivos passados.

 

O percurso foi igual ao da edição anterior, início na pista do Jamor com grande aglomerado de atletas seguindo-se à saída do estádio para estrada a descer em pelotão muito compacto, depois atravessámos já com piso térreo o rio do Jamor e aos 2,5 Km

 

entrámos na parte de trail com muito sobe e desce, terminando a prova como já referido na pista do Estádio do Jamor.

 

No final esta prova é disputada aproximadamente em 600 metros (pista), 2.400m (estrada) e 7 Km (trail), apesar de ser mais uma corrida em trail penso contudo que a mesma é do agrado do diverso tipo de corredores por ser uma prova diferente e que mistura diferentes tipos de pisos.

 

Provavelmente será uma prova que se vai manter no calendário dos Lebres e Tartarugas nos próximos anos.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 1183

Vencedor: AFONSO FEIJÃO (Individual) 0:35:07

 

 FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 940) 

Classificação Geral: 770º - Classificação no Escalão V50: 95º

Tempo Oficial: 1:02:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:01:16

Tempo médio/Km: 6:08s  <=> Velocidade média: 9,79Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 941) 

Classificação Geral: 265º - Classificação no Escalão V55: 10º

Tempo Oficial: 0:51:53/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:51:05

Tempo médio/Km: 5:07s  <=> Velocidade média: 11,75Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
  • 12 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km
  • 19 - Corre Jamor
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:43

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 16 de Novembro de 2017

CORRIDA DAS CASTANHAS

Como transformar uma corrida de 10 kms numa prova de 14 kms

 

É simples – basta não levantar o dorsal de véspera como se devia e deixar o carro a 1 km da partida.

 

Por estar muito ocupado de véspera (sabe-se lá a fazer o quê) não fui levantar o dorsal no Sábado às instalações da Xistarca. Pensei portanto ir no próprio dia mais cedo para ter tempo de levantar calmamente o dorsal.

 

Assim no dia da prova chego cerca de meia hora antes da hora e estaciono num local habitual em Monsanto para ir buscar o dorsal, voltar ao carro para deixar a t-shirt e o resto do material e voltar à meta.

 

Quando começo a andar para a partida vejo o sinal do km 9. Bonito serviço a 1 km da meta!!!

 

Vou calmamente a andar até à meta – 10 minutos – volto para o carro - + 10 minutos – coloco o dorsal e então corro para a meta (7 minutos a correr).

 

Quando chego já organização pede pelos microfones para os atletas que ainda estão a fazer o aquecimento (basicamente eu…) se dirigirem para a zona de partida e deixarem a recta de partida desimpedida.

 

Lá chego ao local de partida já com 3 kms nas pernas, bem quentinho, descanso um minuto e partimos.

 

Tempo fresco de inicio mas quente ao sol.

 

A prova desenrola-se sempre por um trajecto muito bonito de Monsanto mas lá plano é que não é.

 

Uma primeira volta no alto de Monsanto e deslocação até ao Estádio Pina Manique onde se dá o retorno.

 

Ao km 8 enfrentamos a subida já conhecida de Montes Claros.

 

Na prova tinha três objectivos – completar a prova:

 

  1. Sempre a correr - Falhanço
  2. Em menos de uma hora – Falhanço
  3. Em menos do tempo do dobro do tempo do vencedor – Vá lá, consegui…

 

Ainda assim é uma prova muito agradável. A repetir.

 

Depois da prova mais um km até ao carro.

 

Toma lá que é para aprenderes…

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 645

Vencedor: GONÇALO CASIMIRO(Juventude Vidigalense) 0:32:52

 

 FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 638) 

Classificação Geral: 509º - Classificação no Escalão M5054: 46º

Tempo Oficial: 1:00:51/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:00:06

Tempo médio/Km: 6:01s  <=> Velocidade média: 9,98Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
  • 12 - Corrida das Castanhas (Lisboa) - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 22:40

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017

MARATONA DO PORTO

Maratona do Porto – A Minha 12ª Maratona

 

Três semanas após a maratona de Lisboa lancei-me em nova aventura na distância desta vez na cidade do Porto.

 

Muitas pessoas desaconselham a realização de duas maratonas em tão curto espaço de tempo mas constatei que não fui o único, muito atletas com quem falei também fizeram o mesmo.

 

É de facto uma  pena que as duas maratonas que se realizam em Portugal tenham datas tão próximas uma da outra.

 

Apesar da beleza incontestável de ambos os percursos para mim a Maratona do Porto é sempre especial porque foi a primeira que fiz e pelo ambiente proporcionado pelos populares que se distribuem ao longo da corrida, principalmente em Matosinhos, Ponte D. Luis, Gaia, Freixo e nos últimos Km onde gritam os nossos nomes de forma a incentivar-nos a chegar ao fim.

 

Durante o período que separaram as maratonas a minha grande preocupação foi tentar recuperar fisicamente e ao mesmo tempo não perder a forma, por esta última razão pelo meio participei nas corridas do Montepio e de Almeirim.

 

O arranque da maratona do Porto começa com a passagem pela Alfândega onde se realiza durante dois dias a Expo Maratona num espaço muito bonito e muito bem organizado, aí tirei algumas fotas já habituais simbolizando a minha participação pela sexta vez na maratona do Porto, analisei o percurso que foi exatamente igual ao do ano anterior e até servi de lebre aos quenianos.

IMG_2803.jpgIMG_2807.jpg

Face ao ocorrido em Lisboa na Alfândega tive ocasião de comprar uma bolsa onde pudesse levar o telemóvel de forma a poder avisar a minha companheira em caso de insucesso, por outro lado e ao contrário do habitual comprei igualmente alguns produtos que aparentemente tiveram influência na minha performance durante a prova.

 

As 7h30m através de um transfer desloquei-me para o local da partida, ao sair do autocarro foi necessário superar o frio que se fazia sentir aproximadamente 9 graus e depois andar à vontade uns 15 minutos até à minha manga de partida onde já se encontrava uma grande mancha de atletas, de inúmeras nacionalidades.

 

Como já referido nos dois anos anteriores as alterações introduzidas no percurso a partir de 2015 não foram na minha opinião muito felizes e exemplo disso são os primeiros 5 km verdadeiramente desinteressantes e muito difíceis face ao reduzido espaço que cada atleta tem para correr.

 

Os primeiros 10 km percorri-os com muito cuidado de forma a avaliar a minha condição física e ao mesmo tempo para poupar energias, e foram sempre percorridos com um grande congestionamento de atletas o que obriga a uma grande concentração de forma a evitar quedas, o quilómetro 10 foi atingido em plena Matosinhos com a marca de 55m91s.

 

Mantendo um ritmo idêntico entre os 10k e os 20 Km distância que separou Matosinhos da zona da ribeira, demorei 56m12s, nesta parte o pelotão já se começou a alongar e perto da Alfândega tive oportunidade de me cruzar com o atleta queniano que viria a triunfar nesta edição.

 

Apesar do excelente pequeno almoço e da barra energética que comi minutos antes da partida ao quilómetro 22 comecei a sentir fome, foi quando bebi um iogurte líquido, entre os 20 e 30 a prova é quase toda passada em Gaia atingindo-se o km 30 na zona do Freixo, nestes 10 Km o ritmo já foi mais fraco cerca de 58M30s.

 

A partir dos 30 km tudo é mais difícil nas maratonas e as minhas maiores dificuldades começaram a partir do km 34, aí recorri ao meu Gel líquido e diminui acentuadamente o meu ritmo demorando 1h06m21s a percorrer estes dez quilómetros.

 

Sendo difíceis o último especialmente os dois  kms finais no Porto são corridos com já referido atrás com um enorme apoio dos populares, a 300 metros do fim a minha companheira imbuída no espírito apoiava-me fortemente e foi assim que sentindo-me praticamente rebocado por ela e pelas outras pessoas que completei a minha 12ª Maratona.

 IMG_2801.jpg

Duas notas finais uma para organização que foi excelente e que desta vez teve a preocupação de melhorar o escoamento dos atletas após cortarem a meta, outra para o apoio e compreensão da minha companheira, sem ela não sei se tinha tido condições físicas e psicológicas para participar nesta maratona.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 4584

Vencedor: JACKSON LIMO (QUE) 2:11:34

 

IMG_2802.jpg

 CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 6173) 

Classificação Geral: 2833º - Classificação no Escalão M55: 155º

Tempo Oficial: 4:11:48/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 4:09:33

Tempo médio/Km: 5:55s  <=> Velocidade média: 10,15Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Novembro

  • 5 - Maratona do Porto - 42,195 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:55

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

20 KMS DE ALMEIRIM

PROVA A REPETIR

 

Pelo 2º ano consecutivo participei nesta prova que já vai na 31ª Edição.

IMG_2738.jpg

 

Trata-se de uma prova com grande tradição no calendário de provas de atletismo que se organizam em Portugal.

 

A uma semana da Maratona do Porto esta prova sendo mais ou menos metade da distância constitui um excelente treino de preparação para o próximo fim de semana.

 

Em menos de 1 hora cheguei a Almeirim a tempo de levantar os dorsais e de fazer o aquecimento necessário para umas pernas algo desgastadas neste momento da época.

 

O percurso sofreu alterações em relação ao ano anterior em vez da ligação Almeirim/Alpiarça fomos na direção de Santarém. Na minha opinião o percurso anterior era mais bonito, o deste ano teve o atrativo de atravessarmos a ponte que liga Almeirim a Santarém com um cumprimento de 1,3 Km.

 

No que se refere a dificuldades os dois percursos são similares no caso de ontem a principal dificuldade foi o calor que se fez sentir completamente fora de época.

 

A organização da prova foi excelente, muita animação no centro de Almeirim no antes, no durante e no pós-corrida, um local bonito e carismático.

 

Fiz uma corrida certinha sem grandes oscilações 50m30s nos primeiros 10KM e 51m14s nos segundos 10 KM acautelando o físico para o Porto, apesar disso fiz menos 9 segundos que em 2016.

 

Espero que esta prova se mantenha por muitos anos com a qualidade que constatei nestes 2 anos em que participei e enquanto tiver pernas não vou falhar a minha presença.

 

O prémio de participação é original face à habitual medalha das restantes corridas.

IMG_2759.jpg

IMG_2757.jpg

 

Sendo uma zona gastronómica de excelência a seguir à corrida ainda houve tempo para saborear a famosa sopa da pedra!!!

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 794

Vencedor: ANDRÉ COSTA (AVG) 1:05:24

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 509) 

Classificação Geral: 418º - Classificação no Escalão M55: 21º

Tempo Oficial: 1:42:09/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:41:44

Tempo médio/Km: 5:05s  <=> Velocidade média: 11,80Km/h (*)

 

 (*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 15 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 22 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 29 - 20 Kms de Almeirim
publicado por Carlos M Gonçalves às 21:47

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 28 de Outubro de 2017

CORRIDA DO MONTEPIO

Correr por uma Causa

 

Realizou-se no passado fim de semana a 5ª edição da Corrida do Montepio Geral como sempre a mesma teve por finalidade juntar o prazer de correr com o apoio a uma causa.

 

Este ano o valor das inscrições 43.000 € reverteu a favor da Associação dos Deficientes das Forças Armadas.

 

Esta é mais uma prova em que os Lebres e Tartarugas são totalistas desta vez a representação este a cargo de : Frederico Sousa, Carlos Teixeira e o seu filho André Catela.

 

Os três tartarugas encontraram-se na estação do Rossio e de seguida cada um deslocou-se para os respetivos locais de partida, sub-50 (Carlos), Sub-60 (Fred) e mais de 60 (André).

 

A partida teve lugar no Rossio completamente inundada de T-Shirts laranja como já é hábito nesta corrida e foi dada por vagas com intervalos de 5 minutos.

 

O percurso foi igual ao dos anos anteriores, partida no Rossio, Rua do Ouro, Cais Sodré, Avenida da India, Avenida 24 de Julho, retorno junto ao Centro de Congressos de Lisboa, e chegada à Praça do Comércio.

 

Repetiu-se a bonita chegada ao Terreiro do Paço já utilizada noutras provas com a passagem prévia pelo arco da Rua Augusta.

 

Os três atletas chegaram em boas condições físicas e dentro dos objetivos previstos para esta prova.

 

Terminaram esta edição da Corrida do Montepio Geral 4.205 atletas.

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Nesta prova participou ainda um quarto tartaruga sem que os outros três elementos da nossa equipa ou soubessem.

 

O Pedro Antunes manteve uma tradição de há alguns anos tendo-se inscrito, juntamente com outros amigos, nesta Corrida Solidária.Trocaram o sossego do lar por um pouco de exercício físico ao ar livre aproveitando ao máximo uma bela manhã de Outubro, solarenga e com uma temperatura amena, a lembrar um Verão que teima e tarda em não nos largar. Não é que estejamos contra essa bela Estação do Ano mas os incêndios e a seca quase extrema já nos fazem suspirar por temperaturas mais baixas e, acima de tudo, pela chuva que parece que nos voltou as costas. A continuarmos assim qualquer dia metade do nosso território transforma-se num deserto com impacto bastante negativo na economia e, sobretudo, na qualidade de vida dos habitantes destas zonas mais afectadas.

 

Embora sem estar inscrito oficialmente pela nossa equipa o Pedro vestiu "orgulhosamente" a camisola das LEBRES E TARTARUGAS contribuindo para divulgação das nossas cores nas corridas em que participa.

 

Terminou a prova dentro das suas aspirações Mais do que conseguir uma boa marca, interessava-lhe manter uma boa forma física. E essa aposta foi uma vez mais ganha, a avaliar pelo seu semblante quando faltavam poucas centenas de metros para terminar a sua prova.

IMG_1466.JPG

 [Texto adicional de Carlos Gonçalves]

 

Atletas que concluiram a prova: 4205

Vencedor: HUGO GANCHAS (Individual) 0:31:32

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2156) 

Classificação Geral: 1100º - Classificação no Escalão V55: 57º

Tempo Oficial: 0:48:35/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:47:50

Tempo médio/Km: 4:47s  <=> Velocidade média: 12,54Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2157) 

Classificação Geral: 3041º - Classificação no Escalão V50: 281º

Tempo Oficial: 1:00:41/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:59:57

Tempo médio/Km: 6:00s  <=> Velocidade média: 10,01Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 2158) 

Classificação Geral: 2003º - Classificação no Escalão SEN: 354º

Tempo Oficial: 0:54:03/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:53:35

Tempo médio/Km: 5:22s  <=> Velocidade média: 11,20Km/h (*)

 

PEDRO ANTUNES (Dorsal Nº 2309) 

Classificação Geral: 3738º - Classificação no Escalão SEN: 555º

Tempo Oficial: 1:09:06/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:08:26

Tempo médio/Km: 6:51s  <=> Velocidade média: 8,77Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 15 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
  • 22 - Corrida do Montepio (Lisboa) - 10 Km
  • 29 - 20 Kms de Almeirim
publicado por Carlos M Gonçalves às 20:27

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 22 de Outubro de 2017

MARATONA DE LISBOA

Após 57 sessões de treino as expetativas eram grandes no sentido de realizar uma maratona tranquila e sem problemas, o novo percurso era também um grande atrativo, apenas o calor que se previa constituía um obstáculo duro a ultrapassar.

 

É curioso que das 11 maratonas que completei 50% das mesmas tenham sido percorridas em dias de calor por vezes até algo anormal para a época do ano como foi o calor que se fez sentir na Maratona do Porto em 2015 em pleno Novembro.

 

Com as alterações climáticas não era de começar a repensar as datas das maratonas de Lisboa e Porto, para Dezembro, Janeiro ou Fevereiro?

 

No metro quando regressava a casa um colega de corridas que fez a meia maratona contou-me que às 10h30m hora da partida daquela prova já suava abundantemente em cima da Ponte Vasco da Gama, não será de rever?, mais que um negócio em que se está a tornar as provas de atletismo devem  ser organizadas tendo em conta a saúde dos seus participantes. É claro que as organizações não podem prever as condições meteorológicas nem têm culpa das mesmas, mas no caso das meias-maratonas da Ponte Vasco da Gama e maratonas Rock n Roll, o calor tem sido um fator sempre presente na maioria destas corridas.

 

Voltando à prova, antes da partida o speaker referiu um novo record mais de 6.000 participantes, com um número elevadíssimo de atletas estrangeiros, no primeiro Km mal se podia correr face à densidade de corredores, para mim logo nos primeiros metros um grande momento em plena subida olhei para o lado direito e na varanda de sua casa lá estava a minha mãe a ver a partida, como sempre fazendo questão em participar em todos os momentos importantes da família.

 

Não podia também deixar de referir a ausência do meu companheiro habitual das Maratonas o Carlos Gonçalves a tentar ultrapassar a sua arreliadora lesão no joelho, como foi diferente para mim os momentos que antecederam a partida, era minha intenção dedicar-lhe a minha performance nesta maratona mas ela foi tão má que até podia parecer mal, face ao valor do nosso Carlos.

 

Os primeiros 10km foram passados muito bem apesar do tempo algo abafado, atenuado aqui e ali com algum vento, ao passar na marca daquela distância verifiquei que tinham passado 54 minutos, o que estava dentro daquilo que eu tinha traçado para a prova. Nos 10 para os 20 Km mantive um andamento regular e completei-os também sensivelmente dentro do tempo em que fiz os primeiros 10, mas tive os primeiros sinais de que a segunda parte da maratona não ia correr bem, na subida para  São João do Estoril senti que o tendão do meu pé esquerdo não estava bem e as pernas pareciam já estar desgastadas como se eu já tivesse percorrido 35 Km. Tal como a minha Mãe também o meu cunhado Quim como sempre acontece nas corridas que se disputam na Vila de Cascais estava no Km 15 já muito perto do Monte Estoril.

 

Entre os Kms 20 e 30 a crise das minhas pernas agravou-se muito e tive que reduzir substancialmente a velocidade, também foi no final destes kms que o calor apareceu em grande força, principalmente a partir do pontão de Caxias á Cruz Quebrada, cujo piso acabou com o que restava das minhas pernas.

 

Chegada ao Km 30 o objetivo era não parar até Algés no Km 32 onde estaria o tartaruga Fred à minha espera, mas afinal ele já estava no Km 31 apercebendo-se que algo me tinha acontecido, daí até aos 42km lá fomos a andar, a correr alguns metros!!!! e a conversar.

 

Ficou assim completa a minha 11ª Maratona a pior de todas, frustrante porque pensei que com aquilo que trabalhei seria tranquila, mas dos fracos não reza a história e caso esteja bem lá estarei daqui a 3 semanas no Porto para fazer esquecer esta participação menos conseguida, não pelo resultado, mas pelo facto de não ter corrido sempre ao longo dos 42km, sentindo-me bem esse era o grande objetivo.

 

Agradeço a minha Mãe, ao meu cunhado Quim, ao tartaruga Fred e à minha companheira todo o apoio que me deram e que tornou possível pelo menos chegar ao fim da Maratona.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 4672

Vencedor: ISSHIMAEL CHEMTAN (Qúenia) :2:10:49

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 3057) 

Classificação Geral: 3436º - Classificação no Escalão M55: 210º

Tempo Oficial: 4:48:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 4:46:47

Tempo médio/Km: 6:48s  <=> Velocidade média: 8,83Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Outubro

  • 15 - Maratona de Lisboa (Cascais/Lisboa) - 42,195 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 15:53

link do post | comentar | favorito
|

CORRIDA SAMS QUADROS

De forma a dar continuidade à sua recuperação decidi marcar presença nesta corrida de 10 kms na zona ribeirinha de Lisboa. O Carlos Gonçalves continua no estaleiro em reparações e o Carlos Teixeira optou por prosseguir a sua preparação para a Maratona de Lisboa.

 

A manhã apresentou-se solarenga mas com uma temperatura amena.

 

Com partida pontual às 17:30 (boa opção dadas as condições meteorológicas dos últimos tempos) apresentaram-se à partida cerca de meio milhar de atletas a que acresceram cerca de mil participantes na caminhada.

 

O percurso não trouxe nada de novo face a muitas outras corridas na zona – partida em Belém em direção a Algés, com retorno até Alcantara e novo retorno até Belém.

 

A prova cumpriu os objectivos de retomar as corridas e a prestação foi a esperada.

[Crónica de Frederico Sousa]

 

Atletas que concluiram a prova: 512

Vencedor: DIOGO L RAMALHEIRA (DR_RUNS) :0:32:10

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 254) 

Classificação Geral: 444º - Classificação no Escalão M5054: 63º

Tempo Oficial: 1:04:29/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:03:37

Tempo médio/Km: 6:22s  <=> Velocidade média: 9,43Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
  • 30 - Corrida SAMS Quadros - (Lisboa) - 10 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 15:42

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 1 de Outubro de 2017

CORRIDA DO TEJO

Foi há dez anos atrás que tudo começou quando eu e o Frederico participámos em 2008 na edição desse ano da corrida do Tejo cinco meses mais tarde em conjunto com o Carlos Gonçalves formaríamos os Lebres e Tartarugas.

 

Na véspera procurei no meu armário na zona das relíquias a T-Shirt com que corria há dez anos atrás e foi com ela vestida que no dia da prova me apresentei em casa do tartaruga Frederico.

 

Antes de caminhamos para a partida ainda houve tempo para confraternizar com o amigo Pedro Jordão que recentemente se iniciou na aventura do running.

 

A hora de início da prova a temperatura já era elevada mas apesar de tudo foi durante a mesma atenuada por uma suave brisa que se fazia sentir.

 

A partida estava dividida em blocos pelo que logo aí eu o Frederico e o Pedro Jordão nos separámos cada um para o respetivo local de arranque.

 

A grande novidade da corrida e que se saúda foi a partida por vagas, ao fim de tantos anos finalmente a organização fez esta alteração claramente necessária na corrida que em Portugal reúne o maior número de participantes.

 

O percurso foi o mesmo dos últimos dez anos, inundando a marginal de atletas a grande maioria com as T-Shirts amarelas da prova, por sinal muito bonitas.

 

Concluída a prova os dois Lebres e Tartarugas fizeram o caminho inverso de regresso o Carlos Teixeira a correr e o Frederico a andar e assim percorreram no total aproximadamente 20km.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 7628

Vencedor: JESUS ESPAÑA :0:30:38

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 3180) 

Classificação Geral: 1376º - Classificação no Escalão V55: 65º

Tempo Oficial: 0:49:14/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:56

Tempo médio/Km: 4:54s  <=> Velocidade média: 12,26Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 3181) 

Classificação Geral: 5105º - Classificação no Escalão V50: 461º

Tempo Oficial: 1:06:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:05:08

Tempo médio/Km: 6:31s  <=> Velocidade média: 9,21Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
  • 30 - Corrida SAMS Quadros (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:13

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

CORRIDA DA LINHA

IMG_2665.jpg

Tal como no ano passado os Lebres e Tartarugas estiveram representados na corrida da linha por três tartarugas : Carlos Teixeira, Frederico Sousa e André Catela

 

O despertar foi muito cedo ainda para mais num Domingo, mas depois da corrida já ninguém se lembra porque nos sentimos muito bem.

 

As 8 horas reunimos em casa do Frederico e partimos em caminhada para a estação de Algés onde apanhámos o comboio que nos levou a Cascais.

 

Chegamos a Cascais faltavam 12 minutos para o início da prova, mas ainda houve tempo para a visita habitual ao McDonalds para satisfazer algumas necessidades fisiológicas que surgem habitualmente antes das corridas.

 

Depois e apesar dos habituais protestos do Frederico lá fomos a correr até ao local da partida em frente à Baía de Cascais.

 

A exemplo do ano passado e ao contrário das anteriores edições a partida foi em Cascais e terminou em Carcavelos.

 

O percurso eminentemente plano com exceção de duas ou três subidas, foi percorrido com uma temperatura agradável e sem quaisquer alterações em relação a 2016

 

Mais uma vez todos os tartarugas presentes cortaram a meta felizmente sem qualquer tipo de problema.

 

O aspeto mais importante a salientar foi a estreia das novas t-shirts dos Lebres e Tartarugas, numa iniciativa do nosso grande tartaruga Carlos Gonçalves.

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 1246 

Vencedor: ANDRELINO FURTADO :0:33:07

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 1229) 

Classificação Geral: 307º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:49:23/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:48:45

Tempo médio/Km: 4:52s  <=> Velocidade média: 12,31Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 1243) 

Classificação Geral: 607º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 0:55:32/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:54:54

Tempo médio/Km: 5:29s  <=> Velocidade média: 10,93Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1240) 

Classificação Geral: 1061º - Classificação no Escalão M: ND

Tempo Oficial: 1:08:30/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:07:51

Tempo médio/Km: 6:47s  <=> Velocidade média: 8,84Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:41

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

MEIA MARATONA DE S. JOÃO DAS LAMPAS

IMG_2652.JPG

IMG_2652.JPG

Após três anos de ausência os lebres e tartarugas voltaram a estar representados numa das mais antigas provas do calendário nacional a meia maratona de São João das Lampas a que muitos atletas também apelidam de "São João das Rampas" numa clara alusão às diversas subidas que esta meia maratona tem. A representação esteve a cargo do tartaruga Carlos Teixeira.

 

Após o interregno de dois meses de competição esta prova não era propriamente a ideal dado que é provavelmente uma das mais difíceis nesta distância, no entanto era para este tartaruga um teste após diversos treinos realizados no período das férias focados na futura participação nas maratonas de Lisboa e Porto.

 

O ambiente em São João das Lampas era de festa, carroceis para as crianças, carrinhos de choque e diversas barracas de doçaria da região, por outro lado comemorava-se o quadragésimo aniversário da meia maratona, a primeira à 40 anos teve apenas a participação de 20 atletas, para a que se realizou ontem houve 508 inscrições, dos quais 444 cortaram a linha de meta, sendo quatro desclassificados.

 

Antes do início da prova tive oportunidade de conviver com dois atletas internacionais um americano e outro brasileiro e também com a conhecida jornalista Isabel Silva que veio a ser a vencedora da prova feminina.

  

A temperatura foi agradável intervalada com períodos de maior calor e outros mais frescos quando as nuvens tapavam o sol, mais desagradável foi o vento lateral que se fez sentir.

  

A primeira e única contrariedade surgiu no final do período de aquecimento quando liguei o meu Garmin e ele não funcionou, assim pela primeira vez corri uma meia maratona sem indicação do tempo, o que gera alguma desorientação, mas só no início depois tudo se acaba por gerir. 

IMG_2653.JPG

O percurso não sofreu alterações em relação ao passado com as tais rampas difíceis principalmente aos KMS 3,5,10,13, 15 e finalmente aos 17, mas também com as correspondentes descidas muito agradáveis. Ao chegar à meta fiquei feliz pela marca atingida, acima das expectativas face à dificuldade da prova, ao cansaço acumulado com os treinos para as maratonas e ao facto de ter corrido sem relógio.

 

 Parabéns à organização que foi excelente a todos os níveis.

 

 [Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 440 

Vencedor: ANTÓNIO SOUSA (GFD Running):1:15:58

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 485) 

Classificação Geral: 246º - Classificação no Escalão M55: 13º

Tempo Oficial: 1:51:06/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:51:00 

Tempo médio/Km: 5:16s  <=> Velocidade média: 11,40Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Setembro

  •   9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:56

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 4 de Setembro de 2017

CORRIDA DOS MOINHOS DE PENACOVA

A tradição já não é o que era. O nosso lema “Não ficar em primeiro nem em último para não dar nas vistas” começa a ficar um pouco ultrapassado. Infelizmente não tanto por uma assiduidade junto aos lugares de topo mas mais pela presença de um nosso atleta nas caudas das classificações. Mas temos de nos adaptar à realidade e actuais capacidades dos nossos representantes.

 

A Corrida dos Moinhos de Penacova é das provas de trail na qual temos marcado presença com maior regularidade. Em dez edições a equipa das LEBRES E TARTARUGAS esteve presente oito vezes. Foi no já longínquo ano de 2010 que nos estreámos numa prova que se veio a tornar emblemática nas nossas participações em regime de “trail”. Com ou sem caminheiros, e com três, dois ou um só atleta, a verdade é que a Corrida dos Moinhos de Penacova tem a assinatura e a colaboração das LEBRES E TARTARUGAS para engrandecer uma prova que já teve dias melhores dias. Tendo mantido ao longo dos últimos uma estabilidade em termos do percurso, o que não é um mal em si, a realidade é que, em termos de organização, começa a perder alguns pontos deixando de cativar não só novos competidores mas também alguns ou algumas atletas de topo que faziam questão de emprestar a sua popularidade e valia à Corrida dos Moinhos de Penacova.

 

No último fim-de-semana de Agosto vamos encontrar o nosso atleta Carlos Gonçalves a gozar os seus últimos dias de férias na Portela da Cerdeira. Esta aldeia, perdida algures na paisagem protegida da Serra do Açor, apesar de estar integrada numa zona habitualmente fustigada pelos incêndios de Verão tem conseguido manter-se à margem destas catástrofes infelizmente tão habituais na época estival. É a zona ideal para umas férias junto da natureza e num cenário óptimo para uma preparação para as Maratonas de Lisboa e do Porto que se aproximam a passos largos nos próximos meses de Outubro e Novembro.

 

Mas o nosso atleta, a lutar afincadamente contra uma lesão no joelho direito, começa a perceber que está muito, demasiadamente, longe de poder encarar a sua participação na prova mítica do atletismo com um mínimo de condições. Assim optou por realizar algumas sessões de “jogging” em ritmo lento intervaladas com alguns passeios de bicicleta. A ver vamos qual o seu estado dentro de algumas semanas.

 

Mas não há lesão que o afaste de uma boa prova de montanha. Nem que tenha de fazer as habituais e vertiginosas descidas a andar. Mas o que interessa é terminar e desfrutar uma das suas corridas preferidas.

 

Às sete e quinze da manhã atleta e treinadora faziam-se à estrada rumo a Penacova. A Praia do Reconquinho, na margem esquerda do Rio Mondego, era o nosso destino. O dia apresentava-se fresco, bastante fresco em comparação com a temperatura dos últimos dias, e com algum nevoeiro à mistura. A juntar ao habitual frenesim constatámos de imediato uma menor afluência de atletas. É o sinal do menor interesse que esta corrida começa a despertar.

Penacova Partida.jpg

À entrada do passadiço de madeira, que serve de travessia para a outra margem, é feito o controlo dos atletas. Até aqui tudo bem. Aguardando pacientemente pelo “tiro de partida” temos direito ao habitual briefing. Só que as informações transmitidas só foram absorvidas pelos atletas que estavam mais à frente. Não haveria um Megafone disponível para que todos pudessem ouvir o que estava a ser transmitido? Foi a primeira falha.

 

À hora marcada inicia-se a corrida. Para aquecer e colocar os atletas em sentido encontramos a nossa velha subida que só terminará no antigo Hospital de Penacova, mais tarde reconvertido em Hotel, e que se encontra encerrado há já alguns anos. O Mirante Emídio, do qual podemos observar uma paisagem soberba, fica para um plano secundário. Estamos ali para correr e não para ver as vistas. Talvez no final da prova possamos dar um salto àquele local.

 

Quanto ao percurso só é novidade para os estreantes. O primeiro abastecimento, normalmente junto ao Forno da Cal, sumiu-se naquela manhã de nevoeiro. Não foi dramático em virtude do calor não ter marcado presença. Cumpridos os primeiros quatro quilómetros começamos lentamente a atacar a subida aos Moinhos de Gavinhos com um percurso bastante acidentado e, porventura, o mais exigente de toda a corrida. Depois de algumas retemperadoras mas arriscadas descidas, nas quais o nosso atleta optou tão só por andar perdendo alguns lugares e relegando-o perigosa e inexoravelmente para a cauda da corrida, temos de vencer a subida até aos Moinhos da Portela, vencendo-se o maior desnível de toda a corrida.

 

Um dos grandes aliciantes das provas de trilhos é o ambiente de confraternização que se cria entre os atletas. Uns vão trocando informações sobre as suas mazelas e outros vão motivando-se mutuamente para vencerem em grupo as dificuldades que se nos vão deparando. Até se oferecem bananas para recuperar as energias gastas. Atenção que desta vez não foi o nosso a atleta a oferecer tão energético alimento …

 

À medida que a prova vai avançando o Tartaruga solitário fica entregue a si próprio. Atrás dele nem vivalma. E, na sequência de uma ligeira queda, o seu relógio decide bloquear por volta dos 10,8 quilómetros.

 

Tomando consciência de que fecha o pelotão constata mais duas falhas imperdoáveis da organização. Não só não há qualquer controlo de passagem dos atletas, não se sabendo quem é o último passar, como deixa de haver qualquer apoio sempre que temos de atravessar qualquer estrada. Fiquei entregue aos “bichos” e ao meu sentido de orientação e de conhecimento do percurso.

 

Vencendo os últimos sessenta degraus retorno ao antigo Hotel de Penacova e fazendo em sentido inverso um percurso que já tinha percorrido cerca de três horas antes.

 

Aproximo-me o mais possível do muro do Mirante na esperança de que a Treinadora possa vislumbrar a camisola azul da TARTARUGA solitária.

 

Terminada a longa descida, que em anos anteriores não corria mas “galgava”, reencontro o passadiço de madeira. Do outro lado recebia-me de “braços abertos” a habitual Caminheira da nossa equipa. Concluí mais uma edição da Corrida dos Moinhos de Penacova. E as mazelas até não foram assinaláveis. 

Penacova Chegada.jpg

Depois do banho retemperador confirma-se a segunda desilusão desta edição. O habitual almoço feito de sandes de porco no espeto e imperiais à descrição deu lugar a uma mesa com sandes, fruta variada e bebidas à disposição dos atletas. Uma das imagens de marca foi-se, o que mereceu a reclamação de alguns atletas.

 

Mas mesmo com alguns pontos negativos o mais certo é voltar em 2018.

 

Atletas que concluiram a prova: 93

Vencedor: VÍTOR BARBOSA (GDC Castelo de Paiva):1:25:45

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 77)

 

Classificação Geral: 77º - Classificação no Escalão M60: 8º

Tempo Oficial: 3:19:40/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 9:30s  <=> Velocidade média: 6,31Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Agosto

  • 27 - Corrida dos Moinhos de Penacova  - 21 Km

Calendário do Mês de Setembro

  • 9 - Meia Maratona de S. João das Lampas - 21,0975 Km
  • 17 - Corrida da Linha 2017/Destak (Cascais/Carcavelos) - 10 Km
  • 24 - Corrida do Tejo (Lisboa/Oeiras) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:42

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 1 de Agosto de 2017

REGRESSO ÀS AREIAS

Sete sessões de Fisioterapia já cumpridas e com alguns resultados positivos. Uma vontade indómita de regressar aos treinos “a sério”. Com as Maratonas de Lisboa e do Porto no horizonte, decidi, neste arranque de férias, dar início a uma preparação mais cuidada para estar em forma já no próximo dia 15 de Outubro.

 

Assim achei por bem começar com uma corrida ligeira de 10 quilómetros, sem me esforçar muito mas, essencialmente, para dar carga às minhas descansadas pernas.

Domingo dia 30 de Julho. Instalado mesmo em frente à Praia de Quarteira escolhemos iniciar a época balnear na muito badalada mas tranquila Praia do Ancão, no início da Ria Formosa.

 

Enquanto a minha família cuida de todos os preparativos para a ida à praia eu lanço a mim próprio o primeiro desafio de ir a correr. E seria por terra ou à beira mar, ao longo do extenso areal que liga a Marina de Vilamoura até à Quinta do Lago? Quantos quilómetros seriam desde o fim do Calçadão de Quarteira até à Praia do Ancão? Seguramente que menos do que se fizesse o trajecto por estrada. Optei logo por esta segunda versão. Teria pela frente muitas opções de cumprir a dezena de quilómetros nem que, para tal, necessitasse de ir um pouco mais além. E decidi aumentar o risco da minha pequena aventura deixando para trás as minhas sapatilhas de corrida em estrada.

 

Quem chegaria primeiro ao nosso destino? E quanto tempo levaria? Os primeiros prognósticos apontavam para as duas horas. Talvez três ou quatro. “Se demorares mais do que cinco horas liga a avisar-nos.” Na minha cabeça previa uma corrida entre três e quatro quilómetros, o que representava necessariamente, e sem grande risco, chegar ao meu destino em menos de uma hora.

 

Apanhando a maré a descer, e com um piso maioritariamente plano, suficientemente duro e “refrescado”, veio-me à memória as duas Ultra Maratonas Melides Tróia que orgulhosamente desafiei e cumpri. A maior incógnita era saber como os meus pés iriam reagir a correr tanto tempo descalço, sabendo-se que só prescindo de sapatos no banho ou quando entro na cama. Mais uma nova experiência de vida.

  

À hora em que comecei esta odisseia já muitas pessoas estavam na praia. A direito ou evitando algum banhista mais despreocupado, sigo a minha marcha. A Boavista é no Porto mas aqui também há “Boas Vistas”. O Extenso areal até perder de vista, com o mar mesmo ao lado, constroem um cenário perfeito. Estou no meu “habitat” natural. O calor, ainda pouco, e o Sol bem lá no alto, são os meus perfeitos aliados. Não que me queira armar em herói mas muitos outros fugiriam, quase de certeza, desta “empreitada”. E a esta hora também me cruzo com algumas banhistas que, para manterem a sua impecável forma física, empreendem longas caminhadas e, ao mesmo tempo, mantêm a conversa em dia. Uma opção bem mais salutar do que qualquer “Facebook”.

 

Cerca de quarenta minutos após a minha partida de Quarteira encontro-me com a minha família na *Praia do Ancão”. Gonçalo, Loubna e Ana Luísa (a Treinadora) ainda estavam a arrumar as coisas ficando surpreendidos com a minha presença tão cedo. Sigo a minha viagem rumo aos dez quilómetros de corrida. Começo a sentir algo de estranho no meu pé esquerdo. Procuro não dar muita importância. Nada me impediria de chegar até ao fim. Quando faltavam cerca de dois quilómetros inverto o sentido da corrida. Uma hora e dez minutos, dez quilómetros e cem metros, são a medida desta aventura.

 

Entro no mar para arrefecer os músculos. Segue-se uma sessão de alongamentos e de realização de alguns exercícios de fortalecimento muscular.

 

Só então dou alguma atenção aos mal cuidados pés.

 

Pés.jpg

Uma bolha, já rebentada, no pé esquerdo foi a responsável pelo aparecimento de algum sangue entre os dedos. Mas tudo bem. Missão cumprida com êxito. As mazelas apareceriam no dia seguinte com alguma dificuldade de locomoção, principalmente no meu lesionado joelho direito.

 

É a conclusão de que afinal não tenho emenda ao atirar-me de uma forma um pouco inconsciente e desprevenida para certos e desaconselháveis esforços. Segue-se um necessário descanso na perspectiva de poder recomeçar o plano de treinos para as Maratonas que aí vêm.

publicado por Carlos M Gonçalves às 01:00

link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 12 de Julho de 2017

PALMELA RUN

Mais de dois meses após a Corrida do 1º de Maio o atleta regressa à competição, e num ambiente que é o da sua preferência.

 

A meio caminho entre uma “tendinite” e uma lesão no menisco interno direito, e contra todas as indicações quer familiares quer de natureza médica, o Tartaruga Carlos Gonçalves repetiu, com o seu filho Gonçalo, a participação no Palmela Run, uma prova mista entre alcatrão e trilhos, e que começa ao final da tarde e termina ao início da noite.

IMG_0838.JPG

Estavam, assim, reunidos todos os ingredientes para uma prova simpática e em “fim de época”.

 

Sem a dureza de uma prova de estrada, nem a exigência extrema de um “trail”, o Palmela Run serviu como teste perfeito para aferição das reais capacidades e insuficiências deste Tartaruga que se encontra numa fase de grande indefinição e, porque não dizer, de aflição, quanto ao seu futuro próximo em termos de prática desportiva.

 

Em face de uma arreliadora lesão no joelho direito, o atleta tem-se multiplicado em diversas consultas e exames de avaliação do seu real estado. E aqui começa a grande confusão. O clã dos “médicos ortopedistas” defende acerrimamente a operação ao menisco. Do outro lado da barricada perfilam-se fisioterapeutas e fisiatras para os quais a intervenção cirúrgica deve apenas ser considerada em última instância e quando estiverem esgotadas todas as hipóteses de tratamento. Ir “à faca” será a derradeira opção e quando não houver escolha possível.

 

Mas vamos ao que interessa, que é a Corrida.

 

Mantendo o figurino de há dois anos, no ano passado a prova não se veio a realizar, o Trilho Perdido montou de novo uma prova para todos os gostos. Dirigida aos amadores que entendem a corrida como um meio de puro lazer e sem propósitos competitivos, vamos encontrar de tudo um pouco. O primeiro quilómetro, que nos leva a deambular por algumas ruas da simpática Vila de Palmela, serve de aquecimento para o que aí vem. Aliás, como foi dito no “briefing”, as primeiras centenas de metros são muito fáceis e sem qualquer tipo de altimetria. Deixamos o alcatrão para trás e entramos na fase de “trail” seguindo pelo caminho dos moinhos na Serra do Louro, sobejamente conhecido pelos BTTistas que rumam a estas paragens ao fim-de-semana.

 

Consciente e muito preocupado com a lesão do Pai, o Tartaruga Gonçalo não se cansa de perguntar como vão as coisas. “Está a doer-te? Vais bem?”. “Sim”, e abraçam a primeira subida digna desse nome. Começa a fazer-se a primeira selecção dos atletas.

 

Ainda tento convencer o meu filho para partir ao seu ritmo. Mas, incansável, prefere manter-se como garante e apoio do atleta mais velho.

 

Segue-se uma descida mais perigosa, não tanto pelo declive mas pela escadaria em madeira e em alto estado de desagregação. Bem nos alertaram para este troço. De nada nos valerá entrar em loucuras pois não é nesta fase que se marcará a diferença.

 

Sensivelmente ao quilómetro 4,5 entramos num dos mais bonitos troços do percurso. Em zigue-zague constante percorremos um “single trek” no meio de densa vegetação e exigindo-se do atleta uma atenção constante para não colocar mal o pé.

 

Perto dos sete quilómetros e meio encontramos o primeiro, e único, abastecimento. Como o cansaço não foi muito a sede também não aperta. À nossa espera está a maior dificuldade de toda a prova. Uma subida com piso irregular e com alternância de declive, digna de uma prova de trail daquelas a que estamos habituados e que tiram do “sério” mesmo o mais afoito. Fazê-la toda a correr só mesmo para os mais preparados.

 

A noite começa a cair e, quando entramos no Castelo de Palmela, temos de, finalmente, ligar os nossos “frontais”. Não nos podemos deter a admirar a fabulosa vista sobre Setúbal e o estuário do Sado. Não estamos ali a fazer turismo mas sim numa competição. O mais difícil já passou.

 

Surpreendentemente ainda nos faltam cerca de quatro quilómetros até ao final. Mas estamos tão perto do local da meta. Não haverá qualquer falha no nosso Garmin na medição da distância percorrida? Pai e Filho interrogam-se mas não se detêm por muito tempo com esta preocupação. Há que desfrutar ao máximo esta aventura.

 

A Meta está próxima, mesmo ali ao virar da esquina. Uma última aceleração e terminamos a segunda edição do Palmela Run. À nossa espera está a Treinadora/Esposa/Mãe, Ana Luísa.

 

Uns exercícios de recuperação, com alongamentos à mistura, e estamos prontos para atacar a nossa merenda constituída por um Pão com Chouriço e uma Imperial ou uma garrafa de água.

IMG_0841.JPGIMG_0842.JPG

Os primeiros classificados há muito que tinham terminado a sua prova. E começam a chegar os primeiros caminheiros.

 

Um elemento da organização começa a informar ao microfone que as primeiras classificações já estão disponíveis na página oficial. Avidamente procuramos pelos nossos nomes. E, surpresa das surpresas, verificamos que os atletas das LEBRES E TARTARUGAS até não ficaram assim tão mal na fotografia.

IMG_0844.JPG

O Gonçalo ficou em sexto lugar nos Sub 23. Se tivesse seguido os conselhos do Pai talvez tivesse conseguido um lugar no pódio. O “Lesionado” acabou por conquistar um terceiro lugar na categoria dos M60 (à chegada foram seis atletas nesta faixa etária).

 

A equipa aguarda ansiosamente pelo começo da distribuição dos prémios. Apesar de já terem trocado de camisola, a oficial da equipa das LEBRES E TARTARUGAS, o atleta mais velho corre para o carro e volta a vestir a “t-shirt” do seu contentamento. Bem encharcada que estava. Mas fazia questão de subir ao pódio envergando o equipamento oficial da nossa equipa.

IMG_0846.JPG

IMG_0861.JPG

Para quem duvidava se estaria em condições de terminar a prova foi bem bom. E foi um sinal de ânimo de que afinal este atleta não está, para já, acabado para o “running”, e, muito particularmente, para o “trail running”. A partir deste final de sábado o futuro volta a mostrar-se sorridente.

 

Ponto Final. E no próximo ano Pai e Filho, Carlos e Gonçalo, vão tentar manter a condição de totalistas desta original prova que é o Palmela Run.

 

Seguem-se as férias.

 

Atletas que concluiram a prova: 236

Vencedor: RUI DOLORES (New ID): 0:49:55

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 266)

 

Classificação Geral: 189º - Classificação no Escalão M60: 3º

Tempo Oficial: 1:37:33/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 7:48s  <=> Velocidade média: 7,69Km/h (*)

 

GONÇALO GONÇALVES (Dorsal Nº 267)

 

Classificação Geral: 1188º - Classificação no Escalão Sub23: 6º

Tempo Oficial: 1:37:33/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

Tempo médio/Km: 7:48s  <=> Velocidade média: 7,69Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Junho

  • 3 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 24 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km

Calendário do Mês de Junho

  • 1 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
  • 8 - Palmela Run (Palmela) - 12,5 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 23:57

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 8 de Julho de 2017

CORRIDA DO SPORTING

Fim de mais um Ciclo

 

Com a participação no passado sábado  na 7ª edição da corrida do sporting os Lebres e Tartarugas completaram mais uma época de intensa atividade, seguem-se agora dois meses de descanso até ao retorno à competição em Setembro.

 

A representação dos Lebres e Tartarugas esteve desta vez a cargo de Frederico Sousa, Carlos Teixeira e o filho deste André Catela. Como é usual nestas corridas clubísticas os elementos afetos ao Sporting correram com a T-Shirt da corrida e o Frederico adepto do clube rival usou todo vaidoso o novo equipamento dos Lebres e Tartarugas.

 

A corrida iniciou-se com alguns minutos de atraso devido a um incêndio num prédio do Saldanha segundo informação do speaker e após os assobios de alguns atletas mais impacientes. Como nas últimas edições os primeiros metros foram corridos na praça da maratona junto ao Alvalade XXI local muito apertado e onde não se está muito pouco à vontade para correr rápido, mas felizmente ninguém caiu o que já foi positivo. No primeiro Km e para orgulho dos adeptos do Sporting passámos pela nova estátua do leão na rotunda visconde de Alvalade, pelo novo pavilhão para as modalidades e por  três campos para a prática do futebol com o nome de prestigiados atletas que representaram o Sporting : Peyroteo, Figo e Ronaldo. Com uma temperatura agradável para correr  e um percurso maioritariamente plano e igual aos das edições anteriores, os corredores dispersaram-se pelos 10 km de acordo com as suas capacidades, enfrentando como principais dificuldades as subidas dos túneis do Campo Grande e da Avenida da República e principalmente a subida da Avenida Fontes Pereira de Melo no caminho de regresso ao Alvalade XXI.

 

De salientar que pela primeira vez esta corrida teve o nome de uma das maiores figuras do desporto em Portugal o professor Mário Moniz Pereira.

 

A exemplo de anos anteriores a prova foi integralmente televisionada pela Sporting TV tendo sido possível visionar a chegada dos tartarugas Carlos Teixeira e Frederico Sousa.

 

A rever no futuro a saída dos atletas do estádio após cortarem a linha de chegada uma vez que a mesma foi totalmente caótica.

 

Resta-me desejar boas as férias a todos os atletas e muito em particular a todos aqueles que nestes últimos dez meses representaram os Lebres e Tartarugas, no caso do nosso tartarugão  e animador principal deste blog desejar-lhe uma rápida recuperação da sua arreliadora lesão.

 

Viva os Lebres e Tartarugas !!!

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 2597

Vencedor: JOSÉ MOREIRA (Sporting CP): 0:30:32

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 669)

 

Classificação Geral: 760º - Classificação no Escalão M5559: 45º

Tempo Oficial: 0:50:20/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:49:40

Tempo médio/Km: 4:58s  <=> Velocidade média: 12,08Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 670)

 

Classificação Geral: 1490º - Classificação no Escalão M0039: 545º

Tempo Oficial: 0:57:27/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:56:46

Tempo médio/Km: 5:41s  <=> Velocidade média: 10,57Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 1466)

 

Classificação Geral: 2042º - Classificação no Escalão M5054: 217º

Tempo Oficial: 1:04:20/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:02:53

Tempo médio/Km: 6:17s  <=> Velocidade média: 9,54Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Junho

  • 3 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 24 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km

Calendário do Mês de Junho

  • 1 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
  • 8 - Palmela Run (Palmela) - 12,5 Km

 

publicado por Carlos M Gonçalves às 16:50

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 29 de Junho de 2017

Corrida das Fogueiras – O frio de Peniche

Peniche hoje uma cidade é um local marcante na vida desportiva dos Lebres e Tartarugas por diversas vezes os seus três fundadores a visitaram para praticar a modalidade que os uniu o badminton. No passado alguns dos melhores praticantes daquele desporto eram naturais de Peniche tendo inclusive atingindo internacionalizações. Apesar de ir participar numa corrida de atletismo curiosamente quando no passado sábado fazia a viagem o meu pensamento estava no passado e naquelas manhã geladas de nevoeiro quando nos dirigíamos para o pavilhão para jogar o badminton, é sempre bom reviver o passado principalmente quando ele nos trouxe momentos inesquecíveis. No que se refere à 38ª edição da corrida das fogueiras os Lebres e Tartarugas estiveram representados por Carlos Teixeira e o seu amigo José Pedro Jordão que fez a sua 2ª corrida e a estreia na distância. Lamentavelmente e de forma a evitar problemas ocorridos em outras provas tivemos que alterar a pedido da organização o nome da nossa equipa para “os focas” dado existir outra equipa com o mesmo nome. Terminada a viagem e estacionada a viatura dirigi-me para a pastelaria Nau local onde habitualmente lanchamos antes da corrida e onde já estava à minha espera o Pedro Jordão. Após o lanche passeámos nas ruas de Peniche que já estava inundada de participantes na corrida das fogueiras e na das fogueirinhas, de acordo com o speaker cerca de 6.000 atletas estavam inscritos nestas duas provas. Antes da partida foi difícil encontrar um local adequado para o aquecimento face ao congestionamento que se verificava naquela zona, mas lá fomos andando de um lado para o outro porque como habitualmente o fim de tarde estava frio. A partida foi dada pelo Presidente da Câmara após umas palavras dirigidas aos atletas e onde foi feita uma breve mas importante referência aos tristes acontecimentos de Pedrógão Grande e aproveito esta crónica para em nomes dos Lebres e Tartarugas deixar o nosso lamento ao sucedido, enviar as condolências a todas as famílias afetadas e deixar o desejo e a esperança que se tomem as medidas necessárias para minimizar estes incidentes e não só voltar a pensar no problema quando ocorrem tragédias. Voltando à corrida o local da partida foi pelo terceiro ano consecutivo junto aos bombeiros, tendo sido os atletas repartidos de acordo com os seus tempos e identificados com pulseiras de diferentes cores. Depois do arranque o percurso foi idêntico ao das edições anteriores, os primeiros 6,5 km no centro da cidade, dos 6,5 km aos 10 Km junto à praia com as habituais fogueiras e os últimos 5 Km de retorno e no centro da cidade onde foram efetuadas algumas alterações, por fim o último km repleto de populares um dos pontos fortes desta corrida. Terminada a prova é de salientar que mais de 2.800 participantes cortaram a meta e o facto de o meu amigo Pedro Jordão ter cortado a meta abaixo da 1h40m que era o objetivo que traçamos quando elaborámos à três meses atrás o plano de treino. Parabéns para ele!!!! A seguir seguiu-se o sempre apreciado jantar num restaurante de Peniche e onde estivemos com um grande amigo de Felix Mourinho que menos de 24h depois faleceu à cada coincidência!!!!

image1.jpeg

Concluída a refeição foi a viagem de regresso a casa e já passavam das 2h30m do dia 25 de Junho quando o signatário deste artigo e atleta tartaruga transformado em foca chegou cansado mas feliz a sua casa.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 2895

Vencedor: PAULO J C GOMES (GDC Guilhovai): 0:47:52

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 797)

 

Classificação Geral: 1177º - Classificação no Escalão M5559: 57º

Tempo Oficial: 1:15:56/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:15:28

Tempo médio/Km: 5:02s  <=> Velocidade média: 11,93Km/h (*)

 

PEDRO JORDÃO (Dorsal Nº 798)

 

Classificação Geral: 2633º - Classificação no Escalão M5559: 142º

Tempo Oficial: 1:40:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:39:09

Tempo médio/Km: 6:37s  <=> Velocidade média: 9,08Km/h (*)

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Junho

  • 3 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
  • 24 - Corrida das Fogueiras (Peniche) - 15 Km

Calendário do Mês de Junho

  • 1 - Corrida do Sporting (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 21:45

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 10 de Junho de 2017

CORRIDA DO ORIENTE - Manter a Tradição

Com regularidade os Lebres e Tartarugas e alguns dos seus familiares e amigos têm participado nas últimas edições da corrida do oriente. Este ano devido à participação na véspera na corrida de Santo António a representação da nossa equipa ficou entregue apenas ao signatário desta crónica.

Face à participação na corrida de Santo António na véspera à noite seguida de um excelente jantar de confraternização dos Lebres e Tartarugas este atleta quando se deitou já eram duas da manhã e a vontade de participar nesta corrida algumas horas depois era muito reduzida, no entanto quando o despertador tocou houve que reagir e preparar-me para mais uma corrida.

Devido ao pouco tempo de descanso a estratégia estava pensada para uma corrida calma sem qualquer preocupação com o tempo, na realidade acabou por correr melhor tendo sido possível obter uma marca não muito diferente do obtido na véspera, de referir contudo que a prova teve apenas 9,8Km.

O percurso da corrida foi alterado em relação aos anos anteriores, assim toda a corrida se realizou no interior do parque das nações num circuito de 5 Km a duas voltas, na minha opinião nada adequado para uma competição e perigoso nalguns pontos havia irregularidades no piso e que no meu caso culminou com uma boa queda entre o km 8 e o 9.

Por fim referir que a organização ficou aquém dos anos anteriores, durante a prova os kms não estavam marcados, a distância da prova não foi cumprida e o percurso inadequado conforme atrás referido, salvou-se o facto do parque das nações ser um local bonito e agradável mesmo com o vento que se fazia sentir e como sempre a tshirt e a caneca tradicionais.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 532

Vencedor: CARLOS TIAGO (Belém Runners): 0:34:17

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 275)

 

Classificação Geral: 241º - Classificação no Escalão: Não Divulgado

Tempo Oficial: 0:51:06/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:46

Tempo médio/Km: 5:05s  <=> Velocidade média: 11,82Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Junho

  • 3 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:21

link do post | comentar | favorito
|

CORRIDA DE SANTO ANTÓNIO

Uma Corrida é uma Corrida e, normalmente, vale por si só e pelas suas características particulares. Mas há Corridas que representam muito mais do que uma prova de cariz desportivo.

 

A Corrida de Santo António ficou marcada pelo reagrupamento do núcleo fundador das LEBRES E TARTARUGAS, ainda que um dos atletas estivesse lesionado e num papel que não lhe é habitual. Desprovido do seu equipamento de “runner”, assumiu uma original tarefa de apoio aos seus companheiros de luta, tanto na hora da partida como na celebração na chegada. E este papel custou-lhe muito mais do que se tivesse feito os dez quilómetros no limite das suas forças. Como foi duro … Mas, em compensação, presenciou, pela primeira vez, os primeiros atletas a cortarem a meta, imagem a que, em condições normais, não assistiria e que, espera, não se repita num futuro próximo.

 

Mas a Corrida de Santo António fica também assinalada pelo regresso, ainda que esporádico, do nosso Tartaruga alemão - Georg Waldschütz – que, após ter “emigrado” para os Estados Unidos da América, voltou temporariamente a Portugal para umas curtas férias. E fez logo questão de se inscrever numa qualquer corrida com os seus “velhos amigos” Portugueses e que levou no Coração para as terras do Tio Sam.

 

E como “não há duas sem três” a Corrida de Santo António apadrinhou também a entrada na nossa equipa de um novo atleta recentemente convertido à magia do atletismo de lazer. O José Pedro Jordão fez questão de se “aliar” às LEBRES E TARTARUGAS e manter uma participação regular nestas “andanças”.

 

Perfeito.

 

Antes das oito e trinta toda a comitiva, atletas e acompanhantes, juntava-se à entrada da Praça D. Pedro IV, vulgarmente conhecida por Rossio, onde todos os atletas, lesionado incluído, tiram as habituais fotos e das quais as melhores irão figurar na crónica a publicar no nosso Blogue.

IMG_0732.JPG

IMG_0745.JPG

Os atletas são separados em vários compartimentos de acordo com os tempos expectáveis para a conclusão da prova. Feitas as despedidas aguarda-se pelo sinal da partida.

 

O Traçado é basicamente igual ao da Corrida de São Silvestre de Lisboa, mas sem a subida e descida final da Avenida da Liberdade.

 

Mas a prova, propriamente dita, ficou para segundo plano. Foi mais um “treininho” para desentorpecer as pernas nesta fase final da época 2016/2017. Poucas provas nos esperam até irmos “a banhos”. A Corrida de Santo António foi um momento alto de confraternização da nossa equipa.

 

Com todos os atletas a recuperarem do esforço fica uma fotografia final para apresentação da “camisola oficial” para a nova época.

IMG_0743.JPG

Até parecemos uma equipa de futebol …

 

Estamos em Portugal e,invariavelmente, qualquer celebração passa por uma boa refeição, onde deveremos recuperar as calorias gastas no esforço da corrida, e acrescentar mais algumas. A cervejaria Riba D’Ouro aguardava-nos.

 

O ambiente foi de festa. O Georg estava simplesmente deslumbrado. Até tirou uma fotografia ao “Bife” que não conseguiu ingerir por completo.

IMG_0748.JPG

No ar ficam promessas de uma presença das LEBRES E TARTARUGAS numa Maratona, ou numa Meia-Maratona, nos "States". É um projecto a considerar.

 

Atletas que concluiram a prova: 2483

Vencedor: CARLOS CARDOSO (GFD Running): 0:32:44

 

GEORG WALDSHÜTZ (Dorsal Nº 2746)

 

Classificação Geral: 673º - Classificação no Chip: 572º - Classificação no Escalão Sénior M: 100º

Tempo Oficial: 0:48:43/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:47:11

Tempo médio/Km: 4m:43s  <=> Velocidade média: 12,72Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2747)

 

Classificação Geral: 1807º - Classificação no Chip: 1798º - Classificação no Escalão V50: 162º

Tempo Oficial: 1:01:28/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:59:58

Tempo médio/Km: 6m:00s  <=> Velocidade média: 10,01Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2748)

 

Classificação Geral: 734º - Classificação no Chip: 757º - Classificação no Escalão V55: 36º

Tempo Oficial: 0:49:23/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:49:03

Tempo médio/Km: 4m:54s  <=> Velocidade média: 12,23Km/h (*)

 

JOSÉ PEDRO JORDÃO (Dorsal Nº 2749)

 

Classificação Geral: 2128º - Classificação no Chip: 2132º - Classificação no Escalão V55: 100º

Tempo Oficial: 1:09:11/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:07:42

Tempo médio/Km: 6m:46s  <=> Velocidade média: 8,86Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Junho

  • 3 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:24

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 3 de Junho de 2017

CORRIDA DE BELÉM

Os Lebres e Tartarugas participaram pelo segundo ano consecutivo na Corrida de Belém, tal como no primeiro ano representados pela dupla Frederico Sousa/Carlos Teixeira.

 

O dia começou nublado e com o sol a fazer caretas, durante a corrida houve períodos com uma temperatura agradável e outros com mais calor quando o sol despontava com força.

 

Antes da partida no mítico Estádio do Restelo os tartarugas fizeram um curto aquecimento que consistiu numa volta à pista de atletismo.

 

Ás 10h iniciou-se a partida na pista do Estádio do Restelo com os atletas a correrem algo congestionados principalmente no momento da saída do complexo desportivo.

 

A corrida de Belém nos primeiros 5 km é bastante sinuosa com subidas e descidas algo acentuadas o que rapidamente dispersou os atletas de acordo com os seus diferentes ritmos, seguiram-se 3,5 kms planos corridos maioritariamente na zona de Belém e a principal dificuldade ocorre na subida entre os 8,5Km e 9,2Km, depois é acelerar até à entrada do Estádio e nos últimos metros corridos na pista de atletismo do mesmo.

 

Não sendo uma corrida fácil, na distância de 10 Km é capaz de ser das mais difíceis do calendário dos Lebres e Tartarugas (batida apenas pelo GP Mem Martins) torna-se bastante agradável por se desenrolar numa zona muito bonita com o ponto mais alto na vista deslumbrante sobre o Rio Tejo no interior do Estádio do Restelo.

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 690

Vencedor: HUGO PEREIRA (Individual): 0:34:36

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 750)

 

Classificação Geral: 211º - Classificação no Chip: 201º - Classificação no Escalão V55: 14º

Tempo Oficial: 0:51:22/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:43

Tempo médio/Km: 5m:04s  <=> Velocidade média: 11,83Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 751)

 

Classificação Geral: 588º - Classificação no Chip: 583º - Classificação no Escalão V50: 5º

Tempo Oficial: 1:08:21/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:07:41

Tempo médio/Km: 6m:46s  <=> Velocidade média: 8,86Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 21 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa) - 42,195 Km
  • 28 - Corrida de Belém (Lisboa) - 10 Km

Calendário para o Mês de Junho

  • 3 - Corrida de Santo António (Lisboa) - 10 Km
  • 4 - Corrida do Oriente (Lisboa) - 10 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 00:32

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 22 de Maio de 2017

LISBON ECO MARATHON

ECOMONSANTO – COMO SE ESTRAGA UMA PROVA

 

Mal se soube das alterações ao percurso de este ano da ecomonsanto o meu colega Carlos Gonçalves escreveu um email à organização desta prova afirmando que acabavam de estragar uma das mais bonitas provas do calendário de competições. O Carlos decidiu-se logo por não participar ainda para mais num fim de semana em que planeava participar nos 100 km de S.Mamede. Também o outro tartaruga Frederico Sousa resolveu não participar nesta competição, interrompeu-se assim um ciclo de 4 anos em que os três participamos na Ecomonsanto.

Após algumas semanas de reflexão acabei por me decidir a participar nesta prova apesar de como diz o Carlos Gonçalves ser mais um estradista que um atleta de trail.

Ao aproximar-se o dia da prova a minha grande preocupação foi o aumento das temperaturas que se ia agravando dia após dia e que se veio a tornar no dia da prova num dos principais inimigos dos atletas.

A primeira grande deceção no dia da prova foi o número muito reduzido de atletas seriam pouco mais de 100 ou menos dado que apenas 76 aparecem na classificação geral final da corrida, para este facto não será alheio o elevado custo das inscrições 42€ ou mais de acordo com as opções de cada atleta, a passagem da corrida da Noite para dia, a hora tardia a que a mesma se iniciou 9.15 (no mês de Maio a probabilidade de estar calor é muito grande) e o menor interesse do percurso com algumas passagens repetidas.

A partida foi dada pela madrinha da prova a atleta Ercília Machado nesse momento a temperatura era agradável e propícia a correr partindo os atletas a bom ritmo na direção da ciclovia onde se correram os primeiros 3 kms antes da entrada no Monsanto aí seguem-se 4 kms dos mais difíceis da prova, depois a partir dos 7kms passam-se alguns kms a descer muito agradáveis e sem grande dificuldade atingem-se os 10kms maioritariamente corridos em estrada. Depois dos 10 kms e até aos 37 km a prova disputa-se 90% em trail com algumas subidas bastante complicadas e a partir do km28 cerca das 12 horas no meu caso dois fatores começaram a afetar-me o cansaço e o calor. A parte final voltou a disputar-se na ciclovia aí já com um calor intenso e sem abastecimentos a organização que tinha estado muito bem nesse ponto até ao km31 mesmo comparativamente a edições anteriores, não proporcionou a partir daquele km mais nenhum ponto de abastecimento, pelo que ao calor e ao cansaço os atletas tiveram também que combater a sede.

Foi com grande alívio que cortei a linha de meta e registando mais uma falha na organização a prova não cumpriu a metragem de uma Maratona quedando-se por aproximadamente 41Km ou seja ainda pagamos mais do que um euro por Km.

Tenho sérias dúvidas que no próximo ano esta prova se realize mantendo os pressupostos de 2017, penso que a organização terá que refletir e no mínimo voltar a ideia de sucesso que norteou a criação desta prova, o Carlos Gonçalves tinha toda a razão quando em devido tempo alertou a organização.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 76

Vencedor: NUNO ANJOS (amigosdacorrida.com): 3:34:50

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 76)

 

Classificação Geral: 69º - Classificação no Escalão M55: 6º

Tempo Oficial: 5:26:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 5:26:08

Tempo médio/Km: 7m:46s  <=> Velocidade média: 7,73Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 21 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa) - 42,195 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:55

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 9 de Maio de 2017

CORRIDA DO 1º DE MAIO - 36ª Edição

E vão sete participações das LEBRES E TARTARUGAS na Corrida do 1º de Maio. Poucas são as provas nas quais invariavelmente fazemos questão de marcar presença, fazendo parte da nossa “Galeria de Honra”.

 

E o que tem de tão interessante uma corrida de estrada realizada em Lisboa que, sem apresentar novidades assinaláveis, continua a “arregimentar”, ano após ano, um número considerável de atletas, e sejam eles portugueses ou estrangeiros? Curioso!

 

É a celebração do Dia Mundial do Trabalhador. E para festejar esta data, numa fase em que o trabalho e o emprego são bens cada vez mais raros, não há melhor solução do que trabalhar mas, desta vez, em prol da boa Saúde Física e Mental. E, facto bastante importante, numa fase em que dificilmente encontramos uma prova de dez quilómetros a menos de dez Euros de taxa de inscrição, a Corrida do 1º de Maio oferece tudo – um bom traçado, bons abastecimentos de água e um final em apoteose na Pista de Atletismo do Estádio do INATEL – por apenas meia dúzia de Euros. E com uma organização impecável. É certo que nesta corrida não é o lucro que move quem procura manter o sucesso da celebração desportiva do Dia do Trabalhador. Mas também ninguém trabalha para perder dinheiro …

IMG_0580.JPG

Desde a Meia Maratona de Lisboa que a nossa equipa não se apresentava na sua máxima força. E foram os quatro Veteranos Tartarugas, teimando em continuar a levar bem longe o nome da nossa equipa, que fizeram questão de alinhar para a partida de uma das mais emblemáticas corridas do ano. Sem falsas modéstias podemos afirmar que a nossa equipa já é uma das referências no enorme pelotão de atletas que se apresentam à competição em Lisboa e arredores.

 

Partida e Chegada no Estádio 1º de Maio em Lisboa. Mística que a organização continua a alimentar. O percurso é o mês de todos os anos, pelo menos dos mais recentes. Novidades não há. E por ser já sobejamente conhecido da maioria dá margem para comparação com edições anteriores, numa perspectiva de “queda” de recordes inviduais.

 

O S. Pedro ajudou-nos oferecendo um dia de Sol mas sem o calor inquietante que perturba os mais encalorados. Até o Frederico não se queixou muito da temperatura ambiente.

 

Foi uma Corrida sem grande história mas que acrescentou mais um capítulo à já Longa História das LEBRES E TARTARUGAS.

 

Quando nos voltaremos a reencontrar todos juntos não o sabemos bem. Há uma hipótese remota, lá mais para a frente, com o regresso temporário do nosso atleta “alemão” Georg que vai estar em Portugal no início de Junho e que já manifestou o desejo de se reencontrar com os seus companheiros TARTARUGAS.

 

Até lá cada um irá optar por escolhas diversas.

 

Atletas que concluiram a prova: 1107

Vencedor: JOSÉ GASPAR (CD Odimarq): 0:47:30

 

JOÃO VALÉRIO (Dorsal Nº 730)

 

Classificação Geral: 277º - Classificação no Escalão: Não Divulgado

Tempo Oficial: 1:02:52/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:01:41

Tempo médio/Km: 6m:10s  <=> Velocidade média: 9,73Km/h (*)

 

CARLOS GONÇALVES (Dorsal Nº 731)

 

Classificação Geral: 756º - Classificação no Escalão: Não Divulgado

Tempo Oficial: 1:23:09/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:22:00

Tempo médio/Km: 5m:28s  <=> Velocidade média: 10,97Km/h (*)

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 732)

 

Classificação Geral: 498º - Classificação no Escalão: Não Divulgado

Tempo Oficial: 1:15:04/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:13:58

Tempo médio/Km: 4m:56s  <=> Velocidade média: 12,17Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 733)

 

Classificação Geral: 1038º - Classificação no Escalão: Não Divulgado

Tempo Oficial: 1:36:42/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:35:32

Tempo médio/Km: 6m:22s  <=> Velocidade média: 9,42Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 13 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - UTSM (Portalegre) - 100 Km
  • 21 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa) - 42,195 Km
  • 28 - Sintra Magic Mountain Trail (Sintra) - 26/55 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 23:10

link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

20 KM CASCAIS LISBOA

Tartarugas muito preguiçosos

 

Passava pouco das 7h30m quando o meu telemóvel apitou era uma mensagem do Carlos Gonçalves “ Atletas não esperem por mim porque eu não vou à corrida”, infelizmente o nosso tartaruga todo o terreno não ia participar devido a uma lesão no joelho que esperamos seja debelada rapidamente.

Assim mais uma vez não foi possível reunir os 3 lebres e tartarugas em mais uma corrida.

Com um atraso de 10 minutos prontamente criticado pelo Frederico cheguei a casa deste tartaruga, estávamos ambos com muito preguiça, mas lá fomos cambaleando até à estação de Algés onde apanhámos o comboio para o Estoril.

Logo no comboio constatámos que o número de participantes que ia participar na corrida não seria muito elevado o que confirmámos no momento da partida e no número final de atletas chegados apenas 618.

Antes da partida os atletas saudaram-se e o Frederico pediu para não esperar porque ia demorar muito tempo segundo ele dificilmente teria capacidade para correr 5 kms seguidos.

O percurso manteve a tradição não se registando qualquer alteração em relação às edições anteriores, os momentos mais difíceis foram os das passagens pelas praias desde o Estoril até à Torre que convidavam a um mergulhinho face ao calor que se fazia sentir.

Apesar dos tartarugas já por diversas vezes terem corrido na marginal é sempre agradável participar nesta corrida pela magnífica paisagem que se desfruta o que ajuda a que os Kms passem mais depressa.

Tal como na corrida do SLB ainda houve tempo para mais uns momentos de confraternização com o nosso amigo Favinha.

 

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 618

Vencedor: PAULO GUIMARÃES (A Minha Corrida/Kalengi): 1:11:21

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 2431)

 

Classificação Geral: 277º - Classificação no Escalão M5559: 14º

Tempo Oficial: 1:46:19/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 1:45:40

Tempo médio/Km: 5m:17s  <=> Velocidade média: 11,36Km/h (*)

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº 2432)

 

Classificação Geral: 602º - Classificação no Escalão M5054: Não considerada por ter corrido com o Dorsal de outro atleta mais velho

Tempo Oficial: 02:28:30/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 02:27:50

Tempo médio/Km: 7m:24s  <=> Velocidade média: 8,12Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Corridas do Mês de Abril

  • 2 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
  • 2 - Trilhos do Almourol (Almourol/Entroncamento)
    • Maratona Trail - 42 Km
    • Trail - 26 Km
  • 9 - Cork Trail (Coruche) - 23 Km
  • 9 - Corrida do Benfica (Lisboa) - 10 Km
  • 23 - Estafeta Cascais /Lisboa - 20 Km

 

Calendário para o Mês de Maio

  • 1 - Corrida do 1º de Maio (Lisboa) - 15 Km
  • 7 - Trail Castelo de Abrantes - 35/40 Km
  • 13 - Trilho das Lampas (S. João das Lampas) - 20 Km
  • 20 - UTSM (Portalegre) - 100 Km
  • 21 - Lisbon Eco Marathon (Lisboa) - 42,195 Km
  • 28 - Sintra Magic Mountain Trail (Sintra) - 26/55 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:32

link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

CORRIDA DO BENFICA

2 Leões no reino das Águias

 

A representação dos Lebres e Tartarugas na corrida do SLB foi curiosamente assegurada por dois prestigiados sócios do Sporting, Carlos Teixeira e o filho André Catela.

 

Estacionada a viatura no Centro Colombo e colocados os dorsais caminhamos até perto do Hospital da Luz onde se localizava a partida.

 

Significativo número de participantes deixavam um espaço exíguo para os atletas efetuarem a chamada corrida de aquecimento, mas acabamos por aquecer bem com os exercícios que a organização proporcionou.

 

A temperatura quente que se fazia sentir era a principal preocupação dos dois tartarugas apesar de ligeiramente atenuada por uma brisa que se fazia sentir.

 

Antes da partida houve oportunidade de confraternizar com o amigo Favinha antigo jogador de badminton a exemplo dos três membros fundadores dos Lebres e Tartarugas.

 

As 11h15m hora nada habitual para início de uma corrida de atletismo deu-se o arranque dos atletas cuja aglomeração face ao espaço disponível tornava muito difícil as ultrapassagens.

 

O percurso não sofreu qualquer alteração em relação ao ano anterior, no entanto ficou mais uma vez a sensação de esta prova ser uma das mais difíceis que se realiza em Lisboa e arredores dentro desta distancia pela constante

 

variação da altimetria, mas abaixo das dificuldades das corridas de Mem Martins e Corrida de Belém.

 

Apesar de se tratar de uma corrida organizada por um dos 3 grandes tudo correu com muita normalidade mesmo para aqueles que tiveram a ousadia de envergar tshirts do clube rival como foi o caso do André Catela, de facto seja em que desporto for os atletas respeitam-se, o problema são os outros intervenientes.

[Crónica de Carlos Teixeira]

 

Atletas que concluiram a prova: 5048

Vencedor: RUI PINTO (SLBAtletas): 0:30:34

 

CARLOS TEIXEIRA (Dorsal Nº 14324)

 

Classificação Geral: 1020º - Classificação no Escalão Vet IV: 55º

Tempo Oficial: 0:51:34/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 0:50:23

Tempo médio/Km: 5m:02s  <=> Velocidade média: 11,91Km/h (*)

 

ANDRÉ CATELA (Dorsal Nº 14325)

 

Classificação Geral: 2971º - Classificação no Escalão Seniores: 1248º

Tempo Oficial: 01:02:52/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): 01:01:41

Tempo médio/Km: 6m:10s  <=> Velocidade média: 9,73Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Abril

  • 2 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
  • 2 - Trilhos do Almourol (Almourol/Entroncamento)
    • Maratona Trail - 42 Km
    • Trail - 26 Km
  • 9 - Cork Trail (Coruche) - 23 Km
  • 9 - Corrida do Benfica (Lisboa) - 10 Km
  • 23 - Estafeta Cascais /Lisboa - 20 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 21:00

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 16 de Abril de 2017

CORK TRAIL

“E depois da tempestade veio a Bonança”.

 

Uma semana após o pequeno tormento dos Trilhos do Almourol o “trailista solitário” regressa ao seu meio ambiente de preferência repetindo uma prova da qual guardou boas memórias da edição de 2016. Com um grau de dificuldade médio, e uma distância bastante apelativa (apenas 23 quilómetros), o Cork Trail é uma prova de trilhos boa seja para uma estreia nesta modalidade ou para, simplesmente, “rolar” sem grandes preocupações e completamente imersos em ambiente de natureza. Sem ter conseguido que algum dos seus outros dois colegas fundadores das LEBRES E TARTARUGAS o acompanhasse nesta aventura, nem por isso rumou completamente sozinho a Vila Nova da Erra, tendo levado como companhia a nossa treinadora Ana Luísa que se inscreveu na Caminhada.

IMG_0533.JPG

O Cork Trail é um evento para toda a família e para todos os gostos. Os mais experimentados têm à sua disposição o chamado Trail Longo com uma simpática distância de 23 quilómetros e um grau de dificuldade médio. Os menos “batidos” podem optar peloTrail Curto com 13 quilómetros, e os restantes, que não querem ou não podem correr, não ficam de “mãos a abanar” a assistir meramente como espectadores, tendo à sua espera uma Caminhada com sete mil metros de distância. O início e o fim de todos os percursos são coincidentes, sendo que a divisão se faz lá mais para a frente. E também foi prevista uma corrida para crianças denominada de “Trail Kids.

 

De manhã bem cedo já os habitantes desta simpática localidade do Concelho de Coruche eram acordados pela invasão dos inúmeros atletas que se dispunham a uma manhã de domingo bem passada. E o tempo estava bastante bom para qualquer actividade ao ar livre. Ultimavam-se os preparativos para que nada falhasse e começasse à hora marcada. Presenciávamos também o frenesim habitual com os atletas a cruzarem-se em sentido contrário. Uns ainda procuravam pelo levantamento dos dorsais. Os mais despachados já regressavam às suas viaturas para completarem os últimos preparativos ou para uma visita à casa de banho.

 

Os concorrentes ao Trail Longo eram os primeiros a partir. O briefing habitual transmite a todos um conjunto de informações úteis, seja sobre a natureza do percurso ou seja pela respectiva sinalização. Um alerta especial para as últimas descidas, mais técnicas e com um grau de dificuldade acrescido. Devido à ausência de chuva nos últimos dias iríamos encontrar um piso bastante mais duro e seco e com uma aderência bastante reduzida. Todo o cuidado seria pouco para se evitar alguma queda com consequências mais desagradáveis. Por último a organização prestou uma merecida homenagem àquela simpática atleta veterana que recentemente nos deixou e que era uma totalista de todas as edições do Cork Trail. Estamos a falar da ANALICE SILVA, que tem sido justamente homenageada nos últimos meses e em diversas provas, sejam elas de estrada ou de “Trails”. E a organização decidiu exibir o dorsal com o número 100 em fundo rosa que nunca mais será atribuído e tendo como “proprietária” vitalícia aquela tão especial corredora.

 

E eis que finalmente é dado o sinal de partida. Os mais rápidos e aspirantes a uma boa classificação voam e desaparecem da nossa vista logo na primeira subida. Ficam para trás todos aqueles que, apesarem darem o seu máximo, procuram essencialmente momentos de diversão e de fruição deste contacto estreito com um ambiente muito distante da poluição dos meios urbanos.

 

Toda a prova do Trail Longo desenrola-se num autêntico carrossel de sobe e desce constante. Não encontramos subidas muito longas que normalmente marcam distâncias. Mas as descidas eram de tal modo exigentes que em muitos casos, e para os mais rápidos e dotados de maior técnica, as diferenças anulam-se num ápice.

 

Para os repetentes do ano passado as novidades foram muitas. Só de vez em quando é que encontrámos locais já nossos conhecidos. Foi mais uma prova com todos os condimentos necessários para se repetir. Ficou na cabeça dos repetentes que a edição deste ano foi mais exigente, o que não significa que tenha sido pior. Antes pelo contrário.

 

De regresso a Vila Nova da Erra faltam pouco mais de trezentos metros. Olhando para trás o Carlos Gonçalves sente-se “ameaçado” por uma atleta que se aproxima rapidamente dele. Acelera o passo para aumentar a distância. Na última curva antes da meta encontra a sua cara-metade, aliás a Treinadora, incitando-o para um último esforço. O fim está ali à vista, no final de uma curta subida. O nosso atleta foi buscar algumas reservas para terminar em beleza mais uma edição do Cork Trail. As expectativas mantêm-se em alta pelo que será uma prova a repetir em 2018.

IMG_0534.JPG

Depois de um retemperador banho de água fria Atleta e Caminheira procuram o local do almoço. Pelo caminho vão apreciando as inúmeras casas, algumas delas provavelmente que estão habitadas apenas ao fim de semana. Muito bem cuidadas e na maioria com muitas flores. De destacar uma cerejeira carregada de flores brancas que mais parecia uma típica amendoeira algarvia. E muitas orquídeas, sinal de que esta flôr se dá bem com este clima.

 

Com o sentimento do dever cumprido a nossa equipa regressa a casa. A Treinadora conduz enquanto o Trailista aproveita para descansar os olhos mal deixam Coruche para trás. Pelo o caminho ainda fala com o outro Tartaruga que, com a companhia do seu filho André, participaram na Corrida do Benfica.

 

Atletas que concluiram a prova: 192

Vencedor: LUÍS SEMEDO (AC Portalegre/UTSM): 1:49:52

 

CARLOS GONÇALVES  (Dorsal Nº167)

 

Classificação Geral: 152º - Classificação no Escalão M60: 4º

Tempo Oficial: 3:31:40/Tempo Cronometrado (Tempo do Chip): ND

 

Tempo médio/Km: 9m:12s  <=> Velocidade média: 6,52Km/h (*)

  

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Abril

  • 2 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
  • 2 - Trilhos do Almourol (Almourol/Entroncamento)
    • Maratona Trail - 42 Km
    • Trail - 26 Km
  • 9 - Cork Trail (Coruche) - 23 Km
  • 9 - Corrida do Benfica (Lisboa) - 10 Km
  • 23 - Estafeta Cascais /Lisboa - 20 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 18:19

link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 11 de Abril de 2017

TRILHOS DO ALMOUROL

“ Quando a cabeça não tem juízo, quando te esforças mais do que é preciso, o corpo é que paga”…

 

Seis da manhã. A ainda recente mudança da hora faz com que, a esta hora, o céu se apresente completamente escuro sem qualquer indício do amanhecer que aí vem. Apenas as estrelas quebram a monotonia dando algum brilho ao nosso “tecto” natural.

 

E também não se vê vivalma. Não é de todo estranho dado que estamos numa madrugada de Sábado para Domingo com a esmagadora maioria das pessoas ainda a dormir, a recuperar das energias gastas durante a semana. Mas duas criaturas já estão de pé e encontram-se algures na zona do Bairro do Restelo para partirem para o Entroncamento. Espera-nos mais uma edição dos Trilhos do Almourol, prova emblemática e que detém um lugar de destaque na nossa Galeria de Honra em termos de provas de “Trail”. O Frederico esteve até à última hora a avaliar a sua lesão no tendão de aquiles fazendo tudo para se convencer que reunia as condições mínimas para desafiar os cerca de 26 quilómetros para os quais se tinha inscrito. O seu colega de equipa, Carlos Gonçalves, estava pronto para, uma vez mais, se abalançar à prova da Maratona com todos os riscos e dificuldades desta distância mas em regime de trilhos. Facilidades era exactamente aquilo que estes dois Tartarugas menos esperavam. E vieram a confirmar-se, uma vez mais, as suas expectativas.

 

Não havia tempo a perder. Tínhamos de chegar ao Entroncamento com alguma margem de manobra para as tarefas habituais. A edição deste ano foi totalmente renovada. Todos os participantes, fossem eles do Trail, da Maratona Trail ou da Caminhada, iriam partir em conjunto cumprindo um curto trajecto a pé até à Estação Ferroviária do Entroncamento, onde nos aguardava um comboio só para nós, e que nos levaria até ao local da partida.

 

Mal iniciámos a nossa viagem a partir de Lisboa encontramos mais uma pessoa que se encontrava a pé aquela hora. Mas, ao contrário de nós, “ainda” estava acordada, aparentando estar a regressar a casa após uma noite, pensámos nós, bem passada e melhor divertida. Cada um com as suas opções.

 

Uma hora e picos depois chegamos ao Pavilhão Gimnodesportivo do Entroncamento. Lá dentro encontramos o frenesim habitual com atletas e elementos da organização a cruzarem-se e a cumprimentarem-se mutuamente. A recolha dos dorsais, e demais brindes com que a organização habitualmente nos presenteia, é a tarefa prioritária dos primeiros. Os segundos organizam-se para que nada falte e tudo funcione dentro das expectativas e do seu compromisso assumido com os vários participantes.

IMG_0526.JPG

A cada minuto que passa chegam mais viaturas com atletas que se vêm juntar aos que, pacatamente, finalizam o seu equipamento e tiram as primeiras fotos do dia.

IMG_0525.JPG

Um pouco atrasado relativamente ao estipulado, o comboio parte finalmente em direcção ao Castelo do Almourol. Apesar da grande animação reinante os nossos dois atletas conseguem “passar pelas brasas” e recuperarem algum do sono que ficou em falta. Se é que realmente conseguem recuperar as horas não dormidas. Deixamos o comboio e temos de andar, em regime de aquecimento, algumas centenas de metros que medeiam entre a estação ferroviária e o local da partida. Feito o “controlo zero” pedimos a outro atleta para nos tirar a fotografia da ordem com o Castelo de Almourol como pano de fundo.

IMG_0527.JPG

Imediatamente esta foto vai “cair” no WhatsApp informando os nossos seguidores de que estamos prontos para mais uma aventura. Um breve “briefing”, só ouvido por quem estava perto do “speaker”, transmite as habituais e úteis informações sobre as diferentes provas. De antemão já sabíamos que em 2017 o percurso seria totalmente renovado. Pelo menos para a Maratona Trail.

 

Os primeiros quilómetros são comuns às duas corridas, o que causou alguns “atritos” entre os Trailistas, mais rápidos, e os Maratonistas. Esta fase inicial é composta por alguns “single treks” ao longo dos quais não há qualquer espaço para ultrapassagens. O que enervou ainda mais os primeiros corredores da prova mais curta. Queriam ultrapassar, a todo o custo, os que iam num ritmo mais lento. Alguns empurrões num “chega para lá que eu quero ir mais depressa”. E até ouvimos alguns comentários mais desagradáveis do género “ parecem Caminheiros” de tão devagar que vão. Aqui fica um reparo, ou talvez uma sugestão para a Organização, para que no futuro introduza uma maior diferença de tempo entre a partida das duas Corridas. Feita a separação, “26 Km para a esquerda e maratona para a direita”, acabam-se definitivamente estes conflitos pontuais.

 

Relativamente à prova da Maratona a mesma foi feita em sentido contrário da dos anos anteriores. Muito bela e a desenrolar-se ao longo dos rios Tejo, Zêzere e Nabão. E, a fazer jus ao princípio das edições anteriores, a primeira metade da corrida será inevitavelmente a mais exigente. Exigente no que ao desnível diz respeito mas sobretudo em termos de dificuldade técnica. E desta vez não tivemos a travessia do Rio Nabão através daquela ponte militar assente em barcaças.

 

Por volta dos dezoito quilómetros sentimos que o pior ficou para trás. É nesta altura que o nosso Maratonista começa a debater-se com os primeiros alertas de fadiga muscular. Se calhar começou a pagar cedo demais uma factura pela andamento mais rápido que imprimiu nos primeiros quilómetros.

O percurso que temos pela frente começa a parecer mais fácil. Mas, atenção, que facilidade é uma palavra que dificilmente se aplica aos Trilhos do Almourol.

 

Ainda antes de ter completado a vintena de quilómetros, recebemos a mensagem do nosso tartaruga estradista informando a equipa, e seguidores, que tinha terminado a sua prestação na Corrida dos Sinos. “E eu anda vou a meio. Faltam cerca de 21 km. Até tenho tempo para responder”. O Carlos Gonçalves, num momento de maior descontracção, responde às mensagens que lhe vão caindo no seu telemóvel. Só o Catela, e outros seguidores que ficaram em casa, é que vão respondendo. “Estás à espera da Vassoureira? Não pois nesta prova é um Vassoureiro.” A conversa termina por aqui com um lacónico “Agora tenho de dar corda aos sapatos”.

 

Enquanto o Carlos Gonçalves vai cumprindo os quilómetros, o Frederico dá sinais de si. “Acabei”. E aproveita também para colocar no WhatsApp um vídeo a emborcar uma mini no abastecimento dos 20K.

 

 “Enlouqueci”, é a sua legenda. “Tu não enlouqueceste!!! Tu és louco"!! Responde-lhe o Carlos Teixeira. Aliás loucuras como esta nunca acontecem durante uma prova de estrada, seja qual for a distância.

 

A partir deste momento fica a aguardar por notícias do seu companheiro de aventuras em provas de trilhos.

 

Integrado num grupo de duas + dois atletas o Tartaruga Maratonista lá vai cumprindo, como pode, os quilómetros que lhe restam.

 

Com menos de seis mil metros para o fim o cansaço e a fadiga muscular, bem perto da exuastão, começam a apoderar-se deste corredor solitário. Sabendo que o mais difícil já ficou para trás, nem por isso espera facilidades. As cãibras começam a revelar-se o seu maior obstáculo. E nem as pastilhas ISOSTAR, ricas em Magnésio, amenizam as suas dificuldades. É exactamente neste ponto que as palavras da canção do António Variações, citadas no início desta crónica, parecem fazer todo o sentido.

Quando faltam menos de dois quilómetros para a meta surge a “fantasmagórica” figura do atleta vassoura. Se ainda fosse uma “Vassoura” como na Barreira??? As últimas centenas de metros, apesar de já conhecidas, parecem eternas.

 

Mas temos de terminar com a maior dignidade. Aliás, mesmo em último lugar, cumpriu-se o principal objectivo deste atleta. Terminar mais uma Maratona dos Trilhos do Almourol, divertir-se e desfrutar ao máximo esta aventura. E, segundo este ponto de vista, foi mais uma experiência amplamente cumprida.

 

Junto à Meta o Frederico aguardava pacientemente pela chegada do seu companheiro de luta. “Chegou. Mais uma maratona nas pernas”.

 

De regresso a Lisboa os dois atletas vão relatando as suas experiências. Tanto um como outro mais uma vez que “simplesmente adoraram”. O Carlos Gonçalves começa a dizer que tem de reequacionar no futuro a prova dos Trilhos do Almourol pela qual irá optar. Se calhar a modalidade dos 26 quilómetros talvez seja a mais adequada e mais sensata. O Frederico recorda as palavras do companheiro noutras situações e que, no final, acaba por ceder às suas tentações.

 

Ponto Final. Os Trilhos do Almourol continuam a ser uma das nossas maiores paixões. E por aqui nos iremos manter fiéis nos próximos anos. Mas será que alguma vez conseguiremos desviar da Corrida dos Sinos o nosso companheiro Carlos Teixeira? Esta é, seguramente, a nossa maior incógnita.

 

Até 2018.

 

RESULTADOS FINAIS DA MARATONA TRAIL

 

Atletas que concluiram a prova: 175

Vencedor: LUÍS FERNANDES (U.F.Comércio e Indústria Atletismo): 3:41:13

 

CARLOS GONÇALVES  (Dorsal Nº64)

 

Classificação Geral: 174º - Classificação no Escalão M60: 9º

Tempo Oficial: 8:25:04

 Tempo médio/Km: 12m:02s  <=> Velocidade média: 4,99Km/h (*)

 

RESULTADOS FINAIS DO TRAIL

 

Atletas que concluiram a prova: 371

Vencedor: LUÍS SEMEDO (AC Portalegre/UTSM): 1:55:15

 

FREDERICO SOUSA (Dorsal Nº595)

Classificação Geral: 333º - Classificação no Escalão M50: 33ª

Tempo Oficial: 4:39:02

Tempo médio/Km: 10m:44s  <=> Velocidade média: 5,59Km/h (*)

 

(*) - O Tempo médio/Km e a Velocidade média foram calculados em função dos tempos cronometrados (tempo do chip)

 

Calendário do Mês de Abril

  • 2 - Corrida dos Sinos (Mafra) - 15 Km
  • 2 - Trilhos do Almourol (Almourol/Entroncamento)
    • Maratona Trail - 42 Km
    • Trail - 26 Km
  • 9 - Cork Trail (Coruche) - 23 Km
  • 9 - Corrida do Benfica (Lisboa) - 10 Km
  • 23 - Estafeta Cascais /Lisboa - 20 Km
publicado por Carlos M Gonçalves às 22:57

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Janeiro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. CORRIDA COM OS CAMPEÕES

. SÃO SILVESTRE DE LISBOA

. ONYRIA CHALLENGE

. GRANDE PRÉMIO DO NATAL

. MEIA MARATONA DOS DESCOBR...

. GRANDE PRÉMIO DE ATLETISM...

. CORRE JAMOR - Uma corrida...

. CORRIDA DAS CASTANHAS

. MARATONA DO PORTO

. 20 KMS DE ALMEIRIM

.arquivos

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

.links

.subscrever feeds